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Guia de Obras de Estudantes

Object emblematic 5

Nome Turma Data

rubem valentim de oliveira, Object emblematic 5, Museu Nacional de Belas Artes. Reproduzido para fins de referência; todos os direitos reservados ao detentor dos direitos.

Informações principais

Artista
rubem valentim de oliveira wahooart.com/pt/artists/rubem-valentim-de-oliveira/
Datas do artista
1922 – 1991
Realizado em
Museu Nacional de Belas Artes wahooart.com/pt/museums/museu-nacional-de-belas-artes-rio-de-janeiro_pt/

No contexto

Object emblematic 5 — rubem valentim de oliveira

Quando poderá ter sido pintada esta obra?

  1. 1920
  2. 1930
  3. 1940
  4. 1950
  5. 1960
  6. 1970
  7. 1980
  8. 1990

Sombreado: a trajetória de rubem valentim de oliveira (1922–1991)

Este disco não possui um ano exato registrado — considerando a trajetória do artista e o estilo da obra, de qual década você o estimaria?

Obras comparáveis

  • No Title, 1989 wahooart.com/pt/art/rubem-valentim-de-oliveira-no-title-DD34VK-en/
  • Emblem 34, 1973 wahooart.com/pt/art/rubem-valentim-de-oliveira-emblem-34-D4A6UT-en/

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Mais obras para acompanhar esta: wahooart.com/pt/art/similar/rubem-valentim-de-oliveira-object-emblematic-5-D48LSB-en/

Paleta de cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Phthalo Green #1d1317

    Paleta catalogada

    • #1D1317
    • #E8CFB0
    • #EB4124
    • #1B1E44
    Nome da cor principal
    Phthalo Green
    Intensidade
    Balanced O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Statement O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Softly Mixed Palette A forma como as cores interagem entre si, desde o contraste marcante até a total harmonia.
    Brilho
    Deep_shadow O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Balanced Soft Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Artista e museu

    Artista

    rubem valentim de oliveira

    Nascido em Salvador, Brazil

    Rubem Valentim: A Pioneer of Bahia’s Renewal

    Rubem Valentim (1922 – 1991) stands as a pivotal figure in Brazilian art history, particularly recognized for his contribution to the Renovative Movement—a vibrant artistic surge that emerged from Bahia during the late 1970s and early 1980s. Born in Salvador, Bahia, Valentim’s artistic journey began organically, fueled by an innate fascination with color and form honed through self-teaching rather than formal academic training. Despite pursuing dentistry as a profession, his passion for painting persisted, shaping his life's trajectory and ultimately prioritizing the creative pursuit.

    Early Life & Education: Valentim’s formative years were marked by exposure to Bahian culture and traditions, which profoundly influenced his artistic sensibilities. He graduated from dentistry in 1946 but continued to paint concurrently, demonstrating a remarkable balance between intellectual pursuits and artistic expression.

    Journalism & Artistic Exploration: Recognizing the importance of communication beyond visual art, Valentim pursued journalism studies and earned his bachelor’s degree from Bahia School of Philosophy in 1953. This broadened perspective enriched his understanding of cultural contexts and informed his artistic endeavors.

    The Renovative Movement & African Influences

    Valentim's involvement with the Renovative Movement solidified his reputation as a visionary artist who championed experimentation and challenged conventional artistic norms. Driven by a desire to revitalize Brazilian art, Valentim’s collaborators sought inspiration from indigenous cultures and traditions—specifically, the artistic heritage of Africa—resulting in works characterized by bold colors, geometric abstraction, and symbolic representations rooted in African cosmology. This influence is palpable in pieces like “Emblem 34” and “No Title,” where vibrant hues converge to create dynamic compositions reflecting a deep connection with ancestral roots.

    European Travels & Artistic Inspiration: Valentim embarked on a transformative journey abroad in 1962, supported by a fellowship from the XI National Salon of Modern Art. His exploration of Europe exposed him to diverse artistic traditions, particularly those originating in primitive cultures—a formative experience that profoundly shaped his aesthetic vision.

    Biennial Participation & Dakar Festival: Valentim’s commitment to artistic dialogue extended beyond national borders; he participated in the Venice Biennials of 1964 and 1966 and traveled to Senegal for the inaugural World Festival of Negro Art in Dakar, demonstrating his dedication to promoting intercultural understanding.

    Return to Brazil & Recognition

    Returning to Bahia in 1966 after accepting an invitation from Brasília’s Central Institute of Arts, Valentim received acclaim for his artistic contributions and was awarded a special prize for “contribution to Brazilian painting.” His work garnered scholarly attention both domestically and internationally, cementing his legacy as a seminal figure in twentieth-century Brazilian art. The São Paulo Museum of Art (MASP) organized a comprehensive career survey in 2018 showcasing 99 artworks by Valentim—a testament to the enduring impact of his artistic vision.

    Legacy & Philosophical Vision

    Valentim’s intellectual pursuits extended beyond painting; he authored and published Manifesto ainda que tardio (“A Manifesto, Albeit Late”) in 1976, articulating a compelling critique of colonialism within the arts. He argued for an artistic agenda focused on confronting oppressive structures and fostering empathy—a philosophical stance that continues to resonate with contemporary artists and scholars alike. Valentim’s unwavering belief in “La búsqueda artística es siempre interior, it is part of a deep religiosity.” – Rubem Valentim – encapsulates his profound understanding of art's role as a conduit for spiritual exploration and social transformation.

    Notable Works

    Emblem 34

    No Title

    Object emblematic 5

    Museu

    Museu Nacional de Belas Artes

    Em exibição em Rio de Janeiro, Brasil

    Um Palácio de Ecos Artísticos: Descobrindo o Museu Nacional de Belas Artes

    O Rio de Janeiro respira um ritmo incomparável, uma tapeçaria vibrante tecida por praias banhadas pelo sol e florestas tropicais exuberantes. No entanto, aninhado em seu coração histórico, encontra-se um tesouro de herança artística: o Museu Nacional de Belas Artes (MNBA). Estabelecida em 1937, esta instituição não é meramente um repositório de pinturas e esculturas; é uma crônica viva da evolução cultural do Brasil, refletindo suas aspirações de grandeza e sua fascinação duradoura pela beleza. Do legado opulento da corte real de Portugal ao florescimento de uma identidade artística nacional, cada canto do MNBA sussurra contos de criatividade e busca intelectual.

    A história do MNBA começa em 1808, quando o Rei Dom João VI decidiu transferir sua monarquia de Lisboa para o Rio de Janeiro, fugindo dos exércitos de Napoleão que avançavam sobre a Europa. Junto com ele, chegou uma magnífica coleção de arte europeia – a Coleção Real Portuguesa – um legado que moldaria irrevogavelmente a trajetória artística do Brasil. Não se tratou apenas de uma chegada; foi uma infusão de inspiração, impulsionando a criação da Escola Nacional de Belas Artes e fomentando um diálogo entre mestres europeus e artistas brasileiros. As sementes plantadas em Lisboa floresceram na vasta coleção que admiramos hoje, fruto de aquisições astutas e doações generosas, consolidando o MNBA como o principal santuário artístico do Brasil.

    O próprio edifício é uma obra de arte — um testemunho do idealismo arquitetônico concebido pelo arquiteto espanhol Adolfo Morales de los Ríos e inaugurado em 1938. Inspirada na grandiosidade do Museu do Louvre, em Paris, a fachada do MNBA personifica uma mistura harmoniosa de estilos. Dominando a entrada, elementos do Renascimento Francês simbolizam elegância e refinamento, enquanto influências do Renascimento Italiano adornam as paredes laterais, refletindo valores humanistas. Delicados relevos em terracota retratam cenas da antiguidade — a mitologia grega e a história romana — servindo como lembretes visuais das tradições artísticas clássicas. Além disso, medalhões homenageiam proeminentes artistas brasileiros ao lado de celebradas figuras europeias, encarnando uma celebração da linhagem artística e da curiosidade intelectual. Mosaicos parisienses intrincados retratam arquitetos, pintores e teóricos da arte — uma homenagem deliberada aos próprios princípios que sustentaram a criação do MNBA.

    Nos salões do MNBA residem mais de 20.000 obras de arte que abrangem séculos — desde vitrais medievais até instalações contemporâneas. O núcleo da coleção do museu exibe obras-primas do século XIX, principalmente pinturas e esculturas brasileiras que capturam o espírito de uma nação em transformação durante um período marcado por agitações sociais e reformas políticas. Entre seus tesoures mais preciosos estão obras de Antônio Cândido da Cunha, Leopoldino de Faria, Cicero Dias de Carvalho e António Pedro Souza Lima — artistas que mesclaram habilidosamente as influências europeias com a sensibilidade brasileira. Além disso, o MNBA sedia regularmente exposições inovadoras que exploram diversos movimentos e temas artísticos, promovendo o diálogo entre artistas e o público. Mostras recentes abordaram questões sociais urgentes, ao mesmo tempo em que celebraram a riqueza da cultura brasileira e suas conexões com as tendências internacionais da arte.

    O MNBA distingue-se ao abraçar um panorama artístico mais amplo — incluindo a arte popular brasileira e a arte africana — proporcionando visões inestimáveis sobre a multifacetada herança cultural do Brasil. Essas coleções iluminam tradições transmitidas através de gerações, refletindo crenças e práticas indígenas ao lado de influências das rotas comerciais transatlânticas. O exame dessas obras de arte convida à contemplação da universalidade da experiência humana e celebra a vibração de diversas expressões artísticas. Os curadores do museu esforçam-se para contextualizar essas peças dentro de seus marcos históricos, promovendo a compreensão e o apreço por culturas que transcendem as fronteiras brasileiras.

    Em última análise, o MNBA ergue-se como um farol da identidade artística brasileira — um lugar onde os visitantes podem traçar a evolução da arte nacional, desde o mecenato real até a inovação moderna. É mais do que apenas um museu; é um incubador de criatividade e curiosidade intelectual, convidando à reflexão e fomentando conexões entre artistas através do tempo e do espaço. Visitar o MNBA é embarcar em uma jornada pela alma artística do Brasil — uma peregrinação para qualquer pessoa que busque beleza, conhecimento e inspiração.

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    Disponível online

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    wahooart.com/pt/art/download/rubem-valentim-de-oliveira-object-emblematic-5-D48LSB-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    oliveira, rubem valentim de. Object emblematic 5. n.d., Museu Nacional de Belas Artes. https://wahooart.com/pt/art/rubem-valentim-de-oliveira-object-emblematic-5-D48LSB-en/
    APA
    oliveira, rubem valentim de (n.d.). Object emblematic 5 [Painting]. Museu Nacional de Belas Artes. https://wahooart.com/pt/art/rubem-valentim-de-oliveira-object-emblematic-5-D48LSB-en/
    Chicago
    rubem valentim de oliveira. Object emblematic 5. n.d. Museu Nacional de Belas Artes. https://wahooart.com/pt/art/rubem-valentim-de-oliveira-object-emblematic-5-D48LSB-en/
    Harvard
    oliveira, rubem valentim de (n.d.) Object emblematic 5. Museu Nacional de Belas Artes. Available at: https://wahooart.com/pt/art/rubem-valentim-de-oliveira-object-emblematic-5-D48LSB-en/

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    Object emblematic 5 — rubem valentim de oliveira

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