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Guia de Obras de Estudantes

Cyclamen

Nome Turma Data

Richard Spare, Cyclamen (1999), Leeds Art Gallery. Reproduzido para fins de referência; todos os direitos reservados ao detentor dos direitos.

Informações principais

Artista
Richard Spare wahooart.com/pt/artists/richard-spare/
Pintura
1999
Dimensões originais
65 x 57 cm
Movimento
Neo Expressionism A rough, urgent return to figure painting in the 1980s, after years of cool abstraction.
Realizado em
Leeds Art Gallery wahooart.com/pt/museums/leeds-art-gallery-leeds_pt/

No contexto

Cyclamen — Richard Spare

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 65 × 57 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Ano de criação

  1. 1990

▲ esta obra, 1999

Obras comparáveis

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Paleta de cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Putty #dcdddc

    Paleta catalogada

    • #DCDDDC
    • #120E11
    • #8A384B
    • #8F93B2
    Paleta
    Neutrals A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Putty
    Intensidade
    Monochromatic O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Statement O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Discordant Palette A forma como as cores interagem entre si, desde o contraste marcante até a total harmonia.
    Brilho
    Brilliant O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Muted Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Artista e museu

    Artista

    Richard Spare

    Early Life and Artistic Foundations

    Richard John Spare, born in Chelmsford in 1951, embarked on a journey that would establish him as a pivotal figure in British printmaking and a celebrated artist in his own right. His formative years at Maidstone College of Art from 1971 to 1974 laid the groundwork for a career deeply rooted in traditional techniques yet remarkably attuned to contemporary artistic currents. This period wasn’t merely about mastering paint application; it was an immersion into the very language of visual expression, fostering a sensitivity that would later define his nuanced approach to etching and drypoint. Following college, Spare's apprenticeship with Thomas Ross & Son proved invaluable. He honed his skills in mezzotint printing and restoration, working on significant projects like George Stubbs’ works for the Tate Gallery and meticulously restoring J.M.W. Turner’s aquatints for a Royal Academy exhibition—a direct connection to the masters that instilled a profound respect for art history.

    The Hockney Collaboration and Rise as a Master Printmaker

    A defining moment arrived in 1977 when Spare was entrusted with establishing David Hockney's etching studio, undertaking the editioning of The Blue Guitar series. This wasn’t simply a technical task; it offered an intimate glimpse into Hockney’s creative process and provided invaluable experience. Observing Hockney at work on his designs for Mozart’s The Magic Flute at Glyndebourne further broadened Spare's artistic horizons, exposing him to the collaborative energy of opera and stage design. The following decade saw a flourishing of collaborations with an extraordinary roster of contemporary artists—Jasper Johns, Keith Haring, Robert Ryman, Francesco Clemente, Howard Hodgkin—each project pushing the boundaries of printmaking technique and solidifying Spare’s reputation as a master craftsman. He wasn't merely reproducing images; he was interpreting them through his own skilled hand, contributing to their very essence.

    Establishing Wellington Studio and a Distinct Artistic Voice

    In 1989, Richard Spare founded Wellington Studio in London, marking a pivotal shift towards focusing on his personal artistic vision. While continuing to edition prints for others, the studio became a space for exploring his own creative impulses—a haven dedicated to nature, travel, and the quiet beauty of everyday life. This period saw the development of his signature style: richly coloured drypoint etchings characterized by velvety textures and evocative compositions. His garden in Charlton, brimming with hollyhocks, foxgloves, and wisteria, became a primary source of inspiration—a microcosm of wildlife and botanical detail that he translated onto copper plates with remarkable sensitivity. The resourceful use of everyday objects as vases – water bottles or pesto jars – speaks to an appreciation for the beauty found in simplicity.

    International Recognition and Enduring Legacy

    Spare’s work quickly garnered international acclaim, particularly through a series of annual solo exhibitions across Japan spanning eleven years. These shows weren't merely displays of artistic talent; they were cultural exchanges, fostering a deep connection with Japanese audiences who resonated with the delicate balance of detail and colour in his prints. Solo exhibitions followed in Australia, further expanding his global reach. Throughout this period, Spare remained a frequent exhibitor at prestigious venues like the Royal Academy Summer Exhibition—a testament to his consistent artistic quality and enduring appeal. In 2025, the Open University bestowed upon him an Honorary Doctorate, recognizing his significant “Services to the Arts.” His works now reside in esteemed public collections including the Victoria & Albert Museum, British Library, and Hunterian Art Gallery, cementing his place within the canon of contemporary British art.

    Themes, Influences, and Artistic Significance

    Richard Spare’s artistic significance lies not only in his technical mastery but also in his ability to imbue seemingly ordinary subjects with a profound sense of beauty and emotion. His work is deeply rooted in observation—a careful study of nature, travel, and the subtle nuances of light and shadow. The influence of earlier masters like Stubbs, Turner, Hogarth, Cruikshank, Rowlandson, Gillray, Landseer, and Martin is evident in his meticulous attention to detail and narrative quality. However, Spare’s work transcends mere imitation; it's a unique synthesis of tradition and contemporary sensibility. He doesn’t simply depict what he sees; he transforms it—infusing it with colour, texture, and a deeply personal vision that resonates with viewers on an emotional level. His dedication to the art of printmaking, coupled with his unwavering commitment to his own artistic voice, has established him as a truly exceptional figure in British art, whose legacy will continue to inspire generations of artists to come.

    Museu

    Leeds Art Gallery

    Em exibição em Leeds, Reino Unido

    Um Santuário Vitoriano da Visão Britânica

    Aninhada no coração vibrante de West Yorkshire, a Leeds Art Gallery ergue-se como um profundo testemunho do mecenato artístico e do orgulho cívico. Estabelecida em 1888 para comemorar o Jubileu de Ouro da Rainha Vitória, a galeria nasceu de um grandioso gesto de enriquecimento intelectual, refletindo o profundo compromisso de uma era com o progresso e o refinamento estético. O próprio edifício é uma obra-prima da arquitetura Beaux Arts, projetada pelo visionário William Henry Thorp. Sua presença imponente, caracterizada pelo marcante calcário proveniente de pedreiras locais de magnesita, torna-o um marco listado de Grau II que serve como um elo tangível com o século XIX. Entrar em seu interior é ingressar em um santuário onde a história e a arte convergem, oferecendo uma sensação de permanência em meio às marés em constante mudança da cultura moderna.

    A coleção da galeria é uma tapeçaria deslumbrante tecida através do tempo, traçando a magnífica evolução da pintura britânica, desde os floreios dramáticos do período Barroco até as inovações banhadas pela luz do Impressionismo. Para o colecionador exigente ou amante da arte, os salões oferecem uma extraordinária amplitude de maestria. Embora a coleção celebre mestres consagrados, ela também encontra expressão profunda em movimentos modernos como o Cubismo e o Surrealismo, exibindo obras que ousaram desafiar percepções convencionais e expandir os limites da exploração criativa. Um destaque particularmente impressionante é a obra de Clara Birnberg,

    Reclining Woman: Elbow

    , uma escultura monumental de 1981 que exemplifica a poderosa tradição escultórica de Yorkshire — um legado enraizado tanto na graça clássica quanto na expressão regional robusta.

    Uma Narrativa Viva de Ofício e Comunidade

    Além da tela e da pedra, a Leeds Art Gallery serve como o coração pulsante da identidade artística de Yorkshire, celebrando a beleza, muitas vezes negligenciada, do artesanato local. O museu guarda tesouros significativos em têxteis e cerâmicas, meios que refletem a herança intrincada dos artesãos da região. Essa dedicação às raízes locais é equilibrada por uma missão voltada para o futuro; a galeria promove ativamente conexões entre legados históricos e vozes emergentes por meio de exposições regulares e projetos colaborativos. Iniciativas recentes envolvendo estudantes da Universidade de Leeds exploraram temas complexos de identidade e representação, garantindo que o museu permaneça um local dinâmico para reflexão crítica e diálogo social.

    Para designers de interiores e entusiastas da estética refinada, a galeria oferece inspiração infinita, desde os grandiosos detalhes arquitetônicos de seus salões vitorianos até as texturas íntimas de seu acervo contemporâneo. Mesmo enquanto passa por obras essenciais de restauração para preservar sua grandeza estrutural, a instituição permanece como um farol de acessibilidade e inclusividade. Com espaços sensoriais acolhedores e um compromisso em envolver todos os membros da comunidade, a Leeds Art Gallery é mais do que apenas um repositório de obras-primas; é uma narrativa viva e pulsante de criatividade, inovação e o poder duradouro do espírito humano.

    Saiba mais

    Disponível online

    QR code que direciona para a página de download de Cyclamen

    wahooart.com/pt/art/download/richard-spare-cyclamen-D62KD4-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Spare, Richard. Cyclamen. 1999, Leeds Art Gallery. https://wahooart.com/pt/art/richard-spare-cyclamen-D62KD4-en/
    APA
    Spare, Richard (1999). Cyclamen [Painting]. Leeds Art Gallery. https://wahooart.com/pt/art/richard-spare-cyclamen-D62KD4-en/
    Chicago
    Richard Spare. Cyclamen. 1999. Leeds Art Gallery. https://wahooart.com/pt/art/richard-spare-cyclamen-D62KD4-en/
    Harvard
    Spare, Richard (1999) Cyclamen. Leeds Art Gallery. Available at: https://wahooart.com/pt/art/richard-spare-cyclamen-D62KD4-en/

    Observe de perto

    Cyclamen — Richard Spare

    Observe de perto

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    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. Relembre Fox (2009), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    4. Neo Expressionism: A rough, urgent return to figure painting in the 1980s, after years of cool abstraction. Onde você pode observar isso nesta obra?
    5. O que o artista pode ter querido que você sentisse?

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