Papel

Guia de Obras de Estudantes

Stańczyk

Nome Turma Data

Jan Matejko, Stańczyk (1862), Muzeum Narodowe. Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
Jan Matejko wahooart.com/pt/artists/jan-matejko_pt/
Datas do artista
1838 – 1893
Pintura a óleo
1862
Técnica
Oil On Canvas
Dimensões originais
88 x 120 cm
Movimento
Romanticism Art that puts feeling, wildness and the power of nature above calm order and rules.
Período
19th Century
Realizado em
Muzeum Narodowe wahooart.com/pt/museums/muzeum-narodowe-varsovia_pt/
Artistic style
Historical painting; Theatricality
Influences
Romanticism
Notable elements or techniques
Dramatic lighting; Detailed drapery
Subject or theme
Polish history; Court jester

No contexto

Stańczyk — Jan Matejko

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 88 × 120 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Quando foi pintado?

  1. 1830
  2. 1840
  3. 1850
  4. 1860
  5. 1870
  6. 1880
  7. 1890

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 55 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 24. O artista viveu até aos 55. 0 das 31 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Jan Matejko (1838–1893) ▲ esta obra, 1862 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1867 Principais anos de atividade: 1867–1888 Obras tardias: a partir de 1888

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

Comparar com

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: wahooart.com/pt/art/similar/jan-matejko-stanczyk-8XZQYJ-en/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Black #170b0c

    Paleta catalogada

    • #170B0C
    • #3F1C1A
    • #C99B6A
    • #7E392F

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Earthy A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Black
    Intensidade
    Monochromatic O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Serene O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Strong Color Unity A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Deep_shadow O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Subtle Color Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Percentual dos visitantes que visualizaram esta pintura nos últimos doze meses — 16 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 República Tcheca 63,3%3.100 visitas
    2. 2 Bulgária 4,1%200 visitas
    3. 3 França 4,1%200 visitas
    4. 4 Noruega 4,1%200 visitas
    5. 5 Austrália 2,0%100 visitas
    6. 6 Bolívia 2,0%100 visitas
    7. 7 Chile 2,0%100 visitas
    8. 8 China 2,0%100 visitas
    9. 9 Espanha 2,0%100 visitas
    10. 10 Hong Kong 2,0%100 visitas
    11. · 6 outros países 12,4%600 visitas

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 20 obras mais visualizadas de Jan Matejko

    1. 1 Stańczyk, 1862 esta obra 33,3%6.800 visitas
    2. 2 Battle of Grunwald (detail), 1878 10,3%2.100 visitas
    3. 3 Sobieski sending Message of Victory to the Pope, after the Battle of Vienna 6,4%1.300 visitas
    4. 4 Banhos de Batorí em Pskov, 1872 5,9%1.200 visitas
    5. 5 The Battle of Grunwald [Tannenberg] 3,9%800 visitas
    6. 6 Self-portrait, 1892 2,0%400 visitas
    7. 7 Battle of Grunwald, 1878 2,0%400 visitas
    8. 8 Empress Rejtan 2,0%400 visitas
    9. 9 output scholars 2,0%400 visitas
    10. 10 Copernicus in the tower at Frombork, or Conversations with God, 1872 1,5%300 visitas
    11. 11 Battle of Grunwald, Jan Zizka(detail) 1,5%300 visitas
    12. 12 To Stanczyk 1,5%300 visitas
    13. 13 Christianization of Lithuania A D 1387, 1889 1,0%200 visitas
    14. 14 The Fall of Poland, 1866 1,0%200 visitas
    15. 15 The Prussian Homage, 1882 1,0%200 visitas
    16. 16 Gamrat and Stanczyk, 1878 1,0%200 visitas
    17. 17 Julian Bukowski 1,0%200 visitas
    18. 18 Battle of Grunwald (detail) 1,0%200 visitas
    19. 19 Entry Valois 1,0%200 visitas
    20. 20 Jagiello with Witold 1,0%200 visitas

    Juntas, estas obras representam 80,3% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 202 obras deste artista, das quais 57 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ocupa a 1 posição entre elas, com 33,3% dessa atenção (6.800 visitas). Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Sobre esta obra

    Stańczyk — Jan Matejko

    A Portrait of Solitude and National Soul

    In the quiet, heavy atmosphere of Jan Matejko’s 1862 masterpiece, Stańczyk, one does not merely encounter a portrait, but a profound psychological landscape. The painting presents us with the legendary court jester, not in the midst of a comedic performance or a moment of levity, but captured in a state of deep, melancholic introspection. Seated alone amidst the opulence of a grand interior, his hands are tightly clasped, and his gaze wanders toward an unseen horizon, heavy with the weight of foreknowledge. This is not the face of a fool, but that of a visionary—a man who perceives the gathering shadows of political decline while those around him remain lost in the festivities of the moment.

    The composition is a masterclass in Romantic Grandeur, where every element serves to heighten the emotional tension. Matejko utilizes a striking color palette dominated by the vibrant, commanding crimson of Stańczyk’s robe. This deep red acts as the visual heartbeat of the canvas, symbolizing both the resilience of the Polish spirit and the simmering passion of a man burdened by duty. The brilliance of this hue is set against a backdrop of somber, shadowy drapery and muted tones, creating a chiaroscuro effect that pulls the viewer’s eye directly into the sitter's contemplative expression. Through his expert use of impasto, Matejko breathes life into the fabric; the thick, textured layers of paint give the heavy velvet of the cloak a palpable weight, making the physical presence of the figure feel almost overwhelming.

    Historical Echoes and Symbolic Depth

    To understand Stańczyk is to understand the heartbeat of 19th-century Poland. Painted during a period of profound national mourning following the territorial losses of the Austro-Prussian War, the work serves as a silent, powerful protest. The setting—a scholarly and courtly environment suggested by the presence of manuscripts and fine furniture—contrasts sharply with the internal turmoil of the protagonist. While figures in the distant background appear engaged in the trivialities of social life, Stańczyk remains isolated by his wisdom. He embodies the "intellectual's burden," representing a nation that possesses the dignity and history to endure, yet faces an uncertain, fragmented future.

    For the discerning collector or interior designer, this painting offers more than mere decoration; it provides a focal point of intellectual and emotional gravity. The meticulous attention to detail—from the intricate patterns on the floor to the subtle light reflecting off the scholarly documents—makes it an ideal centerpiece for spaces that demand character and narrative depth. Whether placed in a private library or a sophisticated contemporary salon, a high-quality reproduction of this work brings with it an aura of historical importance and a timeless conversation about resilience, wisdom, and the enduring strength of the human spirit.

    Artista e museu

    Artista

    Jan Matejko

    Nascido em Cidade Livre de Cracóvia, Polônia

    Primeira Infância, Família e Formação Artística

    Na cidade de Cracóvia, na Polônia, o jovem Jan Matejko ingressou em um mundo moldado pelos ritmos suaves da música e pelo peso avassalador da história. Nascido em 24 de junho de 1838, ele cresceu em um lar onde o aprendizado era uma presença constante. Seu pai, Franciszek Ksawery Matejko, era um tutor e professor de música que havia partido das terras tchecas. Este ambiente primordial, preenchido pelos sons da instrução e pelas buscas intelectuais de um estudioso, forneceu o alicerce sobre o qual o menino construiria, futuramente, sua própria visão do passado.

    O caminho acadêmico, contudo, não lhe foi dado com facilidade. Embora tenha frequentado a Escola Secundária de Santa Ana, o rigor do ensino formal revelou-se um desafio, levando-o a deixar a instituição em 1851 após enfrentar dificuldades com seu desempenho escolar. No entanto, onde a sala de aula falhou, o pincel ofereceu uma linguagem distinta. Seu talento era evidente desde cedo, uma inclinação natural que o afastava dos estudos tradicionais e o conduzia para as artes visuais. Já em 1852, ele encontrou seu caminho para a escola de belas artes em Cracóvia, um lugar onde seu potencial bruto poderia ser moldado por mãos disciplinadas.

    Durante seis anos, de 1852 a 1858, ele trabalhou sob a orientação de mestres. Buscou a sabedoria de Wojciech Korneli Stattler e Władysław Łuszczkiewicz, homens que o ajudaram a encontrar seu lugar no exigente reino da pintura histórica. Foi durante esses anos formativos que ele começou a desenvolver o foco específico que definiria sua obra de uma vida inteira, aprendendo a olhar para o passado não apenas como uma sucessão de datas, mas como uma coleção de momentos humanos e dramáticos. Sob a tutela deles, ele evoluiu de um estudante de formas simples para um pintor de narrativas históricas complexas.

    O Desenvolvimento de um Pintor Nacional

    À medida que seu talento amadurecia, Jan Matejko começou a voltar seu olhar para o peso avassalador do passado. Sua primeira grande obra, Os Czares Shuyski perante Sigismundo III, foi concluída em 1853, sinalizando uma mudança profunda em direção às narrativas históricas que definiriam sua vida. Por volta de 1855, ele já iniciava a exibição dessas pinturas históricas de grande escala na Sociedade de Cracóvia de Amigos das Belas Artes. Esses esforços iniciais foram muito mais do que meros exercícios de composição; foram os primeiros passos de um homem que buscava dar um rosto a uma nação que lutava desesperadamente para manter sua própria identidade.

    Durante os anos em que a Polônia estava partilhada e carecia de autonomia política, o pincel de Jan Matejko tornou-se uma ferramenta de preservação. Ele buscou promover a história polonesa e a identidade nacional através de suas telas, garantindo que a memória do Estado permanecesse viva na mente do povo. Seu compromisso com o país não se limitava ao estúdio. Ele sentia profundamente a urgência de seu tempo, contribuindo tanto financeira quanto materialmente para a Insurreição de Janeiro de 1863. Sua vida e sua arte estavam intrinsecamente ligadas por esse senso de dever para com uma terra que era frequentemente retalhada por potências estrangeiras.

    Técnica e Estilo Artístico

    Jan Matejko possuía uma maneira de pintar que buscava lançar o espectador diretamente no cerne de uma crise. Suas composições nunca eram estáticas; em vez disso, baseavam-se em um arranjo dinâmico de figuras que sugeriam movimento e uma emoção súbita e avassaladora. Ele utilizava um jogo dramático de luz e sombra para intensificar essa sensação de tensão, projetando uma escuridão profunda sobre as cenas para que os rostos iluminados de seus personagens parecessem mais urgentes. Essa abordagem permitia-lhe renderizar as texturas de tecidos pesados e as superfícies rígidas das armaduras com uma atenção meticulosa, quase obsessiva, ao detalhe. Tal realismo em suas figuras e nos objetos que as cercavam conferia às suas cenas históricas uma presença física e tangível.

    Este método de trabalho era frequentemente descrito como realismo antiquário. Ele não apenas pintava a história; ele a reconstruía através de uma lente de intenso peso psicológico. Como sua obra estava profundamente enraizada nas especificidades do passado polonês, ela frequentemente enfrentava uma luta peculiar ao viajar para além de sua terra natal. Quando suas telas eram exibidas no exterior, o significado histórico matizado que um espectador local compreenderia imediatamente era frequentemente perdido para o público estrangeiro, que carecia do contexto necessário para entender as alegorias mais profundas escondidas sob as pinceladas. Para os não iniciados, as pinturas poderiam parecer meros espetáculos teatrais, mas para aqueles que conheciam a história, cada gesto e cada sombra carregava o peso da memória de uma nação.

    Stańczyk (1862)

    Rejtan (1866)

    A União de Lublin (1869)

    Batalha de Grunwald (detalhe) (10) (c. 1878)

    Obras Históricas Icônicas e Majestosas

    O pincel do artista começou a moldar a alma de uma nação através de suas telas, evoluindo de representações simples para alegorias profundas. Em 1862, ele apresentou Stańczyk, uma obra que mudaria para sempre a forma como seus compatriotas viam a própria história. Em vez de uma cena de regozijo cortesão, ele escolheu retratar o bobo da corte real solitário e sobrecarregado por pensamentos em meio a um baile luxuoso, refletindo a profunda ansiedade de uma nação que enfrentava a perda de Smolensk. Essa habilidade de infundir momentos históricos com um peso emocional profundo tornou-se sua marca registrada, enquanto buscava traduzir o peso do passado em uma linguagem visual para um povo em busca de identidade.

    À medida que sua reputação crescia, suas composições tornavam-se cada vez mais grandiosas e dramáticas. Ele capturou a tensão das convulsões políticas em 1866 com Rejtan e, mais tarde, em 1869, voltou sua atenção para a União de Lublin. Estas obras não eram meros registros de datas, mas estudos intensos do caráter humano e das consequências políticas. Sua destreza em renderizar texturas e o movimento das figuras permitiu-lhe construir cenas de escala imensa, como a representação de 1878 da Batalha de Grunwald, onde o caos do conflito foi retratado com detalhes meticulosos e um sentido de energia urgente e dinâmica.

    Stańczyk (1862)

    Rejtan (1866)

    A União de Lublin (1869)

    Batalha de Grunwald (1878)

    Anos Finais e Morte

    Os anos finais de Jan Matejko foram marcados pelo peso esmagador de suas responsabilidades e pelo desgaste físico de sua profunda devoção à arte. Enquanto guiava a próxima geração de pintores na academia em Cracóvia, sua própria saúde começava a fraquejar. Ele sofria de uma úlcera péptica, uma luta silenciosa e persistente que acompanhou seus dias de declínio. Apesar da dor interna, sua presença permaneceu como uma força central na vida artística da cidade que chamava de lar.

    O fim chegou em 1º de novembro de 1893, em Cracóvia. Sua partida foi um momento de profundo significado que ressoou muito além das fronteiras da Polônia. A notícia de sua morte espalhou-se rapidamente, encontrando seu caminho em pelo menos trinta e dois jornais europeus, sinalizando a perda de um homem cujo pincel ajudou a definir a memória visual de uma nação. Ele foi sepultado no Cemitério de Rakowicki, em Cracóvia, deixando um vazio imensurável na paisagem cultural da região.

    Legado e Significado Nacional

    O nome Jan Matejko tornou-se sinónimo da própria alma de uma nação que, durante a sua vida, lutou para manter a sua própria autonomia política. Ele foi recordado como o pintor mais famoso da Polónia, um homem que conquistou o título de "pintor nacional" ao transformar o peso esmagador da história em algo que o povo podia ver e sentir. Ao criar a escola polaca de pintura histórica, ele proporcionou uma linguagem visual para um país dividido por potências estrangeiras. As suas telas fizeram mais do que registar datas; elas atuaram como espelhos para um povo que procurava recordar a sua própria identidade através das sombras do seu passado.

    Esta influência espalhou-se muito além das paredes dos estúdios em Cracóvia. Através de milhares de reproduções, as suas imagens viajaram para o interior de muitos lares, tornando-se as ilustrações padrão para os momentos mais significativos da história polaca. Quando as pessoas pensavam na sua história, viam-na através dos olhos dele. A sua capacidade de transformar eventos monumentais em narrativas emocionais significou que a sua obra se tornou uma memória partilhada por toda uma cultura. Ele não se limitou a pintar cenas; ele ajudou a construir uma memória visual que sobreviveu mesmo quando o próprio Estado era suprimido.

    Stańczyk (1862)

    Rejtan (1866)

    A União de Lublin (1869)

    Batalha de Grunwald (1878)

    Onde Ver Suas Obras Hoje

    Seguir os rastros de seu pincel é viajar pelos grandes salões da Europa, onde suas visões do passado permanecem preservadas. Em Varsóvia, o Museu Nacional guarda três de suas obras, mantendo sua presença viva no coração da Polônia. O alcance de sua mão estende-se muito além destas fronteiras, encontrando um lar no Museu Hermitage, em São Petersburgo, onde ele capturou a semelhança de Fryderyk Czartoryski em um monumental óleo sobre tela.

    O espírito de suas narrativas históricas também pode ser encontrado na dignidade silenciosa de espaços acadêmicos e religiosos. Na Universidade Jaguelônica, em Cracóvia, é possível encontrar Copérnico na Torre de Frombork, ou Conversas com Deus, uma obra que reflete seu profundo envolvimento com os gigantes intelectuais da história. Enquanto isso, o Museu Nicolau Copérnico, em Frombork, abriga Báthory em Pskov, uma peça que traz as tensões diplomáticas de uma era passada para o presente através de sua composição detalhada.

    Museu

    Muzeum Narodowe

    Em exibição em Varsóvia, Polônia

    Um Bastião do Espírito Polonês

    No coração de Varsóvia, onde o pulsar da vida moderna encontra os ecos de um passado resiliente, ergue-se o

    Muzeum Narodowe

    . Mais do que um simples repositório de relíquias, esta instituição serve como um testemunho vivo da duradoura identidade cultural da Polônia. O próprio edifício, uma obra-prima modernista projetada por Tadeusz Tolwiński e inaugurada em 1938, impõe sua presença na Avenida Jerusalém. Sua arquitetura reflete um senso de permanência e força, erguendo-se como uma testemunha silenciosa da devastação da guerra e da subsequente reconstrução meticulosa que espelha o próprio espírito do povo polonês.

    Cruzar suas portas é embarcar em uma jornada através de milênios. A coleção do museu é um panorama surpreendente da criatividade humana, começando com os sussurros profundos da antiguidade. Nas Galerias de Arte Antiga, os visitantes encontram aproximadamente 11.000 peças das civilizações egípcia, grega e romana. Aqui, a presença imponente de estátuas de pedra retratando faraós e deuses cria uma atmosfera sagrada, enquanto afrescos vibrantes oferecem uma janela para as narrativas mitológicas que outrora governaram o mundo antigo. Um destaque particularmente deslumbrante é a Galeria Faras, que abriga a maior coleção de arte cristã núbia da Europa. Os murais delicados e os ícones requintados da era bizantina encontrados aqui proporcionam um vislumbre íntimo de uma era perdida de fé e inovação artística, unindo as distantes tradições africanas à história espiritual europeia.

    Obras-Primas do Patrimônio Nacional e Global

    A alma do museu reside em suas amplas galerias de pintura polonesa, onde a tela se torna um palco para o drama nacional. A coleção abrange desde o século XVI até a era contemporânea, exibindo uma evolução estilística que reflete o turbulento cenário político da Polônia. Não se pode percorrer estes corredores sem ser impactado pelas obras monumentais de Jan Matejko. Sua obra-prima,

    Stanczyk

    , serve como um profundo estudo psicológico da melancolia real e da previsão histórica, capturando o peso do destino dentro da monarquia polonesa. Esta grandiosidade é equilibrada pelas paisagens evocativas e cenas de gênero de artistas como Józef Chełmoński e Aleksander Dobelli, cujas obras capturam a luz, a textura e a emoção pura do campo polonês.

    Além das fronteiras da Polônia, o museu oferece um diálogo sofisticado com a mais ampla tradição europeia. A coleção é enriquecida por um impressionante conjunto de mestres estrangeiros, incluindo:

    O domínio do chiaroscuro de

    Rembrandt

    A vitalidade carnal de

    Rubens

    As paisagens serenas de

    Claude Lorrain

    Obras que variam de

    Botticelli

    a

    Picasso

    Esta dimensão internacional é ainda mais complexa e enriquecida pela própria história; o museu detém telas que outrora fizeram parte da coleção particular de Adolf Hitler, obras que foram devolvidas à Polônia após a Segunda Guerra Mundial como um símbolo de soberania recuperada. Esta intersecção entre a história da arte global e a tragédia local torna o

    Muzeum Narodowe

    um local único de reflexão intelectual e emocional.

    Uma Instituição Viva de Expressão Contemporânea

    Hoje, o museu continua a expandir os limites da experiência tradicional de galeria. É uma instituição que se recusa a permanecer estática, sediando frequentemente exposições inovadoras que desafiam perspectivas convencionais — desde a exploração de questões sociais contemporâneas até a celebrada mostra de arte homoerótica de 2010. Quer o visitante seja atraído pela beleza tátil das artes decorativas, pela precisão da fotografia ou pela experimentação audaciosa da escultura moderna, o museu oferece um encontro imersivo com o sublime.

    Para o colecionador ou designer, estas obras oferecem um profundo senso de profundidade narrativa e elegância clássica. A instituição também estende seu alcance através de vários braços, incluindo o Museu do Cartaz em Wilanów e o Museu de Escultura Xawery Dunikowski no Palácio Królikarnia. O museu permanece como um destino vital para aqueles que buscam não apenas contemplar a arte, mas vivenciar a profunda continuidade da expressão humana.

    Onde ler mais

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de Stańczyk

    wahooart.com/pt/art/download/jan-matejko-stanczyk-8XZQYJ-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Matejko, Jan. Stańczyk. 1862, Muzeum Narodowe. https://wahooart.com/pt/art/jan-matejko-stanczyk-8XZQYJ-en/
    APA
    Matejko, Jan (1862). Stańczyk [Painting]. Muzeum Narodowe. https://wahooart.com/pt/art/jan-matejko-stanczyk-8XZQYJ-en/
    Chicago
    Jan Matejko. Stańczyk. 1862. Muzeum Narodowe. https://wahooart.com/pt/art/jan-matejko-stanczyk-8XZQYJ-en/
    Harvard
    Matejko, Jan (1862) Stańczyk. Muzeum Narodowe. Available at: https://wahooart.com/pt/art/jan-matejko-stanczyk-8XZQYJ-en/

    Observe de perto

    Stańczyk — Jan Matejko

    Observe de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. O nosso catálogo classifica esta obra sob: polish history, renaissance court, clown costume. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    4. Relembre Banhos de Batorí em Pskov (1872), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    5. Romanticism: Art that puts feeling, wildness and the power of nature above calm order and rules. Onde você pode observar isso nesta obra?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Quiz de arte

    Stańczyk — Jan Matejko

    O quanto você conhece esta obra de arte?

    Selecione uma resposta para cada uma das 5 perguntas abaixo. Cada uma possui exatamente uma resposta correta.

    1. 1. What is the title of Jan Matejko’s masterpiece?

      • A Rejtan
      • B Union of Lublin
      • C Stańczyk
    2. 2. In what year was Stańczyk painted?

      • A 1852
      • B 1866
      • C 1893
    3. 3. Where is Stańczyk currently housed?

      • A Louvre Museum
      • B National Gallery London
      • C Muzeum Narodowe (Warsaw National Museum)
    4. 4. Jan Matejko’s artistic style is characterized by:

      • A Impressionism
      • B Cubism
      • C Attention to detail and vivid colors
    5. 5. What does the clown's costume symbolize in Stańczyk?

      • A Pure innocence
      • B The duality of life and adapting to different roles
      • C Religious devotion

    Minha pontuação: ____ de 5

    Gabarito — para o professor

    Isto inicia uma nova página impressa, de modo que ela pode simplesmente ser omitida das cópias.

    1C · 2B · 3C · 4C · 5B

    Confira qualquer resposta comparando com o registro do catálogo desta pintura

    Perguntas e Respostas

    Para qual ambiente se sugere "Stańczyk", de Jan Matejko?

    "Stańczyk", de Jan Matejko é recomendado para um(a) Living Room. Esta sugestão baseia-se no tema, nas cores e na atmosfera da obra.

    A que época pertence "Stańczyk"?

    "Stańczyk" pertence ao período 19th Century.

    Onde posso comprar uma impressão de "Stańczyk", de Jan Matejko?

    Uma impressão de "Stańczyk", de Jan Matejko pode ser encomendada diretamente na sua página de Impressão Fine Art: uma impressão fine art em tela de algodão ou papel canvas de arquivo.