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Guia de Obras de Estudantes

Closed Eyes

Nome Turma Data

Odilon Redon, Closed Eyes (1890), Museu do Brooklyn. Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
Odilon Redon wahooart.com/pt/artists/odilon-redon_pt/
Datas do artista
1840 – 1916
Pintura a óleo
1890
Técnica
Lithograph Drawn in grease on stone and printed on the principle that grease and water refuse to mix.
Dimensões originais
56 x 41 cm
Movimento
Symbolism Pictures where objects stand for ideas — a flower or a door meaning something beyond itself.
Período
19th Century
Realizado em
Museu do Brooklyn wahooart.com/pt/museums/museu-do-brooklyn-brooklyn_pt/
Artistic style
Dreamlike, introspective
Influences
Japanese art
Notable elements
Ethereal quality, muted tones
Subject or theme
Introspection, sleep

No contexto

Closed Eyes — Odilon Redon

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 56 × 41 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Quando foi pintado?

  1. 1840
  2. 1850
  3. 1860
  4. 1870
  5. 1880
  6. 1890
  7. 1900
  8. 1910

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 76 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 50. O artista viveu até aos 76. 67 das 317 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Odilon Redon (1840–1916) ▲ esta obra, 1890 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1892 Principais anos de atividade: 1892–1908 Obras tardias: a partir de 1908

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

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Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: wahooart.com/pt/art/similar/odilon-redon-closed-eyes-D3HQ3R-en/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Rosy Brown #aa9484

    Paleta catalogada

    • #AA9484
    • #B6A08E
    • #9C8878
    • #8B786A

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Monochrome A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Rosy Brown
    Intensidade
    Balanced O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Serene O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Unified Palette A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Brilliant O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Subtle Color Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Odilon Redon nos últimos doze meses — 38 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 62,3%
    2. 2 Estados Unidos da América 13,3%
    3. 3 Hong Kong 3,7%
    4. 4 França 3,5%
    5. 5 Singapura 3,4%
    6. 6 Espanha 2,0%
    7. 7 Roménia 1,2%
    8. 8 Argentina 1,1%
    9. 9 Itália 1,1%
    10. 10 Reino Unido 0,6%
    11. · 28 outros países 7,8%

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 20 obras mais visualizadas de Odilon Redon

    1. 1 The Cyclops, 1914 2,5%
    2. 2 Yellow Tree, 1900 1,4%
    3. 3 White Vase with Flowers, 1916 1,4%
    4. 4 The Black Pegasus 1,2%
    5. 5 Woman in Red 1,2%
    6. 6 Cactus Man, 1882 1,1%
    7. 7 Ophelia, 1903 1,1%
    8. 8 Roger and Angelica, 1909 1,0%
    9. 9 Oriental Woman, 1897 1,0%
    10. 10 Flower Clouds, 1903 0,9%
    11. 11 Peyrelebade Landscape, 1868 0,9%
    12. 12 Centaurs, 1910 0,9%
    13. 13 The Boat (Aka Virgin With Corona) 0,9%
    14. 14 untitled (190) 0,9%
    15. 15 Beatrice, 1905 0,7%
    16. 16 Mystical Conversation, 1896 0,7%
    17. 17 A Janela, 1907 0,7%
    18. 18 Wild Flowers in a Vase 0,7%
    19. 19 Young Girl in a Blue Bonnet 0,7%
    20. — Closed Eyes, 1890 esta obra 0,0%

    Juntas, estas obras representam 19,9% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 720 obras deste artista, das quais 350 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ainda não foi visualizada neste período — ela encerra a lista sem uma classificação. Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Sobre esta obra

    Closed Eyes — Odilon Redon

    The Enigmatic Portrait of Introspection

    Odilon Redon’s “Closed Eyes,” created in 1890, is not merely a portrait; it's an invitation to delve into the shadowed landscapes of the human psyche. Executed as a lithograph on paper, this deceptively simple image—a woman with her eyes firmly shut—immediately commands attention and invites profound contemplation. Redon, a pivotal figure in the Symbolist movement, rejected the prevailing academic realism of his time, instead choosing to explore the realms of dreams, mythology, and the subconscious through evocative imagery and carefully constructed compositions. “Closed Eyes” exemplifies this approach, offering a glimpse into an inner world far removed from the observable reality.

    The composition is strikingly minimalist. A woman’s face dominates the frame, rendered with a remarkable sensitivity to light and shadow. Her features are soft, almost ethereal, suggesting a state of profound stillness or perhaps even sleep. The background—a suggestion of a wall or plain surface—is deliberately muted, serving only to amplify the focus on her closed eyes. This deliberate reduction in detail is characteristic of Redon’s style; he believed that by stripping away extraneous elements, he could more effectively convey his intended emotional and symbolic message. The color palette – primarily grays and browns – contributes significantly to the painting's somber mood, reinforcing a sense of introspection and quiet melancholy.

    Symbolism and the Language of Dreams

    Redon’s work is deeply rooted in Symbolist principles, which sought to represent ideas and emotions through symbolic imagery rather than literal depiction. “Closed Eyes” is replete with such symbolism. The closed eyes themselves are the most obvious element, immediately suggesting themes of introspection, meditation, or perhaps even oblivion. They invite us to consider what lies behind those shut lids—a world of memories, desires, fears, and fantasies. The woman’s expression is ambiguous; she isn't smiling, nor does she appear distressed. This neutrality further encourages the viewer to project their own interpretations onto the image.

    Furthermore, Redon frequently drew inspiration from folklore, mythology, and the occult. The painting can be interpreted through a Jungian lens, referencing the concept of the unconscious mind—a realm where repressed desires and unresolved conflicts reside. The muted colors and shadowy atmosphere evoke a sense of mystery and unease, mirroring the unsettling nature of exploring the hidden depths of the self. Redon’s use of lithography – a technique that lends itself to subtle tonal variations and ghostly effects – perfectly complements this symbolic intent.

    Technique and Historical Context

    Created in 1890, “Closed Eyes” reflects Redon's mastery of the lithograph medium. Lithography, invented in the late 18th century, allowed artists to create images by transferring ink from a stone or metal plate onto paper. This technique was particularly well-suited to Redon’s exploration of shadowy figures and ambiguous forms. He meticulously prepared his stones, carefully controlling the distribution of ink to achieve the desired tonal effects. The resulting image possesses a remarkable depth and richness, despite its seemingly simple composition.

    Redon's artistic journey began in Bordeaux, France, where he received early instruction in drawing and etching. He later studied with prominent artists like Jean-Léon Gérôme and Rodolphe Bresdin, who instilled in him a deep appreciation for the expressive possibilities of printmaking. The Franco-Prussian War interrupted his studies but ultimately fueled his artistic exploration of the unseen realms. Redon’s work gained recognition during the Symbolist movement, which challenged traditional notions of art and embraced subjective experience and emotional intensity. “Closed Eyes” stands as a testament to Redon's ability to capture the essence of human emotion through evocative imagery and masterful technique.

    A Timeless Exploration of the Inner World

    “Closed Eyes” remains a powerfully resonant work of art, offering viewers an opportunity for introspection and self-discovery. Its enduring appeal lies in its ambiguity, its evocative atmosphere, and its profound exploration of the human psyche. Whether viewed as a portrait of sleep, a meditation on mortality, or a glimpse into the subconscious, this enigmatic image continues to captivate and inspire generations of art lovers. WahooArt offers meticulously crafted hand-painted reproductions that faithfully capture the nuances and subtleties of Redon’s original masterpiece, allowing you to bring this timeless work of art into your own space.

    Artista e museu

    Artista

    Odilon Redon

    Nascido em Bordeaux, França

    A World Beyond the Visible: The Enigmatic Art of Odilon Redon

    Odilon Redon, nascido Bertrand-Jean Redon em 1840 na elegante cidade de Bordeaux, França, foi um artista cuja vida e obra foram profundamente marcadas pela busca por expressar os reinos invisíveis da imaginação e do sonho. Sua jornada artística não começou com ambições grandiosas, mas sim com uma observação silenciosa; já aos dez anos, conquistou um prêmio por desenho – um prenúncio da sensibilidade visual que definiria sua vida inteira. Embora inicialmente direcionado à arquitetura pelas expectativas familiares, a verdadeira vocação de Redon residiu em outro lugar, iluminada pela instrução de Jean-Léon Gérôme e, crucialmente, Rodolphe Bresdin, que o guiou nas intrincadas artes da gravura e da litografia. Essas técnicas se tornaram fundamentais para suas primeiras explorações, permitindo-lhe mergulhar em um mundo de figuras sombrias e formas ambíguas que logo cativaram aqueles buscando uma alternativa ao realismo acadêmico. A interrupção da Guerra Franco-Prussiana viu Redon servir brevemente no exército, mas foi após seu retorno a Paris que sua visão artística realmente começou a se cristalizar.

    O Nascimento do Simbolismo: ‘Noirs’ e Primeiras Visões

    A carreira inicial de Redon foi marcada por uma decisão deliberada de se afastar das tendências artísticas predominantes. Ele não buscava replicar o mundo visível, mas sim evocar suas correntes ocultas – as ansiedades, desejos e anseios espirituais que jaziam sob a superfície da vida cotidiana. Isso levou à sua famosa série de “noirs”, obras monocromáticas executadas em carvão e litografia. Esses trabalhos não eram meros estudos na escuridão; eles eram explorações do subconsciente, povoados por criaturas estranhas, olhos despidos e figuras assustadoras emergindo de neblinas rodantes. A influência de escritores como Edgar Allan Poe e Charles Baudelaire é palpável aqui – uma fascinação compartilhada pelo macabro, o misterioso e o poder da sugestão. Essas obras não foram imediatamente abraçadas; Redon permaneceu relativamente desconhecido por anos. No entanto, um momento decisivo chegou em 1884 com o romance de Joris-Karl Huysmans À rebours (Contra a Natureza), onde o aristocrata decadente Des Esseintes exaltava os desenhos de Redon, instantaneamente elevando seu status nos círculos vanguardistas. Essa notoriedade abriu portas para Redon desenvolver sua linguagem artística única e permitiu que ele explorasse temas como sonhos, medos e a natureza da realidade. Ele mesmo descreveu seu trabalho como “colocando o visível ao serviço do invisível”, buscando capturar as emoções e os sentimentos mais profundos da alma humana.

    Uma Paleta Desperta: Da Monocromia à Expressão Vibrante

    Enquanto os "noirs" estabeleceram Redon como uma força significativa no Simbolismo, sua arte passou por uma transformação notável na década de 1890. Ele começou a abraçar a cor – primeiro pastéis, depois tintas a óleo – infundindo suas composições com uma nova luminosidade e vitalidade. Essa mudança não era meramente técnica; ela refletia um panorama emocional em evolução dentro do próprio artista. As obras anteriores frequentemente carregavam um senso de melancolia e isolamento, mas as pinturas posteriores revelam um crescente interesse em mitologia, budismo e japonismo – o Japonismo foi uma influência significativa. Peças como A Morte do Buda (1899) demonstram esse fascínio pela espiritualidade oriental, enquanto obras encomendadas pelo Barão Robert de Domecy para seu castelo exibem sua capacidade de combinar elementos decorativos com imagens simbólicas. Os retratos da Condessa de Domecy e de sua filha Jeanne são exemplos particularmente marcantes desse período, capturando não apenas a semelhança física, mas também um senso de vida interior e profundidade psicológica. Redon explorou seus próprios sentimentos internos e psique através de sua arte, buscando “colocar o visível ao serviço do invisível”.

    Influências e Legado: Um Precursor do Surrealismo

    O impacto de Odilon Redon no mundo da arte se estende muito além de sua própria vida. Ele recebeu a Legião Honorária em 1903, e sua obra ganhou reconhecimento mais amplo com exposições no Armory Show de Nova York em 1913. No entanto, foi somente após sua morte em 1916 que sua verdadeira importância se tornou plenamente evidente. A exploração de sonhos, do subconsciente e da irracionalidade pavimentou o caminho para o Surrealismo, inspirando artistas como Marcel Duchamp e Max Ernst a mergulhar em territórios semelhantes. Sua ênfase na experiência subjetiva e na expressão emocional ressoou com os pintores expressionistas também. Redon não estava simplesmente representando o que via; ele estava visualizando o que sentia, um princípio que continua a inspirar artistas hoje. Seu legado é um testemunho de coragem artística, uma disposição para abraçar o ambíguo e uma crença profunda no poder da arte para revelar as dimensões ocultas da experiência humana.

    Principais Características & Temas

    Simbolismo: Redon é considerado uma figura central no movimento Simbolista, priorizando a expressão emocional e espiritual em vez da representação realista.

    Imagens de Sonhos: Suas obras são frequentemente caracterizadas por criaturas fantásticas, paisagens ambíguas e cenas que evocam a atmosfera dos sonhos.

    Exploração do Subconsciente: Redon mergulhou em temas de ansiedade, desejo e as profundezas ocultas da psique humana.

    Influência da Literatura & Mitologia: Ele se inspirou em escritores como Poe e Baudelaire, bem como na mitologia oriental e nos mitos.

    Inovação Técnica: A maestria de Redon na litografia e seu uso inovador da cor em pastéis e tintas a óleo foram cruciais para sua visão artística.

    Museu

    Museu do Brooklyn

    Em exibição em Brooklyn, Estados Unidos da América

    Um Legado de Visão: Explorando o Brooklyn Museum

    A tapeçaria cultural da cidade de Nova York é tecida com fios de ambição artística, mas poucas instituições possuem o caráter distintivo e a visão expansiva do Brooklyn Museum. Erguendo-se com orgulho próximo ao Prospect Park, esta obra-prima do estilo Beaux-Arts não é meramente um repositório de objetos belos; é um espaço dinâmico onde a história respira, vozes contemporârentes ressoam e as fronteiras artísticas são continuamente desafiadas. Fundado em 1823 como a Biblioteca de Aprendizes do Brooklyn — um testemunho da crença precoce na educação acessível através da arte — o museu evoluiu ao longo de quase dois séculos para se tornar o segundo maior museu de arte da cidade de Nova York, ostentando uma coleção que ultrapassa meio milhão de obras. As próprias pedras de seu edifício atual, inaugurado em 1897 e projetado pelo prestigiado escritório McKim, Mead & White, parecem sussurrar contos de evolução artística e orgulho cívico. Entrar em seus grandes salões é como dar um passo para dentro de um mundo onde milênios convergem, desde o enigma sedutor do antigo Egito até os diálogos provocativos dos mestres modernos. A força do museu reside em seu acervo notavelmente diverso, oferecendo uma jornada inigualável através da criatividade humana através do tempo e das culturas.

    Ecos da Antiguidade e a Inovação Americana

    Para aqueles atraídos pelos mistérios do passado, a coleção de antiguidades egípcias oferece um portal cativante para mais de 3.000 anos de civilização. Sarcófagos erguem-se como testemunhas silenciosas de elaborados rituais funerários, esculturas monumentais evocam o poder dos faraós e joias delicadas revelam crenças intrincadas sobre a vida, a morte e o cosmos. Mas a narrativa do Brooklyn Museum não termina na antiguidade. Um pilar de sua identidade é o compromisso profundo com a arte americana, exibindo movimentos cruciais desde o período Colonial até o século XX. Aqui, encontra-se obras icônicas de Edward Hopper, capturando a solitude silenciosa da vida moderna em telas como

    Nighthawks

    , ao lado das paisagens vibrantes de Winslow Homer e das explorações abstratas de Mark Rothko e Georgia O'Keeffe. Considere a poderosa representação da criação artística de Thomas Eakins,

    William Rush Carving His Allegorical Figure of the Schuylkill River

    , uma pintura a óleo dramática que exibe realismo e simbolismo. Ou a serena aquarela de Frederick Childe Hassam,

    Sunday Morning, Appledore

    , capturando a beleza costeira em estilo impressionista. O museu não apenas exibe essas obras-primas; ele as contextualiza, revelando seu lugar dentro de correntes culturais mais amplas e diálogos artísticos. Obras como

    The First Harvest in the Wilderness

    , de Asher Brown Durand, falam de uma identidade nacional florescente através da pintura de paisagem, enquanto

    The Haymarket

    , de John Sloan, oferece um vislumbre da vida urbana durante a era da Ashcan School.

    Um Defensor das Vozes Contemporâneas

    Além de seus tesouros históricos, o Brooklyn Museum tem demonstrado consistentemente uma abordagem progressista, abraçando a arte contemporânea que reflete as complexos da nossa época. O museu busca ativamente obras que desafiam convenções, provocam reflexão e se envolvem com questões sociais urgentes. Este compromisso é particularmente evidente em sua significativa coleção dedicada à artista feminista Judy Chicago, incluindo notavelmente sua instalação inovadora

    The Dinner Party

    . Uma obra monumental que celebra as conquistas das mulheres ao longo da história,

    The Dinner Party

    personifica a dedicação do Brooklyn Museum em amplificar vozes marginalizadas e promover um mundo da arte mais inclusivo. O acervo contemporâneo do museu não trata simplesmente de exibir tendências atuais; trata-se de iniciar conversas, despertar debates e expandir os limites da expressão artística.

    La Marcellerie

    , de Gaines Ruger Donoho, com seu estilo en plein air, exemplifica o charme impressionista encontrado em sua coleção, enquanto

    Reflections

    , de John Henry Twachtman, oferece uma serena paisagem do impressionismo americano para contemplação.

    Um Centro Cultural Único

    O que realmente diferencia o Brooklyn Museum é sua profunda conexão com a comunidade que atende. Não é uma instituição isolada, mas sim um centro cultural vibrante, engajado ativamente em programas educacionais, iniciativas de alcance e eventos projetados para inspirar e conectar-se com os residentes locais. Este compromisso estende-se além das ofertas tradicionais do museu; o Brooklyn Museum sedia exibições de filmes, performances, workshops e palestras, transformando-se em um espaço dinâmico de aprendizado e intercâmbio criativo. A arquitetura Beaux-Arts proporciona um cenário inspirador para essas atividades, com suas galerias espaçosas oferecendo tanto grandiosidade quanto intimidade. A importância histórica do museu — como uma das instituições culturais mais antigas e respeitadas da cidade de Nova York — é inegável, mas é esta dedicação contínua à inovação e ao engajamento comunitário que garante sua relevância contínua no século XXI. Uma visita ao Brooklyn Museum não é apenas um encontro com a arte; é uma imersão em um testemunho vivo e pulsante da criatividade humana e do patrimônio cultural.

    É um lugar onde o passado informa o presente, e o futuro da arte está sendo ativamente moldado.

    Explorando Mais Longe

    Para aqueles que planejam uma visita:

    O Brooklyn Museum oferece visitas guiadas, audioguias e exposições interativas para enriquecer sua experiência. Verifique o site deles para conferir as exposições e eventos atuais.

    Para colecionadores e designers:

    A diversificada coleção do museu proporciona inspiração infinita para projetos de design de interiores e aquisições de arte. Explore o banco de dados online da coleção para imagens de alta resolução e informações detalhadas.

    Para entusiastas da arte:

    Mergulhe mais fundo nas histórias por trás das obras de arte através de palestras, workshops e publicações oferecidas pelo museu.

    Onde ler mais

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de Closed Eyes

    wahooart.com/pt/art/download/odilon-redon-closed-eyes-D3HQ3R-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Redon, Odilon. Closed Eyes. 1890, Museu do Brooklyn. https://wahooart.com/pt/art/odilon-redon-closed-eyes-D3HQ3R-en/
    APA
    Redon, Odilon (1890). Closed Eyes [Painting]. Museu do Brooklyn. https://wahooart.com/pt/art/odilon-redon-closed-eyes-D3HQ3R-en/
    Chicago
    Odilon Redon. Closed Eyes. 1890. Museu do Brooklyn. https://wahooart.com/pt/art/odilon-redon-closed-eyes-D3HQ3R-en/
    Harvard
    Redon, Odilon (1890) Closed Eyes. Museu do Brooklyn. Available at: https://wahooart.com/pt/art/odilon-redon-closed-eyes-D3HQ3R-en/

    Observe de perto

    Closed Eyes — Odilon Redon

    Observe de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. O nosso catálogo classifica esta obra sob: woman, eyes, introspection. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    4. Relembre The Death of Ophelia (1905), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    5. Symbolism: Pictures where objects stand for ideas — a flower or a door meaning something beyond itself. Onde você pode observar isso nesta obra?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Quiz de arte

    Closed Eyes — Odilon Redon

    O quanto você conhece esta obra de arte?

    Selecione uma resposta para cada uma das 5 perguntas abaixo. Cada uma possui exatamente uma resposta correta.

    1. 1. What artistic movement is Odilon Redon’s ‘Closed Eyes’ primarily associated with?

      • A Realism
      • B Symbolism
      • C Impressionism
    2. 2. The lithograph 'Closed Eyes' depicts a woman whose eyes are closed. What is the most likely symbolic interpretation of this detail?

      • A A depiction of physical sleep.
      • B An exploration of introspection and inner thought.
      • C A representation of religious contemplation.
    3. 3. What is the dominant color palette used in ‘Closed Eyes’?

      • A Bright, vibrant colors
      • B Muted grays and browns
      • C Bold reds and yellows
    4. 4. In what year was ‘Closed Eyes’ created by Odilon Redon?

      • A 1880
      • B 1890
      • C 1900
    5. 5. Considering Redon’s background in etching and lithography, what technique is most prominently featured in ‘Closed Eyes’?

      • A Oil Painting
      • B Lithography
      • C Watercolor

    Minha pontuação: ____ de 5

    Gabarito — para o professor

    Isto inicia uma nova página impressa, de modo que ela pode simplesmente ser omitida das cópias.

    1A · 2A · 3A · 4A · 5A

    Confira qualquer resposta comparando com o registro do catálogo desta pintura

    Perguntas e Respostas

    Qual é a técnica e as dimensões da obra "Closed Eyes"?

    A obra original "Closed Eyes", de Odilon Redon é um trabalho em Lithograph com dimensões de 56 x 41 cm. A técnica e o tamanho referem-se ao objeto original.

    Qual é o nível de reconhecimento de "Closed Eyes" de Odilon Redon?

    "Closed Eyes", de Odilon Redon possui um nível de popularidade Recognized. Esta classificação reflete o quão amplamente a obra é reconhecida.

    Quais são as dimensões da obra original "Closed Eyes"?

    A obra original "Closed Eyes", de Odilon Redon mede 56 x 41 cm.