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Lot

Explore Kiki Smith's sculptural masterpiece 'Lot,' crafted from silica bronze and steel, embodying vulnerability & introspection with its raw texture—a testament to her Expressionist style.

Kiki Smith (1954) é uma artista americana que explora o corpo, a mortalidade e a natureza através de esculturas viscerais, gravuras e tapeçarias. Uma figura chave na arte contemporânea, aborda temas como AIDS e gênero com obras impactantes e linguagem visual única.

Giclê / Impressão de Arte

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Lot

Giclê / Impressão de Arte

Dimensões da Reprodução

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Preço Total Final

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Dados Rápidos

  • Artistic style: Abstraction
  • Medium: Bronze casting
  • Subject or theme: Female human form
  • Notable elements or techniques: Lost-wax casting; Textured surface
  • Title: Lot
  • Influences:
    • Minimalism
    • Theatre

Teste de Arte

Cada pergunta possui apenas uma resposta correta.

Pergunta 1:
What is the primary material used in Kiki Smith’s sculpture ‘Lot’?
Pergunta 2:
The sculpture's style leans towards which artistic movement?
Pergunta 3:
What technique is most likely employed in the creation of ‘Lot’, considering its textured surface?
Pergunta 4:
The sculpture’s composition emphasizes what aspect of its form?
Pergunta 5:
What emotion does the sculpture ‘Lot’ primarily convey?

Descrição da Obra

The Raw Essence of Form: Kiki Smith’s Lot

In the evocative sculpture Lot, the renowned German-American artist Kiki Smith invites viewers into a profound meditation on the human condition. This striking bronze work transcends mere representation, offering instead a visceral encounter with materiality and emotion. At first glance, the figure emerges from its dark pedestal as a study in organic abstraction, where the boundaries of the female form are softened by a deliberate, expressive texture. The sculpture does not seek to mimic life through anatomical perfection; rather, it captures the very essence of existence—the fragility, the weight, and the quiet resilience of the body. Through the medium of silica bronze and steel, Smith creates a presence that feels both ancient and urgently contemporary, grounding the viewer in a moment of deep introspection.

The technical mastery behind Lot lies in its masterful use of texture and light. The surface of the bronze is far from smooth; it is a landscape of ridges, imperfections, and tactile variations that suggest the very process of its creation. These rugged details, likely achieved through meticulous lost-wax casting, allow light to dance across the form in subtle gradations, creating shadows that lend the piece a rhythmic, breathing quality. This interplay of light and shadow avoids harsh contrasts, opting instead for a diffused glow that emphasizes the sculpture's soft, curvilinear silhouette. The choice of materials—the strength of steel paired with the earthy, weathered tones of bronze—mirrors the duality of the subject matter: the intersection of enduring strength and delicate vulnerability.

Deeply rooted in the traditions of Expressionism, Smith’s work bypasses the clinical detachment of Minimalism to touch upon something primal. The sculpture functions as a symbolic vessel for themes of introspection and the internal psyche. There is an inherent sense of solitude within the figure, a quietude that resonates with anyone who has sought refuge in self-reflection. For collectors and interior designers alike, Lot offers more than just a visual centerpiece; it provides an emotional anchor. Its understated color palette of greys and browns allows it to integrate seamlessly into sophisticated environments, while its powerful, abstract presence commands attention, making it an ideal choice for those looking to infuse a space with depth, history, and a sense of timeless grace.

Obras Relacionadas


Biografia do Artista

Kiki Smith

Kiki Smith (b. 1954) é uma artista germano-americana cuja obra investiga, desde os anos 1980, as complexas relações entre corpo, linguagem, espiritualidade e natureza. Atuando em múltiplas mídias — como escultura, gravura, instalação, tapeçaria e desenho — Smith construiu uma poética profundamente enraizada na materialidade do corpo humano, abordando temas como sexualidade, mortalidade, regeneração e a condição feminina.

Como observa Linda Weintraub, a artista “retira o corpo da anestesia cultural para reinscrevê-lo como testemunho e vulnerabilidade” . Sua produção, marcada por um gesto íntimo e visceral, combina referências biomédicas, mitológicas e religiosas, explorando o corpo não apenas como objeto de representação, mas como locus de inscrição simbólica e política — uma perspectiva afinada, segundo Amelia Jones, com as “epistemologias encarnadas do feminismo contemporâneo, que deslocam o olhar para dentro do corpo, para seu interior físico e metafórico”.

Segundo Helaine Posner, “a arte de Smith propõe uma abordagem compassiva e, ao mesmo tempo, crítica da corporeidade, abrindo espaço para novas narrativas sobre o feminino e a vulnerabilidade”. Sua obra figura entre as mais influentes da arte contemporânea, sendo amplamente discutida no contexto do feminismo, dos estudos visuais e das epistemologias pós-humanistas.

Ela nasceu em Nuremberg, Alemanha, em 1954. A filha de artista Tony Smith (American, 1912–1980) e atriz/opera singer Jane Lawrence Smith, ela foi criada em uma família artística que valorizava a expressão criativa como forma de vida. Desde cedo, Smith demonstrou um profundo interesse pela arte e pela cultura visual, influenciada pelo trabalho de seu pai e por outras obras importantes do período.

Smith estudou na Hartford Art School em Connecticut entre 1974 e 1975, onde adquiriu habilidades técnicas e conceituais que moldaram sua trajetória artística. Após concluir seus estudos, ela se mudou para Nova York em 1976 e ingressou no Collaborative Projects (Colab), um grupo artístico inovador que explorava novas abordagens à criação artística e desafiava as convenções tradicionais.

Em Colab, Smith encontrou um ambiente estimulante onde pôde experimentar materiais e técnicas não convencionais, como esculturas feitas de silicone bronze e aço forjado. Essas obras refletem uma preocupação constante com a relação entre corpo humano e mundo exterior, explorando temas como vulnerabilidade, força e transformação.

A partir da década de 1980, Smith iniciou uma série de projetos que abordaram questões relacionadas à sexualidade feminina e à experiência humana em relação à morte. Sua obra é caracterizada por uma estética visceral e realista que busca confrontar o espectador com imagens perturbadoras e provocar reflexões sobre a condição humana.

Smith recebeu o Skowhegan Medal for Sculpture em 2000, o Athena Award for Excellence in Printmaking da Rhode Island School of Design em 2005, o fiftieth Edward MacDowell Medal da MacDowell Colony em 2009 e participou do Whitney Biennial três vezes na década de 2000. Sua obra está presente em importantes museus internacionais, como MoMA, o Museu Guggenheim e o Museu Ludwig em Veneza.

Kiki Smith é considerada uma artista fundamental da arte contemporânea, cuja produção artística continua a inspirar artistas e estudiosos em todo o mundo. Sua obra permanece relevante para compreender os desafios e as possibilidades da expressão artística no século XXI.

Kiki Smith

Kiki Smith

1954 - , Alemanha

Informações Rápidas

  • Artistic Movement Or Style: Body Art
  • Artists Or Movements Influenced By This Artist: ['Feminismo contemporâneo']
  • Artists Who Influenced This Artist:
    • Tony Smith
    • Louise Bourgeois
    • Eva Hesse
  • Date Of Birth: 18 de janeiro de 1954
  • Full Name: Kiki Smith
  • Nationality: Germano-americana
  • Notable Artworks:
    • Mary Magdalene
    • Standing
  • Place Of Birth: Nuremberg, Alemanha