Óleo sobre tela pintado à mão no tamanho e moldura de sua escolha, feito sob encomenda pelos nossos artistas. ( Alternar para Impressão
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Pode inserir as suas próprias dimensões para se adequar a uma moldura ou espaço específico. Se o tamanho selecionado não corresponder às proporções da imagem original, iremos cortar a obra de arte ou estender a pintura com elementos adicionais pintados à mão. Um esboço digital será enviado para sua aprovação antes do início da produção.
Tenha em atenção que a pré-visualização no ecrã não reflete o corte ou extensão real. Apenas o esboço mostrará com precisão a composição final.
Embora tamanhos personalizados estejam disponíveis, recomendamos selecionar uma dimensão da lista predefinida para preservar as proporções originais.
Entrega mundial () em 3 a 4 semanas, em vez das 5 semanas padrão. (19 Setembro). Sem comprometer a qualidade.
Sleeping Beauty
Dimensões da Reprodução
In the evocative masterpiece Sleeping Beauty, the contemporary South Korean artist Jung Yeon Doo invites viewers into a realm where the boundaries between waking life and the subconscious dissolve. The painting presents a breathtakingly romantic scene: a woman draped in a flowing pink gown stands amidst a sea of scattered yellow flowers upon a bed, her presence both ethereal and grounded. The composition is rich with texture and light, as the soft hues of the pink blanket and dress harmonize with the warmth of a flickering fireplace in the background. This is not merely a depiction of a room, but an invitation to inhabit a moment of profound stillness, where the air feels heavy with the scent of blossoms and the quiet magic of a dream.
The artist’s technique demonstrates a masterful command over atmosphere and light. Through delicate brushwork, Jung Yeon Doo captures the way light dances from the dual chandeliers hanging suspended from the ceiling, casting a soft glow that illuminates the intricate details of the scene—from the subtle ticking of the clock on the wall to the elegant silhouette of a vase in the corner. The interplay between the vibrant yellow of the flowers and the romantic pinks creates a visual rhythm that guides the eye across the canvas, making each element feel like a vital part of a larger, cohesive narrative. For the collector or interior designer, this piece offers a sophisticated balance of color and composition, capable of serving as a breathtaking focal point in any curated space.
Beyond its surface beauty, Sleeping Beauty serves as a profound exploration of Jung Yeon Doo’s signature themes: the blurring of reality and representation. The title itself evokes a sense of suspended animation, suggesting a state of being that is caught between two worlds. The scattered flowers act as symbols of fleeting beauty and the ephemeral nature of time, much like the moments captured in a photograph or a dream. By integrating elements of domesticity—the fireplace, the clock, the bed—with an almost surrealist arrangement of color and light, the artist challenges the viewer to question what is real and what is merely a construction of the mind.
This piece resonates deeply with those who appreciate art that speaks to the complexities of identity and perception. It possesses an emotional depth that transcends simple decoration; it is a contemplative work that evokes feelings of nostalgia, peace, and wonder. Whether placed in a grand salon or a quiet study, this reproduction brings with it a sense of storytelling and historical weight, making it an invaluable acquisition for those seeking to infuse their surroundings with soul, mystery, and the timeless allure of Korean contemporary mastery.
Nascido na vibrante paisagem cultural de Seul, Coreia do Sul, em 1969, Jung Yeon Doo emergiu como uma voz profunda na arte contemporânea, navegando com maestria pelos espaços liminares entre o que é visto e o que é imaginado. Sua jornada artística é uma trajetória de meticulosa construção e desconstrução, enraizada em sua formação acadêmica na Universidade Sogang. Foi ali que ele começou a refinar suas sensibilidades escultóricas, expandindo posteriormente seu repertório técnico sob a mentoria de David Annesley no Saint Martin's College of Art. Este treinamento fundamental proporcionou-lhe mais do que apenas habilidade técnica; instilou uma profunda fascinação pela materialidade e pela forma que, eventualmente, permitiria transcender as fronteiras das mídias tradicionais.
A prática de Doo é caracterizada por uma fluidez extraordinária, fundindo perfeitamente fotografia, videografia e escultura em uma visão singular e coesa. Ele não apenas captura um momento no tempo; em vez disso, reconstrói a realidade através de uma lente que é simultaneamente observacional e transformadora. Ao dissecar o mundo visual e remontá-lo por meio de texturas em camadas e elementos escultóricos, ele convida o espectador a questionar a estabilidade da percepção. Sua obra frequentemente funciona como uma ponte entre o tangível e o efêmero, onde uma fotografia pode possuir o peso de uma escultura, e uma paisagem pode respirar com a presença da memória humana.
A ressonância emocional da obra de Doo reside em sua capacidade de imbuir até mesmo as mudanças atmosféricas mais sutis com um profundo significado simbólico. Influenciado pela clareza nítida de Ansel Adams e pelas explorações mecânicas e experimentais de László Moholy-Nagy, sua prática fotográfica prioriza a luz, a sombra e o poder evocativo da atmosfera. Isso cria uma tensão entre a beleza impressionista de suas composições e a rigorosa investigação conceitual que impulsiona seus temas de identidade e herança cultural.
Suas obras notáveis servem como janelas para narrativas complexas:
Além de sua destreza técnica, a importância de Jung Yeon Doo no diálogo artístico global provém de sua exploração corajosa das complexidades sociais. Seja confrontando a presença monumental de figuras como Elizabeth II ou a influência da era digital de Mark Zuckerberg, seu retratismo serve como um espelho para as estruturas mutáveis de poder e identidade em nosso mundo interconectado. Sua habilidade de integrar objetos encontrados e técnicas escultóricas experimentais em sua narrativa visual garante que seu trabalho permaneça em perpétua evolução.
Reconhecido com honrarias prestigiadas, como o título de 'Artista do Ano' pelo NMAC Coreia, Doo continua a expandir os limites da arte contemporânea coreana. Seu legado não se encontra em um único meio, mas na maneira como ele nos ensina a olhar mais de perto — para ver a escultura dentro da fotografia e a história escondida dentro do padrão. Através de suas mãos, o ato de ver torna-se um ato de criação, tornando-o um dos arquitetos mais fascinantes das mitologias visuais modernas.
1969 - , Coreia do Sul