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Guia de Obras de Estudantes

Thomas Amory II

Nome Turma Data

John Singleton Copley, Thomas Amory II (1772). Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
John Singleton Copley wahooart.com/pt/artists/john-singleton-copley_pt/
Datas do artista
1738 – 1815
Pintura a óleo
1772
Técnica
Oil On Canvas
Dimensões originais
101 x 127 cm
Período
19th Century
Artistic style
Sophisticated portraiture
Influences
Anglo-American art
Notable elements
Detailed realism
Subject or theme
Portrait of Amory II

No contexto

Thomas Amory II — John Singleton Copley

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 101 × 127 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Quando foi pintado?

  1. 1730
  2. 1740
  3. 1750
  4. 1760
  5. 1770
  6. 1780
  7. 1790
  8. 1800
  9. 1810

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 77 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 34. O artista viveu até aos 77. 217 das 349 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de John Singleton Copley (1738–1815) ▲ esta obra, 1772 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1764 Principais anos de atividade: 1764–1777 Obras tardias: a partir de 1777

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

Comparar com

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Mais obras para acompanhar esta: wahooart.com/pt/art/similar/john-singleton-copley-thomas-amory-ii-8BWTBD-en/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Phthalo Green #2d251d

    Paleta catalogada

    • #2D251D
    • #4F3D2B
    • #C1B473
    • #1A1813

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Earthy A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Phthalo Green
    Intensidade
    Monochromatic O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Serene O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Strong Color Unity A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Deep_shadow O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Muted Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de John Singleton Copley nos últimos doze meses — 24 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 58,8%18.000 visitas
    2. 2 Estados Unidos da América 14,7%4.500 visitas
    3. 3 Hong Kong 6,5%2.000 visitas
    4. 4 Singapura 4,2%1.300 visitas
    5. 5 França 2,6%800 visitas
    6. 6 México 2,3%700 visitas
    7. 7 Argentina 1,3%400 visitas
    8. 8 Israel 1,3%400 visitas
    9. 9 Roménia 1,3%400 visitas
    10. 10 Colômbia 1,0%300 visitas
    11. · 14 outros países 6,0%1.800 visitas

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 20 obras mais visualizadas de John Singleton Copley

    1. 1 Watson e o Tubarão, 1778 17,0%6.100 visitas
    2. 2 A Chegada de Netuno, 1754 2,8%1.000 visitas
    3. 3 James Otis, (painting), 1760 2,8%1.000 visitas
    4. 4 The Ascension, 1775 2,0%700 visitas
    5. 5 Mrs.William Eppes, 1769 2,0%700 visitas
    6. 6 Elkanah Watson, 1782 1,7%600 visitas
    7. 7 Samuel Reading to Eli the Judgments of God Upon Eli's House, 1780 1,7%600 visitas
    8. 8 Young lady with a bird and dog, 1767 1,4%500 visitas
    9. 9 Head of a Negro, 1777 1,4%500 visitas
    10. 10 Mary Elizabeth Martin, 1771 1,4%500 visitas
    11. 11 The Colapse of the Earl of Chatham in the House of Lords (also known as The Death of the Earl of Chatham), 1779 1,1%400 visitas
    12. 12 Thomas Amory II, 1772 esta obra 1,1%400 visitas
    13. 13 Mrs.Daniel Hubbard (Mary Greene), 1764 1,1%400 visitas
    14. 14 James Tilley, (painting) 1,1%400 visitas
    15. 15 Brook Watson and the Shark, 1778 0,8%300 visitas
    16. 16 The Nativity, 1777 0,8%300 visitas
    17. 17 Mrs.Ezekiel Gondthwait (Elizabeth Lewis), 1771 0,8%300 visitas
    18. 18 Mrs. John Winthrop (Hannah Fayerweather), 1773 0,8%300 visitas
    19. 19 Mrs.George Watson (Elizabeth Oliver), 1765 0,8%300 visitas
    20. 20 Nicholas Boylston, 1769 0,8%300 visitas

    Juntas, estas obras representam 43,4% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 482 obras deste artista, das quais 169 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ocupa a 12 posição entre elas, com 1,1% dessa atenção (400 visitas). Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Sobre esta obra

    Thomas Amory II — John Singleton Copley

    Thomas Amory II: A Portrait of Neo-Classical Refinement

    John Singleton Copley’s “Thomas Amory II,” painted in 1772, is more than just a portrait; it's a meticulously crafted window into the burgeoning world of colonial Boston. This remarkable work, currently residing within the Corcoran Gallery of Art, exemplifies Copley’s mastery of Neo-Classicism – a style that sought to evoke the grandeur and order of ancient Greece and Rome while simultaneously reflecting the aspirations of the American elite. Measuring 101 x 127 cm, the canvas itself speaks of ambition and careful consideration, mirroring the subject's own status within his community.

    Subject & Social Context: The sitter, Thomas Amory II, a man in his late fifties or early sixties, embodies the wealth and influence of Boston’s merchant class. His attire – a meticulously tailored suit with white shirt and tie – is not merely clothing; it's a declaration of social standing, reflecting the values of order, propriety, and respectability that were highly prized during this period.

    Neo-Classical Influence: Copley’s choice of style is crucial to understanding the painting’s impact. Neo-Classicism emphasized clarity, balance, and restraint, rejecting the ornate excesses of Baroque art. The composition of “Thomas Amory II” – the carefully arranged pose, the subtle use of light and shadow – all contribute to this sense of controlled elegance.

    The Artist's Hand: Technique and Detail

    Copley’s skill as a painter is immediately apparent in the astonishing level of detail he achieved. Executed in oil on canvas, the painting showcases his mastery of capturing texture – from the smooth fabric of Amory’s clothing to the subtle sheen of his cane. The artist's attention to realism was legendary, and “Thomas Amory II” stands as a testament to this dedication. Note the precise rendering of the folds in the garment, the delicate lines of the face, and the way light catches on the polished surface of the cane – all hallmarks of Copley’s meticulous approach.

    The painting's color palette is restrained yet sophisticated, dominated by muted tones that enhance the sense of dignity and composure. The use of chiaroscuro—the dramatic contrast between light and shadow—further emphasizes Amory’s features and adds a layer of depth to the composition. This technique was central to Copley’s ability to convey not just physical likeness but also the sitter's personality and mood.

    A Window into 18th-Century Boston

    "Thomas Amory II" offers a fascinating glimpse into the social and cultural landscape of colonial Boston in 1772. The inclusion of the column, likely part of a larger architectural setting, subtly reinforces the themes of order and stability that were central to the Neo-Classical aesthetic. It’s a portrait not just of an individual, but of an era – a time of burgeoning commerce, social ambition, and the nascent stirrings of political thought.

    Copley's work, alongside pieces like "V. A. and Dr. Babcock," played a vital role in establishing American art’s identity, moving beyond mere imitation of European styles to forge a distinctly American visual language. The painting’s legacy continues through reproductions such as those offered by AllPaintingsStore.com, allowing collectors and enthusiasts alike to experience the beauty and historical significance of this remarkable masterpiece.

    Artista e museu

    Artista

    John Singleton Copley

    Nascido em Boston, Estados Unidos

    Vida Inicial, Família e Formação

    John Singleton Copley emergiu do vigor comercial da Boston colonial, nascido em 1738. Sua criação esteve profundamente enraizada no comércio marítimo de Long Wharf, onde sua mãe, Mary Singleton Copley, administrava uma loja. Seu pai, Richard Copley, atuava como mercador de tabaco. Este ambiente proporcionou mais do que um simples pano de fundo social; ofereceu uma visão direta das texturas materiais e das hierarquias sociais que, mais tarde, definiriam sua linguagem visual. Ele não nasceu em uma dinastia artística, mas sua proximidade com a classe mercantil garantiu que ele compreendesse o valor dos objetos que viria a pintar.

    Sua introdução formal ao ofício ocorreu por meio de seu padrasto, Peter Pelham, um gravador e limner. Embora Pelham tenha fornecido a base técnica inicial, o verdadeiro desenvolvimento de Copley foi fruto de um trabalho solitário e implacável. Ele foi, em grande parte, autodidata, contornando o tradicional sistema de academias europeias em favor de um currículo rigoroso e autoimposto. Ele passou anos copiando meticulosamente gravuras para dominar a mecânica da luz e da forma. Essa abordagem disciplinada e autoconstruída permitiu-lhe transcender as limitações de seu entorno local e desenvolver uma precisão técnica que seus predecessores nas colônias não possuíam.

    O Sucesso como Retratista Colonial

    Já na década de 1760, John Singleton Copley havia consolidado sua posição como o principal retratista de Boston. Ele não se limitava a pintar rostos; ele fabricava as identidades sociais da elite colonial. Sua habilidade em traduzir a riqueza material em autoridade visual tornou-o a escolha predileta das figuras mais influentes da cidade. Copley compreendia que um retrato era uma ferramenta para projetar status, utilizando texturas e objetos específicos para sinalizar o lugar do modelo na hierarquia social.

    Sua precisão técnica permitiu que ele transcendesse a mera semelhança física. Em seu retrato de 1771 de Mrs. Ezekiel Gondthwait (Elizabeth Lewis), a representação de tecidos luxuosos e uma postura refinada comunica um senso específico de prestígio social. Nada disso era acidental. Copley utilizava cada detalhe — desde o brilho da prata até o caimento de uma manga — para calibrar a percepção do espectador sobre seus sujeitos. Ele transformou o ato de posar para um retrato em uma performance calculada de riqueza e poder.

    A amplitude de sua clientela reflete o cenário mutável da liderança colonial. Ele capturou a semelhança de Paul Revere por volta de 1768 e pintou Samuel Adams em 1772. Estes não eram apenas encargos artísticos; eram registros visuais dos homens que moldavam o futuro político das colônias. Sua obra forneceu o vocabulário visual para uma sociedade em transição, documentando as próprias pessoas que, em breve, definiriam uma nova ordem política.

    Estilo Artístico e Técnica

    A estética de John Singleton Copley representa uma confluência calculada entre a elegância do Rococó e o intelectualismo do Iluminismo. Ele não se limitou a replicar os ornamentos decorativos de seus predecessores; pelo contrário, ele os temperou com uma visão Neoclássica rigorosa. Esta abordagem priorizava a ordem, a clareza e a virtude moral, qualidades que ressoavam profundamente no contexto colonial. Sua obra evita a superficialidade frequentemente encontrada em estilos puramente decorativos, fundamentando cada composição na precisão anatômica e na profundidade psicológica. Ele não se contentava com uma semelhança superficial; em vez disso, utilizava a postura e a expressão do retratado para revelar o caráter subjacente, transformando um simples retrato em um estudo preciso da identidade humana.

    A execução técnica de suas pinturas baseia-se em uma sofisticada sobreposição de camadas de vernizes translúcidos. Este método, aliado a uma pincelada ágil, permitiu-lhe alcançar um elevado grau de realismo na textura e na luz. Ele possuía uma habilidade singular para retratar o mundo material — o peso denso dos tecidos, o brilho frio do metal e as sutis gradações da pele — com uma precisão que evocava imediatismo. Tal proficiência técnica garantia que seus sujeitos surgissem como presenças físicas, e não como representações planas. Ao dominar o jogo de luz e sombra, ele esculpiu figuras que possuíam um volume tangível e um senso de permanência.

    Mrs. Jerathmael Bowers

    The Return of Neptune

    Mrs. John Winthrop

    Ambição e Vida na Europa

    A mudança de John Singleton Copley para a Europa foi uma tentativa calculada de consolidar sua presença nos estabelecidos centros artísticos do Velho Mundo. Muito antes de sua partida, seu talento já havia despertado atenção em Londres; ele foi eleito membro da Society of Artists of Great Britain em 3 de setembro de 1766. Esse reconhecimento conferiu o impulso necessário para sua eventual mudança. Em 1774, ele deixou as Treze Colônias para trás, viajando com sua esposa, Susanna Farnsworth Clarke, e seus filhos. Estabeleceu-se em Londres naquele mesmo ano e nunca mais retornou à América.

    Seu tempo na Europa foi marcado por uma busca deliberada pelo treinamento clássico. Durante o verão de 1774, ele estudou em Roma, um movimento destinado a refinar seu domínio sobre a composição e a narrativa histórica. Este período de estudos não foi uma mera excursão, mas uma mudança fundamental em sua trajetória profissional. Ao posicionar-se em Londres, ele buscou transitar de um retratista colonial para um pintor de significativo peso histórico, testando sua habilidade técnica contra os padrões da cena artística britânica.

    Principais Obras e a Pintura Histórica

    A produção de John Singleton Copley revela uma transição calculada, partindo do retrato social que consolidou o seu prestígio colonial em direção ao cenário de alto nível da pintura histórica. O seu envolvimento precoce com temas clássicos é evidente em The Return of Neptune, pintada por volta de 1754. Esta obra demonstra uma tentativa inicial de transcender a mera semelhança física da elite de Boston, utilizando as composições dos Velhos Mestres. Mesmo nas suas representações mais pessoais, como em The Copley Family em 1776, percebe-se uma clara intenção de utilizar a tela para estabelecer uma identidade social específica, através de cenários e objetos cuidadosamente coreografados.

    A mudança para a Europa impulsionou uma busca mais agressiva por narrativas históricas. Ele procurou enfrentar o género mais prestigiado da época, escolhendo frequentemente cenas de intenso drama ou peso político. Watson and the Shark, pintada por volta de 1778, demonstra este ímpeto em direção à tensão dramática. O seu empreendimento mais ambicioso nesta vertente foi The Death of Major Peirson, uma obra que tentou capturar o caos da Batalha de Jersey. Embora alguns críticos tenham questionado a composição, a pintura permanece como uma tentativa significativa de traduzir o conflito moderno para a escala grandiosa da arte histórica.

    A sua fase tardia em Londres viu-o abordar cenas políticas complexas, como The Colapse of the Earl of Chatham in the House of Lords em 1779. Este trabalho afastou-se do campo de batalha para o ambiente estruturado e de alta tensão da governação britânica. Através destes temas variados, John Singleton Copley tentou provar que um pintor formado nas colónias poderia dominar as exigências densas e dramáticas da tradição histórica europeia.

    Anos Finais e Morte

    O capítulo final da vida de John Singleton Copley em Londres foi marcado por um declínio no ímpeto profissional que ele outrora desfrutara com tanto vigor. Seus anos tardios foram menos prósperos do que o seu período de maior prestígio, e a instabilidade financeira passou a projetar uma sombra sobre sua existência, culminando em uma morte marcada por dívidas profundas. Este drama fiscal estabelece um contraste pungente com o elevado status social que seus retratos coloniais ajudaram a definir para a elite da Nova Inglaterra.

    John Singleton Copley faleceu em Londres, em 1815. Seus restos mortais foram sepultados na Croydon Minster, em Croydon, Surrey. Embora sua carreira tenha findado sob o peso das dificuldades financeiras, sua precisão técnica permanece como um ponto de referência imutável no estudo da retratística e da composição histórica do século XVIII.

    Onde ler mais

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de Thomas Amory II

    wahooart.com/pt/art/download/john-singleton-copley-thomas-amory-ii-8BWTBD-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Copley, John Singleton. Thomas Amory II. 1772, https://wahooart.com/pt/art/john-singleton-copley-thomas-amory-ii-8BWTBD-en/
    APA
    Copley, John Singleton (1772). Thomas Amory II [Painting]. https://wahooart.com/pt/art/john-singleton-copley-thomas-amory-ii-8BWTBD-en/
    Chicago
    John Singleton Copley. Thomas Amory II. 1772. https://wahooart.com/pt/art/john-singleton-copley-thomas-amory-ii-8BWTBD-en/
    Harvard
    Copley, John Singleton (1772) Thomas Amory II. Available at: https://wahooart.com/pt/art/john-singleton-copley-thomas-amory-ii-8BWTBD-en/

    Observe de perto

    Thomas Amory II — John Singleton Copley

    Observe de perto

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    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. O nosso catálogo classifica esta obra sob: portrait painting, john copley, neo-classicism. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    4. Relembre Watson e o Tubarão (1778), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    5. John Singleton Copley tinha cerca de 34 anos quando esta obra foi feita. O que nela parece ser o trabalho de um artista nessa fase?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    Por quais outros nomes John Singleton Copley é conhecido(a)?

    John Singleton Copley também é conhecido como O Velho, R.A. Copley, J. S. Copley, Copley, R.A..

    De onde vêm os visitantes de "Thomas Amory II", de John Singleton Copley?

    As estatísticas sobre "Thomas Amory II", de John Singleton Copley encontram-se na página de Estatísticas da obra: visitas mensais da obra, visitas às obras do artista e o detalhamento por país e idioma dos visitantes recentes.

    "Thomas Amory II", de John Singleton Copley é uma obra de arte clara ou escura?

    Em termos de luminosidade percebida, "Thomas Amory II", de John Singleton Copley é deep_shadow.