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Self-portrait

Simon Bening (1483-1561): Miniaturista e iluminador flamengo. Conhecido por paisagens, livros de horas e retratos. Uma figura fundamental na arte flamenga.

Giclê / Impressão de Arte

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Self-portrait

Giclê / Impressão de Arte

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Descrição da Obra

Written in gold on a red background is an inscription that identifies this miniature as a self-portrait of the famous Bruges illuminator, Simon Bening: "Simon Bennik, the son of Alexander, painted this himself at the age of 75 in 1558."Simon Bening became one of the most famous illuminators of the sixteenth century. He spent his early years in Ghent or Antwerp, probably working under the tutelage of his father, the illuminator Alexander Bening. Simon moved to Bruges permanently in 1517, where over time he headed a large and flourishing workshop. Although Bening was much admired in his day and widely imitated, his artistic personality has yet to be thoroughly studied.This miniature painting has attracted considerable interest in art history as an early self-portrait of an artist. Bening portrays himself, spectacles in hand, seated before a wooden easel. The easel holds a drawing of the Virgin and Child; along its left edge, small ledges hold various painting materials. In representing this imagery Bening allies himself with Saint Luke, the patron saint of painting, who is traditionally shown painting an image of the Virgin - a subject that itself became a conceit for the self-portrait of the artist in the 15th and 16th centuries. Bening portrays himself not in the garb of an artisan, but as a member of the intelligentsia. By inscribing his work with a signature (as the son of Alexander) and a date, he acknowledges his talents and heritage in the distinguished lineage of Bening illuminators in Bruges. The illumination was probably made as an independent work, rather than as part of a book, at a time when autonomous miniatures increasingly came into production. A second version of this miniature is in the Victoria and Albert Museum, London.

Obras Relacionadas


Biografia do Artista

Rafael: O Poeta da Beleza

Rafael Sanzio, nascido Raffaello Santi em 6 de abril de 1483, em Urbino, Itália, foi um pintor e arquiteto cujo nome tornou-se sinônimo de graça e harmonia do Alto Renascimento. Embora sua vida tenha durado apenas trinta e sete anos – ele faleceu tragicamente jovem em 6 de abril de 1520 – o impacto de Rafael na arte ocidental é imensurável. Ele não era meramente um artesão habilidoso; possuía uma sensibilidade poética inata, traduzindo os ideais do humanismo e da filosofia neoplatônica em pinturas de uma beleza arrebatadora que continuam a cativar o público séculos depois. Seu legado repousa primordialmente em suas “Madonnas”, aquelas representações serenas e luminosas de Maria e o Menino, mas também nos afrescos monumentais dentro do Palácio do Vaticano e em uma profunda influência sobre as gerações de artistas que o sucederam.

Primeiros Anos e Fundamentos Artísticos

Urbino, o local de nascimento de Rafael, era um vibrante centro de cultura durante o reinado do Duque Federico da Montefeltro. O Duque promoveu um ambiente onde a arte florescia, atraindo estudiosos, poetas e artistas de toda a Itália. O pai de Rafael, Giovanni Santi, era pintor da corte, e foi através dele que o jovem Raffaello encontrou o mundo das artes pela primeira vez. Giovanni instilou em seu filho não apenas habilidades técnicas, mas também um profundo apreço pela literatura clássica e pela filosofia – elementos cruciais do florescente movimento humanista. Fundamentalmente, Giovanni introduziu Rafael nos círculos artísticos que orbitavam o Duque, expondo-o às ideias de Leonardo da Vinci e de outras figuras proeminentes. Após a morte de seu pai em 1494, Rafael assumiu a responsabilidade de gerir seu próprio ateliê, uma tarefa exigente que refinou suas habilidades organizacionais e desenvolveu ainda mais seu talento artístico. Ele rapidamente ganhou reconhecimento como um pintor talentoso, realizando encomendas para igrejas e patronos privados por toda a região. Suas obras iniciais, como O Pagamento do Tributo (cerca de 1503-1504), já demonstravam um domínio notável de perspectiva e composição, prenunciando as inovações estilísticas que definiriam seu estilo maduro. Ele passou um período em Perugia de 1504 a 1507, trabalhando sob a tutela de Pietro Vannucci, mais conhecido como Perugino, absorvendo as técnicas do mestre enquanto desenvolvia simultaneamente sua própria abordagem distintiva.

A Influência Florentina e a Ascensão da Madonna

Em 1508, Rafael mudou-se para Florença, uma cidade repleta de inovação artística na época. Ele foi profundamente influenciado pelas obras de Leonardo da Vinci, Michelangelo e Masaccio – artistas que estavam expandindo os limites da perspectiva, da anatomia e da expressão emocional. Passou quase três anos em Florença, produzindo uma série de pinturas que marcaram um afastamento significativo do estilo mais contido de Perugino. O Lamentação (1507-1508), por exemplo, demonstrou o crescente domínio de Rafael sobre a composição dramática e sua capacidade de transmitir emoções profundas através de gestos e expressões. Foi durante este período que ele começou a refinar seu ciclo icônico de “Madonnas” – uma série de pinturas retratando a Virgem Maria com o Menino Jesus – que se tornaria sua conquista mais celebrada. Estas Madonnas não eram meramente imagens devocionais; eram narrativas cuidadosamente construídas, imbuídas de beleza clássica e profundidade filosófica.

Os Anos no Vaticano: Afrescos de Grandeza

Em 1509, Rafael aceitou um encargo do Papa Júlio II para decorar a Stanza della Segnatura (Sala da Signatura) no Palácio do Vaticano. Este projeto monumental apresentou a Rafael uma oportunidade sem precedentes de exibir seu gênio artístico em grande escala. Ao longo dos anos seguintes, ele criou quatro vastos afrescos que exploravam temas de filosofia, tecnologia e saber clássico – refletindo o interesse do Papa pela erudição humanista. A Escola de Atenas (1509-1511), talvez sua obra mais famosa, retrata um encontro de antigos filósofos e cientistas, incluindo Platão e Aristóteles, envolvidos em um debate fervoroso. O afresco não é meramente uma ilustração histórica; é uma poderosa alegoria da razão humana e da investigação intelectual, incorporando o ideal renascentista de síntese harmoniosa entre o saber clássico e a fé cristã. Ele também concluiu O Triunfo de Gemini (1509-1510) e a Disputa de Constantino (1510-1511), consolidando ainda mais sua reputação como um mestre da composição, cor e percepção psicológica.

Legado e Influência Duradoura

A morte prematura de Rafael em Roma, em 6 de abril de 1520, aos trinta e sete anos, interrompeu uma carreira brilhante. Apesar de sua vida breve, ele deixou para trás um corpo extraordinário de obras que influenciou profundamente gerações de artistas. Sua ênfase na clareza, harmonia e beleza idealizada tornou-se a marca registrada do estilo do Alto Renascimento, moldando os padrões artísticos da Europa por séculos. Sua influência pode ser vista nas obras de inúmeros pintores, incluindo aqueles que o seguiram no período Barroco. O legado de Rafael estende-se além de suas pinturas individuais; ele é lembrado como um símbolo de perfeição artística – “o poeta da beleza” – cuja arte continua a inspirar e elevar os espectadores ao redor do mundo. Sua obra permanece como um testemunho do poder da criatividade humana e do apelo duradouro dos ideais clássicos.
Simon Bening

Simon Bening

1483 - 1561 , Bélgica

Informações Rápidas

  • Artistic Movement Or Style: Classicismo do Alto Renascimento
  • Artists Or Movements Influenced By This Artist:
    • tradição acadêmica europeia
    • ideal neoplatônico
  • Artists Who Influenced This Artist:
    • Perugino
    • Leonardo da Vinci
    • Michelangelo
  • Date Of Birth: 6 de abril de 1483
  • Date Of Death: 6 de abril de 1520
  • Full Name: Raffaello Sanzio
  • Nationality: Italiano
  • Notable Artworks:
    • Madona Sistina
    • A Escola de Atenas
    • O Casamento da Virgem
  • Place Of Birth: Urbino, Itália