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Order and Chaos IX

A striking interplay of geometric red, blue, and yellow squares emerges from a deep black void in this 1986 abstract masterpiece by Pedro Cabrita Reis, inviting you to explore the profound balance of order and chaos.

Descubra a arte cativante de Pedro Cabrita Reis! Este artista português combina mestralmente pintura, escultura e fotografia para explorar o espaço, a memória e a luz. Explore as suas obras na Bienal de Veneza e muito mais.

Reprodução em Óleo Feita à Mão

Óleo sobre tela pintado à mão no tamanho e moldura de sua escolha, feito sob encomenda pelos nossos artistas. ( Alternar para Impressão Ver Imagem Digital)

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Pode inserir as suas próprias dimensões para se adequar a uma moldura ou espaço específico. Se o tamanho selecionado não corresponder às proporções da imagem original, iremos cortar a obra de arte ou estender a pintura com elementos adicionais pintados à mão. Um esboço digital será enviado para sua aprovação antes do início da produção.
Tenha em atenção que a pré-visualização no ecrã não reflete o corte ou extensão real. Apenas o esboço mostrará com precisão a composição final.
Embora tamanhos personalizados estejam disponíveis, recomendamos selecionar uma dimensão da lista predefinida para preservar as proporções originais.

Exemplos do que pode ser personalizado: Substituir o rosto pela foto do cliente; Adicionar um animal de estimação (ex: substituir gato por cão); Incluir uma mensagem oculta no fundo; Alterar a paisagem ou elementos do fundo.
Após o pedido, a equipa WahooArt.com enviará um e-mail ao cliente para solicitar instruções e fornecer uma prévia do esboço.

Entrega mundial () em 3 a 4 semanas, em vez das 5 semanas padrão. (23 Setembro). Sem comprometer a qualidade.

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Preço Total

$ 272

reproduction

Order and Chaos IX

Técnica de Reprodução

Dimensões da Reprodução

-

Preço Total

$ 272

Detalhes Rápidos

  • Dimensions: 197 x 100 cm
  • Artistic style: Contemporary abstraction
  • Subject or theme: Order, chaos, space, and memory
  • Artist: Pedro Cabrita Reis
  • Notable elements or techniques: Geometric shapes and color squares
  • Year: 1986

A Dance of Geometry and Void

In the profound stillness of Order and Chaos IX, the viewer is invited into a cosmic theater where the boundaries between structure and entropy begin to dissolve. Created in 1986 by the visionary Portuguese master Pedro Cabrita Reis, this monumental work serves as a captivating exploration of spatial tension. The painting presents a deep, obsidian void that acts as an infinite stage, upon which a rhythmic arrangement of geometric forms performs a silent, chromatic dance. Through the deliberate placement of squares in varying shades of crimson, accented by sudden, piercing notes of azure and gold, Reis orchestrates a visual symphony that speaks to the fundamental duality of our existence: the human desire for organized pattern and the inevitable pull of primordial disorder.

The technique employed in this piece suggests a masterful command over mixed media, likely utilizing the rich, tactile possibilities of oil or acrylic on canvas. There is a palpable weight to the pigments, where the darkness of the background does not merely sit behind the shapes but seems to press against them, creating a sense of immense atmospheric pressure. The artist’s ability to manipulate light and shadow within these small, colored windows gives the work a three-dimensional quality, as if the squares are floating in a liquid vacuum. This interplay of texture and tone transforms the canvas from a flat surface into a window through which we glimpse the very mechanics of creation and decay.

The Architecture of Memory and Space

To understand Order and Chaos IX, one must look toward the broader philosophical journey of Pedro Cabrita Reis. Emerging from the vibrant cultural landscape of Lisbon, Reis has long been preoccupied with the concept of "cartography"—not of physical lands, but of memory, light, and the ephemeral nature of space. This work, produced during a pivotal era in his career, reflects a period where he was deeply engaged with the theoretical dialogues of contemporary art. The painting functions as a structural map; each colored square acts as a landmark within a psychological landscape, representing moments of clarity or fragments of lost history held suspended in the dark expanse of time.

For the discerning collector or interior designer, this piece offers more than mere aesthetic beauty; it provides a profound emotional anchor. The stark contrast between the intense reds and the enveloping black creates a dramatic focal point that commands attention in any sophisticated setting. It is a work that demands contemplation, making it an ideal centerpiece for spaces dedicated to thought, creativity, or quiet luxury. Whether placed in a minimalist gallery-style lounge or a grand, classical study, a high-quality reproduction of this masterpiece brings with it the intellectual weight of the 1980s avant-garde and the timeless allure of abstract expressionism.


Biografia do Artista

Uma Cartografia do Espaço e da Memória: O Mundo de Pedro Cabrita Reis

Nascido em Lisboa, Portugal, em 1956, Pedro Cabrita Reis emergiu como uma figura fulcral na arte contemporânea, não apenas representando o panorama artístico da sua nação, mas moldando ativamente o seu diálogo com o palco internacional. Os seus anos formativos, vividos na riqueza histórica e cultural de Lisboa, informam profundamente a sua prática, imbuindo-a de uma sensibilidade ao lugar, à memória e à relação, muitas vezes frágil, entre os mundos interior e exterior. Mesmo antes de se estabelecer plenamente como artista, Cabrita Reis demonstrou um compromisso com o fomento do discurso crítico em torno da arte, fundando e dirigindo a influente revista Arte Opinião entre 1978 e 1982 — uma plataforma que proporcionou um espaço vital para a discussão durante um período de significativa mudança social e política. Este envolvimento precoce com os fundamentos teóricos da criação artística prefigurou a profundidade conceptual que viria a caracterizar a sua própria obra.

A Linguagem dos Objetos Encontrados e da Luz Efêmera

O vocabulário artístico de Cabrita Reis é notavelmente diverso, abrangendo pintura, escultura, fotografia e desenho, mas um fio condutor une todas as facetas da sua prática: uma exploração do espaço tanto como realidade física quanto como construção psicológica. Ele não se limita a ocupar o espaço; ele disseca-o, reconfigura-o e imbuí-lo de camadas de significado. Uma característica definidora é o seu uso magistral de materiais industriais — barras de aço, janelas recuperadas, caixilhos de portas — elementos frequentemente negligenciados ou descartados que, nas mãos de Cabrita Reis, são transformados em símbolos pungentes de memória, transição e da passagem do tempo. Estas não são meramente escolhas estéticas; representam um envolvimento deliberado com a materialidade da existência, um ancoramento no mundo tangível que sustenta as suas exploração mais conceptuais. Igualmente crucial é o seu uso inovador da luz, particularmente a iluminação fluorescente. Esta não é simplesmente iluminação; é um agente ativo dentro das suas composições, dividindo o espaço, definindo fronteiras e projetando sombras que dançam e se deslocam, criando uma qualidade efêmera que sublinha a natureza fugaz da perceção. A interação entre estes objetos encontrados e a luz artificial gera uma linguagem visual única — uma que é simultaneamente austera, minimalista e profundamente evocativa.

Reconhecimento Internacional e Exposições Históricas

A trajetória de carreira de Cabrita Reis tem sido marcada por um crescente reconhecimento internacional, começando com a sua primeira exposição individual “25 Desenhos” em 1981, na Sociedade Nacional de Belas Artes. No entanto, foi a sua participação na Documenta IX, em Kassel, em 1992, que verdadeiramente o impulsionou para a cena artística global. Este momento crucial foi seguido por novos convites para plataformas prestigiadas, como a Documenta XIV em 2017 e inúmeras aparições na Bienal de Veneza — representando Portugal em 1995 e 2003, e participando no Aperto em 1997. A sua inclusão tanto na 21ª como na 24ª Bienal de São Paulo consolidou o seu estatuto como uma voz significativa na arte contemporânea. Instalações memoráveis como “The Leaning Paintings #5”, com o seu delicado equilíbrio de placas de vidro, luzes neon e madeira, exemplificam a sua capacidade de criar efeitos espaciais que são simultaneamente arquitetónicos e profundamente pessoais. Da mesma forma, “It is never about balance #2”, apresentando uma viga de metal monumental, explora temas de tempo, fragilidade e a instabilidade inerente à existência. Estas obras não são meramente objetos; são ambientes — experiências imersivas que convidam à contemplação e desafiam as noções convencionais de espaço e forma.

Intervenções Públicas e um Legado Duradouro

Para além dos confins das galerias e museus, Cabrita Reis tem procurado consistentemente envolver a esfera pública através de instalações site-specific. As suas intervenções no Central Tejo, em Lisboa (2018), e no Palácio, no Porto (2005), demonstram a sua capacidade de responder com sensibilidade aos contextos arquitetónicos existentes, transformando espaços industriais em locais de reflexão artística. Este compromisso com a arte pública reforça a sua crença de que a arte deve ser acessível e relevante para um público mais vasto. A sua obra é hoje detida por coleções prestigiadas em todo o mundo, incluindo o Museu Gulbenkian, a Tate Modern e o Museu Berardo — um testemunho da sua qualidade e importância duradouras. Pedro Cabrita Reis posiciona-se como uma figura de proa na arte portuguesa contemporânea, um artista cujo uso inovador de materiais, exploração da luz e do espaço, e profundidade conceptual não só enriqueceram o património artístico de Portugal, mas também ressoaram com audiências globais. Ele continua a desafiar fronteiras, experimentando novas abordagens enquanto permanece firmemente comprometido em explorar as questões fundamentais que residem no coração da perceção e da experiência humana — questões sobre a memória, o lugar e a própria natureza da realidade.
Pedro Cabrita Reis

Pedro Cabrita Reis

1956 - , Portugal

Informações Rápidas

  • Artistic Movement Or Style: Arte conceptual, Instalação
  • Artists Or Movements Influenced By This Artist: ['Arte Contemporânea Portuguesa']
  • Artists Who Influenced This Artist:
    • Teoria arquitetónica
    • Arte conceptual
  • Date Of Birth: 5 de setembro de 1956
  • Full Name: Pedro Cabrita Reis
  • Nationality: Português
  • Notable Artworks:
    • À propos des lieux d’origine #1
    • H. Suite (XII)
    • H. Suite (XI)
    • The Leaning Paintings #5
    • It is never about balance #2
  • Place Of Birth: Lisboa, Portugal
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