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Mapa

A obra "Mapa" de Jasper Johns é uma vibrante manifestação expressionista abstrata que explora a América pós-guerra através de mapas fragmentados e cores ousadas. Descubra seu simbolismo e processo artístico no MoMA.

Descubra Jasper Johns (1930), pioneiro de Pop & Expressionismo Abstrato! Explore obras icônicas como 'A Bandeira', mapas e alvos – redefinindo a arte moderna.

Giclê / Impressão de Arte

Impressão giclée ou em tela de qualidade de museu, com produção rápida e opções flexíveis de acabamento.

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Mapa

Giclê / Impressão de Arte

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Dados Rápidos

  • dimensions: 200 cm x 312.7 cm
  • subject: Map of the United States
  • location: Museum of Modern Art (MoMA), New York City
  • title: Map
  • style: Abstract expressionist
  • medium: Oil on canvas
  • artist: Jasper Johns

Teste de Arte

Cada pergunta possui apenas uma resposta correta.

Pergunta 1:
Jasper Johns' 'Map' was directly inspired by what source material?
Pergunta 2:
Which artistic movement is 'Map' most closely associated with?
Pergunta 3:
What is a key characteristic of the color application in 'Map'?
Pergunta 4:
The artist's approach to creating 'Map' involved embracing what concept?
Pergunta 5:
What is the approximate size of 'Map'?

Descrição da Obra

Jasper Johns’ “Map”: Um Paisagem de Identidade Americana

A obra-prima de Jasper Johns de 1961, *Map*, é muito mais do que uma representação das fronteiras geográficas; é uma exploração profunda da identidade americana, da memória e do próprio ato de representação. Com uma impressionante medida de 200 cm x 312,7 cm, esta tela em óleo sobre tela em grande escala atualmente reside no Museu de Arte Moderna (MoMA) em Nova York, atraindo a atenção com sua energia vibrante e complexo simbolismo.

Inspiração e Origens

A gênese de *Map* está enraizada em um presente aparentemente simples: esboços de mapas dos estados americanos, com contornos, destinados a exercícios de colorir para crianças, dados a Johns por Robert Rauschenberg. Johns foi cativado não pela informação geográfica em si, mas pela ubiquidade e familiaridade inerentes dessas imagens – objetos vistos, raramente verdadeiramente *observados*. Ele ampliou dramaticamente esta forma comum, transformando-a numa tela monumental, pronta para intervenção artística.

Uma Ponte Entre Estilos: Expressão Abstrata e Pop Art

Embora frequentemente associada à Pop Art devido ao seu uso de imagens reconhecíveis, *Map* existe num espaço fascinante entre os movimentos. A pintura exibe uma pincelada enérgica e uma paleta de cores ousadas – respingos de vermelho, amarelo, azul, preto e branco – que ecoam a liberdade gestual do Expressionismo Abstrato, particularmente as obras posteriores de Paul Cézanne. No entanto, Johns subverte esta tradição ao aplicá-la a um assunto explicitamente representacional. O desrespeito deliberado pelas fronteiras estaduais, com cores escorrendo pelas linhas, sugere uma dissolução das fronteiras e uma questionamento das definições fixas – uma marca registrada da sensibilidade emergente do Pop.

Decodificando o Simbolismo

*Map* é rico em potencial simbólico. Os próprios estados podem ser interpretados não apenas como locais geográficos, mas também como memórias coletivas, histórias compartilhadas e a tapeçaria complexa da cultura americana. As cores fragmentadas e sobrepostas sugerem uma homogeneização da sociedade pós-guerra, ao mesmo tempo que reconhecem sua diversidade inerente e tensões internas. A ambiguidade deliberada de Johns convida os espectadores a projetar suas próprias interpretações na obra, tornando-a profundamente pessoal e ressonante. O ato de pintar *sobre* o mapa também sugere uma tentativa de redefinir ou reimaginar a América em si.

O Processo Artístico de Johns: Chance e Controle

Central para entender a abordagem de Johns é sua aceitação de eventos aleatórios dentro de um quadro cuidadosamente controlado. Ele acreditava em reconhecer e incorporar “acidentes” em seu trabalho, vendo-os não como erros, mas como oportunidades de descoberta. Esta filosofia reflete um interesse artístico mais amplo da época pós-guerra no desafio das noções tradicionais de autoria e controle. A superfície texturizada, construída através de camadas de tinta, é testemunho deste processo – um registro tanto da intenção deliberada quanto do gesto espontâneo.

Impacto Emocional e Legado Duradouro

*Map* evoca uma gama de emoções: nostalgia, curiosidade, inquietação e até mesmo uma sensação de desorientação brincalhona. É uma obra que exige envolvimento, incentivando os espectadores a considerar sua própria relação com o cenário americano – tanto físico quanto cultural. Como peça fundamental no conjunto da obra de Jasper Johns, *Map* continua a inspirar artistas e cativar públicos com sua relevância duradoura e profundidade intelectual. Sua influência pode ser vista em inúmeras obras de arte que se seguiram, solidificando a posição de Johns como um verdadeiro inovador na arte do século XX.

Colecionismo e Reprodução

Para colecionadores e designers de interiores que procuram adicionar um toque de obra-prima moderna aos seus espaços, reproduções de alta qualidade de *Map* oferecem uma maneira acessível de experimentar seu poder. A pintura com suas cores ousadas e composição dinâmica é um ponto focal impressionante em qualquer ambiente – desde salas de estar contemporâneas a ambientes corporativos sofisticados. Seu peso intelectual também adiciona uma camada de significado cultural, provocando conversas e inspirando contemplação.
  • Estilo: Expressão Abstrata / Pop Art
  • Meio: Tinta sobre Tela
  • Dimensões: 200 cm x 312,7 cm
  • Localização: Museu de Arte Moderna (MoMA), Nova York City
  • Temas Chave: Identidade Americana, Memória, Representação, Fronteiras

Obras Relacionadas


Biografia do Artista

A Life Painted in Symbols: The World of Jasper Johns

Jasper Johns emerged as a pivotal figure in the landscape of American art, bridging the emotive intensity of Abstract Expressionism with the burgeoning Pop Art movement that would soon redefine artistic boundaries. Born in Augusta, Georgia, in 1930, his early life was marked by a sense of displacement following his parents’ divorce, an experience that perhaps subtly informed his later explorations of identity and belonging within the context of American iconography. His formative years unfolded across various schools before he briefly attended the University of South Carolina, but it wasn't until his move to New York City in 1949 that Johns truly began to forge his artistic path. A period of service during the Korean War further shaped his perspective, exposing him to a world far removed from the burgeoning art scene he was eager to embrace upon his return.

Breaking with Abstraction: The Dawn of a New Visual Language

The post-war American art world was dominated by Abstract Expressionism—a style characterized by spontaneous gesture and deeply personal emotional expression. While initially influenced by this movement, Johns felt compelled to move beyond its purely non-representational approach. He sought a new visual language, one that incorporated recognizable imagery not as illustrations but as vehicles for deeper contemplation. This wasn’t simply about *depicting* the world; it was about questioning how we perceive and interpret symbols within it. Key influences guided his departure: Marcel Duchamp's radical readymades challenged conventional notions of art-making, demonstrating that everyday objects could be elevated to the status of art through their presentation, while the emphasis on materiality in Abstract Expressionism informed Johns’ early techniques. However, it was the everyday objects and potent symbols of American culture—flags, targets, maps, numbers—that truly became central to his artistic vocabulary. He wasn’t interested in escaping representation; he wanted to dissect it, layer it with meaning, and ultimately reveal its inherent ambiguities. Johns' early work often involved layering paint over collage elements – newspaper clippings, photographs, and other found materials – creating a complex interplay of image and texture.

Iconic Images: Flags, Targets, and the Language of Symbols

Johns’ breakthrough works arrived in the mid-1950s, instantly establishing him as a force to be reckoned with. His paintings of flags, most notably *Flag* (1954–55), were not patriotic declarations but rather investigations into the very nature of representation. Rendered in a semi-abstract style, using encaustic—pigment mixed with hot wax—and collage techniques, these flags weren’t simply images; they were textured surfaces laden with symbolic weight. The *Flag* painting itself is particularly complex, incorporating elements of a map and a military target, prompting viewers to consider the multiple layers of meaning embedded within a seemingly simple symbol. Similarly, his series of targets—starting in 1958—explored themes of visibility, danger, and the relationship between perception and reality. The stark simplicity of the bullseye contrasted with the meticulous detail of the surrounding paint application, creating a tension that invited contemplation. *Map* (1961), with its fragmented and layered depictions of the United States, delved into themes of geography, identity, and the complexities of national representation. Works like *False Start* (1959) demonstrated his experimentation with language and visual codes, creating complex compositions that challenged viewers to decipher their underlying meanings. Even *White Flag* (1955), a seemingly simple monochrome canvas, prompted profound questions about absence, surrender, and the very act of seeing.

A Legacy of Influence: Paving the Way for Pop Art and Beyond

Jasper Johns’ impact on the trajectory of modern art is undeniable. He played a crucial role in the transition from Abstract Expressionism to Pop Art, challenging the prevailing aesthetic norms and opening up new avenues for artistic exploration. By embracing recognizable imagery, he paved the way for artists like Andy Warhol and Roy Lichtenstein, who would further blur the lines between high art and popular culture. His close collaboration with Robert Rauschenberg was also profoundly influential, fostering a spirit of experimentation and pushing the boundaries of artistic practice. Johns’ work often incorporated elements of Neo-Dada, referencing found objects and challenging traditional notions of authorship and originality. He wasn't simply replicating images; he was transforming them through his unique process—building up layers of paint, collage, and other materials to create works that were both visually arresting and intellectually stimulating. Johns’ enduring legacy lies not only in the iconic images he created but also in the profound questions he raised about the nature of representation, symbolism, and the very essence of what it means to be an artist in a rapidly changing world.

Recognition and Enduring Impact

Throughout his illustrious career, Jasper Johns has received numerous accolades, including a Golden Lion at the Venice Biennale in 1988, the National Medal of Arts in 1990, and the Presidential Medal of Freedom in 2011. His works are held in major museum collections worldwide—the Museum of Modern Art, the Whitney Museum of American Art, the Metropolitan Museum of Art in New York, and Tate Modern in London, to name just a few. He has been the subject of countless exhibitions, cementing his position as one of the most important figures in 20th and 21st-century art. Beyond his paintings, Johns’ contributions extend to sculpture and printmaking, demonstrating his versatility and unwavering commitment to artistic innovation. He remains an active artist, constantly evolving his approach and solidifying his place as a vital voice in contemporary art.
Jasper Johns

Jasper Johns

1930 - , Estados Unidos da América

Informações Rápidas

  • Artistic Movement Or Style: Pop e Expressionismo Abstrato
  • Artists Or Movements Influenced By This Artist: ['Andy Warhol']
  • Artists Who Influenced This Artist: ['Marcel Duchamp']
  • Date Of Birth: 15 de maio de 1930
  • Full Name: Jasper Johns
  • Nationality: Americano
  • Notable Artworks:
    • Flag
    • Target
    • Mapa
  • Place Of Birth: Augusta, EUA
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