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Entrada de catálogo

Entrada de catálogo: Hell

O registro completo de Hell

Peter Bonde, Hell (1990), Statens Museum For Kunst. Reproduzido para fins de referência; todos os direitos reservados ao detentor dos direitos. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Ficha técnica de Hell

Artista
Peter Bonde wahooart.com/pt/artists/peter-bonde/
Datas do artista
1958 –
Pintura a óleo
1990
Realizado em
Statens Museum For Kunst wahooart.com/pt/museums/statens-museum-for-kunst-copenhague_pt/

No contexto

Hell — Peter Bonde

Quando foi pintado?

  1. 1950
  2. 1960
  3. 1970
  4. 1980
  5. 1990

Linha superior: os anos. Linha inferior: a idade do artista no início e no fim de cada período, contando 0 a partir do nascimento.

Pintado quando o artista tinha 32. 4 das 7 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

▲ esta obra, 1990 cada pintura datada, década por década

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Mais obras para acompanhar esta: wahooart.com/pt/art/similar/hell-by-peter-bonde/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Phthalo Green #142833

    Paleta catalogada

    • #142833
    • #637B66
    • #859F93
    • #91AFA4

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Nome da cor principal
    Phthalo Green
    Intensidade
    Monochromatic O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Bold O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Balanced Harmony A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Shadow O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Subtle Color Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Artista e museu

    Artista

    Peter Bonde

    Nascido em Kastrup, Denmark

    Early Life and Artistic Training

    Peter Bonde enters the scene in 1958, born in Copenhagen, Denmark. His formative years lead him directly into the heart of the Danish art scene. Between 1976 and 1982, he undergoes rigorous training at the Royal Danish Academy of Art in Copenhagen. This period marks more than just formal education; it is a time of intense development within the studio walls of the Academy.

    The early 1980s bring a shift in the Danish landscape. Bonde becomes a prominent figure within "De Unge Vilde," or The Wild Youth. This movement defines a specific era of energetic, expressive practice. He moves through these years not as a solitary observer, but as a participant in a collective surge of creativity that challenges established norms. The Academy provides the foundation, but the movement provides the momentum.

    Academic Career and Teaching

    The transition from student to educator occurs within the halls of the Royal Danish Academy of Art. After completing his studies there in 1982, Bonde returns to the institution in a different capacity. He takes up a position as a professor at the Royal Danish Academy of Arts’ painting school, a role he holds from 1996 to 2005. This period marks a significant era of institutional influence, where his presence in the painting school aligns with his active participation in the contemporary art scene.

    Before his long tenure at the Royal Academy, his academic path leads him to Odense, Denmark. Between 1994 and 1996, he serves as a professor at the Fuenen Art Academy. This brief, intense period of teaching in Odense acts as a bridge between his early years of formation and his later, more established academic standing in Copenhagen. His movement between these institutions reflects a career deeply embedded in the pedagogical structures of the Danish art system.

    Technique and Artistic Style

    Bonde’s practice operates at the intersection of Abstract Expressionism and Conceptual Art. He moves beyond the traditional boundaries of the medium, often replacing the standard blank canvas with ultra-reflective mirror foil. When he applies oil paint to these surfaces, the brushstrokes do not merely sit on a plane; they interact with the space and the viewer. The reflection incorporates the surrounding room and the person observing it into the work itself, creating a dynamic interplay where the painted motif appears to float weightlessly. This approach challenges the notion of the image as a mere representation, treating the reflection as a physical object in its own right.

    His compositions frequently engage with the mechanics of mass-circulated imagery and the fragility of memory. He achieves this through a layered process involving assemblage, collage, and the use of canvases featuring pre-printed photographs. By layering archival and personal references, he explores how images function within a broader cultural context. The work often oscillates between the physical and the digital, utilizing the installation of video screens directly onto the canvas to expand the definition of painting. These experiments extend into the realm of sculpture and installation, where the boundaries between the material residue of a gesture and the conceptual framework of the image become blurred.

    International Presence and Exhibitions

    The 1990s mark a significant expansion of Bonde's reach beyond the Danish landscape. In 1990, he held a solo exhibition at Galerie Sophia Ungers in Cologne. This period of international engagement reached a peak in 1999 when he represented Denmark at the Venice Biennale, collaborating with Jason Rhoades. His presence in Venice resurfaced decades later, as his works were featured within Danh Vo’s installation during the 58th Venice Biennale in 2019.

    His exhibition history continues to span diverse geographies and contemporary settings. In 2011, he brought his practice to David Pestorius Projects in Brisbane, Australia. More recently, his work has been the subject of exhibitions at Galerie Barbara Thumm in Berlin, with presentations occurring in both 2023 and 2024. These appearances reflect a career that maintains a consistent dialogue with international art centers.

    Awards and Recognition

    The 1980s in Denmark see the emergence of "De Unge Vilde" (The Wild Youth). Within this movement, Peter Bonde distinguishes himself as one of its most significant representatives. His presence in the group marks a period of intense, raw activity that defines a specific era of Danish contemporary art.

    Institutional recognition follows the momentum of his practice. In 2003, he receives the Eckersberg Medal. This honor acknowledges his established standing within the Danish art community. Decades later, the trajectory continues with the receipt of the Thorvaldsen Medal in 2026.

    Museum Collections and Locations

    The physical presence of Peter Bonde’s work extends across major institutional landscapes in Denmark. His pieces are held within the collection of The Danish National Gallery. This presence continues through ARoS and the Trapholt Museum for Moderne Kunst. In Esbjerg, the Esbjerg Art Museum maintains his works within its permanent holdings.

    The reach of his practice moves beyond Danish borders into broader European and international contexts. In Germany, his work is part of the Kunstmuseum Wolfsburg. His reach extends further east to the Elgiz Collection in Turkey. These locations mark the geographic spread of his visual output, from Nordic institutions to private and public collections across Europe and beyond.

    Museu

    Statens Museum For Kunst

    Em exibição em Copenhague, Dinamarca

    A História e as Origens do SMK

    O Statens Museum For Kunst remonta a sua linhagem às coleções de arte privadas acumuladas pelos monarcas dinamarqueses. Estes tesouros reais serviram de alicerce para o que viria a ser o maior museu de arte da Dinamarca. Embora as raízes da instituição estejam ligadas a estas coleções soberanas, a sua fundação formal é marcada por dois momentos cruciais: o museu foi estabelecido em 1824 e, mais tarde, em 1896, assumiu a sua identidade atual. Esta evolução reflete uma transição profunda, do usufruto privado da realeza para uma missão pública, com o propósito fundamental de democratizar o acesso à arte, retirando estas preciosidades do isolamento dos palácios para um espaço de partilha coletiva.

    A presença física do museu é definida pela sua arquitetura Neoclássica. Projetado por Christian Lassen em 1894, o edifício ocupa uma posição central em Copenhague, na Dinamarca. A sua fachada imponente, caracterizada por colunas majestosas e detalhes intrincados, reflete as aspirações arquitetónicas do final do século XIX. A estrutura foi concebida para ser um grande espaço cívico, um lar permanente para a história visual da nação. Entre estas paredes, a transição do âmbito privado para o domínio público é palpável, à medida que a própria arquitetura procura honrar o legado das obras que abriga.

    Uma Coleção de Arte Diversificada e Abrangente

    A coleção abrange mais de 260.000 peças, traçando uma linhagem de criatividade que atravessa sete séculos. Este acervo inclui arte europeia, desde o Renascimento até aos dias de hoje, oferecendo uma visão contínua das mudanças estéticas. No interior destes salões, encontram-se manuscritos iluminados da Alta Idade Média que precedem os movimentos mais modernos. O museu coloca um ênfase especial na arte dinamarquesa e nórdica, garantindo que a identidade regional permaneça no centro da experiência.

    A magnitude do acervo, que compreende 240.000 obras de arte, permite um estudo profundo da evolução da expressão artística. A presença de obras de sete séculos oferece um sentido de continuidade histórica. Cada peça manifesta-se como uma presença física, desde o detalhe delicado dos manuscritos antigos até às telas expansivas de eras posteriores. A amplitude da coleção garante que a evolução da forma e da cor esteja sempre visível ao olhar atento.

    O Testamento de Eudamidas, 1653

    Retrato de um Homem, 1575

    A Família Nathanson, 1818

    Um Funeral, 1891

    Obras-Primas e Artistas Notáveis

    A coleção percorre a vastidão da arte europeia, do Renascimento à contemporaneidade. É possível encontrar a presença de grandes mestres como Mantegna e Rubens, coexistindo com a estética mutável de séculos posteriores. A Idade de Ouro dinamarquesa permanece como um pilar central do acervo, oferecendo uma clareza específica de forma e luz. Nestas salas, as obras de Matisse e Derain representam um foco significativo, particularmente na forma como a cor e a estrutura interagem na tela.

    O diálogo entre as tradições históricas e a expressão contemporânea é constante. Obras significativas de Edvard Munch e Vilhelm Hammershøi convidam a uma contemplação silenciosa da condição humana. Enquanto as telas mais antigas falam de legados estabelecidos, a inclusão de artistas como Abramovic, Danh Vo e o duo Elmgreen & Dragset traz a tensão da era moderna para o mesmo espaço. Esta proximidade permite uma comparação direta entre as técnicas clássicas do passado e a natureza experimental da prática artística atual.

    A Alegria da Vida (estudo), cerca de 1905 - Henri Matisse

    Pierrot, cerca de 1915 - Amedeo Clemente Modigliani

    O Testamento de Eudamidas, 1653 - Nicolas Poussin

    Retrato de um Homem, 1575 - El Greco

    guia de estudo de Peter Bonde: onde ler mais

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de Hell

    wahooart.com/pt/art/download/hell-by-peter-bonde/

    Como citar Hell

    MLA
    Bonde, Peter. Hell. 1990, Statens Museum For Kunst. https://wahooart.com/pt/art/hell-by-peter-bonde/
    APA
    Bonde, Peter (1990). Hell [Painting]. Statens Museum For Kunst. https://wahooart.com/pt/art/hell-by-peter-bonde/
    Chicago
    Peter Bonde. Hell. 1990. Statens Museum For Kunst. https://wahooart.com/pt/art/hell-by-peter-bonde/
    Harvard
    Bonde, Peter (1990) Hell. Statens Museum For Kunst. Available at: https://wahooart.com/pt/art/hell-by-peter-bonde/

    Para estudantes e pesquisadores de arte

    Hell — Peter Bonde

    Folha de atividades de arte para imprimir de Hell para estudantes e pesquisadores

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. Relembre Boys: ball (1987), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    4. Peter Bonde tinha cerca de 32 anos quando esta obra foi feita. O que nela parece ser o trabalho de um artista nessa fase?
    5. O que o artista pode ter querido que você sentisse?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    Qual é a tonalidade predominante que percorre "Hell", de Peter Bonde?

    Um tom Green to Violet Spectrum percorre "Hell", de Peter Bonde.

    Em que ano foi criado "Hell"?

    "Hell", de Peter Bonde foi criado em 1990.

    As cores de "Hell" são vibrantes ou suaves?

    "Hell", de Peter Bonde apresenta uma saturação Subtle Color e uma intensidade Monochromatic.

    Qual é a intensidade das cores de "Hell", de Peter Bonde?

    A intensidade de cor de "Hell" é Monochromatic. A intensidade descreve o quão vibrantes as cores parecem ser.

    Quem é o autor e qual é a data de "Hell"?

    A obra "Hell" é de autoria de Peter Bonde e data de 1990.

    Todas as perguntas e respostas sobre Hell