Mark Rothko, 1903 – 1970

Mark Rothko Paintings: The 100 Most Famous Works, Ranked

Mark Rothko's most famous painting is Centro Branco (1950). With No.1 and Nº 61 (Ferrugem e Azul) (1953), it completes the three works everyone recognises. Our catalogue lists 477 works by Mark Rothko; the 100 below are the ones the world looks at most, each with its year, the museum that holds it and why it matters.

Ranked by our popularity score, which combines the searches, visits and orders for each work. Updated Outubro 2026.

Portrait of Mark Rothko
Mark Rothko · 1903 – 1970
Born · died
1903 – 1970, Daugavpils
Movement
Expressionismo abstrato
Works in our catalogue
477
Most famous
Centro Branco (1950)
Most works at
The Phillips Collection

The 10 most famous Mark Rothko paintings

Centro Branco (1950) by Mark Rothko
1

Centro Branco

1950 · Óleo sobre tela

Em 1950, Mark Rothko entregou ao mundo “White Center”, uma obra que transcende a mera representação visual para se tornar um portal para estados emocionais profundos. Mais do que uma pintura, é uma experiência sensorial, um convite à contemplação silenciosa. A peça, com suas vastas áreas de cor e linhas tênues, exemplifica o ápice do movimento Color Field, onde Rothko abandonou a figuração tradicional em favor da exploração direta da…

No.1 by Mark Rothko
2

No.1

Óleo sobre tela

“No. 1”, obra emblemática de Mark Rothko, é mais que uma pintura; é um portal para a intensidade emocional e a liberdade expressiva que definiram o expressionismo abstrato. Neste trabalho, as formas se dissolvem em camadas vibrantes de cor, criando uma experiência visual que convida à contemplação e à interpretação pessoal. A obra, com sua paleta rica em tons quentes – vermelhos profundos, laranjas ardentes e amarelos luminosos – harmoniosamente…

Nº 61 (Ferrugem e Azul) (1953) by Mark Rothko
3

Nº 61 (Ferrugem e Azul)

1953 · Óleo sobre tela

Introdução ao Movimento Artístico Color Field Painting A Color Field Painting, ou Pintura de Campos de Cor, é um movimento de arte abstrata que emergiu na cidade de Nova York durante as décadas de 1940 e 1950. Surgiu como uma reação à abstração gestual do Expressionismo Abstrato, que enfatizava as emoções do artista e o próprio ato de pintar. Em vez disso, os pintores do Color Field focaram na criação…

Orange e amarelo (1956) by Mark Rothko
4

Orange e amarelo

1956 · Óleo sobre tela

O Nascimento de uma Imagem Transcendental Mark Rothko, um dos artistas mais enigmáticos e influentes do século XX, não buscava representar o mundo visível em suas telas. Em vez disso, ele se dedicava a evocar estados emocionais profundos, a criar espaços onde o espectador pudesse se perder em uma experiência contemplativa. “Orange and Yellow”, pintado em 1956, é um exemplo paradigmático dessa abordagem radical, um testemunho da busca de Rothko…

Três by Mark Rothko
5

Três

Acrílico sobre tela

Uma Sinfonia de Cor: Explorando “Três” de Mark Rothko Mark Rothko, uma figura fundamental na evolução da arte americana do pós-guerra, convida-nos para um espaço profundamente contemplativo com sua pintura de 1951, “Três”. Esta obra não trata do que é retratado, mas sim de como ela é vivenciada – uma marca registrada do movimento Expressionista Abstrato e do estilo característico de Rothko, o Color Field. O Artista e Sua Visão…

No. 5/No. 22 by Mark Rothko
6

No. 5/No. 22

Óleo sobre tela

A Symphony of Color: Exploring Mark Rothko’s ‘No. 5/No. 22’ Mark Rothko's *No. 5/No. 22* (1949-1950) stands as an emblem of Color Field painting and a cornerstone within the American Abstract Expressionist movement. More than just a visual arrangement, this monumental canvas embodies a profound quest for emotional resonance—a deliberate attempt to bypass representational imagery altogether and tap into primal human feelings. Currently residing in the prestigious Museum of Modern…

New Forms by Mark Rothko
7

New Forms

Oil On Canvas

To stand before Mark Rothko’s “New Forms” is to enter a realm where the boundaries between the physical canvas and the human psyche begin to dissolve. As a cornerstone of the Abstract Expressionism movement, this work transcends mere pigment on fabric; it serves as a profound exploration of emotional depth through the revolutionary language of Color Field painting. Rothko, born in Latvia in 1903, carried a lifelong sensitivity to the…

Azul e Cinza (1970) by Mark Rothko
8

Azul e Cinza

1970 · Acrílico sobre tela · National Gallery of Art, Washington

A Profunda Imersão em Azul e Cinza: Uma Jornada Emocional com Mark Rothko Mark Rothko, um dos nomes mais reverenciados da arte do século XX, permanece intrinsecamente ligado às suas monumentais pinturas de campo de cor. Entre essas obras icônicas, ‘Blue and Gray’ (1970), atualmente alojada na National Gallery of Art em Washington D.C., representa uma exploração profunda da experiência humana – uma meditação visual sobre a mortalidade, a contemplação…

No.3/No.13 by Mark Rothko
9

No.3/No.13

Acrylic On Canvas

Introduction to Color Field Painting and Mark Rothko Color Field painting is an abstract art movement that emerged in New York City during the 1940s and 1950s, focusing on large fields of flat, solid color spread across the canvas. This style was a reaction against gestural abstraction, which emphasized the artist's emotions and the act of painting itself. One of the most prominent Color Field painters was Mark Rothko (Marcus…

Quatro Escuros em Vermelho (1958) by Mark Rothko
10

Quatro Escuros em Vermelho

1958 · Acrílico sobre tela

A obra Four Darks in Red de Mark Rothko, criada em 1958, é um exemplo seminal da pintura de Campo de Cor (Color Field) e uma expressão poderosa do Expressionismo Abstrato. Este trabalho não trata da representação de uma cena; ele é o próprio sentimento – uma experiência imersiva construída a partir de camadas de cor e sutis transições tonais. A tela evita a composição tradicional, apresentando quatro formas retangulares…

Mark Rothko, paintings 11 to 100

AUTUMN by Mark Rothko
#11

AUTUMN

Mark Rothko's ‘Autumn’ isn’t merely a depiction of the season; it’s an ambitious attempt to distill its essence into pure color and form—a cornerstone of Abstract Expressionism that…

Verde e Tangerina sobre Vermelho (1956) by Mark Rothko
#12

Verde e Tangerina sobre Vermelho

1956

Mark Rothko, um nome sinônimo de intensidade emocional e abstração profunda, deixou uma marca indelével na história da arte. Sua obra transcende a mera representação visual, buscando evocar…

Slow Swirl at the Edge of the Sea (1944) by Mark Rothko
#13

Slow Swirl at the Edge of the Sea

1944

Mark Rothko’s *Slow Swirl at the Edge of the Sea*, painted in 1944, isn't merely a depiction of a seascape; it’s an immersion into a realm of profound…

Red, Orange, Orange on Red by Mark Rothko
#14

Red, Orange, Orange on Red

Uma Jornada Emocional Através da Paleta de Rothko: Red e Orange Red and Orange é uma obra que transcende o mero conjunto de pigmentos aplicados sobre tela; ela…

N.º 10 (1950) by Mark Rothko
#15

N.º 10

1950

A obra N.º 10, de Mark Rothko, ergue-se como um emblema da pintura de Campos de Cor (Color Field), encapsulando a profunda postura filosófica e a execução magistral…

Earth ^ Green (1955) by Mark Rothko
#16

Earth ^ Green

1955

In the quiet, profound depths of Mark Rothko’s 1955 masterpiece, Earth & Green, one finds more than just an arrangement of pigment on canvas; one encounters a gateway…

No. 16 by Mark Rothko
#17

No. 16

The painting features a vast expanse of cadmium yellow that dominates the canvas. This central field is punctuated by a horizontal stripe of muted pink located on the…

Sem título (1968) by Mark Rothko
#19

Sem título

1968 · Kunstmuseum Den Haag

Uma Meditação sobre Cor e Ausência: Explorando a Tela Sem Título de Mark Rothko A pintura, simplesmente intitulada “Untitled”, incorpora os princípios fundamentais do Expressionismo Abstrato — um…

Sem título (1949) by Mark Rothko
#21

Sem título

1949

“Sem título”, pintado por Mark Rothko em 1949, não é meramente uma pintura; é uma experiência imersiva. Esta tela vertical explode com retângulos saturados e faixas de cor…

White Cloud over Purple by Mark Rothko
#22

White Cloud over Purple

In the vast landscape of Abstract Expressionism, few works command the room with such quiet authority as Mark Rothko’s “White Cloud Over Purple.” Created in 1957, this masterpiece…

Man Smoking (1933) by Mark Rothko
#23

Man Smoking

1933

In the annals of modern art, few names evoke as much profound emotion as Mark Rothko. While many remember him for his towering, luminous color fields that define…

Violet, Black, Orange, Yellow on White and Red (1949) by Mark Rothko
#24

Violet, Black, Orange, Yellow on White and Red

1949

Exploring the Power of Color and Form This striking abstract composition captivates viewers with its bold use of geometric shapes and a vibrant, contrasting palette. Featuring large blocks…

Ochre and Red on Red (1962) by Mark Rothko
#25

Ochre and Red on Red

1962

To stand before Mark Rothko’s “Ochre and Red on Red” is to enter a realm where language fails and pure sensation takes command. Created in 1962, this masterpiece…

Untitled (Harvard Mural sketch) 2 by Mark Rothko
#26

Untitled (Harvard Mural sketch) 2

A Window into Rothko’s Genesis: *Untitled (Harvard Mural Sketch) 2*** This captivating canvas offers a rare glimpse into the evolving artistic vision of Mark Rothko, serving as a…

Entrada ao Subway by Mark Rothko
#27

Entrada ao Subway

Mark Rothko's "Entrance to Subway" isn’t merely a depiction of a New York City subway station; it’s an immersion into the collective experience of urban life, a poignant…

N.º 16 (1960) by Mark Rothko
#28

N.º 16

1960 · Metropolitan Museum of Art

Uma Sinfonia de Cor e Vazio: O Mundo Imersivo de N.º 16 de Mark Rothko No momento em que nos colocamos diante de N.º 16, de Mark Rothko,…

No. 22 (1948) by Mark Rothko
#29

No. 22

1948

Mark Rothko’s “No. 22”, pintado em 1948, transcende a mera definição de obra de arte; é um convite à contemplação, uma poesia visual tecida em camadas de cores…

Green Divided by Blue by Mark Rothko
#30

Green Divided by Blue

The painting Green Divided by Blue features two blue squares with green stripes positioned in the middle. The composition utilizes a contrast between blue and green tones, with…

Sem Título 60 by Mark Rothko
#31

Sem Título 60

Na contemplação silenciosa de Sem Título 60, o espectador é imediatamente atraído para um reino monocromático onde o tempo e o objeto colidem em uma composição abstrata impactante.…

Título Traduzido: Composição Silenciosa (1964) by Mark Rothko
#32

Título Traduzido: Composição Silenciosa

1964

Uma Monumenta à Quietaude: Explorando Rothko’s 1964 Composition Este poderoso trabalho abstrato de Mark Rothko, criado em 1964, exemplifica o ápice da Pintura Campo Aberta. Medindo uma impressionante…

Orange and Red on Red by Mark Rothko
#33

Orange and Red on Red

A Universe Within Hues: Exploring Mark Rothko’s “Orange and Red on Red” Mark Rothko's "Orange and Red on Red" is not merely a painting; it’s an invitation into…

No. 14 by Mark Rothko
#34

No. 14

Mark Rothko, a name synonymous with profound color fields, didn't emerge fully formed from the canvas. His artistic journey began in Daugavpils, Latvia—a city steeped in history and…

Nº 13 (Branco, Vermelho sobre Amarelo) (1958) by Mark Rothko
#35

Nº 13 (Branco, Vermelho sobre Amarelo)

1958 · MoMA - Museu de Arte Moderna

A obra “No. 13 (White, Red on Yellow)”, de Mark Rothko, criada em 1958, ergue-se como um pilar do Expressionismo Abstrato — um movimento que priorizou o gesto…

Título: Pintura abstrata by Mark Rothko
#36

Título: Pintura abstrata

A Realm of Quiet Contemplation: Exploring Mark Rothko’s Abstract Expressionism Mark Rothko (1903-1970) stands as one of the titans of American abstract expressionism, a movement that irrevocably altered…

Personage Two (1946) by Mark Rothko
#37

Personage Two

1946

A Glimpse into the Subconscious: Mark Rothko’s *Personage Two* (1946) Personage Two, painted in 1946, is a pivotal work by Mark Rothko during his transitional period within Abstract…

Street Scene (1937) by Mark Rothko
#38

Street Scene

1937

In the quiet, brooding depths of Mark Rothko’s “Street Scene,” painted circa 1937, we encounter a world that feels both intimately familiar and hauntingly distant. Long before he…

Sem título (1970) by Mark Rothko
#39

Sem título

1970 · National Gallery of Art

A obra "Untitled", pintada por Mark Rothko em 1970, não é meramente uma tela preenchida com vermelho; é uma experiência imersiva desenhada para evocar uma contemplação profunda. Nascido…

No.20 (1957) by Mark Rothko
#40

No.20

1957

Mark Rothko’s artistic journey was inextricably linked to his formative years, steeped in the anxieties and displacements of early 20th-century Eastern Europe. Born Markus Yakovlevich Rothkowitz in Dvinsk…

Ochre and Red on Red (1954) by Mark Rothko
#41

Ochre and Red on Red

1954

In the quiet, profound realm of Abstract Expressionism, few works command the soul quite like Mark Rothko’s Ochre and Red on Red. Created in 1954, this square composition…

No.8 (1952) by Mark Rothko
#42

No.8

1952

No.8: An Exploration of Color and Emotion Mark Rothko’s “No.8,” completed in 1952, stands as a cornerstone of Color Field painting—a movement that fundamentally altered the landscape of…

N.º 21 (1949) by Mark Rothko
#43

N.º 21

1949 · MoMA - Museu de Arte Moderna

Uma Janela para a Profundidade Existencial: Analisando a N.º 21 de Mark Rothko A pintura “N.º 21”, criada em 1949 por Mark Rothko, ergue-se como um pilar fundamental…

Sem título 142 by Mark Rothko
#44

Sem título 142

Introdução à Obra e ao seu Artista Mark Rothko, nascido Marcus Rothkowitz em Dvinsk, Rússia (atual Letônia), em 25 de setembro de 1903, foi uma figura proeminente no…

Untitled Mural for End Wall (1959) by Mark Rothko
#45

Untitled Mural for End Wall

1959

Mark Rothko, a titan of 20th-century art, didn’t simply paint; he orchestrated emotional landscapes. His ‘Untitled Mural for End Wall,’ created in 1959, stands as a potent distillation…

No. 1 (1961) by Mark Rothko
#46

No. 1

1961

Mark Rothko, um nome que ressoa com a intensidade da alma humana, não buscava representar o mundo visível. Em vez disso, ele se propunha a evocar estados emocionais…

Magenta, Black, Green on Orange by Mark Rothko
#47

Magenta, Black, Green on Orange

Mark Rothko’s Magenta, Black, Green on Orange stands as a cornerstone of Color Field painting and Abstract Expressionism—a movement that irrevocably altered the landscape of 20th-century art.

Untitled (Harvard Mural sketch) (1962) by Mark Rothko
#48

Untitled (Harvard Mural sketch)

1962

Mark Rothko’s “Untitled (Harvard Mural sketch)” is not merely a preparatory drawing; it's a concentrated distillation of the artist’s core philosophy – a profound exploration of human emotion…

Untitled 4 by Mark Rothko
#49

Untitled 4

A Symphony in Color: Exploring Mark Rothko’s No. 4 The painting known simply as “No. 4” by Mark Rothko is more than just pigment on canvas; it's an…

Sem título 146 by Mark Rothko
#50

Sem título 146

“Untitled 146”, obra assinada pelo renomado pintor americano Mark Rothko, representa um marco significativo na história da arte moderna e uma fascinante demonstração do poder da abstração para…

Untitled (1945) by Mark Rothko
#51

Untitled

1945

Completed in 1945, this work belongs to the early period of American Abstract Expressionism. The composition relies on a subdued palette of earthy browns and ochres, interrupted by…

Untitled (1968) by Mark Rothko
#52

Untitled

1968

Mark Rothko's "Untitled" (1968) isn’t merely a painting; it’s an immersion into a deeply felt emotional landscape. Born Markus Yakovlevich Rothkowitz in Dvinsk, Latvia – a region steeped…

No. 2 (1964) by Mark Rothko
#53

No. 2

1964

In the vast landscape of Abstract Expressionism, few works command the room with such quiet, monumental authority as Mark Rothko’s No. 2. Completed in 1964, this masterpiece serves…

Untitled 79 by Mark Rothko
#54

Untitled 79

In the presence of Untitled 79, one does not merely observe a canvas; one enters a visceral landscape of heat and light. This striking work by Mark Rothko…

Black on Maroon (1959) by Mark Rothko
#55

Black on Maroon

1959 · Tate Modern

The Weight of Absence: Exploring Mark Rothko’s ‘Black on Maroon’ The painting “Black on Maroon,” created by Mark Rothko in 1959, stands as a testament to the profound…

Untitled (1969) by Mark Rothko
#56

Untitled

1969

In the quiet realm of 1969, Mark Rothko captured a moment of profound stillness in his masterpiece, Untitled. This work serves as a quintessential gateway into the world…

No.18 (1951) by Mark Rothko
#57

No.18

1951

Mark Rothko’s No.18 stands as a profound testament to the enduring power of color field painting, a movement that fundamentally revolutionized artistic expression in the mid-20th century. Created…

Untitled (1948) by Mark Rothko
#58

Untitled

1948

Mark Rothko's Untitled from 1948 is not merely a painting; it is an invitation—a silent beckoning into the realm of pure emotional resonance. Measuring 108 x 111 cm,…

No. 16 (1957) by Mark Rothko
#59

No. 16

1957 · Galeria Nacional do Canadá

The canvas presents a large-scale arrangement of color fields. A vast expanse of cadmium yellow occupies the primary space of the work. On the left side, a horizontal…

Sem título (1957) by Mark Rothko
#60

Sem título

1957

A tela imponente, com suas 245 cm de largura e 189 cm de altura, convida o espectador a uma jornada introspectiva. A obra “Untitled” de Mark Rothko, criada…

Janela para o Mundo Interior de Rothko by Mark Rothko
#61

Janela para o Mundo Interior de Rothko

Museu de Israel

Uma Janela para o Mundo Interior de Rothko A obra de Mark Rothko, intitulada "Untitled 74", é um testemunho da profunda influência das experiências pessoais e culturais no…

Untitled (1963) by Mark Rothko
#62

Untitled

1963

Mark Rothko's “Untitled,” painted in 1963, is not merely a canvas adorned with red; it’s an immersion into the profound anxieties and spiritual yearnings of the mid-20th century.…

Untitled (1955) by Mark Rothko
#63

Untitled

1955

Mark Rothko's "Untitled," completed in 1955, stands as a cornerstone of Color Field painting and embodies the anxieties of its time—a testament to both personal trauma and the…

Título: Untitled 15 by Mark Rothko
#64

Título: Untitled 15

Mark Rothko, um nome que ressoa com intensidade no mundo da arte moderna, não buscava representar o mundo visível. Em vez disso, ele se propunha a traduzir as…

Sem Título (natureza morta com jarra) by Mark Rothko
#65

Sem Título (natureza morta com jarra)

“Untitled (Still Life with Pitcher)” de Mark Rothko não é meramente uma representação de objetos; é um convite a uma experiência profunda, quase meditativa. Nascido Marcus Yakovlevich Rothkowitz…

No. 9 (1948) by Mark Rothko
#66

No. 9

1948 · National Gallery of Art

A Meditation on Color and Absence: Examining Mark Rothko’s “No. 9” “No. 9,” painted in 1948, stands as a cornerstone of Abstract Expressionism and embodies the profound emotional…

No. 7 (1964) by Mark Rothko
#67

No. 7

1964

To stand before Mark Rothko’s No. 7 is to enter a sanctuary of silence. Executed in 1964, this monumental canvas serves as a profound meditation on the weight…

Untitled (1950) by Mark Rothko
#69

Untitled

1950

A Meditation on Color and Absence: Examining Mark Rothko’s Untitled Square The painting, simply titled “Untitled,” presents a deceptively serene visual experience—a square dominated by muted yellow and…

Branco sobre vermelho by Mark Rothko
#70

Branco sobre vermelho

White on Red: A Study in Emotional Resonance Este estudo fascinante em pintura de campo por Mark Rothko (Marcus Rothkowitz) exemplifica seu estilo característico Color Field, convidando o…

Untitled (12) by Mark Rothko
#71

Untitled (12)

In the vast landscape of Abstract Expressionism, few experiences are as intimate or as profound as standing before a canvas by Mark Rothko. Untitled (12) serves as a…

Sem Título 14 by Mark Rothko
#72

Sem Título 14

Para aqueles que buscam mergulhar na visão de Rothko, a AllPaintingsStore oferece reproduções excepcionais, criadas por artesãos habilidosos. Explore Mark Rothko (Marcus Rothkowitz): Sem Título 14 e descubra…

No. 37 or No. 19 by Mark Rothko
#73

No. 37 or No. 19

Mark Rothko, a towering figure in the Abstract Expressionist movement, created No. 37 or No. 19, a painting that embodies the essence of his artistic philosophy. This piece,…

No. 5 (1964) by Mark Rothko
#74

No. 5

1964

Mark Rothko's "No. 5," painted in 1964, is not merely a canvas filled with color; it’s an intensely personal and profoundly moving exploration of human emotion and the…

Untitled (1941) by Mark Rothko
#75

Untitled

1941

A Fragmented Presence The canvas presents a figure that defies simple identification, a man whose very essence seems composed of disparate, overlapping elements. One might notice how his…

Untitled (1953) by Mark Rothko
#76

Untitled

1953 · Museu Guggenheim Bilbao

Exploring the Resonance of Absence: Mark Rothko’s Untitled (1953) Mark Rothko's "Untitled" stands as a cornerstone of Abstract Expressionism, embodying not merely visual aesthetics but profound explorations of…

Green and Tangerine on Red (1956) by Mark Rothko
#77

Green and Tangerine on Red

1956 · The Phillips Collection

Two flat, rectangular shapes dominate the canvas, rendered in nearly translucent hues. A deep, resonant green and a bright tangerine occupy the upper portion of the composition, set…

Mother and Child by Mark Rothko
#78

Mother and Child

In the vast, often turbulent landscape of modern art, few works possess the quiet, grounding intimacy found in Mark Rothko’s Mother and Child. Painted around 1934, this piece…

Antigone by Mark Rothko
#79

Antigone

Mark Rothko's “Antigone,” a monumental work from 1960, isn’t merely a painting; it’s an immersive experience. Born in Latvia and shaped by the anxieties of his early life…

Untitled 13 by Mark Rothko
#80

Untitled 13

A Symphony of Quietude: Exploring Mark Rothko’s ‘Untitled 13’ This captivating work, designated ‘Untitled 13’, is a quintessential example of Mark Rothko's mature style – a deeply resonant…

Untitled (1947) by Mark Rothko
#81

Untitled

1947

A Window into the Soul: Exploring Mark Rothko’s 1947 Untitled Painting This captivating work by Mark Rothko, created in 1947, exemplifies a pivotal moment in the artist's transition…

Green and Maroon (1953) by Mark Rothko
#82

Green and Maroon

1953 · The Phillips Collection

The canvas breathes with a heavy, quiet weight. Deep maroon fields stretch across the surface, their edges softened by layers of dark blue, red, and gray that lie…

Untitled (1945) by Mark Rothko
#83

Untitled

1945

Three rectangular blocks of color float within the frame, their edges blurring into one another as if caught in a slow, rhythmic breath. Magenta, black, and orange dominate…

Sem Título (Roxo, Branco e Vermelho) (1953) by Mark Rothko
#84

Sem Título (Roxo, Branco e Vermelho)

1953 · Art Institute of Chicago

Três faixas horizontais de cor flutuam dentro de um espaço neutro e suave, suspensas em uma quietude atmosférica e silenciosa. No topo, um peso de roxo profundo assenta-se…

Fifteen paintings by Mark Rothko by Mark Rothko
#85

Fifteen paintings by Mark Rothko

Fifteen Paintings by Mark Rothko Mark Rothko’s Fifteen Paintings by Mark Rothko stands as an emblem of Color Field painting—a movement that fundamentally reshaped the landscape of 20th-century…

Study for Antigone by Mark Rothko
#86

Study for Antigone

In the quiet, evocative depths of Mark Rothko’s “Study for Antigone,” created in 1950, viewers are invited into a sanctuary of profound contemplation. This work serves as more…

Untitled 67 by Mark Rothko
#87

Untitled 67

A Window into Rothko’s Inner World: Exploring Untitled 67 This captivating work by Mark Rothko, known simply as *Untitled 67*, is a powerful example of his signature exploration…

Horizontal Vision by Mark Rothko
#88

Horizontal Vision

To stand before Mark Rothko’s “Horizontal Vision” is to step away from the clamor of the physical world and enter a sanctuary of pure, unadulterated emotion. Painted in…

No. 7 [or] No. 11 (1949) by Mark Rothko
#89

No. 7 [or] No. 11

1949

No. 7 [or] No. 11 is an oil on canvas painting created by Mark Rothko in 1949. The composition features a vibrant and bold palette consisting of a…

Slow vortex at the edge of the sea by Mark Rothko
#90

Slow vortex at the edge of the sea

To stand before Slow Vortex at the Edge of the Sea is to enter into a profound, silent dialogue with the human soul. This masterpiece, attributed to the…

Ochre and Red on Red (1954) by Mark Rothko
#91

Ochre and Red on Red

1954 · The Phillips Collection

The composition presents a square format divided into two primary, breathing zones of color. A deep, resonant red occupies much of the surface, acting as an enveloping atmosphere.…

Untitled 7 by Mark Rothko
#92

Untitled 7

To stand before Mark Rothko’s Untitled 7 is to enter a sanctuary of pure, unadulterated light. Created during the artist's prolific New York period between 1960 and 1961,…

Untitled (Seagram Mural sketch) (1959) by Mark Rothko
#93

Untitled (Seagram Mural sketch)

1959

Created in 1959, Untitled (Seagram Mural sketch) is an artwork by Mark Rothko. This piece serves as a preparatory drawing for the monumental Seagram Murals commissioned for the…

Untitled (1955) by Mark Rothko
#94

Untitled

1955

The Somber Resonance of Color Field Painting: An Exploration of Mark Rothko’s Untitled Mark Rothko's "Untitled," measuring 151 x 126 cm, stands as a cornerstone of Abstract Expressionism…

Untitled (Seagram Mural sketch) (1958) by Mark Rothko
#95

Untitled (Seagram Mural sketch)

1958

The canvas holds a heavy, singular weight. A deep red expanse dominates the surface, thick with the presence of pigment. At its center, a white hole breaks the…

Untitled 133 by Mark Rothko
#96

Untitled 133

The Weight of Silence: An Encounter with Untitled 133 To stand before Mark Rothko’s Untitled 133 is to enter a realm where language fails and only pure sensation…

Untitled (Seagram Mural) by Mark Rothko
#97

Untitled (Seagram Mural)

To stand before Untitled (Seagram Mural) is to enter into a profound, silent dialogue with the human soul. Created in 1959, this monumental work stands as a testament…

Entombment II by Mark Rothko
#98

Entombment II

Mark Rothko's Entombment II isn’t a painting that immediately shouts for attention. It doesn’t demand to be deciphered with a quick glance. Instead, it invites a prolonged engagement,…

Untitled (Harvard Mural sketch) 3 by Mark Rothko
#99

Untitled (Harvard Mural sketch) 3

A Study in Crimson: Exploring Rothko’s ‘Untitled (Harvard Mural sketch) 3’ This captivating work by Mark Rothko, designated ‘Untitled (Harvard Mural sketch) 3’, offers a compelling glimpse into…

Título Traduzido: Desenho da Muralha Seagram (1959) by Mark Rothko
#100

Título Traduzido: Desenho da Muralha Seagram

1959

Uma Jornada para Além das Cores: Uma Análise da Esquema Rothko Este esboço monumental de Mark Rothko, intitulado simplesmente "Untitled (Seagram Mural sketch)", representa um marco significativo na…

Mark Rothko's paintings by period

The subjects Mark Rothko painted most

The four subjects that return most often among these masterpieces, with the finest example of each.

Where to see Mark Rothko's paintings

The 8 museums that hold the most of the paintings on this page.

Museum City Works by Mark Rothko Paintings from this list
The Phillips Collection, Washington, D.C.The Phillips Collection Washington, D.C. 4 Green and Tangerine on Red, Green and Maroon, Ochre and Red on Red
National Gallery of Art, WashingtonNational Gallery of Art Washington 3 Azul e Cinza, Sem título, No. 9
MoMA - Museu de Arte Moderna, Nova YorkMoMA - Museu de Arte Moderna Nova York 2 Nº 13 (Branco, Vermelho sobre Amarelo), N.º 21
Metropolitan Museum of Art, Nova YorkMetropolitan Museum of Art Nova York 2 N.º 16
Kunstmuseum Den Haag, HaiaKunstmuseum Den Haag Haia 1 Sem título
Tate Modern, LondresTate Modern Londres 1 Black on Maroon
Galeria Nacional do Canadá, OttawaGaleria Nacional do Canadá Ottawa 1 No. 16
Museu de Israel, JerusalémMuseu de Israel Jerusalém 1 Janela para o Mundo Interior de Rothko

Mark Rothko's most famous painting of each decade

  1. 1930s
    Man Smoking (1933) by Mark Rothko
    Rank 23 / 100

    Man Smoking

    Age 27 – 36

    In the annals of modern art, few names evoke as much profound emotion as Mark Rothko. While many remember him for his towering, luminous color fields that define…

  2. 1940s
    Slow Swirl at the Edge of the Sea (1944) by Mark Rothko
    No. 13 of 100

    Slow Swirl at the Edge of the Sea

    Age 37 – 46

    Mark Rothko’s *Slow Swirl at the Edge of the Sea*, painted in 1944, isn't merely a depiction of a seascape; it’s an immersion into a realm of profound…

  3. 1950s
    Centro Branco (1950) by Mark Rothko
    #1 of 100

    Centro Branco

    Age 47 – 56

    Em 1950, Mark Rothko entregou ao mundo “White Center”, uma obra que transcende a mera representação visual para se tornar um portal para estados emocionais profundos. Mais do…

  4. 1960s
    Sem título (1968) by Mark Rothko
    Rank 19 / 100

    Sem título

    Age 57 – 66 · Kunstmuseum Den Haag

    Uma Meditação sobre Cor e Ausência: Explorando a Tela Sem Título de Mark Rothko A pintura, simplesmente intitulada “Untitled”, incorpora os princípios fundamentais do Expressionismo Abstrato — um…

  5. 1970s
    Azul e Cinza (1970) by Mark Rothko
    #8 of 100

    Azul e Cinza

    Age 67 · National Gallery of Art

    A Profunda Imersão em Azul e Cinza: Uma Jornada Emocional com Mark Rothko Mark Rothko, um dos nomes mais reverenciados da arte do século XX, permanece intrinsecamente ligado…

Questions about Mark Rothko's paintings

What is Mark Rothko's most famous painting?Show the answer

Centro Branco (1950). Next come No.1 and Nº 61 (Ferrugem e Azul) (1953).

How old was Mark Rothko when Centro Branco was painted?Show the answer

47 years old: Centro Branco dates from 1950 and Mark Rothko was born in 1903.

What are the top 10 paintings by Mark Rothko?Show the answer

Centro Branco, No.1, Nº 61 (Ferrugem e Azul), Orange e amarelo, Três, No. 5/No. 22, New Forms, Azul e Cinza, No.3/No.13 and Quatro Escuros em Vermelho. The ranking above gives the year and the museum of each.

How many paintings did Mark Rothko make?Show the answer

Our catalogue lists 477 works by Mark Rothko, dated from 1933 to 1970.

Where are Mark Rothko's most famous paintings?Show the answer

Most of them are in The Phillips Collection (Washington, D.C.), National Gallery of Art (Washington) and MoMA - Museu de Arte Moderna (Nova York). The table above lists the museums one by one.

When did Mark Rothko paint the most famous works?Show the answer

In 1950s: 27 of the 100 works on this page date from then, among them Centro Branco.

What are Mark Rothko's earliest and latest famous paintings?Show the answer

The earliest on this page is Man Smoking (1933), the latest Azul e Cinza (1970).

What did Mark Rothko paint most often?Show the answer

Emotional depth (15), Abstract (12) and Contemplation (10), among the 100 works on this page.

What medium did Mark Rothko use most?Show the answer

Oil On Canvas: 34 of the 100 works on this page.

Which art movement does Mark Rothko belong to?Show the answer

Expressionismo abstrato and Color field painting, as the paintings on this page show.

Which Mark Rothko paintings can I see at the The Phillips Collection?Show the answer

Green and Tangerine on Red, Green and Maroon and Ochre and Red on Red are among the 3 works on this page held by the The Phillips Collection, Washington, D.C..

About Mark Rothko

Os Primeiros Anos de Mark Rothko

Mark Rothko nasceu como Markus Yakovlevich Rothkowitz em 1903. Ele nasceu em Dvinsk, na Rússia, em um lugar hoje conhecido como Daugavpils, na Letônia. Sua família vivia dentro da "Pale of Settlement", uma região marcada pela agitação política e pela sombra constante dos pogroms. Essa atmosfera de instabilidade acompanhou a família quando emigraram para os Estados Unidos em 1913. Após passarem pela Ellis Island, estabeleceram-se em Portland, Oregon.

Seu pai, Jacob, trabalhava como farmacêutico. Era um homem intelectual, com inclinações socialistas, que cultivava um lar centrado no aprendizado e no debate. Esse ambiente de pensamento profundo foi interrompido por uma perda repentina. Pouco tempo depois de a família chegar à América, Jacob faleceu de câncer de cólon. Essa experiência precoce de luto e a luta da experiência do imigrante tornaram-se o alicerce silencioso do homem que ele viria a ser.

Formação Artística e os Primeiros Anos em Nova York

A mudança para a cidade de Nova York, em 1923, trouxe uma mudança fundamental em seu foco criativo. Após o período de estudos na Universidade Yale, o magnetismo vibrante da metrópole o afastou do rigor acadêmico formal. Em busca de refinar sua prática, ele recorreu à Art Students League. Durante esses anos formativos, sua pincelada dedicava-se ao tangível; ele pintava retratos e cenas urbanas, aplicando uma atenção meticulosa aos detalhes, desde a expressividade dos rostos humanos até a aspereza das ruas da cidade. Sua obra era profundamente enraizada no realismo, capturando a essência do mundo físico antes que a transição para a abstração tomasse conta de sua alma artística.

Por volta de 1940, ele tomou a decisão de adotar o nome de Mark Rothko. Este foi um período de transição profunda, um afastamento da representação estruturada que marcou sua juventude. O foco de sua arte começou a derivar dos objetos reconhecíveis da cidade em direção a algo menos definido e mais espiritual. Ele estava em uma busca incessante por uma forma de expressar o peso da experiência humana, sem depender das formas literais do mundo que o cercava.

A Evolução em Direção ao Expressionismo Abstrato

À medida que os anos 40 avançavam, o realismo meticuloso de seus anos iniciais começou a recuar. O foco deslocou-se dos detalhes reconhecíveis de cenas urbanas e retratos para algo mais profundo. Em vez disso, ele voltou-se para a linguagem do Surrealismo e da mitologia, utilizando esses temas para encontrar uma forma de expressar o peso da emoção humana. As pinturas deste período frequentemente apresentavam formas biomórficas — formas que pareciam flutuar, presas em um estado de transição, não sendo totalmente figuras nem inteiramente abstratas.

Este período marcou sua associação com o movimento do expressionismo abstrato americano. Ele afastou-se do mundo estruturado dos objetos para explorar algo mais interno e visceral. As telas deixaram de tratar do que uma coisa parecia ser para focar no sentimento que ela carregava. Rothko buscava uma maneira de comunicar as complexidades da condição humana através da forma e do mito.

O Desenvolvimento da Pintura de Campo de Cor

Ao final da década de 1940, a obra de Mark Rothko começou a transmutar-se. Ele afastou-se das formas figurativas e das narrativas mitológicas, despojando-se de qualquer imagem reconhecível em busca de algo mais direto e visceral. As telas ganharam uma escala monumental, ocupadas por grandes blocos retangulares de cor que pareciam flutuar no vazio. Estas formas não repousavam meramente sobre a superfície, mas pareciam existir dentro de um espaço raso e pulsante, como se estivessem em constante respiração. Esta mudança marcou o início de seu período de maturidade, uma era intrinsecamente ligada ao surgimento da pintura de campo de cor, o Color Field painting.

A aplicação da tinta era um processo lento e meticulosamente estratificado. Ele utilizava lavagens finas de pigmento para construir a superfície, criando transições sutis de tom e textura. Estas camadas permitiam que a luz parecesse emanar do interior da própria tela, e não apenas refletir-se nela. As bordas das formas coloridas nunca eram nítidas; pelo contrário, eram esfumaçadas e suaves, tornando as fronteiras entre as diferentes tonalidades permeáveis e fluidas. Este método transformou a tela em um lugar de presença silenciosa e densa, onde a cor se torna quase espiritual.

Técnica e a Linguagem da Cor

A obra de Mark Rothko baseia-se em um método de sobreposição específico e silencioso. Ele aplicava lavagens finas de tinta a óleo, construindo a superfície através de camadas meticulosas e translúcidas. Este processo cria uma textura aveludada que parece reter a luz dentro do próprio pigmento, em vez de apenas refleti-la da superfície. Em vez de linhas nítidas, as bordas de suas formas retangulares são esfumaçadas, permitindo que as cores se fundam e flutuem umas contra as outras. Esses grandes blocos de cor pretendem criar uma sensação de profundidade, fazendo com que a tela pareça respirar.

Ele despiu suas obras de títulos que pudessem sugerir um assunto ou narrativa específica. Muitas telas carregam apenas números simples, como No. 1 ou No. 6, deixando o espectador diante da cor sem qualquer ideia preconcebida. Essa escolha força um encontro direto com a tinta. Ele utilizou esses campos luminosos para buscar emoções humanas específicas e densas: tragédia, êxtase e desespero. A escala das obras tem o intuito de envolver a pessoa que está diante delas, transformando o ato de olhar em uma experiência silenciosa e imersiva.

Grandes Comissões e Projetos de Murais

A obra de Mark Rothko frequentemente transcendia os limites da tela individual para ocupar salas inteiras. Ele dedicou um tempo significativo aos murais Seagram, uma série de pinturas destinadas a um restaurante em Nova York. Eventualmente, ele decidiu que o ambiente não era adequado para o trabalho e os doou para a Tate Gallery, em Londres. Seu interesse em como a cor ocupa um espaço também o levou à série de murais de Harvard, criada para uma sala de jantar no Holyoke Center.

Em Houston, no Texas, ele deixou quatorze pinturas para a Rothko Chapel. Este espaço não denominacional abriga obras em vários tons de preto. As pinturas estão dispostas para se integrarem à arquitetura da capela, criando um ambiente específico para a reflexão silenciosa. A escala dessas obras é pensada para envolver o espectador onde quer que ele esteja, preenchendo a visão periférica com cor.

Anos Finais e Morte Trágica

O peso de sua própria obra parecia, muitas vezes, pressioná-lo de forma avassaladora. Ao longo de sua vida, Mark Rothko lutou contra a depressão, uma sombra persistente que acompanhava sua busca incessante pela verdade emocional. Ele levou uma existência modesta, frequentemente retirando-se para os espaços silenciosos necessários para a criação de suas telas de grandes dimensões. A intensidade de seu foco na condição humana — a tragédia, o êxtase e o desespero — não era meramente um tema para o pincel, mas uma realidade que ele carregava dentro de si mesmo.

Ao chegar ao fim de sua vida, a luta tornou-se insuportável. Em 25 de fevereiro de 1970, Mark Rothko tirou a própria vida em seu estúdio, aos 66 anos. Sua morte deixou para trás uma vasta coleção de obras, incluindo muitas que permaneceram inacabadas ou que faziam parte do imenso espólio de pinturas que sua família e executores teriam de navegar através de complexas disputas legais.

O Legado Duradouro de sua Arte

O peso de sua presença permanece na maneira como suas telas ocupam um ambiente. Ele deixou um espólio contendo 798 pinturas, uma vasta coleção que continua a ancorar a história da arte moderna. Sua transição para grandes e luminosos retângulos de cor ajudou a definir o movimento do Expressionismo Abstrato e, posteriormente, influenciou o movimento Minimalista. Estas obras não dependem de formas reconhecíveis para prender a atenção do espectador; em vez disso, elas confiam na respiração lenta e rítmica da cor para criar uma sensação de profundidade.

Sua influência é sentida na forma como as gerações subsequentes abordaram a tela como um espaço para exploração psicológica e espiritual. Ao despojar a arte do ruído narrativo, ele mudou a maneira como as pessoas interagem com a realidade física da tinta. Suas pinturas são reconhecidas como algumas das obras mais significativas da arte do século XX, frequentemente encontradas nas coleções permanentes de grandes instituições como o Museum of Modern Art em Nova York e a Tate Modern em Londres. A escala de seu trabalho muitas vezes engole a visão periférica, forçando uma quietude silenciosa e meditativa.

  • No. 6 (Violeta, Verde e Vermelho)
  • Laranja, Vermelho, Amarelo (1961)
  • N.10 (1958)

Onde Ver Suas Obras Hoje

Estar diante de suas telas é vivenciar o peso da cor em uma sala silenciosa. Em Nova York, o Museu de Arte Moderna abriga diversas de suas obras. Do outro lado do Atlântico, a Tate Modern, em Londres, oferece um espaço semelhante para contemplar suas formas de grande escala. Em Washington, D.C., a National Gallery of Art guarda uma coleção de suas pinturas, onde a luz incide sobre os pigmentos estratificados de uma maneira que revela a profundidade que ele buscava através de finas lavagens de óleo.

Existe uma quietude específica encontrada na Rothko Chapel, em Houston, Texas. É um espaço não denominacional que contém quatorze de suas pinturas em vários tons de preto. A arquitetura do edifício, um octógono inscrito em uma cruz grega, foi influenciada pelo próprio artista. O local permanece como um refúgio para a reflexão silenciosa, onde a escala das obras é pensada para envolver a pessoa que delas se depara.

Em Daugavpils, na Letônia, o Museu Rothko está instalado no histórico edifício do arsenal de artilharia da fortaleza de Daugavpils. Esta instituição é o único lugar na Europa que exibe permanentemente pinturas originais emprestadas de seu espólio. Os visitantes podem encontrar seu trabalho na Sala Rothko, um espaço projetado para acolher essas telas específicas em um ambiente que honra suas origens.

  • No. 1 (sem data)
  • Three (sem data)
  • No. 3/No. 13 (sem data)
  • No. 10 (sem data)
  • Magenta, Black, Green on Orange (sem data)
  • White over Red (sem data)

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