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Guia de Obras de Estudantes

Triangular Motif

Nome Turma Data

Victor Pasmore, Triangular Motif (1949), Ferens Art Gallery. Reproduzido para fins de referência; todos os direitos reservados ao detentor dos direitos.

Informações principais

Artista
Victor Pasmore wahooart.com/pt/artists/victor-pasmore_pt/
Datas do artista
1908 – 1998
Pintura
1949
Dimensões originais
60 x 51 cm
Realizado em
Ferens Art Gallery wahooart.com/pt/museums/ferens-art-gallery-hull_pt/

No contexto

Triangular Motif — Victor Pasmore

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 60 × 51 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Ano de criação

  1. 1900
  2. 1910
  3. 1920
  4. 1930
  5. 1940
  6. 1950
  7. 1960
  8. 1970
  9. 1980
  10. 1990

Sombreado: a trajetória de Victor Pasmore (1908–1998) ▲ esta obra, 1949

Obras comparáveis

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Paleta de cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Rosy Brown #b8a079

    Paleta catalogada

    • #B8A079
    • #985A22
    • #2E3D21
    • #D7CDC2
    Paleta
    Neutrals A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Rosy Brown
    Intensidade
    Vivid O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Balanced O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Strong Color Unity A forma como as cores interagem entre si, desde o contraste marcante até a total harmonia.
    Brilho
    Brilliant O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Balanced Soft Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Artista e museu

    Artista

    Victor Pasmore

    Nascido em Chelsham, Reino Unido

    Victor Pasmore: Um Pioneiro da Abstração Britânica

    Primeiros Anos e Formação

    Edwin John Victor Pasmore nasceu em 3 de dezembro de 1908, em Chelsham, Surrey.

    Recebeu sua educação inicial na Summer Fields School, em Oxford, e em Harrow, no oeste de Londres.

    Um ponto de virada ocorreu com a morte de seu pai em 1927, o que o forçou a assumir um cargo administrativo no London County Council.

    Ele dedicou-se à pintura em regime de meio período na Central School of Art e tornou-se associado à Euston Road School.

    Inícios Figurativos e Experiências de Guerra

    Inicialmente, Pasmore experimentou com a abstração, mas mais tarde adotou um estilo figurativo lírico.

    Suas primeiras obras frequentemente retratavam vistas do Rio Tâmisa a partir de Hammersmith, remetendo a J.M.W. Turner e James McNeill Whistler.

    Uma postura moral firme: Durante a Segunda Guerra Mundial, Pasmore foi um objetor de consciência.

    Após ter seu pedido recusado por seu tribunal local, ele foi convocado para o serviço militar em 1942. Ele recusou as ordens e foi submetido a uma corte marcial, recebendo uma sentença de 123 dias de prisão.

    Ele recorreu com sucesso desta decisão e obteveu isenção incondicional do serviço militar.

    A Transição para a Abstração

    O grande salto de Pasmore para a arte abstrata ocorreu por volta de 1947, profundamente influenciado por Piet Mondrian e Paul Klee.

    Ele inspirou-se nos escritos deles sobre a natureza e a criação de uma harmonia dinâmica na arte, acreditando que isso prenunciava uma futura harmonia social.

    Principais Influências: Ele também buscou inspiração em Ben Nicholson e em outros artistas associados ao grupo Circle.

    Seu trabalho abstrato frequentemente envolvia colagem e a construção de relevos, sendo pioneiro no uso de novos materiais e, por vezes, alcançando grandes escalas arquitetônicas.

    Grandes Conquistas e Integração Arquitetônica

    Impacto Revolucionário: Herbert Read descreveu o novo estilo de Pasmore como “o evento mais revolucionário na arte britânica do pós-guerra”.

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    Em 1950, ele foi comissionado para criar um mural abstrato para um depósito de ônibus em Kingston upon Thames.

    Ele contribuiu com um mural para o Festival da Grã-Bretanha em 1951, apresentando diversos construtivistas britânicos.

    The Apollo Pavilion: Em 1955, ele tornou-se Diretor Consultor de Design Arquitetônico para a Peterlee Development Corporation. A peça central deste projeto foi a estrutura de arte pública abstrata, o Apollo Pavilion, que gerou considerável controvérsia, mas permanece como um marco significativo.

    Reconhecimento Internacional e Últimos Anos

    Pasmore representou a Grã-Bretanha na Bienal de Veneza de 1961 e participou da Documenta II em Kassel (1959).

    Ele atuou como curador da Tate Gallery, doando inúmeras obras para o seu acervo.

    Contribuições Educacionais: Ele foi uma figura de liderança na promoção da arte abstrata e na reforma do ensino das belas artes.

    De 1954 a 1961, ele liderou o curso de arte no King’s College, Durham (Newcastle upon Tyne), desenvolvendo um influente curso de arte e design geral inspirado pela Bauhaus.

    Mudou-se para Malta em 1966 e faleceu em Gudja, em 23 de janeiro de 1998, aos 89 anos.

    Legado e Significância Histórica

    A obra de Victor Pasmore marcou um ponto de inflexão na arte britânica, estabelecendo a abstração como uma força vital.

    Sua integração entre arte e arquitetura desafiou fronteiras convencionais e influenciou gerações subsequentes de artistas e designers.

    A Galeria Victor Pasmore, inaugurada em Malta em 2014, abriga uma exposição permanente de suas obras criadas durante seu período na ilha.

    Museu

    Ferens Art Gallery

    Em exibição em Hull, United Kingdom

    A Legacy Etched in Hull: The Soul of Ferens Art Gallery

    Nestled within the vibrant coastal embrace of Hull, United Kingdom, the

    Ferens Art Gallery

    stands as a profound testament to the transformative power of beauty and the enduring legacy of human creativity. To step through its doors is to embark on a journey that transcends time, moving seamlessly from the meticulous precision of the Old Masters to the evocative abstractions of the modern era. Established in 1927 by the visionary industrialist

    Thomas Robinson Ferens

    , the gallery was born from a philanthropic dream to democratize art, ensuring that the treasures of the past and present remain accessible to all. It is not merely a repository for canvas and pigment; it is a living narrative of cultural evolution, where every brushstroke whispers stories of maritime adventure, societal shifts, and the eternal quest for aesthetic truth.

    The collection itself is a breathtaking tapestry of European excellence, anchored by works that define entire epochs. Visitors are often captivated by the gallery’s exceptional holdings in

    Dutch and Flemish art

    , where the masterful manipulation of light and shadow creates an almost tactile reality. One cannot help but feel the pulse of human emotion in the dynamic portraiture of

    Frans Hals

    , whose ability to capture a fleeting glance or a subtle smile remains unparalleled. This dialogue with light continues through the luminous Venetian landscapes of

    Canaletto

    , whose atmospheric perspectives transport the viewer to sun-drenched canals and bustling piazzas. For those drawn to the sea, the gallery’s collection of British Marine paintings offers a poignant connection to Hull’s own seafaring heritage, presenting dramatic scenes of naval life and the formidable, unpredictable force of the ocean.

    Beyond the classical splendors, the Ferens Art Gallery serves as a vital bridge to the 20th century and beyond. The halls resonate with the stylistic shifts of Impressionism and the intellectual rigors of Conceptual Art, featuring works by luminaries such as

    Frederic Lord Leighton

    ,

    Stanley Spencer

    , and the contemporary provocations of

    Helen Chadwick

    and

    Gillian Wearing

    . This curated tension between tradition and innovation makes the gallery a sanctuary for both the seasoned art historian and the modern collector seeking inspiration. The museum’s ability to host significant temporary exhibitions—ranging from explorations of the Royal Collection to celebrated features on artists like Francis Bacon—ensures that the gallery remains a dynamic, breathing entity within the global art discourse.

    The architectural experience of the gallery is as much a part of the art as the paintings themselves. The building, a

    Grade II listed structure

    , exudes an understated grandeur and a sense of tranquil permanence. Following a significant restoration and extension in 1991 and a major £4.5 million makeover in preparation for the 2017 Turner Prize, the space has been transformed into a light-filled sanctuary designed for deep contemplation. The spacious galleries allow expansive canvases to breathe, while the architectural harmony of the building provides a serene backdrop that encourages visitors to linger. Whether wandering through the quietude of the permanent collections or engaging with the lively atmosphere of the children's gallery and cafe, one finds that the Ferens Art Gallery is more than a destination; it is an immersive experience where history, art, and architecture converge to inspire a lifelong passion for the sublime.

    Saiba mais

    Disponível online

    QR code que direciona para a página de download de Triangular Motif

    wahooart.com/pt/art/download/victor-pasmore-triangular-motif-AQSH78-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Pasmore, Victor. Triangular Motif. 1949, Ferens Art Gallery. https://wahooart.com/pt/art/victor-pasmore-triangular-motif-AQSH78-en/
    APA
    Pasmore, Victor (1949). Triangular Motif [Painting]. Ferens Art Gallery. https://wahooart.com/pt/art/victor-pasmore-triangular-motif-AQSH78-en/
    Chicago
    Victor Pasmore. Triangular Motif. 1949. Ferens Art Gallery. https://wahooart.com/pt/art/victor-pasmore-triangular-motif-AQSH78-en/
    Harvard
    Pasmore, Victor (1949) Triangular Motif. Ferens Art Gallery. Available at: https://wahooart.com/pt/art/victor-pasmore-triangular-motif-AQSH78-en/

    Observe de perto

    Triangular Motif — Victor Pasmore

    Observe de perto

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    3. Relembre Suburban Gardens (1947), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    4. Victor Pasmore tinha cerca de 41 anos quando esta obra foi feita. O que nela parece ser o trabalho de um artista nessa fase?
    5. O que o artista pode ter querido que você sentisse?

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