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Guia de Obras de Estudantes

Jack Percy Blake

Nome Turma Data

philip connard, Jack Percy Blake (1942), Guildhall Art Gallery. Reproduzido para fins de referência; todos os direitos reservados ao detentor dos direitos.

Informações principais

Artista
philip connard wahooart.com/pt/artists/philip-connard/
Datas do artista
1875 – 1958
Pintura
1942
Dimensões originais
90 x 70 cm
Realizado em
Guildhall Art Gallery wahooart.com/pt/museums/guildhall-art-gallery-londres_pt/

No contexto

Jack Percy Blake — philip connard

Dimensões

As dimensões originais são 90 × 70 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Ano de criação

  1. 1870
  2. 1880
  3. 1890
  4. 1900
  5. 1910
  6. 1920
  7. 1930
  8. 1940
  9. 1950

Sombreado: a trajetória de philip connard (1875–1958) ▲ esta obra, 1942

Obras comparáveis

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Paleta de cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Espresso #5b5248

    Paleta catalogada

    • #5B5248
    • #74685A
    • #3D3C38
    • #9A8B7B
    Paleta
    Earthy A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Espresso
    Intensidade
    Monochromatic O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Serene O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Strong Color Unity A forma como as cores interagem entre si, desde o contraste marcante até a total harmonia.
    Brilho
    Shadow O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Muted Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Artista e museu

    Artista

    philip connard

    A Life Painted in Light: The Story of Philip Connard

    Philip Connard (1875-1958) emerged from humble beginnings to become a celebrated British painter, his canvases imbued with a romantic sensibility and a remarkable versatility that spanned decorative landscapes, poignant war art, and grand mural commissions. Born in Southport, Lancashire, Connard’s early life offered little indication of the artistic path he would forge. He initially entered the building trade as a house painter, a practical occupation that nonetheless fostered an appreciation for form, color, and meticulous detail—qualities that would later define his work. However, a burgeoning passion for art led him to evening classes, culminating in a scholarship to the Royal College of Art in London, where he specialized in textile design. A small prize of £100 allowed a brief sojourn to Paris, though financial constraints curtailed his time there, it nonetheless provided an initial taste of the European artistic milieu.

    Upon returning to London, Connard established himself as an illustrator before securing a teaching position at Lambeth School of Art. This period proved pivotal, not only for his professional development but also for nurturing a new generation of artists, including Edmund Blampied. It was during these years that Connard’s distinctive style began to coalesce—romantic landscapes populated with graceful figures, often pierettes or birds, rendered in oils with an airy lightness and individual conception. He submitted works to the New English Art Club, gaining recognition for his evocative compositions.

    From Battlefield Sketches to Royal Commissions

    The outbreak of World War I dramatically altered Connard’s trajectory. Despite being nearly forty years old, he volunteered for service, joining the Royal Field Artillery as a private and rising to the rank of Captain before being invalided out due to severe shell shock. This experience profoundly impacted his artistic vision. Appointed an official war artist to the Royal Navy, Connard documented scenes of naval conflict with a newfound intensity and emotional depth. His sketches and paintings captured the drama of battles, most notably the surrender of the German ship SMS Goeben and the daring Zeebrugge raid—works that now reside in the Imperial War Museum, London, serving as powerful visual records of a tumultuous era. This period marked a shift from idyllic landscapes to scenes imbued with patriotism and sacrifice.

    Connard’s wartime service propelled him into a realm of prestigious commissions. He secured contracts for murals at Windsor Castle, large panels for a ballroom in New Delhi, and perhaps his most significant undertaking: a substantial panel depicting England for the opulent RMS Queen Mary liner. These projects showcased his mastery of decorative painting and his ability to translate grand narratives onto monumental surfaces. His work during this time was characterized by a refined elegance and a meticulous attention to detail, reflecting both classical influences and a distinctly British aesthetic sensibility.

    Recognition and Legacy

    The accolades followed in quick succession. Connard was elected an associate of the Royal Academy in 1918 and became a full Academician in 1925. He further served as Keeper of the Royal Academy school from 1945 to 1949, guiding aspiring artists and shaping the future direction of British art. In 1950, he was appointed a Commander of the Royal Victorian Order, acknowledging his significant contributions to the artistic landscape. Throughout his career, Connard’s work found its way into esteemed collections including the Tate Gallery in London, the Musée d’Orsay in Paris, and the National Museum of Wales.

    Influences: While not explicitly aligned with a single movement, Connard's work demonstrates an affinity for Impressionism, particularly in his use of light and color. He also drew inspiration from classical traditions and the decorative arts.

    Key Characteristics: Romantic landscapes, graceful figures, meticulous detail, atmospheric perspective, patriotic themes (particularly during wartime), and a refined elegance.

    Major Achievements: Official War Artist to the Royal Navy, murals at Windsor Castle, panel for RMS Queen Mary, election to the Royal Academy, Keeper of the Royal Academy school.

    Philip Connard’s story is one of resilience, artistic evolution, and unwavering dedication. He rose from modest origins to achieve prominence through talent, hard work, and a willingness to embrace new challenges. His paintings continue to captivate audiences with their beauty, emotional resonance, and enduring testament to the power of art to reflect both the triumphs and tragedies of human experience. He remains a significant figure in British Impressionism, celebrated for his evocative landscapes and his poignant contributions to wartime artistry.

    Museu

    Guildhall Art Gallery

    Em exibição em Londres, Reino Unido

    Uma Jornada pela História e pelo Patrimônio Artístico de Londres: Explorando a Guildhall Art Gallery

    A Guildhall Art Gallery ergue-se como um testemunho singular do legado duradouro de Londres – um lugar onde a grandiosidade da arte vitoriana se entrelaça perfeitamente com os ecos tangíveis da Britânia Romana. Localizado no coração da City de Londres, este museu não é meramente um repositório de pinturas; é uma experiência imersiva que transporta os visitantes através dos séculos, promovendo uma profunda apreciação tanto pela inovação artística quanto pelas descobertas arqueológicas.

    Destaques da Coleção: Visões Vitorianas

    Retratos dos Mestres do Passado de Londres

    O Anfiteatro Sob a Cidade

    A força central da galeria reside no seu impressionante conjunto de pinturas vitorianas, que capturam predominantemente o espírito e a estética da era. Artistas como Sir Lawrence Alma-Tadema renderizaram com maestria cenas domésticas imbuídas de detalhes meticulosos, refletindo os valores sociais e as aspirações de um império em expansão. Ao lado destas obras-primas, encontram-se retratos que comemoram figuras influentes que moldaram o cenário político e a identidade cultural de Londres – indivíduos cujos semblantes oferecem vislumbres inestimáveis de seus tempos. Notavelmente, a representação monumental de John Singleton Copley, “The Defeat of the Floating Batteries at Gibraltar”, exige atenção, personificando o espírito audaz da guerra naval durante o reinado da Rainha Vitória.

    Harmonia Arquitetônica: A Visão de Scott

    Um Passado de Histórias: Dos Retratos da Guildhall à Resiliência do Blitz

    Projetado em estilo pós-moderno pelo arquiteto britânico Richard Gilbert Scott, o edifício da galeria complementa deliberadamente a histórica Guildhall adjacente, criando um diálogo arquitetônico que ressalta a história estratificada de Londres. O design prioriza a luz natural e a abertura espacial, elevando a experiência do visitante ao mesmo tempo em que honra o legado de versões anteriores. Tragicamente destruída durante o Blitz em 1941, a Guildhall Art Gallery original sofreu perdas devastadoras; no entanto, sua reconstrução em 1999 garantiu que esta coleção inestimável continuasse a inspirar gerações de entusiastas da arte. A galeria de hoje abriga aproximadamente 4.000 itens, representando uma amplitude notável de expressão artística que abrange séculos.

    Fusão Única: Arte e Arqueologia Combinadas

    O que distingue a Guildhall Art Gallery de outros museus é a sua capacidade inigualável de fundir a contemplação artística com a exploração arqueológica. Os visitantes podem maravilhar-se com telas vitorianas primorosamente elaboradas – como talvez “My First Sermon”, de Sir John Everett Millais, que captura a beleza serena da Inglaterra rural – antes de descerem ao subsolo para testemunhar os restos preservados do anfiteatro romano de Londres, um lembrete tangível das raízes antigas da cidade. Esta justaposição estimula a curiosidade intelectual e promove uma compreensão mais profunda do patrimônio multifacetado de Londres. Além disso, as exposições apresentam regularmente pesquisas inovadoras sobre técnicas artísticas e narrativas históricas, consolidando a posição da Guildhall Art Gallery como um farol de erudição cultural.

    Visitação Recomendada:

    Explore obras de arte como “Pleading”, de Alma-Tadema, e “The Romans Leaving Britain”, de Millais, para uma jornada inesquecível pela alma artística de Londres.

    Saiba mais

    Disponível online

    QR code que direciona para a página de download de Jack Percy Blake

    wahooart.com/pt/art/download/philip-connard-jack-percy-blake-AQUJ9R-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    connard, philip. Jack Percy Blake. 1942, Guildhall Art Gallery. https://wahooart.com/pt/art/philip-connard-jack-percy-blake-AQUJ9R-en/
    APA
    connard, philip (1942). Jack Percy Blake [Painting]. Guildhall Art Gallery. https://wahooart.com/pt/art/philip-connard-jack-percy-blake-AQUJ9R-en/
    Chicago
    philip connard. Jack Percy Blake. 1942. Guildhall Art Gallery. https://wahooart.com/pt/art/philip-connard-jack-percy-blake-AQUJ9R-en/
    Harvard
    connard, philip (1942) Jack Percy Blake. Guildhall Art Gallery. Available at: https://wahooart.com/pt/art/philip-connard-jack-percy-blake-AQUJ9R-en/

    Observe de perto

    Jack Percy Blake — philip connard

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    3. Relembre Albert Emil Davies (1875–1950) (1940), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    4. philip connard tinha cerca de 67 anos quando esta obra foi feita. O que nela parece ser o trabalho de um artista nessa fase?
    5. O que o artista pode ter querido que você sentisse?

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