Papel

Guia de Obras de Estudantes

Mapping the Dislocation

Nome Turma Data

Zarina Hashmi, Mapping the Dislocation, Devi Art Foundation. Reproduzido para fins de referência; todos os direitos reservados ao detentor dos direitos. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Informações principais

Artista
Zarina Hashmi wahooart.com/pt/artists/zarina-hashmi_pt/
Datas do artista
1937 – 2020
Realizado em
Devi Art Foundation wahooart.com/pt/museums/devi-art-foundation-gurugram/

No contexto

Mapping the Dislocation — Zarina Hashmi

Quando poderá ter sido pintada esta obra?

  1. 1930
  2. 1940
  3. 1950
  4. 1960
  5. 1970
  6. 1980
  7. 1990
  8. 2000
  9. 2010
  10. 2020

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 83 ao falecer.

Sombreado: a trajetória de Zarina Hashmi (1937–2020) cada pintura datada, década por década

Este disco não possui um ano exato registrado — considerando a trajetória do artista e o estilo da obra, de qual década você o estimaria?

Obras comparáveis

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: wahooart.com/pt/art/similar/zarina-hashmi-mapping-the-dislocation-D5DELW-en/

Paleta de cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Rosy Brown #bdb3a9

    Paleta catalogada

    • #BDB3A9
    • #72665E
    • #9B8E86
    • #E0D9D0

    Estas cores dentro de toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Neutrals A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Rosy Brown
    Intensidade
    Monochromatic O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Gentle O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Unified Palette A forma como as cores interagem entre si, desde o contraste marcante até a total harmonia.
    Brilho
    Brilliant O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Muted Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • com menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Zarina Hashmi nos últimos doze meses — 3 países ao todo. De onde vêm estes números

    Os dez principais países

    1. 1 China 66,7%
    2. 2 Índia 16,7%
    3. 3 Marrocos 16,7%

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 9 obras mais visualizadas de Zarina Hashmi

    1. 1 Folding House 20,0%
    2. 2 Home Is a Foreign Place, 1999 20,0%
    3. 3 Home Is a Foreign Place, 1999 10,0%
    4. 4 City-V, 2003 10,0%
    5. 5 City-II, 2003 10,0%
    6. 6 Letters from Home-XI, 2004 10,0%
    7. 7 Letters from Home-IV, 2004 10,0%
    8. 8 City - I to IX 10,0%
    9. — Mapping the Dislocation esta pintura 0,0%

    Juntas, estas obras representam 100,0% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 23 obras deste artista, das quais 8 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ainda não foi visualizada nesse período — ela encerra a lista sem uma classificação. Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Artista e museu

    Artista

    Zarina Hashmi

    Nascido em Aligarh, Índia

    primeiros anos e carreira

    zarina hashmi, artista e gravadora indo-americana, nasceu em 16 de julho de 1937. A obra de sua vida seria profundamente marcada por temas como o lar, o deslocamento, as fronteiras, a jornada e a memória, refletindo suas próprias vivências como uma pessoa deslocada.

    estilo artístico e temas

    Associada ao movimento minimalista, a obra de zarina hashmi utilizava formas abstratas e geométricas para evocar uma reação espiritual no espectador. Sua arte narra de forma pungente sua trajetória, apresentando temas recorrentes sobre o lar, o lugar, as fronteiras e a memória.

    minimalismo: o trabalho de zarina inclina-se para o minimalismo, suavizado por sua textura e materialidade.

    deslocamento e memória: sua arte reflete suas próprias experiências como uma pessoa deslocada, explorando ideias de lar, lugar, fronteiras e memória.

    inscrições em urdu: o uso de inscrições em urdu por zarina em seu trabalho invoca sua língua materna, denotando uma "tradução" vitalícia da expressão artística e linguística.

    obras notáveis e exposições

    home is a foreign place, 1999 (portfólio de 36 xilogravuras em chine collé com texto em urdu impresso em papel e montado sobre papel, the metropolitan museum of art, aquisição, doação da coleção george economou), é um exemplo notável do trabalho de zarina. Esta peça, juntamente com outras, pode ser encontrada na seção de obras de zarina hashmi no AllPaintingsStore.com.

    legado e memória

    O falecimento de zarina hashmi em 25 de abril de 2020 marcou a perda de uma figura cultural significativa. Sua história de vida, conforme refletida em sua arte, continua a evocar uma reação espiritual nos espectadores, garantindo que seu legado perdure. veja as obras de zarina hashmi em AllPaintingsStore.com leia mais sobre zarina hashmi na wikipedia

    Museu

    Devi Art Foundation

    Em exibição em Gurugram, India

    A Sanctuary of South Asian Vision: The Devi Art Foundation

    In the bustling heart of Gurugram, where industrial progress meets the rapid pulse of modern India, lies a profound sanctuary for the soul: the Devi Art Foundation. More than a mere repository for objects, this institution serves as a luminous beacon for the evolving artistic landscape of South Asia. Established through the visionary passion of Anupam and Lekta Poddar, the foundation was born from a deep-seated desire to elevate the visibility of creative expression within the subcontinent. It stands as a testament to the power of private patronage, transforming a personal devotion to art into a public stage where the diverse voices of a region can converge, clash, and coalesce into a shared cultural narrative.

    The collection itself is an expansive, breathing entity, boasting over 7,000 pieces that traverse the delicate boundaries between the ancient and the avant-garde. To wander through its halls is to embark on a temporal journey; one might find themselves captivated by the intricate precision of a Pahari miniature, such as Nainsukh’s

    “Durga Confronts the Buffalo Demon Mahisha,”

    where Mughal and Persian influences dance across the surface to recount the grandeur of Hindu mythology. Yet, this reverence for tradition is seamlessly juxtaposed with the raw energy of contemporary sculpture and tribal art that celebrates India’s rich, multifaceted heritage. The collection thrives on this tension, offering experimental works that push the limits of medium and meaning, challenging every preconceived notion of what South Asian art can be.

    Architectural Harmony and the Spirit of Innovation

    The physical presence of the Devi Art Foundation is as much a work of art as the treasures it houses. Designed by the architect Aniket Bhagwat, the museum’s structure is a masterclass in material dialogue. By blending the rugged, weathered texture of Corten steel with the organic warmth of handmade bricks, the architecture reflects a deliberate reverence for both industrial innovation and artisanal craftsmanship. This intentional marriage of materials mirrors the collection's own duality—the intersection of the modern moment and the enduring weight of history. The expansive, light-filled spaces are thoughtfully curated to prioritize visitor engagement, creating an immersive environment where the boundary between the observer and the observed begins to dissolve.

    What truly distinguishes the Devi Art Foundation is its pioneering spirit as India’s inaugural private museum dedicated specifically to contemporary art. This unique autonomy grants curators the freedom to pursue ambitious, unconstrained programming that transcends commercial limitations. Notable exhibitions, such as the groundbreaking

    “Still Moving Image,”

    have spotlighted the cinematic potential of video and photography through the eyes of twenty-five Indian artists, fostering a vibrant intellectual exchange. Through initiatives like Khoj Studios, the foundation actively bridges the gap between art production and public discourse, ensuring that art is never cloistered within institutional walls but remains an active, debating presence in the lives of the community.

    For the collector seeking depth or the interior designer searching for inspiration, the Devi Art Foundation offers a profound lesson in curation and atmosphere. It is a place where history is not just remembered but reimagined, and where every corner invites a new way of seeing. By fostering a culture of critical engagement and celebrating the shared histories of the Indian Subcontinent, the foundation continues to inspire a new generation of thinkers, ensuring that the pulse of South Asian creativity beats stronger and more vibrantly than ever before.

    Saiba mais

    Disponível online

    QR code que direciona para a página de download de Mapping the Dislocation

    wahooart.com/pt/art/download/zarina-hashmi-mapping-the-dislocation-D5DELW-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Hashmi, Zarina. Mapping the Dislocation. n.d., Devi Art Foundation. https://wahooart.com/pt/art/zarina-hashmi-mapping-the-dislocation-D5DELW-en/
    APA
    Hashmi, Zarina (n.d.). Mapping the Dislocation [Painting]. Devi Art Foundation. https://wahooart.com/pt/art/zarina-hashmi-mapping-the-dislocation-D5DELW-en/
    Chicago
    Zarina Hashmi. Mapping the Dislocation. n.d. Devi Art Foundation. https://wahooart.com/pt/art/zarina-hashmi-mapping-the-dislocation-D5DELW-en/
    Harvard
    Hashmi, Zarina (n.d.) Mapping the Dislocation. Devi Art Foundation. Available at: https://wahooart.com/pt/art/zarina-hashmi-mapping-the-dislocation-D5DELW-en/

    Observe de perto

    Mapping the Dislocation — Zarina Hashmi

    Olhar de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. Relembre Home Is a Foreign Place (1999), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    4. O que o artista pode ter querido que você sentisse?
    5. Se você pudesse fazer uma pergunta ao artista sobre esta obra, qual seria?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    "Mapping the Dislocation" encontra-se no país de seu criador?

    Não – a obra de arte encontra-se no exterior. O país de nascimento de Zarina Hashmi é Índia, e o museu que detém o original de "Mapping the Dislocation" está em India.

    Qual cor mais se destaca em "Mapping the Dislocation"?

    A cor que mais se destaca em "Mapping the Dislocation" é Rosy Brown (#bdb3a9). A cor dominante é útil ao combinar uma obra de arte com um ambiente interno.

    De onde vêm os visitantes de "Mapping the Dislocation" de Zarina Hashmi?

    Existe uma página de Estatísticas para "Mapping the Dislocation". Ela apresenta o gráfico de visitas mensais da obra e de outras obras do artista, com detalhamento por país e idioma.