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Guia de Obras de Estudantes

Ezekiel Goldthwait

Nome Turma Data

John Singleton Copley, Ezekiel Goldthwait (1771), Museu de Belas Artes, Boston. Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
John Singleton Copley wahooart.com/pt/artists/john-singleton-copley_pt/
Datas do artista
1738 – 1815
Pintura a óleo
1771
Técnica
Oil On Canvas
Dimensões originais
127 x 101 cm
Movimento
Neoclassicism A deliberate return to the calm balance and clear outlines of ancient Greek and Roman art.
Realizado em
Museu de Belas Artes, Boston wahooart.com/pt/museums/museu-de-belas-artes-boston-boston_pt/
Artistic style
Elegant; Balanced; Dignified
Influences
Classical Art
Notable elements or techniques
Detailed portraiture; Classical composition.
Subject or theme
Portrait of a Gentleman

No contexto

Ezekiel Goldthwait — John Singleton Copley

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 127 × 101 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Quando foi pintado?

  1. 1730
  2. 1740
  3. 1750
  4. 1760
  5. 1770
  6. 1780
  7. 1790
  8. 1800
  9. 1810

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 77 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 33. O artista viveu até aos 77. 191 das 349 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de John Singleton Copley (1738–1815) ▲ esta obra, 1771 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1764 Principais anos de atividade: 1764–1777 Obras tardias: a partir de 1777

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

Comparar com

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: wahooart.com/pt/art/similar/john-singleton-copley-ezekiel-goldthwait-8BWT8E-en/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Espresso #3a261c

    Paleta catalogada

    • #3A261C
    • #97896D
    • #DBCFAA
    • #171513

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Earthy A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Espresso
    Intensidade
    Monochromatic O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Gentle O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Balanced Harmony A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Deep_shadow O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Muted Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de John Singleton Copley nos últimos doze meses — 23 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 60,8%18.000 visits
    2. 2 Estados Unidos da América 13,9%4.100 visits
    3. 3 Hong Kong 6,8%2.000 visits
    4. 4 Singapura 4,4%1.300 visits
    5. 5 França 2,4%700 visits
    6. 6 México 2,0%600 visits
    7. 7 Argentina 1,4%400 visits
    8. 8 Roménia 1,4%400 visits
    9. 9 Colômbia 1,0%300 visits
    10. 10 Alemanha 0,7%200 visits
    11. · 13 outros países 5,2%1.600 visits

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 20 obras mais visualizadas de John Singleton Copley

    1. 1 Watson e o Tubarão, 1778 16,7%5.800 visits
    2. 2 James Otis, (painting), 1760 2,9%1.000 visits
    3. 3 A Chegada de Netuno, 1754 2,6%900 visits
    4. 4 Mrs.William Eppes, 1769 2,0%700 visits
    5. 5 Elkanah Watson, 1782 1,7%600 visits
    6. 6 Samuel Reading to Eli the Judgments of God Upon Eli's House, 1780 1,7%600 visits
    7. 7 The Ascension, 1775 1,4%500 visits
    8. 8 Young lady with a bird and dog, 1767 1,4%500 visits
    9. 9 Head of a Negro, 1777 1,4%500 visits
    10. 10 The Colapse of the Earl of Chatham in the House of Lords (also known as The Death of the Earl of Chatham), 1779 1,1%400 visits
    11. 11 Thomas Amory II, 1772 1,1%400 visits
    12. 12 Mrs.Daniel Hubbard (Mary Greene), 1764 1,1%400 visits
    13. 13 Mary Elizabeth Martin, 1771 1,1%400 visits
    14. 14 James Tilley, (painting) 1,1%400 visits
    15. 15 Brook Watson and the Shark, 1778 0,9%300 visits
    16. 16 The Nativity, 1777 0,9%300 visits
    17. 17 Mrs.Ezekiel Gondthwait (Elizabeth Lewis), 1771 0,9%300 visits
    18. 18 Mrs. John Winthrop (Hannah Fayerweather), 1773 0,9%300 visits
    19. 19 Mrs.George Watson (Elizabeth Oliver), 1765 0,9%300 visits
    20. — Ezekiel Goldthwait, 1771 esta obra 0,0%0 visits

    Juntas, estas obras representam 41,8% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 482 obras deste artista, das quais 168 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ainda não foi visualizada neste período — ela encerra a lista sem uma classificação. Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Sobre esta obra

    Ezekiel Goldthwait — John Singleton Copley

    A Portrait of Refinement: Ezekiel Goldthwait by John Singleton Copley

    Subject: This captivating portrait depicts Ezekiel Goldthwait, a prominent figure of Boston society in 1771. Copley masterfully captures the man's dignified presence and refined character, presenting him as an embodiment of wealth, status, and intellectual engagement – qualities highly valued within the colonial elite.

    Style & Technique: Executed in the Neo-Classical style, the painting showcases Copley’s meticulous attention to detail and his ability to translate classical ideals into a distinctly American context. The composition is rigorously ordered, reflecting the era's fascination with rationalism and moral virtue. Copley’s brushwork is remarkably smooth and controlled, creating a sense of depth and realism through subtle gradations of light and shadow. The use of oil paint allows for rich colors and nuanced textures, particularly evident in the man’s wig and clothing.

    Historical Context: A Window into Colonial Boston

    The Era: Painted during a period of significant political and social change in the American colonies, this portrait offers a valuable glimpse into the lives of wealthy merchants and influential individuals. The burgeoning wealth generated by trade and shipbuilding was reshaping colonial society, and Copley’s portraits served as visual markers of this transformation.

    Copley's Role: John Singleton Copley was a pivotal figure in establishing American portraiture as a distinct genre. He bridged the gap between European artistic traditions and the developing sensibilities of colonial America, creating works that were both aesthetically sophisticated and deeply rooted in local culture. His connection to Boston’s elite – including merchants like Ezekiel Goldthwait – cemented his position as a leading artist of his time.

    Symbolism & Compositional Elements

    The Setting: The dark background dramatically isolates the subject, emphasizing his importance and creating a sense of formality. The carefully arranged chair and cup are not merely props; they symbolize comfort, refinement, and perhaps even intellectual pursuits – qualities associated with the gentlemanly class.

    Facial Expression & Posture: Goldthwait’s confident gaze and upright posture convey an air of self-assurance and dignity. Copley skillfully uses these elements to project a carefully constructed image of respectability and social standing. The details, such as the meticulously rendered wig and attire, further reinforce this impression.

    Artistic Legacy & Reproduction Value

    A Masterpiece: “Ezekiel Goldthwait” stands as a testament to John Singleton Copley’s artistic genius and his profound impact on the development of American art. It is a prime example of Neo-Classical portraiture, demonstrating exceptional skill in capturing both likeness and character.

    High-Quality Reproduction: WahooArt offers meticulously crafted hand-painted reproductions of this iconic work, ensuring that you can experience its beauty and historical significance firsthand. Our skilled artisans replicate Copley’s techniques with the utmost care, creating a faithful representation that will grace your walls for generations to come.

    Artista e museu

    Artista

    John Singleton Copley

    Nascido em Boston, Reino Unido

    A Pioneer Bridging Worlds: The Life and Art of John Singleton Copley

    John Singleton Copley, born in Boston in 1738, occupies a unique and pivotal position in the history of American art. He wasn’t merely a painter; he was a cultural bridge, forging a distinctly Anglo-American aesthetic during a period of immense political and social upheaval. His story is one of self-taught brilliance, relentless ambition, and an uncanny ability to capture not just likenesses, but the very essence of his subjects within the context of their time. Copley’s early life was steeped in the bustling maritime world of colonial Boston, a city brimming with merchants, shipbuilders, and burgeoning wealth. His father, Richard Copley, though absent shortly after John's birth, was a tobacco merchant, while his mother, Mary Singleton Copley, ran a shop on Long Wharf. This environment instilled in young John an acute awareness of the material world – the textures of fabrics, the gleam of silver, the subtle nuances of social standing – all elements that would later define his artistic style. His stepfather, Peter Pelham, an engraver and limner (an artist who created portraits on vellum or parchment), provided some initial guidance, but Copley’s talent was largely self-cultivated through diligent study and practice. He devoured any available engravings, meticulously copying them to master technique, and quickly surpassed his stepfather's abilities.

    The Rise of a Colonial Portraitist

    By the 1760s, Copley had established himself as Boston’s premier portraitist, catering to the city’s elite. His success wasn’t simply due to technical skill; it was his ability to imbue his portraits with a psychological depth rarely seen in colonial American art. He moved beyond mere representation, striving to capture the character and social standing of his sitters. This involved meticulous attention to detail – the precise rendering of fabrics, jewelry, and furnishings – but also a keen understanding of posture, expression, and gesture. Copley’s portraits weren't just images; they were statements about wealth, power, and social aspiration. He skillfully incorporated symbolic objects into his compositions, subtly hinting at his subjects’ professions or interests. A merchant might be depicted with imported goods in the background, a lawyer with legal texts, or a naval officer with nautical instruments. This attention to detail and symbolism elevated his work beyond simple portraiture, transforming it into a form of social commentary. His portraits of prominent figures like Mrs. Ezekiel Gondthwait (Elizabeth Lewis) exemplify this approach – the elegant pose, luxurious fabrics, and subtle details all convey a sense of refinement and status.

    Ambition and the Call of Europe

    Despite his success in Boston, Copley harbored ambitions that extended beyond the colonial art world. He yearned for recognition from the established artistic circles of London and Rome, and sought to test his skills against the masters of European painting. In 1766, he sent his Boy with a Flying Squirrel to the Society of Artists in London, where it received considerable praise from Joshua Reynolds and Benjamin West – two leading figures in the British art scene. This encouragement fueled Copley’s desire for further training and exposure. However, family obligations and a thriving practice kept him rooted in Boston for another decade. Finally, in 1774, with his wife Susanna Farnsworth Clarke and their children, he embarked on a journey to Europe, intending to study the Old Masters and establish himself as a historical painter. The outbreak of the American Revolution shortly after his arrival complicated matters, forcing Copley to navigate a politically charged environment while pursuing his artistic goals.

    Historical Narratives and Lasting Legacy

    In London, Copley found both opportunities and challenges. He continued to paint portraits, securing commissions from prominent British figures, but he also turned his attention to historical painting – a genre considered more prestigious than portraiture at the time. His most ambitious work in this vein was The Death of Major Peirson, depicting a scene from the Battle of Jersey during the American Revolutionary War. While technically impressive, it received mixed reviews, with some critics questioning its composition and dramatic impact. Copley’s later historical paintings, such as *The Colapse of the Earl of Chatham in the House of Lords*, were more successful, demonstrating his ability to capture complex emotions and dramatic moments. Though he never fully achieved the level of acclaim he sought in Europe, John Singleton Copley left an indelible mark on both American and British art history. He pioneered a uniquely Anglo-American style, blending European techniques with a distinctly colonial sensibility. His portraits remain invaluable historical documents, offering glimpses into the lives and values of a bygone era. He is remembered not only for his artistic skill but also for his role in shaping a national identity through his art. He died in London in 1815, leaving behind a legacy that continues to inspire artists and captivate audiences today.

    Influences and Artistic Development

    Early Influences: Copley’s early artistic development was heavily influenced by the engravings he meticulously copied, particularly those of European masters like Rembrandt van Rijn and Antoine Watteau.

    Peter Pelham's Guidance: His stepfather, Peter Pelham, provided initial training in portraiture and engraving techniques, laying the foundation for his future success.

    Joshua Reynolds & Benjamin West: The encouragement and feedback from these prominent British artists during Copley’s early submissions to London exhibitions were crucial in shaping his ambitions and artistic direction.

    Rococo Style: Copley initially embraced the Rococo style, evident in his use of delicate colors, graceful poses, and ornate details. However, he gradually moved towards a more realistic and restrained approach.

    Historical Painting Inspiration: His exposure to historical paintings by artists like Benjamin West inspired him to explore this genre, though he often struggled to fully reconcile it with his natural talent for portraiture.

    Museu

    Museu de Belas Artes, Boston

    Em exibição em Boston, Estados Unidos da América

    A Legado de uma Visão Artística: O Museu de Belas Artes de Boston

    Aninhado no coração vibrante de Boston, o Museu de Belas Artes é mais do que um mero depósito de arte; é um relato vivo da criatividade humana que se estende por milênios. Desde suas origens modestas em 1870 nas paredes do Athenæum de Boston até sua atual e imponente morada neoclássica na Huntington Avenue, o MFA tem consistentemente defendido a expressão artística e fomentado uma profunda apreciação pelo poder transformador da beleza. O edifício em si – uma homenagem deliberada aos ideais clássicos concebida pelo arquiteto Guy Lowell – é uma declaração imediata de ambição, com sua fachada de granito que irradia solidez e elegância, enquanto a rotunda, adornada com monumentais afrescos de John Singer Sargent, serve como um portal deslumbrante para um mundo de maravilhas artísticas. Essa grandiosidade inicial foi apenas o prelúdio para uma evolução contínua, marcada por expansões subsequentes que integraram harmoniosamente o design moderno ao seu núcleo histórico, criando um diálogo dinâmico entre passado e presente.

    O coração do MFA reside em sua coleção extraordinariamente diversificada, um testemunho de seu compromisso em representar tradições artísticas de todo o mundo. As obras-primas europeias – as pinceladas cintilantes de Monet capturando a luz fugaz, a intensidade dramática das paisagens de Van Gogh, os retratos elegantes de Renoir e Degas – formam uma pedra angular inegável, oferecendo vislumbres íntimos da vida e das visões de alguns dos artistas mais celebrados da história. No entanto, limitar o museu apenas à Europa seria um erro fundamental. O MFA possui uma coleção incomparável de artefatos egípcios antigos – sarcófagos adornados com intrincadas hieróglifos, estátuas que personificam o poder faraônico e joias que sussurram histórias de rituais elaborados – transportando os visitantes milhares de anos para explorar os mistérios de uma civilização que continua a nos cativar. Ao aprofundar-se na Ásia, descobrimos bronzeiras chinesas requintadas que irradiam significado simbólico, gravuras japonesas delicadas que revelam as nuances das técnicas de blocos de madeira e esculturas indianas poderosas que refletem a devoção espiritual. A dedicação do museu se estende além dessas peças icônicas para incluir retrato americano, artes decorativas de todo o mundo – móveis que falam volumes sobre status social e artesanato, cerâmicas que exibem estilos regionais, tecidos ricos em cor e padrão – cada objeto oferecendo uma janela única para seu tempo e lugar. A vasta gama de representação é verdadeiramente notável, demonstrando o compromisso inabalável do MFA em celebrar a expressão artística através das fronteiras geográficas.

    Uma Narrativa Arquitetônica: Uma Sinfonia de Estilos

    O espaço físico do Museu de Belas Artes não é apenas um cenário para a arte; é parte integrante da narrativa do museu. O edifício original, projetado por Guy Lowell em 1909, incorpora a grandiosidade do estilo Beaux-Arts – uma homenagem deliberada aos ideais clássicos e à ambição de Boston durante a Era Progressista. Sua imponente fachada de granito irradia solidez e elegância, enquanto a rotunda, um espaço deslumbrante adornado com os afrescos monumentais de Sargent, serve como o ponto focal mais icônico do museu. Essas pinturas retratam cenas da mitologia clássica – Apollo presidindo sobre seu panteão, Diana caçando na floresta iluminada pela lua – e não são meras decorações; representam o compromisso do MFA em conectar tradições artísticas que abrangem milênios. A integração cuidadosa de luz, cor e escala dentro da rotunda cria uma experiência imersiva que estabelece imediatamente a sensação de grandiosidade e ambição artística do museu.

    No entanto, a história do museu não termina com a visão de Lowell. Expansões subsequentes, meticulosamente executadas por Hugh Stubbins & Associates e I.M. Pei, adicionaram camadas de complexidade e sofisticação ao seu cenário arquitetônico. O Linde Family Wing para Arte Contemporânea, concebido por I.M. Pei, é uma declaração ousada de inovação artística – um átrio de vidro imponente que cria uma atmosfera etérea, contrastando dramaticamente com os salões históricos do museu. Este espaço foi projetado para envolver os visitantes com obras de arte de ponta, fomentando o diálogo e a exploração de novas fronteiras criativas. A integração dessas adições modernas demonstra a capacidade do MFA de evoluir ao mesmo tempo em que honra seu rico patrimônio. A justaposição do estilo Beaux-Arts de Lowell com o design modernista de Pei cria uma tensão dinâmica que reflete o engajamento contínuo do museu com a história da arte e as tendências artísticas contemporâneas.

    Um Tapete Global: Exposições e Engajamento Contínuo

    Ao longo de sua história, o Museu de Belas Artes tem sido um catalisador para o debate artístico, hospedando exposições inovadoras que cativaram públicos em todo o mundo. Das retrospectivas celebrando artistas icônicos como Picasso e Warhol – artistas que redefiniram nossa compreensão da arte moderna – às explorações temáticas que abordam questões sociais urgentes, o MFA consistentemente ultrapassa os limites e estimula a curiosidade intelectual. A filiação do museu à Escola de Belas Artes Tufts University promove um ambiente dinâmico onde artistas, estudantes e pesquisadores colaboram, alimentando a inovação e expandindo os limites da expressão artística. Exposições recentes exploraram temas diversos – da influência do Egito antigo no design contemporâneo à evolução do retrato através das culturas – demonstrando o compromisso do museu em apresentar a arte de novas e envolventes maneiras.

    A dedicação do MFA se estende além de sua coleção permanente por meio de um programa vibrante de exposições temporárias, palestras, workshops e programas educacionais. Essas iniciativas são projetadas para atender a uma ampla gama de públicos, desde entusiastas de arte experientes até famílias em busca de experiências culturais enriquecedoras. O museu promove ativamente o acesso, garantindo que seus tesouros sejam apreciados por todos os visitantes, independentemente da capacidade. O compromisso do MFA com o engajamento comunitário solidifica sua posição como um contribuinte vital para a riqueza cultural e a compreensão artística, fomentando uma apreciação de vida pela arte.

    Horizontes Digitais: Expandindo Alcance e Acessibilidade

    Reconhecendo a importância de alcançar um público global, o Museu de Belas Artes abraçou plataformas digitais como Google Arts & Culture, expandindo seu alcance muito além das fronteiras de Boston. Através de passeios virtuais, imagens em alta resolução e histórias envolventes, os visitantes de todo o mundo podem explorar a extraordinária coleção do museu – um testemunho da dedicação do MFA à democratização do acesso à arte e ao fomento de uma apreciação mais profunda do patrimônio cultural. A integração dessas ferramentas digitais destaca o compromisso do museu com a inovação e seu papel como uma voz líder na evolução do cenário educacional e de engajamento artístico. A presença online permite que indivíduos que não podem visitar fisicamente Boston ainda experimentem a beleza e a importância da coleção, aprofundando a missão do MFA de tornar a arte acessível a todos.

    Useful Links:

    Museum of Fine Arts Boston

    Forsyth Wickes Museum of Fine Arts

    Useful Content:

    Science: A Preparation for the Mural in the Museum of Fine Arts, Boston

    Philosophy: A Preparation for the Mural in the Museum of Fine Arts, Boston

    Onde ler mais

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de Ezekiel Goldthwait

    wahooart.com/pt/art/download/john-singleton-copley-ezekiel-goldthwait-8BWT8E-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Copley, John Singleton. Ezekiel Goldthwait. 1771, Museu de Belas Artes, Boston. https://wahooart.com/pt/art/john-singleton-copley-ezekiel-goldthwait-8BWT8E-en/
    APA
    Copley, John Singleton (1771). Ezekiel Goldthwait [Painting]. Museu de Belas Artes, Boston. https://wahooart.com/pt/art/john-singleton-copley-ezekiel-goldthwait-8BWT8E-en/
    Chicago
    John Singleton Copley. Ezekiel Goldthwait. 1771. Museu de Belas Artes, Boston. https://wahooart.com/pt/art/john-singleton-copley-ezekiel-goldthwait-8BWT8E-en/
    Harvard
    Copley, John Singleton (1771) Ezekiel Goldthwait. Museu de Belas Artes, Boston. Available at: https://wahooart.com/pt/art/john-singleton-copley-ezekiel-goldthwait-8BWT8E-en/

    Observe de perto

    Ezekiel Goldthwait — John Singleton Copley

    Observe de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. O nosso catálogo classifica esta obra sob: male portraits, gentleman, dignity. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    4. Relembre Watson e o Tubarão (1778), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    5. Neoclassicism: A deliberate return to the calm balance and clear outlines of ancient Greek and Roman art. Onde você pode observar isso nesta obra?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Quiz de arte

    Ezekiel Goldthwait — John Singleton Copley

    O quanto você conhece esta obra de arte?

    Selecione uma resposta para cada uma das 5 perguntas abaixo. Cada uma possui exatamente uma resposta correta.

    1. 1. What artistic style is exemplified by John Singleton Copley’s painting of Ezekiel Goldthwait?

      • A Romanticism
      • B Impressionism
      • C Neo-Classicism
    2. 2. Approximately when was the painting ‘Ezekiel Goldthwait’ created?

      • A 1690s
      • B 1750s
      • C 1771
    3. 3. What is prominent about Copley's use of color in the portrait?

      • A Bright, vibrant hues
      • B Pale pastel shades
      • C Dark background highlighting subject features
    4. 4. The painting depicts a man seated in a chair with what object placed nearby?

      • A A musical instrument
      • B A vase of flowers
      • C A cup
    5. 5. What is the primary purpose of Copley's composition—the arrangement of elements within the painting?

      • A To create a dramatic scene
      • B To convey dignity and moral integrity
      • C To depict everyday life

    Minha pontuação: ____ de 5

    Gabarito — para o professor

    Isto inicia uma nova página impressa, de modo que ela pode simplesmente ser omitida das cópias.

    1C · 2C · 3C · 4C · 5B

    Confira qualquer resposta comparando com o registro do catálogo desta pintura

    Perguntas e Respostas

    Qual é a técnica e as dimensões de "Ezekiel Goldthwait", de John Singleton Copley?

    A obra original "Ezekiel Goldthwait", de John Singleton Copley é um trabalho em Oil On Canvas com dimensões de 127 x 101 cm. A técnica e o tamanho referem-se ao objeto original.

    Onde posso encontrar obras de arte semelhantes a "Ezekiel Goldthwait", de John Singleton Copley?

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    Que humor e emoção "Ezekiel Goldthwait", de John Singleton Copley transmite?

    Em "Ezekiel Goldthwait", um clima Elegant acompanha uma emoção Calm.