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Guia de Obras de Estudantes

Samuel Adams

Nome Turma Data

John Singleton Copley, Samuel Adams (1772), Museu de Belas Artes, Boston. Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
John Singleton Copley wahooart.com/pt/artists/john-singleton-copley_pt/
Datas do artista
1738 – 1815
Pintura a óleo
1772
Técnica
Oil On Canvas
Dimensões originais
127 x 102 cm
Movimento
Neo-Classicism A deliberate return to the calm balance and clear outlines of ancient Greek and Roman art.
Período
Early Modern
Realizado em
Museu de Belas Artes, Boston wahooart.com/pt/museums/museu-de-belas-artes-boston-boston_pt/
Artistic style
Neo-Classicism
Notable elements or techniques
Detailed rendering of fabrics and buttons
Subject or theme
Portrait of patriot Samuel Adams

No contexto

Samuel Adams — John Singleton Copley

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 127 × 102 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Quando foi pintado?

  1. 1730
  2. 1740
  3. 1750
  4. 1760
  5. 1770
  6. 1780
  7. 1790
  8. 1800
  9. 1810

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 77 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 34. O artista viveu até aos 77. 217 das 349 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de John Singleton Copley (1738–1815) ▲ esta obra, 1772 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1764 Principais anos de atividade: 1764–1777 Obras tardias: a partir de 1777

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

Comparar com

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: wahooart.com/pt/art/similar/john-singleton-copley-samuel-adams-8BWTAT-en/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Espresso #441e14

    Paleta catalogada

    • #441E14
    • #B2A18B
    • #7E6A58
    • #140E0D

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Earthy A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Espresso
    Intensidade
    Monochromatic O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Gentle O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Strong Color Unity A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Deep_shadow O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Muted Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de John Singleton Copley nos últimos doze meses — 24 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 58,8%18.000 visitas
    2. 2 Estados Unidos da América 14,7%4.500 visitas
    3. 3 Hong Kong 6,5%2.000 visitas
    4. 4 Singapura 4,2%1.300 visitas
    5. 5 França 2,6%800 visitas
    6. 6 México 2,3%700 visitas
    7. 7 Argentina 1,3%400 visitas
    8. 8 Israel 1,3%400 visitas
    9. 9 Roménia 1,3%400 visitas
    10. 10 Colômbia 1,0%300 visitas
    11. · 14 outros países 6,0%1.800 visitas

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 20 obras mais visualizadas de John Singleton Copley

    1. 1 Watson e o Tubarão, 1778 17,0%6.100 visitas
    2. 2 A Chegada de Netuno, 1754 2,8%1.000 visitas
    3. 3 James Otis, (painting), 1760 2,8%1.000 visitas
    4. 4 The Ascension, 1775 2,0%700 visitas
    5. 5 Mrs.William Eppes, 1769 2,0%700 visitas
    6. 6 Elkanah Watson, 1782 1,7%600 visitas
    7. 7 Samuel Reading to Eli the Judgments of God Upon Eli's House, 1780 1,7%600 visitas
    8. 8 Young lady with a bird and dog, 1767 1,4%500 visitas
    9. 9 Head of a Negro, 1777 1,4%500 visitas
    10. 10 Mary Elizabeth Martin, 1771 1,4%500 visitas
    11. 11 The Colapse of the Earl of Chatham in the House of Lords (also known as The Death of the Earl of Chatham), 1779 1,1%400 visitas
    12. 12 Thomas Amory II, 1772 1,1%400 visitas
    13. 13 Mrs.Daniel Hubbard (Mary Greene), 1764 1,1%400 visitas
    14. 14 James Tilley, (painting) 1,1%400 visitas
    15. 15 Brook Watson and the Shark, 1778 0,8%300 visitas
    16. 16 The Nativity, 1777 0,8%300 visitas
    17. 17 Mrs.Ezekiel Gondthwait (Elizabeth Lewis), 1771 0,8%300 visitas
    18. 18 Mrs. John Winthrop (Hannah Fayerweather), 1773 0,8%300 visitas
    19. 19 Mrs.George Watson (Elizabeth Oliver), 1765 0,8%300 visitas
    20. 32 Samuel Adams, 1772 esta obra 0,6%200 visitas

    Juntas, estas obras representam 43,2% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 482 obras deste artista, das quais 169 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ocupa a 32 posição entre elas, com 0,6% dessa atenção (200 visitas). Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Sobre esta obra

    Samuel Adams — John Singleton Copley

    A Portrait of Defiance

    In 1772, John Singleton Copley captured the likeness of Samuel Adams, a figure central to the American revolutionary cause. The sitter is presented in formal attire, wearing a red coat accented by white buttons and a traditional wig. A beard frames his face, adding a layer of maturity to his expression. Behind him, a book rests upon a table, suggesting a life of study and intellectual engagement.

    The composition utilizes Neo-Classicism to establish a sense of order and balance. Through precise brushwork, the textures of the fabric and the subtle nuances of light are rendered with clarity. This technical precision reflects the subject's character, projecting an image of stability and reason amidst the growing political tensions in colonial New England.

    Historical Context and Symbolism

    The painting emerged during a period of intense social upheaval in Boston. While Adams is often remembered for his political activism, this portrait focuses on his persona as a man of substance. The inclusion of the book serves as a subtle signifier of his intellect and the weight of the ideas he championed.

    Copley’s approach to color and light creates a harmonious atmosphere that belies the turbulent era. By focusing on the material details—the gleam of buttons and the arrangement of objects—the artist provides a window into the social standing of the colonial elite. The work remains a significant record of a man whose actions would soon reshape the political landscape of the United States.

    Artista e museu

    Artista

    John Singleton Copley

    Nascido em Boston, Estados Unidos

    Vida Inicial, Família e Formação

    John Singleton Copley emergiu do vigor comercial da Boston colonial, nascido em 1738. Sua criação esteve profundamente enraizada no comércio marítimo de Long Wharf, onde sua mãe, Mary Singleton Copley, administrava uma loja. Seu pai, Richard Copley, atuava como mercador de tabaco. Este ambiente proporcionou mais do que um simples pano de fundo social; ofereceu uma visão direta das texturas materiais e das hierarquias sociais que, mais tarde, definiriam sua linguagem visual. Ele não nasceu em uma dinastia artística, mas sua proximidade com a classe mercantil garantiu que ele compreendesse o valor dos objetos que viria a pintar.

    Sua introdução formal ao ofício ocorreu por meio de seu padrasto, Peter Pelham, um gravador e limner. Embora Pelham tenha fornecido a base técnica inicial, o verdadeiro desenvolvimento de Copley foi fruto de um trabalho solitário e implacável. Ele foi, em grande parte, autodidata, contornando o tradicional sistema de academias europeias em favor de um currículo rigoroso e autoimposto. Ele passou anos copiando meticulosamente gravuras para dominar a mecânica da luz e da forma. Essa abordagem disciplinada e autoconstruída permitiu-lhe transcender as limitações de seu entorno local e desenvolver uma precisão técnica que seus predecessores nas colônias não possuíam.

    O Sucesso como Retratista Colonial

    Já na década de 1760, John Singleton Copley havia consolidado sua posição como o principal retratista de Boston. Ele não se limitava a pintar rostos; ele fabricava as identidades sociais da elite colonial. Sua habilidade em traduzir a riqueza material em autoridade visual tornou-o a escolha predileta das figuras mais influentes da cidade. Copley compreendia que um retrato era uma ferramenta para projetar status, utilizando texturas e objetos específicos para sinalizar o lugar do modelo na hierarquia social.

    Sua precisão técnica permitiu que ele transcendesse a mera semelhança física. Em seu retrato de 1771 de Mrs. Ezekiel Gondthwait (Elizabeth Lewis), a representação de tecidos luxuosos e uma postura refinada comunica um senso específico de prestígio social. Nada disso era acidental. Copley utilizava cada detalhe — desde o brilho da prata até o caimento de uma manga — para calibrar a percepção do espectador sobre seus sujeitos. Ele transformou o ato de posar para um retrato em uma performance calculada de riqueza e poder.

    A amplitude de sua clientela reflete o cenário mutável da liderança colonial. Ele capturou a semelhança de Paul Revere por volta de 1768 e pintou Samuel Adams em 1772. Estes não eram apenas encargos artísticos; eram registros visuais dos homens que moldavam o futuro político das colônias. Sua obra forneceu o vocabulário visual para uma sociedade em transição, documentando as próprias pessoas que, em breve, definiriam uma nova ordem política.

    Estilo Artístico e Técnica

    A estética de John Singleton Copley representa uma confluência calculada entre a elegância do Rococó e o intelectualismo do Iluminismo. Ele não se limitou a replicar os ornamentos decorativos de seus predecessores; pelo contrário, ele os temperou com uma visão Neoclássica rigorosa. Esta abordagem priorizava a ordem, a clareza e a virtude moral, qualidades que ressoavam profundamente no contexto colonial. Sua obra evita a superficialidade frequentemente encontrada em estilos puramente decorativos, fundamentando cada composição na precisão anatômica e na profundidade psicológica. Ele não se contentava com uma semelhança superficial; em vez disso, utilizava a postura e a expressão do retratado para revelar o caráter subjacente, transformando um simples retrato em um estudo preciso da identidade humana.

    A execução técnica de suas pinturas baseia-se em uma sofisticada sobreposição de camadas de vernizes translúcidos. Este método, aliado a uma pincelada ágil, permitiu-lhe alcançar um elevado grau de realismo na textura e na luz. Ele possuía uma habilidade singular para retratar o mundo material — o peso denso dos tecidos, o brilho frio do metal e as sutis gradações da pele — com uma precisão que evocava imediatismo. Tal proficiência técnica garantia que seus sujeitos surgissem como presenças físicas, e não como representações planas. Ao dominar o jogo de luz e sombra, ele esculpiu figuras que possuíam um volume tangível e um senso de permanência.

    Mrs. Jerathmael Bowers

    The Return of Neptune

    Mrs. John Winthrop

    Ambição e Vida na Europa

    A mudança de John Singleton Copley para a Europa foi uma tentativa calculada de consolidar sua presença nos estabelecidos centros artísticos do Velho Mundo. Muito antes de sua partida, seu talento já havia despertado atenção em Londres; ele foi eleito membro da Society of Artists of Great Britain em 3 de setembro de 1766. Esse reconhecimento conferiu o impulso necessário para sua eventual mudança. Em 1774, ele deixou as Treze Colônias para trás, viajando com sua esposa, Susanna Farnsworth Clarke, e seus filhos. Estabeleceu-se em Londres naquele mesmo ano e nunca mais retornou à América.

    Seu tempo na Europa foi marcado por uma busca deliberada pelo treinamento clássico. Durante o verão de 1774, ele estudou em Roma, um movimento destinado a refinar seu domínio sobre a composição e a narrativa histórica. Este período de estudos não foi uma mera excursão, mas uma mudança fundamental em sua trajetória profissional. Ao posicionar-se em Londres, ele buscou transitar de um retratista colonial para um pintor de significativo peso histórico, testando sua habilidade técnica contra os padrões da cena artística britânica.

    Principais Obras e a Pintura Histórica

    A produção de John Singleton Copley revela uma transição calculada, partindo do retrato social que consolidou o seu prestígio colonial em direção ao cenário de alto nível da pintura histórica. O seu envolvimento precoce com temas clássicos é evidente em The Return of Neptune, pintada por volta de 1754. Esta obra demonstra uma tentativa inicial de transcender a mera semelhança física da elite de Boston, utilizando as composições dos Velhos Mestres. Mesmo nas suas representações mais pessoais, como em The Copley Family em 1776, percebe-se uma clara intenção de utilizar a tela para estabelecer uma identidade social específica, através de cenários e objetos cuidadosamente coreografados.

    A mudança para a Europa impulsionou uma busca mais agressiva por narrativas históricas. Ele procurou enfrentar o género mais prestigiado da época, escolhendo frequentemente cenas de intenso drama ou peso político. Watson and the Shark, pintada por volta de 1778, demonstra este ímpeto em direção à tensão dramática. O seu empreendimento mais ambicioso nesta vertente foi The Death of Major Peirson, uma obra que tentou capturar o caos da Batalha de Jersey. Embora alguns críticos tenham questionado a composição, a pintura permanece como uma tentativa significativa de traduzir o conflito moderno para a escala grandiosa da arte histórica.

    A sua fase tardia em Londres viu-o abordar cenas políticas complexas, como The Colapse of the Earl of Chatham in the House of Lords em 1779. Este trabalho afastou-se do campo de batalha para o ambiente estruturado e de alta tensão da governação britânica. Através destes temas variados, John Singleton Copley tentou provar que um pintor formado nas colónias poderia dominar as exigências densas e dramáticas da tradição histórica europeia.

    Anos Finais e Morte

    O capítulo final da vida de John Singleton Copley em Londres foi marcado por um declínio no ímpeto profissional que ele outrora desfrutara com tanto vigor. Seus anos tardios foram menos prósperos do que o seu período de maior prestígio, e a instabilidade financeira passou a projetar uma sombra sobre sua existência, culminando em uma morte marcada por dívidas profundas. Este drama fiscal estabelece um contraste pungente com o elevado status social que seus retratos coloniais ajudaram a definir para a elite da Nova Inglaterra.

    John Singleton Copley faleceu em Londres, em 1815. Seus restos mortais foram sepultados na Croydon Minster, em Croydon, Surrey. Embora sua carreira tenha findado sob o peso das dificuldades financeiras, sua precisão técnica permanece como um ponto de referência imutável no estudo da retratística e da composição histórica do século XVIII.

    Museu

    Museu de Belas Artes, Boston

    Em exibição em Boston, Estados Unidos da América

    A Legado de uma Visão Artística: O Museu de Belas Artes de Boston

    Aninhado no coração vibrante de Boston, o Museu de Belas Artes é mais do que um mero depósito de arte; é um relato vivo da criatividade humana que se estende por milênios. Desde suas origens modestas em 1870 nas paredes do Athenæum de Boston até sua atual e imponente morada neoclássica na Huntington Avenue, o MFA tem consistentemente defendido a expressão artística e fomentado uma profunda apreciação pelo poder transformador da beleza. O edifício em si – uma homenagem deliberada aos ideais clássicos concebida pelo arquiteto Guy Lowell – é uma declaração imediata de ambição, com sua fachada de granito que irradia solidez e elegância, enquanto a rotunda, adornada com monumentais afrescos de John Singer Sargent, serve como um portal deslumbrante para um mundo de maravilhas artísticas. Essa grandiosidade inicial foi apenas o prelúdio para uma evolução contínua, marcada por expansões subsequentes que integraram harmoniosamente o design moderno ao seu núcleo histórico, criando um diálogo dinâmico entre passado e presente.

    O coração do MFA reside em sua coleção extraordinariamente diversificada, um testemunho de seu compromisso em representar tradições artísticas de todo o mundo. As obras-primas europeias – as pinceladas cintilantes de Monet capturando a luz fugaz, a intensidade dramática das paisagens de Van Gogh, os retratos elegantes de Renoir e Degas – formam uma pedra angular inegável, oferecendo vislumbres íntimos da vida e das visões de alguns dos artistas mais celebrados da história. No entanto, limitar o museu apenas à Europa seria um erro fundamental. O MFA possui uma coleção incomparável de artefatos egípcios antigos – sarcófagos adornados com intrincadas hieróglifos, estátuas que personificam o poder faraônico e joias que sussurram histórias de rituais elaborados – transportando os visitantes milhares de anos para explorar os mistérios de uma civilização que continua a nos cativar. Ao aprofundar-se na Ásia, descobrimos bronzeiras chinesas requintadas que irradiam significado simbólico, gravuras japonesas delicadas que revelam as nuances das técnicas de blocos de madeira e esculturas indianas poderosas que refletem a devoção espiritual. A dedicação do museu se estende além dessas peças icônicas para incluir retrato americano, artes decorativas de todo o mundo – móveis que falam volumes sobre status social e artesanato, cerâmicas que exibem estilos regionais, tecidos ricos em cor e padrão – cada objeto oferecendo uma janela única para seu tempo e lugar. A vasta gama de representação é verdadeiramente notável, demonstrando o compromisso inabalável do MFA em celebrar a expressão artística através das fronteiras geográficas.

    Uma Narrativa Arquitetônica: Uma Sinfonia de Estilos

    O espaço físico do Museu de Belas Artes não é apenas um cenário para a arte; é parte integrante da narrativa do museu. O edifício original, projetado por Guy Lowell em 1909, incorpora a grandiosidade do estilo Beaux-Arts – uma homenagem deliberada aos ideais clássicos e à ambição de Boston durante a Era Progressista. Sua imponente fachada de granito irradia solidez e elegância, enquanto a rotunda, um espaço deslumbrante adornado com os afrescos monumentais de Sargent, serve como o ponto focal mais icônico do museu. Essas pinturas retratam cenas da mitologia clássica – Apollo presidindo sobre seu panteão, Diana caçando na floresta iluminada pela lua – e não são meras decorações; representam o compromisso do MFA em conectar tradições artísticas que abrangem milênios. A integração cuidadosa de luz, cor e escala dentro da rotunda cria uma experiência imersiva que estabelece imediatamente a sensação de grandiosidade e ambição artística do museu.

    No entanto, a história do museu não termina com a visão de Lowell. Expansões subsequentes, meticulosamente executadas por Hugh Stubbins & Associates e I.M. Pei, adicionaram camadas de complexidade e sofisticação ao seu cenário arquitetônico. O Linde Family Wing para Arte Contemporânea, concebido por I.M. Pei, é uma declaração ousada de inovação artística – um átrio de vidro imponente que cria uma atmosfera etérea, contrastando dramaticamente com os salões históricos do museu. Este espaço foi projetado para envolver os visitantes com obras de arte de ponta, fomentando o diálogo e a exploração de novas fronteiras criativas. A integração dessas adições modernas demonstra a capacidade do MFA de evoluir ao mesmo tempo em que honra seu rico patrimônio. A justaposição do estilo Beaux-Arts de Lowell com o design modernista de Pei cria uma tensão dinâmica que reflete o engajamento contínuo do museu com a história da arte e as tendências artísticas contemporâneas.

    Um Tapete Global: Exposições e Engajamento Contínuo

    Ao longo de sua história, o Museu de Belas Artes tem sido um catalisador para o debate artístico, hospedando exposições inovadoras que cativaram públicos em todo o mundo. Das retrospectivas celebrando artistas icônicos como Picasso e Warhol – artistas que redefiniram nossa compreensão da arte moderna – às explorações temáticas que abordam questões sociais urgentes, o MFA consistentemente ultrapassa os limites e estimula a curiosidade intelectual. A filiação do museu à Escola de Belas Artes Tufts University promove um ambiente dinâmico onde artistas, estudantes e pesquisadores colaboram, alimentando a inovação e expandindo os limites da expressão artística. Exposições recentes exploraram temas diversos – da influência do Egito antigo no design contemporâneo à evolução do retrato através das culturas – demonstrando o compromisso do museu em apresentar a arte de novas e envolventes maneiras.

    A dedicação do MFA se estende além de sua coleção permanente por meio de um programa vibrante de exposições temporárias, palestras, workshops e programas educacionais. Essas iniciativas são projetadas para atender a uma ampla gama de públicos, desde entusiastas de arte experientes até famílias em busca de experiências culturais enriquecedoras. O museu promove ativamente o acesso, garantindo que seus tesouros sejam apreciados por todos os visitantes, independentemente da capacidade. O compromisso do MFA com o engajamento comunitário solidifica sua posição como um contribuinte vital para a riqueza cultural e a compreensão artística, fomentando uma apreciação de vida pela arte.

    Horizontes Digitais: Expandindo Alcance e Acessibilidade

    Reconhecendo a importância de alcançar um público global, o Museu de Belas Artes abraçou plataformas digitais como Google Arts & Culture, expandindo seu alcance muito além das fronteiras de Boston. Através de passeios virtuais, imagens em alta resolução e histórias envolventes, os visitantes de todo o mundo podem explorar a extraordinária coleção do museu – um testemunho da dedicação do MFA à democratização do acesso à arte e ao fomento de uma apreciação mais profunda do patrimônio cultural. A integração dessas ferramentas digitais destaca o compromisso do museu com a inovação e seu papel como uma voz líder na evolução do cenário educacional e de engajamento artístico. A presença online permite que indivíduos que não podem visitar fisicamente Boston ainda experimentem a beleza e a importância da coleção, aprofundando a missão do MFA de tornar a arte acessível a todos.

    Useful Links:

    Museum of Fine Arts Boston

    Forsyth Wickes Museum of Fine Arts

    Useful Content:

    Science: A Preparation for the Mural in the Museum of Fine Arts, Boston

    Philosophy: A Preparation for the Mural in the Museum of Fine Arts, Boston

    Onde ler mais

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de Samuel Adams

    wahooart.com/pt/art/download/john-singleton-copley-samuel-adams-8BWTAT-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Copley, John Singleton. Samuel Adams. 1772, Museu de Belas Artes, Boston. https://wahooart.com/pt/art/john-singleton-copley-samuel-adams-8BWTAT-en/
    APA
    Copley, John Singleton (1772). Samuel Adams [Painting]. Museu de Belas Artes, Boston. https://wahooart.com/pt/art/john-singleton-copley-samuel-adams-8BWTAT-en/
    Chicago
    John Singleton Copley. Samuel Adams. 1772. Museu de Belas Artes, Boston. https://wahooart.com/pt/art/john-singleton-copley-samuel-adams-8BWTAT-en/
    Harvard
    Copley, John Singleton (1772) Samuel Adams. Museu de Belas Artes, Boston. Available at: https://wahooart.com/pt/art/john-singleton-copley-samuel-adams-8BWTAT-en/

    Observe de perto

    Samuel Adams — John Singleton Copley

    Observe de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. O nosso catálogo classifica esta obra sob: man, red coat, white buttons. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    4. Relembre Watson e o Tubarão (1778), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    5. Neo-Classicism: A deliberate return to the calm balance and clear outlines of ancient Greek and Roman art. Onde você pode observar isso nesta obra?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Quiz de arte

    Samuel Adams — John Singleton Copley

    O quanto você conhece esta obra de arte?

    Selecione uma resposta para cada uma das 5 perguntas abaixo. Cada uma possui exatamente uma resposta correta.

    1. 1. In what year was the painting 'Samuel Adams' created?

      • A 1766
      • B 1772
      • C 1774
    2. 2. Who is the artist of the portrait 'Samuel Adams'?

      • A John Singleton Copley
      • B Paul Revere
      • C Benjamin West
    3. 3. Where is the painting 'Samuel Adams' currently housed?

      • A London Museum
      • B Museum of Fine Arts in Boston
      • C Copley Square Gallery
    4. 4. What color is the coat worn by Samuel Adams in the portrait?

      • A Blue
      • B Black
      • C Red
    5. 5. Which artistic style is characterized by simplicity, order, and reason in Copley's work?

      • A Rococo
      • B Neo-Classicism
      • C Renaissance

    Minha pontuação: ____ de 5

    Gabarito — para o professor

    Isto inicia uma nova página impressa, de modo que ela pode simplesmente ser omitida das cópias.

    1B · 2A · 3B · 4C · 5B

    Confira qualquer resposta comparando com o registro do catálogo desta pintura

    Perguntas e Respostas

    Como é descrita a paleta de "Samuel Adams", de John Singleton Copley?

    "Samuel Adams", de John Singleton Copley utiliza uma paleta de cores Earthy. A paleta sintetiza o caráter cromático geral da obra.

    A qual movimento artístico "Samuel Adams", de John Singleton Copley pertence?

    O movimento associado a "Samuel Adams", de John Singleton Copley é Neo-Classicism. Esta classificação situa a obra entre artistas e obras de arte relacionados.

    Que tipo de obra de arte é "Samuel Adams", de John Singleton Copley?

    "Samuel Adams", de John Singleton Copley é classificado como WallArt. A categoria descreve o tipo de obra de arte que a peça original representa.