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Guia de Obras de Estudantes

No.20

Nome Turma Data

Mark Rothko, No.20 (1957). Reproduzido para fins de referência; todos os direitos reservados ao detentor dos direitos. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
Mark Rothko wahooart.com/pt/artists/mark-rothko_pt/
Datas do artista
1903 – 1970
Pintura a óleo
1957
Dimensões originais
193 x 233 cm
Movimento
Color Field Painting Huge areas of flat, soft colour meant to be felt rather than read as a picture of anything.
Artistic style
Abstract Expressionism
Influences
Minimalism
Notable elements
Rectangular bands
Subject or theme
Emotional resonance

No contexto

No.20 — Mark Rothko

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 193 × 233 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média. É demasiado grande para ser representada à escala nesta página.

Quando foi pintado?

  1. 1900
  2. 1910
  3. 1920
  4. 1930
  5. 1940
  6. 1950
  7. 1960
  8. 1970

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 67 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 54. O artista viveu até aos 67. 118 das 168 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Mark Rothko (1903–1970) ▲ esta obra, 1957 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1945 Principais anos de atividade: 1945–1958 Obras tardias: a partir de 1958

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

Comparar com

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: wahooart.com/pt/art/similar/mark-rothko-no-20-8XYHKM-en/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Brown #994029

    Paleta catalogada

    • #994029
    • #F1E8E7
    • #0C0C08
    • #333228

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Dark A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Brown
    Intensidade
    Balanced O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Serene O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Unified Palette A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Deep_shadow O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Clear Color Presence Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Mark Rothko nos últimos doze meses — 46 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 32,2%23.800 visits
    2. 2 Itália 17,8%13.200 visits
    3. 3 Estados Unidos da América 8,0%5.900 visits
    4. 4 Brasil 5,3%3.900 visits
    5. 5 França 4,6%3.400 visits
    6. 6 Alemanha 4,1%3.000 visits
    7. 7 Grécia 3,6%2.700 visits
    8. 8 Países Baixos 3,0%2.200 visits
    9. 9 Espanha 2,3%1.700 visits
    10. 10 Reino Unido 1,8%1.300 visits
    11. · 36 outros países 17,3%12.900 visits

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 20 obras mais visualizadas de Mark Rothko

    1. 1 Centro Branco, 1950 8,1%11.200 visits
    2. 2 Nº 61 (Ferrugem e Azul), 1953 6,6%9.100 visits
    3. 3 No.1 3,6%5.000 visits
    4. 4 Red, Orange, Orange on Red 3,0%4.200 visits
    5. 5 Três 3,0%4.200 visits
    6. 6 Orange e amarelo, 1956 3,0%4.100 visits
    7. 7 AUTUMN 2,7%3.800 visits
    8. 8 No. 5/No. 22 2,4%3.300 visits
    9. 9 Nº 13 (Branco, Vermelho sobre Amarelo), 1958 2,3%3.200 visits
    10. 10 Violet, Black, Orange, Yellow on White and Red, 1949 2,1%2.900 visits
    11. 11 Título: Pintura abstrata 2,0%2.800 visits
    12. 12 Sem título, 1970 1,9%2.600 visits
    13. 13 Azul e Cinza, 1970 1,5%2.100 visits
    14. 14 Four Darks in Red, 1958 1,5%2.100 visits
    15. 15 Orange and Red on Red 1,5%2.100 visits
    16. 16 No.8, 1952 1,4%1.900 visits
    17. 17 Entrada ao Subway 1,3%1.800 visits
    18. 18 Slow Swirl at the Edge of the Sea, 1944 1,2%1.700 visits
    19. 19 No. 22, 1948 1,2%1.700 visits
    20. 36 No.20, 1957 esta obra 0,6%800 visits

    Juntas, estas obras representam 50,9% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 460 obras deste artista, das quais 278 foram visualizadas pelo menos uma vez. This painting ranks 36 of them, with 0,6% of that attention (800 visits). Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Sobre esta obra

    No.20 — Mark Rothko

    The Genesis of a Vision: Early Life and the Seeds of Artistic Expression

    Mark Rothko’s artistic journey was inextricably linked to his formative years, steeped in the anxieties and displacements of early 20th-century Eastern Europe. Born Markus Yakovlevich Rothkowitz in Dvinsk (now Daugavpils), Latvia, in 1903, he carried within him a profound sensitivity shaped by the turbulent atmosphere surrounding his Jewish family during periods of pogroms and political unrest. This early exposure to human suffering would become a recurring theme throughout his oeuvre, informing his exploration of existential questions – mortality, trauma, and the persistent search for meaning in an often-chaotic world. The 1913 immigration to Portland, Oregon, represented not merely a geographical shift but a significant cultural upheaval. His father, a pharmacist and intellectual with strong socialist leanings, fostered a home brimming with debate and learning, yet the untimely death of Jacob Rothkowitz shortly after their arrival cast a long shadow, fueling a lifelong quest for emotional resonance in his art. This early experience of loss, coupled with the challenges inherent in assimilation, served as a catalyst for Rothko’s artistic exploration – a desire to grapple with profound human experiences through color and form.

    The Color Field Revolution: Style and Technique

    “No. 20,” created in 1957, stands as a quintessential example of Mark Rothko's mastery within the Color Field movement. Rejecting traditional representational techniques, Rothko embraced a radically simplified approach, focusing on large, luminous rectangles of color applied with thin washes of oil paint. The painting’s surface is remarkably flat, devoid of visible brushstrokes or any illusionistic depth. This deliberate lack of technique – a conscious rejection of the artist's hand – was central to Rothko’s intention: to create works that would evoke an emotional response directly within the viewer, bypassing intellectual analysis. The scale of “No. 20,” measuring 193 x 233 cm, further amplifies this effect, enveloping the observer in a sea of color and inviting contemplation. The subtle variations in hue – ranging from deep reds to darker, almost black tones – are achieved through meticulous layering and blending, creating an atmospheric depth that belies the painting’s apparent simplicity.

    Decoding the Palette: Symbolism and Emotional Impact

    The composition of “No. 20” is deceptively straightforward, yet profoundly evocative. The three horizontal bands – a hazy red at the top, a dominant dark band in the center, and a slightly narrower darker strip below – are not merely decorative elements; they represent a carefully considered orchestration of color and form designed to elicit specific emotional responses. Rothko himself described his paintings as “windows on another world,” suggesting that the colors were intended to transport the viewer beyond the confines of their everyday experience. The deep reds, often associated with passion, blood, and spirituality, are tempered by the darker tones, which evoke feelings of melancholy, introspection, and perhaps even a sense of mortality. The overall effect is one of quiet intensity – a meditative space where the viewer can confront fundamental questions about existence without the need for explicit narrative or imagery.

    A Legacy in Reproduction: Bringing Rothko to Your Space

    WahooArt offers meticulously crafted, hand-painted reproductions of “No. 20” that capture the essence of this iconic work while retaining its remarkable luminosity and depth. Unlike digital prints, our reproductions utilize traditional oil painting techniques, faithfully recreating the subtle nuances of Rothko’s color palette and surface texture. Whether you're seeking to add a touch of contemplative serenity to your living room or a bold statement piece for a corporate space, a WahooArt reproduction of “No. 20” provides an authentic connection to one of the most influential artists of the 20th century. Explore our collection today and discover how Rothko’s profound vision can enrich your environment.

    Artista e museu

    Artista

    Mark Rothko

    Nascido em Daugavpils, Letónia

    Os Primeiros Anos e as Sementes da Visão Artística

    Mark Rothko, nascido Markus Yakovlevich Rothkowitz em Dvinsk, na atual Letônia, em 1903, carregava desde o início um senso de deslocamento que moldaria profundamente sua jornada artística. Sua juventude foi marcada pelas ansiedades de uma família judia vivendo no Pale of Settlement, sob a sombra de pogroms e agitação política. Essa atmosfera instilou nele uma profunda sensibilidade ao sofrimento humano, tema que ressoaria em toda a sua obra. A imigração para Portland, Oregon, em 1913 representou não apenas uma mudança geográfica, mas um choque cultural para o jovem Rothko. Embora seu pai, farmacêutico e intelectual com inclinações socialistas, tenha promovido um lar repleto de debates e aprendizado, a perda de Jacob Rothkowitz logo após a chegada lançou uma longa sombra. Essa experiência inicial de perda, combinada com os desafios da assimilação, alimentou ao longo da vida uma exploração dos temas existenciais – mortalidade, trauma e a busca por significado em um mundo caótico. Apesar de se destacar academicamente na Universidade Yale, Rothko sentiu-se atraído pela energia vibrante da cidade de Nova York, abandonando os estudos formais para perseguir sua paixão pela arte na Art Students League. Esses anos formativos lançaram as bases para uma visão artística que acabaria desafiando noções convencionais de pintura e redefinindo o poder emocional da cor.

    Das Origens Figurativas ao Expressionismo Abstrato

    As primeiras explorações artísticas de Rothko estavam firmemente enraizadas no realismo, retratando cenas urbanas e retratos com um olhar atento aos detalhes. No entanto, essas obras iniciais já prenunciavam a profundidade psicológica que se tornaria sua marca registrada. À medida que os anos 40 avançavam, e o mundo lidava com os horrores da Segunda Guerra Mundial, a arte de Rothko passou por uma transformação dramática. Influenciado pelo Surrealismo e pela mitologia, ele começou a se afastar da imagem representacional, buscando expressar emoções humanas universais através de formas simbólicas. Este período viu o surgimento de pinturas multifórmicas – telas povoadas por formas ambíguas e biomórficas que pareciam pairar entre a figuração e a abstração. Essas obras não eram meros experimentos formais; eram respostas profundas às ansiedades e incertezas de um mundo em guerra. No final dos anos 40, Rothko havia chegado ao seu estilo característico: telas de grande escala com blocos retangulares de cor que pareciam flutuar e ressoar uns com os outros. Ele removeu todos os vestígios de imagens reconhecíveis, concentrando-se no impacto emocional puro da cor e da forma. Isso marcou um momento crucial no desenvolvimento do Expressionismo Abstrato, estabelecendo Rothko como uma figura líder neste movimento inovador.

    O Campo de Cor e a Busca pela Transcendência

    A obra madura de Rothko é definida pelo que ficou conhecido como pintura “Campo de Cor” – vastas extensões de cor luminosa que envolvem o espectador em uma experiência imersiva. Essas pinturas não se tratam do que elas retratam, mas sim de como fazem você sentir. Rothko acreditava que a arte deveria envolver o espectador visceralmente, contornando a análise intelectual e falando diretamente às emoções. Ele aplicava meticulosamente finas camadas de tinta, criando sutis variações de tom e textura que pareciam emanar do interior da tela. As bordas de suas formas retangulares são frequentemente borradas, permitindo que se misturem e interajam umas com as outras, criando uma sensação de profundidade e movimento. Rothko evitava deliberadamente títulos além de números – “Nº 1”, “Nº 6” – incentivando os espectadores a confrontar as pinturas sem preconceitos e permitir que suas próprias respostas emocionais guiassem sua experiência. Ele buscou criar um espaço para a contemplação, um santuário onde os espectadores pudessem se conectar com algo maior do que eles mesmos. Sua ambição era nada menos do que evocar experiências espirituais profundas através da linguagem da cor.

    Principais Conquistas e Legado Duradouro

    Entre as maiores conquistas de Rothko estão “Nº 10 (1950)”, uma obra fundamental que exemplifica seu estilo em evolução, e os Murais Seagram (1958). Encomendados para o restaurante Four Seasons na cidade de Nova York, esses murais foram finalmente rejeitados por Rothko, que sentiu que seriam comprometidos pelo ambiente pretendido. Em vez disso, ele os doou à Tate Gallery em Londres, onde continuam a inspirar admiração e contemplação. Talvez seu projeto mais ambicioso tenha sido a Capela Rothko (1971) em Houston, Texas – um santuário não denominacional que abriga quatorze de suas pinturas. Projetada como um espaço para reflexão silenciosa, a capela é considerada um lugar sagrado por muitos, incorporando a crença de Rothko no poder espiritual da arte. A influência de Rothko nas gerações subsequentes de artistas tem sido imensa. Ele abriu caminho para a arte minimalista e continua a inspirar pintores contemporâneos que exploram as possibilidades emocionais da abstração. Apesar de lutar contra a depressão ao longo da vida, culminando em seu trágico suicídio em 1970, Mark Rothko permanece um dos artistas mais importantes e influentes do século XX – um mestre da cor cuja obra continua a ressoar com o público em todo o mundo.

    O Poder Duradouro da Ressonância Emocional

    As pinturas de Rothko são celebradas por sua capacidade de transmitir emoções humanas universais – tragédia, êxtase, desespero e esperança.

    Sua exploração da cor como um veículo para a expressão emocional revolucionou a pintura abstrata.

    A Capela Rothko é um testemunho de sua crença no poder espiritual da arte.

    Ele continua sendo uma figura fundamental do Expressionismo Abstrato e uma grande influência sobre artistas contemporâneos.

    O legado de Rothko se estende além do reino da história da arte. Sua obra nos convida a confrontar nossa própria mortalidade, a lidar com as complexidades da existência humana e a buscar significado em um mundo muitas vezes desprovido dele. Ele nos lembra que a arte não é apenas sobre estética; trata-se de conexão – conexão conosco mesmos, com os outros e com algo maior do que nós mesmos. O poder duradouro de suas pinturas reside em sua capacidade de evocar essas emoções profundas, oferecendo consolo, inspiração e um vislumbre das profundezas da alma humana. A arte como portal para o transcendental.

    Onde ler mais

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de No.20

    wahooart.com/pt/art/download/mark-rothko-no-20-8XYHKM-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Rothko, Mark. No.20. 1957, https://wahooart.com/pt/art/mark-rothko-no-20-8XYHKM-en/
    APA
    Rothko, Mark (1957). No.20 [Painting]. https://wahooart.com/pt/art/mark-rothko-no-20-8XYHKM-en/
    Chicago
    Mark Rothko. No.20. 1957. https://wahooart.com/pt/art/mark-rothko-no-20-8XYHKM-en/
    Harvard
    Rothko, Mark (1957) No.20. Available at: https://wahooart.com/pt/art/mark-rothko-no-20-8XYHKM-en/

    Observe de perto

    No.20 — Mark Rothko

    Observe de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. O nosso catálogo classifica esta obra sob: color, square, red. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    4. Relembre Centro Branco (1950), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    5. Color Field Painting: Huge areas of flat, soft colour meant to be felt rather than read as a picture of anything. Onde você pode observar isso nesta obra?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Quiz de arte

    No.20 — Mark Rothko

    O quanto você conhece esta obra de arte?

    Selecione uma resposta para cada uma das 5 perguntas abaixo. Cada uma possui exatamente uma resposta correta.

    1. 1. What artistic movement is most closely associated with Mark Rothko’s painting ‘No.20’?

      • A Cubism
      • B Color Field Painting
      • C Surrealism
    2. 2. What is the primary visual element that dominates the composition of ‘No.20’?

      • A A detailed landscape
      • B A large red square with black borders
      • C A series of geometric shapes
    3. 3. Approximately what year was ‘No.20’ created?

      • A 1930
      • B 1957
      • C 1968
    4. 4. The black borders surrounding the red square in ‘No.20’ primarily serve to:

      • A Create a sense of depth
      • B Provide contrast and define the shape
      • C Distract the viewer from the color
    5. 5. Considering Rothko’s background, what theme is most likely explored in ‘No.20’?

      • A Political upheaval and revolution
      • B Existential themes such as mortality and trauma
      • C The beauty of nature

    Minha pontuação: ____ de 5

    Gabarito — para o professor

    Isto inicia uma nova página impressa, de modo que ela pode simplesmente ser omitida das cópias.

    1A · 2A · 3A · 4A · 5A

    Confira qualquer resposta comparando com o registro do catálogo desta pintura

    Perguntas e Respostas

    Como é descrita a atmosfera de "No.20", de Mark Rothko?

    "No.20", de Mark Rothko é descrito como tendo um clima Calm. Esta classificação pode ajudar a combinar a obra com um ambiente.

    A que período da carreira de Mark Rothko pertence "No.20"?

    Dentro da trajetória de Mark Rothko, "No.20" pertence ao período Mature Period. Esta fase permite compará-la com outras obras do artista.

    Com que idade Mark Rothko criou "No.20"?

    Mark Rothko tinha 54 anos quando criou "No.20" em 1957. A idade é calculada a partir do ano de nascimento do artista, 1903.