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Guia de Obras de Estudantes

John Thomas

Nome Turma Data

William Roos, John Thomas (1847), Llyfrgell Genedlaethol Cymru / The National Library of Wales. Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Informações principais

Artista
William Roos wahooart.com/pt/artists/william-roos/
Datas do artista
1808 – 1878
Pintura
1847
Dimensões originais
21 x 18 cm
Realizado em
Llyfrgell Genedlaethol Cymru / The National Library of Wales wahooart.com/pt/museums/llyfrgell-genedlaethol-cymru-the-national-library-of-wales-aberystwyth_pt/

No contexto

John Thomas — William Roos

Dimensões

As dimensões originais são 21 × 18 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Ano de criação

  1. 1800
  2. 1810
  3. 1820
  4. 1830
  5. 1840
  6. 1850
  7. 1860
  8. 1870

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 70 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 39. O artista viveu até aos 70. 12 das 26 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de William Roos (1808–1878) ▲ esta obra, 1847 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1840 Principais anos de atividade: 1840–1850 Obras tardias: a partir de 1850

Essas três faixas dividem as obras que este catálogo data em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a vida do artista traçada neles

Obras comparáveis

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: wahooart.com/pt/art/similar/william-roos-john-thomas-AQSFJ3-en/

Paleta de cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Driftwood #a98a64

    Paleta catalogada

    • #A98A64
    • #FDFDFD
    • #362F25
    • #676951

    Estas cores dentro de toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Neutrals A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Driftwood
    Intensidade
    Monochromatic O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Statement O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Balanced Harmony A forma como as cores interagem entre si, desde o contraste marcante até a total harmonia.
    Brilho
    Balanced O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Muted Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • com menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de William Roos nos últimos doze meses — 3 países ao todo. De onde vêm estes números

    Os dez principais países

    1. 1 China 60,0%
    2. 2 Reino Unido 32,0%
    3. 3 Estados Unidos da América 8,0%

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 12 obras mais visualizadas de William Roos

    1. 1 John Jones (Talhaiarn) (1810–1869), 1851 26,9%
    2. 2 John Thomas, 1847 esta pintura 19,2%
    3. 3 Benjamin Roos of Parys, 1841 11,5%
    4. 4 Margaret Mary Thomas (d.1872), 1847 7,7%
    5. 5 R. W. Price, 1845 7,7%
    6. 6 Thomas Edwards (Twm o'r Nant) (1739–1810), 1850 3,8%
    7. 7 Dewi Wyn o Eifion (Dafydd Owen) (1784–1841), 1840 3,8%
    8. 8 Hugh Derfel Hughes (1816–1890), 1844 3,8%
    9. 9 John Cox (1800 –1870), 1845 3,8%
    10. 10 Gutyn Peris (Griffith Williams) (1769–1838), 1850 3,8%
    11. 11 Half Length Portrait of a Woman, 1840 3,8%
    12. 12 John Elias (1774–1841), 1839 3,8%

    Juntas, estas obras representam 99,6% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 27 obras deste artista, das quais 12 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ocupa a 2 posição entre elas, com 19,2% dessa atenção. Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Artista e museu

    Artista

    William Roos

    William Roos (1808 – 1878): The Wandering Soul of Welsh Romanticism

    William Roos was born in Bodgadfa, Anglesey, Wales, on April 30, 1808, to Thomas Roose and Mary Jones. His early life remains somewhat obscure, shrouded in the misty recollections of a rural upbringing steeped in the traditions of Welsh seafaring and copper mining—a heritage that would profoundly shape his artistic vision. Despite lacking formal academic training, Roos possessed an innate talent for observation and representation, qualities honed by immersing himself in the landscapes and communities of his homeland. This formative experience instilled within him a deep appreciation for both the grandeur of nature and the intricacies of human character – themes that would permeate his oeuvre throughout his prolific career.

    Early Life & Education: Roos’s formal education was limited, primarily consisting of instruction at Amlwch Navigation School. However, this did not stifle his artistic curiosity; rather, it fostered a self-reliant approach to mastering the craft of painting and engraving—skills he cultivated independently through diligent practice and experimentation.

    Notable Works: Roos’s artistic output spanned landscapes, portraits, and engravings, reflecting the diverse influences of Romanticism and Victorian aesthetics. Among his most celebrated achievements are “The Death of Owen Glyndwr” and “The Death of Captain Wynn at Alma,” paintings commissioned for the National Eisteddfod in Llangollen (1858), which garnered considerable acclaim and established him as a leading figure in Welsh art.

    Influence & Style: Roos’s artistic style was characterized by meticulous detail, expressive brushwork, and a masterful command of tonal gradation—techniques that captured the essence of his subjects with remarkable accuracy and emotional resonance. He drew inspiration from artists such as Benjamin Haydon and J.M.W Turner, whose dramatic landscapes and emotive depictions of light and atmosphere profoundly impacted Roos’s artistic sensibilities.

    Recognition & Legacy: Roos's dedication to capturing Welsh identity on canvas earned him recognition within the artistic circles of his time. His portraits of prominent Welsh figures—including preachers, poets, and statesmen—became treasured possessions of institutions like the National Museum Wales and contributed significantly to documenting the cultural landscape of Victorian Wales.

    Later Years & Death: Roos continued to work as an artist until his death in Amlwch on July 4, 1878, leaving behind a substantial body of artistic output that continues to fascinate scholars and enthusiasts alike. His legacy resides not merely in the beauty of his paintings but also in their embodiment of Welsh Romanticism—a movement that championed imagination, emotion, and an unwavering reverence for the natural world.

    The Eisteddfod Commissions & Artistic Breakthrough

    The National Eisteddfod at Llangollen represented a pivotal moment in Roos’s artistic trajectory. The commission to depict “The Death of Owen Glyndwr”—a subject steeped in Welsh history and mythology—challenged him to synthesize his observational skills with an understanding of symbolic representation. This undertaking demanded not only technical proficiency but also intellectual engagement, prompting Roos to delve into the narratives surrounding Glyndwr’s rebellion against English rule. The resulting painting—characterized by its dramatic composition and evocative use of color—became a cornerstone of Roos’s artistic reputation and cemented his position as one of Wales' foremost Romantic painters. Simultaneously, the commission for “The Death of Captain Wynn at Alma” demanded similar attention to detail and emotional depth—a task that further honed Roos’s ability to convey complex narratives through visual imagery.

    Portraits Reflecting Welsh Identity

    Roos’s artistic endeavors extended beyond landscape painting into portraiture, where he meticulously documented the faces of Wales' intellectual elite. His portraits of figures such as Christmas Evans, Thomas Charles, John Cox, and Talhaiarn—each rendered with painstaking accuracy and imbued with palpable emotion—became invaluable records of Victorian Welsh culture and society. Roos’s artistic approach was informed by a deep appreciation for Welsh traditions and folklore—elements that subtly permeated his canvases. He skillfully captured not only physical likeness but also psychological character—revealing the inner lives of his subjects through nuanced expressions and gestures. These portraits stand as enduring symbols of Welsh identity, reflecting the values and aspirations of a nation undergoing rapid transformation during the Victorian era.

    Engraving & Artistic Technique

    Beyond painting, Roos excelled in engraving—a craft that demanded precision, patience, and an understanding of tonal gradation. His engravings—often executed with remarkable detail—served as visual companions to literary texts and contributed significantly to disseminating Welsh culture throughout Britain and Europe. Roos’s engraving technique—characterized by its meticulous hatching and cross-hatching—allowed him to achieve a stunningly realistic depiction of textures and surfaces—a hallmark of his artistic style. He skillfully employed etching techniques to create subtle gradations of tone, capturing the atmospheric qualities of landscapes and conveying the emotional intensity of portraits with unparalleled finesse.

    National Museum Wales Collections & Artistic Preservation

    Today, several Roos paintings reside within the National Museum Wales collections—a testament to his enduring artistic legacy. These artworks—including “The Death of Owen Glyndwr” and “The Death of Captain Wynn at Alma”—provide invaluable insights into Welsh Romanticism and exemplify Roos’s mastery of tonal gradation and expressive brushwork. Furthermore, the museum's holdings of Roos engravings—such as portraits of John Cox—offer a compelling glimpse into his artistic technique and contribute to documenting Welsh cultural heritage. Efforts to preserve these artworks—through careful conservation and scholarly research—ensure that Roos’s contribution to Welsh art history continues to inspire future generations.

    Museu

    Llyfrgell Genedlaethol Cymru / The National Library of Wales

    Em exibição em Aberystwyth, Reino Unido

    Um Baluarte da Identidade Galesa

    Aninhada na encantadora cidade universitária de Aberystwyth, com vista para a deslumbrante extensão da Baía de Cardigan, ergue-se um monumento não apenas à literatura e à arte, mas à própria alma do País Gales. A

    Llyfrgell Genedlaethol Cymru / Biblioteca Nacional de Gales

    é muito mais do que um simples repositório de livros; é um arquivo vibrante e vivo, dedicado a preservar e celebrar a rica tapeçaria da cultura, história e língua galesas. Estabelecida por Carta Real, esta instituição nasceu de um desejo apaixonado de salvaguardar a identidade nacional, impulsionada tanto pelo apoio governamental quanto pelas contribuições notáveis das classes trabalhadoras do País de Gales. Ela serve como um farol para o saber e a investigação, atuando como a guardiã da memória da nação através do seu estatuto de depósito legal, garantindo que cada publicação produzida em solo galês encontre um lar dentro de suas paredes sagradas.

    Entrar na Biblioteca é como embarcar em uma jornada através do tempo, onde a própria arquitetura narra uma história de harmonia e transição. O edifício, uma obra-prima concluída em 1937, reflete uma mistura cuidadosa de elementos clássicos e modernos projetados por Sidney Greenslade, com adições posteriores de Charles Holden. Sua fachada impressionante, apresentando o contraste da pedra de Portland nos andares superiores e o granito de Cornualha na base, cria uma presença visualmente impactante que impõe respeito. Para o designer de interiores, a interação entre pedra, luz e espaço nesta estrutura oferece uma aula magistral de estética monumental e digna. A Sala de Leitura Norte, banhada por uma luz natural suave, permanece como um espaço sagrado para a contemplação, projetada especificamente para fomentar a criatividade e inspirar pensamentos profundos entre os pesquisadores.

    Tesouros do Espírito Galês

    Para o entusiasta e colecionador de arte, as coleções da Biblioteca oferecem uma janela inigualável para o espírito galês. Embora o coração da instituição resida em seus milhões de livros e periódicos, seus tesouros visuais são igualmente profundos. A coleção apresenta pinturas significativas, gravuras topográficas e retratos que capturam a essência da nação. Os amantes da arte encontrarão uma ressonância particular nas obras de

    Kyffin Williams

    e

    Donald McIntyre

    , cujas representações magistrais das paisagens do Parque Nacional de Snowdonia e da Baía de Cardigan servem tanto como triunfos estéticos quanto como registros visuais vitais do ambiente em constante evolução do País de Gales. Estas obras, caracterizadas pela sensibilidade à luz e à textura, proporcionam uma conexão profunda com a beleza rústica do terreno galês.

    O caráter único da Biblioteca é ainda mais enriquecido por seu acervo diversificado, que inclui:

    A Coleção Peniarth:

    Um conjunto de renome mundial de manuscritos medievais que serve como pedra angular da história celta.

    Arquivo Nacional de Imagem e Som:

    Uma coleção imersiva que traz o patrimônio galês à vida através de filmagens e gravações sonoras.

    Arquivos Visuais:

    Uma coleção abrangente de mapas, imagens fotográficas e retratos que documentam a evolução da paisagem e do povo galês.

    Além de seu acervo permanente, a Biblioteca prospera como um centro cultural dinâmico, evoluindo constantemente através de exposições envolventes que constroem pontes entre o antigo e o contemporâneo. Desde a exploração dos mistérios da mitologia celta até a celebração das nuances da história da arte galesa moderna, estas exibições curadas atraem visitantes de toda a Europa e além. Continua sendo um lugar onde os ecos do passado encontram as inovações do século XXI em um diálogo fluido e belo.

    Saiba mais

    Disponível online

    QR code que direciona para a página de download de John Thomas

    wahooart.com/pt/art/download/william-roos-john-thomas-AQSFJ3-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Roos, William. John Thomas. 1847, Llyfrgell Genedlaethol Cymru / The National Library of Wales. https://wahooart.com/pt/art/william-roos-john-thomas-AQSFJ3-en/
    APA
    Roos, William (1847). John Thomas [Painting]. Llyfrgell Genedlaethol Cymru / The National Library of Wales. https://wahooart.com/pt/art/william-roos-john-thomas-AQSFJ3-en/
    Chicago
    William Roos. John Thomas. 1847. Llyfrgell Genedlaethol Cymru / The National Library of Wales. https://wahooart.com/pt/art/william-roos-john-thomas-AQSFJ3-en/
    Harvard
    Roos, William (1847) John Thomas. Llyfrgell Genedlaethol Cymru / The National Library of Wales. Available at: https://wahooart.com/pt/art/william-roos-john-thomas-AQSFJ3-en/

    Observe de perto

    John Thomas — William Roos

    Olhar de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. Relembre John Cox (1800 –1870) (1845), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    4. William Roos tinha cerca de 39 anos quando esta obra foi feita. O que nela parece ser o trabalho de um artista nessa fase?
    5. O que o artista pode ter querido que você sentisse?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    Qual museu detém a obra original de "John Thomas"?

    Você pode ver a obra original "John Thomas" no Llyfrgell Genedlaethol Cymru / The National Library of Wales, Aberystwyth, Reino Unido.

    Está disponível um download para "John Thomas"?

    "John Thomas" de William Roos pode ser descarregado na página de Baixar da obra, como download de imagem digital em alta resolução.

    Qual é a intensidade de cor de "John Thomas" de William Roos?

    As cores em "John Thomas" de William Roos possuem uma intensidade Monochromatic.