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Oh, Oh, Oh, Not Again

A haunting watercolor portrait by Marlene Dumas – ‘Oh, Oh, Oh, Not Again’ evokes vulnerability & isolation through loose brushstrokes. Explore expressionism & muted tones.

Marlene Dumas é uma pintora sul-africana renomada pela intensidade emocional de seus retratos que exploram temas como raça, sexualidade e identidade. Uma artista contemporânea influenciada pelo Romantismo, destacou-se por obras marcantes e uma abordagem crítica à sociedade.

Reprodução em Óleo Feita à Mão

Óleo sobre tela pintado à mão no tamanho e moldura de sua escolha, feito sob encomenda pelos nossos artistas. ( Alternar para Impressão Ver Imagem Digital)

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Escolha entre os nossos tamanhos pré-definidos que respeitam as proporções originais da obra de arte.

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Pode inserir as suas próprias dimensões para se adequar a uma moldura ou espaço específico. Se o tamanho selecionado não corresponder às proporções da imagem original, iremos cortar a obra de arte ou estender a pintura com elementos adicionais pintados à mão. Um esboço digital será enviado para sua aprovação antes do início da produção.
Tenha em atenção que a pré-visualização no ecrã não reflete o corte ou extensão real. Apenas o esboço mostrará com precisão a composição final.
Embora tamanhos personalizados estejam disponíveis, recomendamos selecionar uma dimensão da lista predefinida para preservar as proporções originais.

Exemplos do que pode ser personalizado: Substituir o rosto pela foto do cliente; Adicionar um animal de estimação (ex: substituir gato por cão); Incluir uma mensagem oculta no fundo; Alterar a paisagem ou elementos do fundo.
Após o pedido, a equipa WahooArt.com enviará um e-mail ao cliente para solicitar instruções e fornecer uma prévia do esboço.

Entrega mundial () em 3 a 4 semanas, em vez das 5 semanas padrão. (21 Setembro). Sem comprometer a qualidade.

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Preço Total

$ 272

reproduction

Oh, Oh, Oh, Not Again

Técnica de Reprodução

Dimensões da Reprodução

-

Preço Total

$ 272

Detalhes Rápidos

  • Location: Rubell Family Collection, Miami
  • Artist: Marlene Dumas
  • Year: 1996
  • Artistic style: Emotional depth; vulnerability; isolation.
  • Influences: Landscape
  • Subject or theme: Child's face; innocence lost.
  • Notable elements or techniques: Loose brushstrokes; diluted colors; wet-on-wet application.

Oh, Oh, Oh, Not Again – A Portrait of Vulnerability

The artwork “Oh, Oh, Oh, Not Again,” created by Marlene Dumas in 1996, is a striking watercolor portrait that transcends mere representation to delve into the depths of human emotion. Presented as a close-up depiction of a child’s face—a figure deliberately devoid of context—the piece immediately confronts viewers with an unsettling stillness punctuated by subtle gestures that speak volumes about psychological state. Dumas's masterful use of wet-on-wet watercolor technique contributes significantly to its evocative atmosphere, fostering a sense of immediacy and capturing the ephemeral quality of human experience.

Style and Technique: Expressionist Minimalism

Dumas’s artistic approach aligns firmly with expressionism, prioritizing emotional resonance over photographic accuracy. Unlike traditional portraiture aimed at capturing likeness, “Oh, Oh, Oh, Not Again” eschews detailed rendering in favor of loose brushstrokes and diluted colors—a deliberate decision that amplifies the painting's melancholic undertones. The artist employs a technique characterized by layering washes of pigment onto paper, allowing for soft edges and blurred contours. This method creates an illusion of depth while simultaneously emphasizing the vulnerability inherent in the subject matter. Texture is predominantly smooth due to the watercolor medium, though slight variations emerge from subsequent paint applications—a testament to Dumas’s intuitive understanding of material properties.

Historical Context: Apartheid's Shadow

Born in Cape Town during the era of apartheid in South Africa, Marlene Dumas’s artistic vision was profoundly shaped by the pervasive injustices and divisions of that time. Her upbringing amidst a landscape scarred by racial segregation instilled within her a deep empathy for marginalized voices and fueled her exploration of themes related to identity and social consciousness. This formative experience informs her oeuvre, particularly evident in “Oh, Oh, Oh, Not Again,” where the child’s face embodies both innocence and unspoken sorrow—a poignant reflection of the broader societal anxieties surrounding race relations during Dumas's lifetime.

Symbolism: Silence Speaks Volumes

The composition itself is laden with symbolic significance. The open mouth and downturned eyes convey a palpable sense of distress, hinting at hidden emotions beneath the surface calm. More broadly, “Oh, Oh, Oh, Not Again” operates as an emblem of vulnerability—a depiction that invites contemplation on themes of loss, isolation, and the fragility of human existence. Dumas’s muted color palette—primarily grayed-out hues—further enhances this emotional impact, mirroring the somber mood and reinforcing the painting's overarching message about confronting uncomfortable truths. The artist’s signature “M. Dumas 1996” is discreetly positioned in the lower right corner, grounding the artwork within its historical context and acknowledging Dumas’s artistic legacy.

Emotional Resonance: A Window into Inner Turmoil

Ultimately, “Oh, Oh, Oh, Not Again” succeeds in capturing a profound emotional state—one that resonates with viewers long after initial observation. It's not merely a portrait; it’s an invitation to consider the complexities of human psychology and the enduring power of unspoken feelings. The artwork stands as a testament to Dumas’s ability to distill emotion into visual form, creating a piece that lingers in the imagination and prompts reflection on universal themes of vulnerability and resilience.

Biografia do Artista

A Vida Moldurada por Paisagens e Correntes Socio Políticas

Marlene Dumas, nascida em 1953 na Cidade do Cabo, África do Sul, é uma pintora cuja obra ressoa com uma profundidade emocional raramente encontrada na arte contemporânea. Sua criação artística foi profundamente influenciada pelas dura realidades do apartheid, inculcando nela uma consciência aguda da injustiça social e das complexidades da identidade humana. Crescendo no vinhedo de seu pai em Kuils River, testemunhou em primeira mão as divisões e desigualdades que definiam a sociedade sul-africana durante aqueles anos—uma paisagem bela e carregada de história. Essa exposição precoce a um mundo fragmentado tornou-se um tema recorrente em sua carreira, informando sua exploração da raça, sexualidade e o peso psicológico da existência. Sua jornada formal artística começou na Universidade do Cabo em 1972, onde obteve uma licenciatura em Artes Visuais ao lado de estudos em ética. Essa combinação foi crucial, lançando as bases para uma prática artística profundamente preocupada com questões morais e a condição humana. Posteriormente, continuou seus estudos na Ateliers ‘63 em Haarlem, Países Baixos, mudando-se para Amesterdã em 1976—uma mudança que marcou um deslocamento significativo tanto em sua localização geográfica quanto em sua perspectiva artística. Estudos adicionais em psicologia na Universidade de Amesterdã entre 1979 e 1980 refinariam ainda mais sua capacidade de retratar estados internos com notável sensibilidade.

A Evolução de um Estilo Distinto

O desenvolvimento artístico de Dumas foi caracterizado por uma constante busca pela representação e uma disposição para enfrentar temas difíceis. Seu trabalho inicial abordou diretamente o clima político do apartheid, refletindo sua identidade como mulher branca confrontando as implicações morais de viver em um sistema de segregação racial. No entanto, ela rapidamente ultrapassou declarações políticas puras, mergulhando em temas universais de vulnerabilidade humana, desejo e perda. Influenciada pela intensidade emocional do Romantismo—especialmente artistas como Egon Schiele e Francis Bacon—Dumas desenvolveu um estilo distinto marcado por pinceladas soltas, figuras distorcidas e uso evocativo da cor. Frequentemente começa suas pinturas com imagens de origem diversificada: fotografias Polaroid, clippings de revistas, até mesmo materiais pornográficos. Essas imagens não são simplesmente copiadas, mas servem como pontos de partida para explorações de sentimento e memória. Sua técnica é notável por sua camada—uma abordagem úmida sobre seco que constrói profundidade e textura através da interação entre camadas finas e grossas de tinta. Isso cria uma sensação de fluidez e ambiguidade, refletindo as complexidades das emoções que ela busca transmitir. Os resultados são imagens frequentemente inquietantemente belas, simultaneamente sedutoras e perturbadoras.

Temas de Identidade, Sexualidade e a Condição Humana

No coração da obra de Dumas está um compromisso inabalável com a exploração das complexidades da experiência humana. Seus temas abrangem uma ampla gama—retratos de amigos e amantes a imagens de crianças, artistas e figuras retiradas da cultura popular. No entanto, eles nunca são apenas representações; são veículos para investigar estados psicológicos mais profundos. Raça, sexualidade, identidade, violência, culpa e inocência—estes são temas recorrentes em seu trabalho, abordados com uma rara honestidade e nuance. Dumas está particularmente interessada na maneira como os corpos são construídos e percebidos—como eles se tornam sítios tanto do prazer quanto da dor, poder e opressão. Sua obra frequentemente engaja questões de representação, questionando quem tem o direito de olhar para quem e quais implicações surgem dessa mirada. Essa perspectiva crítica estende-se à sua própria prática artística, pois ela reconhece os desafios éticos inerentes à representação dos outros. Ela não oferece respostas fáceis ou soluções simplistas; em vez disso, apresenta imagens ambíguas que exigem nossa atenção e convidam à contemplação. Sua arte é uma busca constante pela verdade emocional, uma tentativa de capturar o espírito do momento e transmitir uma compreensão profunda da condição humana.

Reconhecimento Histórico e Legado Duradouro

A contribuição de Marlene Dumas para a arte contemporânea foi amplamente reconhecida por meio de inúmeras exposições e homenagens. Um marco significativo foi sua primeira grande exposição americana, “Measuring Your Own Grave,” que abriu no Museu de Arte Contemporânea da Los Angeles em 2008 e posteriormente percorreu o Museu MoMA em Nova York em 2009. Esta retrospectiva consolidou sua posição como uma figura líder na pintura contemporânea. Seu sucesso comercial também foi notável; em 2004, *Jule-die Vrou* (1985) vendeu por mais de US$1 milhão, estabelecendo-a como uma das três artistas vivas a alcançar esse preço único naquele momento. Mais recentemente, *The Schoolboys* (1986–87) atingiu um impressionante US$9 milhões na Art Basel Miami Beach em 2023 e *Miss January* (1997) quebrou registros em maio de 2025 no Christie’s—uma nova alta para uma artista viva. Representada pela prestigiosa David Zwirner Gallery desde 2008, Dumas continua a exibir internacionalmente e inspirar uma nova geração de artistas. Seu legado reside na capacidade de criar obras que são profundamente pessoais e universalmente ressonantes—pinturas que confrontam-nos com nossa própria vulnerabilidade, desejos e preconceitos. Ela permanece um testemunho do poder da arte para iluminar os cantos mais escuros da psique humana e promover a empatia em um mundo frequentemente dividido pela diferença.
Marlene Dumas

Marlene Dumas

1953 - , África do Sul

Informações Rápidas

  • Artistic Movement Or Style: Romantismo Figurativo
  • Artists Who Influenced This Artist:
    • Egon Schiele
    • Francis Bacon
  • Date Of Birth: 1953
  • Full Name: Marlene Dumas
  • Nationality: Africana
  • Notable Artworks:
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  • Place Of Birth: Cape Town, África do Sul