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Guia de Obras de Estudantes

Cattle passing

Nome Turma Data

joão cristino da silva, Cattle passing (1867), Museu Nacional de Arte Contemporânea - Museu do Chiado. Domínio público.

Informações principais

Artista
joão cristino da silva wahooart.com/pt/artists/joao-cristino-da-silva/
Datas do artista
1829 – 1877
Pintura
1867
Dimensões originais
100 x 182 cm
Realizado em
Museu Nacional de Arte Contemporânea - Museu do Chiado wahooart.com/pt/museums/national-museum-of-contemporary-art-museu-do-chiado-lisbon_pt/

No contexto

Cattle passing — joão cristino da silva

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 100 × 182 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Ano de criação

  1. 1820
  2. 1830
  3. 1840
  4. 1850
  5. 1860
  6. 1870

Sombreado: a trajetória de joão cristino da silva (1829–1877) ▲ esta obra, 1867

Obras comparáveis

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Paleta de cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Celadon #acbcc9

    Paleta catalogada

    • #ACBCC9
    • #41392E
    • #697566
    • #B47D3D
    Paleta
    Earthy A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Celadon
    Intensidade
    Balanced O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Statement O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Softly Mixed Palette A forma como as cores interagem entre si, desde o contraste marcante até a total harmonia.
    Brilho
    Balanced O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Subtle Color Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Sobre esta obra

    Cattle passing — joão cristino da silva

    This landscape, studied in the open air, encounters its plenitude here, that is, it reveals a poetics and dramaticism of its own, marked in a brief manner by the farmer and his livestock. A play of contrasts is developed in the entire space, the oranges are veneered by the light, the density of the cliff contrasts with the fineness of the blue sky and the arid and freshness of the earth, expressed in an excessive exuberance of colour and violent tones. A romantic piece due to the amplitude of the composition, it also announces the naturalist aesthetic which triumphed during the Universal Exhibition in Paris of 1867, where this painting was presented.

    Artista e museu

    Artista

    joão cristino da silva

    Nascido em Lisbon, Portugal

    early life and artistic pursuits

    joão cristino da silva, a trailblazer in the realm of portuguese art, was born in lisbon in 1829. his artistic journey commenced at the academia de bellas artes da universidade de lisboa in 1841, where he laid the groundwork for his future endeavors.

    turbulent artistic path

    noted for his temperamental nature, da silva left the institution in 1847 without completing his courses. this pivotal moment marked the beginning of his eclectic career, which would see him working as an engraver at the arsenal do exército from 1847 to 1849.

    rise to prominence

    da silva's return to painting paved the way for his eventual rise to fame. he began exhibiting in paris, madrid, and portugal, primarily focusing on landscape painting. his collaboration with tomás da anunciação, whom he considered his true mentor, significantly influenced his work.

    cinco artistas em sintra: a masterpiece

    da silva's magnum opus, cinco artistas em sintra (five artists at sintra), showcased at the exposition universelle in 1855, was later acquired by king ferdinand ii. this piece not only solidified his reputation but also underscored his unique approach to romanticism.

    later life and mental health

    da silva's life took a turn for the worse when he became mentally unbalanced, ultimately leading to his demise in 1877 at the convento de rilhafoles psychiatric hospital.

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    discover more about tomás da anunciação's influence on da silva's work

    view da silva's self-portrait, a preparatory work for cinco artistas em sintra

    key takeaways: * da silva's innovative approach to romanticism set him apart from his contemporaries. his collaboration with tomás da anunciação significantly influenced his artistic style. cinco artistas em sintra remains one of da silva's most celebrated works, showcasing his unique perspective on landscape painting.

    Museu

    Museu Nacional de Arte Contemporânea - Museu do Chiado

    Em exibição em Lisboa, Portugal

    Um Santuário da Identidade Portuguesa: A Alma do Chiado

    Aninhado no coração histórico do bairro do Chiado, em Lisboa, o Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado – é muito mais do que um mero repositório de telas e esculturas; é uma jornada imersiva na própria essência do espírito português. Acolhido no belamente restaurado Convento de São Francisco, o museu oferece uma experiência onde a arte se funde perfeitamente com a arquitetura. O próprio edifício, uma estrutura impregnada por séculos de ressonância espiritual, é testemunha silenciosa da história tumultuada de Lisboa, incluindo o devastador terramoto de 1755. À medida que os visitantes percorrem os seus corredores, as próprias pedras parecem sussurrar contos de uma cidade que foi reconstruída repetidamente, proporcionando um cenário evocativo e quase sagrado para os tesouros artísticos guardados nas suas paredes.

    A presença física do museu é uma aula magistral sobre o diálogo entre a herança e a modernidade. As renovações recentes, habilmente supervisionadas pelo renomado arquiteto francês Jean-Michel Wilmotte, alcançaram um equilíbrio delicado, fundindo elementos históricos com princípios de design contemporâneo. Isto cria um espaço que se sente profundamente respeitoso do seu passado monástico, mas refrescantemente voltado para o futuro. Para o amante da arte ou o designer de interiores, esta harmonia arquitetónica oferece uma lição profunda sobre como o peso histórico pode coexistir com uma estética limpa e moderna, tornando o museu uma peregrinação essencial para aqueles que procuram inspiração na intersecção entre o antigo e o novo.

    Do Romantismo à Modernidade: Uma Evolução Visual

    A coleção do Museu do Chiado, que abrange desde 1850 até aos dias de hoje, proporciona uma narrativa inigualável da evolução artística de Portugal. A jornada começa com o mundo emocionalmente carregado do

    Romantismo

    , um período definido por intensas buscas pela identidade nacional em meio a agitações sociais e políticas. Nestas galerias iniciais, encontram-se as delicadas paisagens de António Silva Porto, cujas obras evocam um sentido de saudade e intensidade dramática que espelha o anseamento da época por uma voz portuguesa distinta. À medida que a coleção avança, a transição para o

    Naturalismo

    torna-se palpável. Artistas como António Carneiro detalham meticulosamente a vida quotidiana, oferecendo vislumbres pungentes e sem rodeios das vidas dos trabalhadores e da beleza bruta do mundo natural, indo além da mera representação para capturar a própria essência da existência.

    Com o alvorecer do século XX, as salas do museu começaram a pulsar com a energia da

    Arte Moderna

    . Aqui, a coleção demonstra como os artistas portugueses abraçaram tendências internacionais, como o Cubismo e o Fauvismo, enquanto forjavam simultaneamente um caráter nacional único. As composições vibrantes de Amadeo de Souza Cardoso, pioneiro da arte abstrata em Portugal, erguem-se como um testemunho desta era de experimentação. O museu celebra também o génio multifacetado de José de Almada Negreiros e a precisão geométrica de Nadir Afonso, demonstrando uma interação dinâmica entre influências globais e sensibilidades locais. Esta progressão das paisagens emotivas do passado para as explorações conceituais audaciosas do presente faz da coleção uma crónica vital das mudanças no panorama social e político de uma nação.

    Um Centro Cultural Vivo para a Era Contemporânea

    Para além dos seus tesouros permanentes, o Museu do Chiado prospera como um centro cultural vibrante que se envolve ativamente com o pulsar da criatividade contemporânea. Não é um monumento estático ao passado, mas uma instituição viva que promove o pensamento crítico através de um programa dinâmico de exposições temporárias e iniciativas educativas. Exposições recentes, tais como

    “Noé Sendas. On Thin Ice”

    e

    "LISBOA DÜSSELDORF FACES,"

    , destacam o compromisso do museu em apresentar tanto mestres estabelecidos como vozes emergentes, garantindo que o diálogo entre a tradição e a inovação permaneça ininterrupto.

    Para colecionadores e entusiastas, o museu oferece uma oportunidade rara de testemunhar a interconectividade dos movimentos artísticos europeus. A inclusão de figuras internacionais como Auguste Rodin proporciona uma valiosa perspetiva comparativa, colocando a mestria portuguesa dentro de um contexto continental mais amplo. Através de workshops, palestras e projetos colaborativos, o museu nutre as futuras gerações de artistas, garantindo que a sua missão se estenda muito para além das paredes da galeria. Visitar o Museu do Chiado é entrar num espaço onde a história, a arte e a cultura convergem, oferecendo um encontro inesquecível com a beleza duradoura e a resiliência da identidade portuguesa.

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    silva, joão cristino da. Cattle passing. 1867, Museu Nacional de Arte Contemporânea - Museu do Chiado. https://wahooart.com/pt/art/joao-cristino-da-silva-cattle-passing-D66FGK-en/
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    silva, joão cristino da (1867). Cattle passing [Painting]. Museu Nacional de Arte Contemporânea - Museu do Chiado. https://wahooart.com/pt/art/joao-cristino-da-silva-cattle-passing-D66FGK-en/
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    joão cristino da silva. Cattle passing. 1867. Museu Nacional de Arte Contemporânea - Museu do Chiado. https://wahooart.com/pt/art/joao-cristino-da-silva-cattle-passing-D66FGK-en/
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    silva, joão cristino da (1867) Cattle passing. Museu Nacional de Arte Contemporânea - Museu do Chiado. Available at: https://wahooart.com/pt/art/joao-cristino-da-silva-cattle-passing-D66FGK-en/

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    Cattle passing — joão cristino da silva

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