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Guia de Obras de Estudantes

Ouve-me

Nome Turma Data

Helena Almeida, Ouve-me (1979), Culturgest - Fundação Caixa Geral de Depósitos. Reproduzido para fins de referência; todos os direitos reservados ao detentor dos direitos.

Informações principais

Artista
Helena Almeida wahooart.com/pt/artists/helena-almeida_pt/
Datas do artista
1934 – 2018
Pintura
1979
Movimento
Conceptual Art Work where the idea matters more than the object — sometimes there is barely an object at all.
Realizado em
Culturgest - Fundação Caixa Geral de Depósitos wahooart.com/pt/museums/culturgest-fundacao-caixa-geral-de-depositos-lisboa_pt/

No contexto

Ouve-me — Helena Almeida

Ano de criação

  1. 1930
  2. 1940
  3. 1950
  4. 1960
  5. 1970
  6. 1980
  7. 1990
  8. 2000
  9. 2010

Sombreado: a trajetória de Helena Almeida (1934–2018) ▲ esta obra, 1979

Obras comparáveis

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Paleta de cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Rosy Brown #aea59f

    Paleta catalogada

    • #AEA59F
    • #3B3424
    • #CFCCD2
    • #857D6F
    Paleta
    Neutrals A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Rosy Brown
    Intensidade
    Monochromatic O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Bold O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Softly Mixed Palette A forma como as cores interagem entre si, desde o contraste marcante até a total harmonia.
    Brilho
    Brilliant O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Muted Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Sobre esta obra

    Ouve-me — Helena Almeida

    BETWEEN THE VOCATIVE AND THE SILENCEThe sequence of images shows a detail of a face, a woman’s mouth, that says something in the muteness of the image. “Hear” is written over the mouth, but the vocative form, locked in the deaf limitation of the photograph, seems to be reinforced further by the sort of suture that the drawing made on the mouth marks out. This photo panel by Helena Almeida is part of a set of works she made between 1978 and 1979 entitled sente-me, ouve-me, vê-me on different supports: this is mainly photography, but also includes a sound work and a video piece. The set is impressive in the context of late seventies art, and is still now a crucial moment in Almeida’s career in the sense that her proposal to use image to carry out intense reflection on the issue of identity, body, place, the value of communication in art and its relationship with the most epidermic aesthetics of sensitivity here finds unique, intense and ironic expression. In this series Ouve-me always has to do with the mouth, and often appears in other sets of images in a spectre that comes out of the artist’s mouth, or in the phantasmatic video image of the artist’s body crossing the shot of the canvas. Vê-me is a sound work; Sente-me has to do with the body’s relationship with inanimate objects. Like in many of Helena Almeida’s works, there is a fine ironic side to this set of works presented for the first time at the Erika + Otto Friedrich Gallery, Switzerland, in 1979 (and only later brought together in an exhibition and a book in 2004 at the Centro Cultural de Belém, Lisbon). Throughout this project it is the artist’s own body that is presented, interacting with the surface of the canvas and with the several devices that identify it. Yet these images are also aimed at our bodies, because seeing a body makes us see our own bodies projected on it.Delfim Sardo

    Artista e museu

    Artista

    Helena Almeida

    Nascido em Lisboa, Portugal

    Raymond Saunders: Um Tecelão de Ritmos Urbanos

    Raymond Saunders (1934–2025) emergiu como uma figura significativa na arte americana durante a segunda metade do século XX, distinguindo-se pela sua abordagem única à assemblage e à pintura. A sua obra não se limita ao simples ato de retratar cenas; trata-se de uma experiência imersiva, que convida o espectador para um diálogo estratificado entre a observação, a memória e as texturas da vida urbana. Nascido em Pittsburgh, Pensilvânia, a jornada artística de Saunders foi moldada por uma confluência de formação formal, mentoria e um envolvimento profundamente pessoal com o seu ambiente – uma paisagem que ele traduziu meticulosamente para a tela.

    A educação precoce de Saunders lançou os alicerces cruciais para a sua prática futura. Ele iniciou as suas incursões artísticas nas escolas públicas de Pittsburgh, onde participou num programa para alunos artisticamente dotados sob a orientação de Joseph C. Fitzpatrick, um respeitado educador e mentor que nutriu os talentos de vários artistas proeminentes, incluindo Andy Warhol e Philip Pearlstein. Esta exposição inicial à arte instilou nele um olhar aguçado para o detalhe e um compromisso com a observação rigorosa. Prosseguindo os seus estudos, Saunders frequentou a Pennsylvania Academy of Fine Arts, na Filadélfia, seguida de estudos na Barnes Foundation através da Universidade da Pensilvânia, e acabou por obter um MFA no California College of Arts and Crafts, em Oakland. Estas experiências diversas expuseram-no a várias tradições e técnicas artísticas, que ele integrou habilmente no seu próprio estilo distintivo.

    Um momento crucial na carreira de Saunders ocorreu em 1967, com a publicação de Black Is a Color, uma resposta poderosa ao controverso artigo de Ishmael Reed sobre o Black Arts Movement. Este texto não foi meramente uma declaração artística; foi uma afirmação contundente de que a arte não deveria ser confinada por categorias raciais, defendendo, em vez disso, uma compreensão mais ampla da expressão e da identidade. A insistência de Saunders em separar a identidade da produção artística — um princípio central da sua filosofia — ressoa poderosamente ainda hoje, instando-nos a reconhecer a vastidão e a complexidade da criação artística para além de rótulos simplistas.

    O estilo distintivo de Saunders caracteriza-se por uma mistura cativante de elementos aparentemente díspares. Ele montava meticulosamente pinturas incorporando objetos encontrados – sinais, portas, fragmentos de texto – ao lado de pinceladas expressivas, motivos minimalistas e passagens de cores vibrantes. Estes componentes não são arranjados aleatoriamente; são cuidadosamente orquestrados para criar rimas visuais e ressonâncias inesperadas, recompensando o olhar prolongado e convidando a múltiplas interpretações. A sua obra está profundamente enraizada na paisagem urbana, refletindo as suas observações das ruas, edifícios e da vida quotidiana de Pittsburgh. As pinturas tornam-se uma espécie de diário visual, capturando os ritmos e as texturas de um ambiente que ele conhecia intimamente.

    Ao longo da sua carreira, Saunders expôs extensivamente pelos Estados Unidos e pela Europa, ganhando reconhecimento de importantes galerias e instituições. O seu trabalho foi apresentado em grandes exposições museológicas no San Francisco Museum of Modern Art, na Pennsylvania Academy of Fine Arts e em inúmeras coleções privadas. A sua influência estende-se para além do mundo da arte, promovendo uma reflexão crítica sobre questões de identidade, representação e o papel da arte na moldagem da nossa compreensão do mundo. O legado de Raymond Saunders reside não apenas na sua linguagem visual distinta, mas também no seu comprominte inabalável em desafiar as noções convencionais de expressão artística.

    Influências Chave e Desenvolvimento Artístico

    O desenvolvimento artístico de Saunders foi profundamente moldado por uma série de influências fundamentais, tanto formais como experienciais. A sua formação inicial nas escolas públicas de Pittsburgh instilou nele um olhar meticuloso para o detalhe e uma apreciação pelo poder da observação – qualidades que se tornariam centrais na sua prática. A mentoria de Joseph C. Fitzpatrick, um respeitado educador e artista, proporcionou orientação e encorajamento inestimáveis, fomentando a confiança e a visão artística de Saunders.

    A influência do modernismo europeu é evidente no trabalho inicial de Saunders, particularmente o seu envolvimento com as ideias de artistas como Frank Bowling e Derek Boshier durante o seu tempo no Royal College of Art. Estes encontros expuseram-no a novas abordagens à cor, composição e abstração, que ele posteriormente integrou no seu próprio estilo. No entanto, Saunders não se limitou a emular estas influências; ele transformou-as através da sua perspetiva e experiências únicas.

    Além disso, o envolvimento de Saunders com o Black Arts Movement em 1967 marcou um ponto de viragem significativo na sua trajetória artística. Black Is a Color demonstrou o seu compromisso em desafiar estereótipos raciais e em advogar por uma compreensão mais inclusiva da arte. Esta postura intelectual e política informou o seu trabalho subsequente, moldando a sua abordagem ao tema, à composição e ao significado.

    A exploração do artista sobre os ambientes urbanos — particularmente Pittsburgh — foi também crucial para o seu desenvolvimento. A observação meticulosa de Saunders das ruas, edifícios e da vida quotidiana da cidade forneceu uma rica fonte de inspiração para as suas pinturas. Ele não estava simplesmente a documentar estas cenas; ele estava a interpretá-las ativamente através da sua lente artística, criando narrativas estratificadas que refletiam as complexidades da experiência urbana.

    Obras e Exposições de Relevo

    O corpo de trabalho de Raymond Saunders abrange uma gama diversificada de pinturas e assemblages, cada uma refletindo a sua abordagem única ao tema, à composição e ao significado. Algumas obras destacam-se como exemplos particularmente significativos da sua visão artística:

    Mirror (196rad-65): Esta pintura exemplifica a exploração de Saunders da abstração e do jogo entre forma e cor. A composição aparentemente simples — uma série de retângulos sobrepostos — cria uma experiência visual complexa, convidando os espectadores a contemplar a natureza da perceção e da representação.

    Cover Girl (1966): Esta assemblage incorpora objetos encontrados – sinais, anúncios e fragmentos de texto – ao lado de pinceladas expressivas e passagens de cores vibrantes. A obra reflete o interesse de Saunders pela cultura urbana e a sua capacidade de transformar materiais quotidianos em obras de arte evocativas.

    Black Is a Color (1967): Esta pintura seminal é uma resposta direta ao controverso artigo de Ishmael Reed sobre o Black Arts Movement. As cores audazes da obra, a imagética fragmentada e a composição assertiva transmitem o compromisso de Saunders em desafiar estereótipos raciais e defender uma compreensão mais inclusiva da arte.

    As pinturas de Saunders foram exibidas extensivamente ao longo da sua carreira, incluindo exposições individuais na Terry Dintenfass Gallery em Nova Iorque, no San Francisco Museum of Modern Art, na Pennsylvania Academy of Fine Arts e em inúmeras outras galerias e museus nos Estados Unidos e na Europa. O seu trabalho também foi apresentado em exposições coletivas em instituições como o Whitney Museum of American Art e o Museum of Contemporary Art, Los Angeles.

    Legado e Significado Histórico

    A contribuição de Raymond Saunders para a arte americana é multifacetada e duradoura. Ele foi um pioneiro no campo da pintura de assemblage, demonstrando uma abordagem inovadora ao combinar objetos encontrados com pinceladas expressivas e passagens de cor. O seu trabalho desafiou as noções convencionais de representação artística, levando os espectadores a reconsiderarem as suas suposições sobre tema, composição e significado.

    O envolvimento de Saunders com questões de identidade e raça — particularmente o seu texto de 1967, Black Is a Color — tornou-o uma voz significativa no Black Arts Movement. A sua insistência em separar a identidade da produção artística — um princípio central da sua filosofia — ressoa poderosamente ainda hoje, instando-nos a reconhecer a vastidão e a complexidade da criação artística para além de rótulos simplistas.

    Para além das suas conquistas individuais, o trabalho de Saunders teve um impacto duradouro nas gerações subsequentes de artistas. A sua observação meticulosa, o uso inovador de materiais e o compromisso em desafiar as noções convencionais de arte inspiraram inúmeros artistas a explorar novas possibilidades na sua própria prática. O legado de Raymond Saunders é de inovação artística, rigor intelectual e um compromisso inabalável com a justiça social — um testemunho do poder da arte em moldar a nossa compreensão do mundo.

    Museu

    Culturgest - Fundação Caixa Geral de Depósitos

    Em exibição em Lisboa, Portugal

    Um Farol de Criação Contemporânea: Culturgest – O Coração Vibrante de Lisboa

    Aninhada no coração histórico de Lisboa, a Culturgest não é meramente um museu; é um ecossistema imersivo onde as fronteiras artísticas se dissolvem e a energia criativa pulsa com uma vitalidade inegável. Fundada pela Caixa Geral de Depósitos (CGD) em 1983, esta instituição evoluiu muito além do seu propósito inicial de ser um repositório de arte, florescendo como um centro cultural dinâmico que defende a amplitude da expressão contemporânea – desde o poder dramático das artes performativas e a ressonância pungente da música até às narrativas instigantes tecidas em instalações visuais e o mundo cativante do cinema. A Culturgidade ergue-se como um testemunho do compromisso de Portugal com o enriquecimento artístico, fomentando um ambiente de experimentação, diálogo e, fundamentalmente, inspiração que se estende muito para além das suas fronteiras portuguesas.

    A história da Culturgest está inextricavelmente ligada à visão da Caixa Geral de Depósitos – um legado enraizado na crença de que o investimento cultural não é simplesmente filantrópico; é fundamental para o progresso social. Concebida inicialmente como uma plataforma para dar visibilidade a artistas portugueses emergentes, a coleção expandiu rapidamente o seu âmbito, abraçando não apenas o talento nacional, mas também obras significativas do Brasil, Moçambique, Angola e Cabo Verde, refletindo um compromisso deliberado em celebrar a criatividade lusófona em todas as suas diversas formas. Hoje, ostentando aproximadamente 1.800 peças – abrangendo pintura, escultura, fotografia, vídeo, instalação e gravura – a coleção é uma rica tapeçaria de vozes artísticas, meticulosamente curada e apresentada num espaço concebido para nutrir tanto a apreciação como o envolvimento crítico.

    Harmonia Arquitetónica: Um Espaço Projetado para o Diálogo

    Embora os detalhes precisos relativos ao projeto arquitetónico inicial do edifício permaneçam algo discretos nas informações publicamente disponíveis, compreende-se que a estrutura da Culturgest representa uma resposta deliberada e ponderada ao ambiente artístico que alberga. Em vez de funcionar apenas como um contentor para a arte, o edifício é concebido como um componente integrante de toda a experiência – um espaço desenhado com funcionalidade fluida e uma profunda compreensão do seu contexto urbano. A elegância sóbria da arquitetura permite que a própria obra de arte assuma o papel principal, promovendo um diálogo harmonioso entre forma e conteúdo; é um lugar que se sente simultaneamente convidativo e profundamente inspirador, encorajando os visitantes a envolverem-se profundamente com a arte em exibição e com as performances que se desenrolam nas suas paredes.

    O design do edifício encarna um espírito de abertura e inclusividade, espelhando o compromisso mais amplo da Culturgest em fomentar diversas vozes e perspetivas. É um espaço que procura ativamente derrubar as barreiras tradicionais entre disciplinas, criando um ambiente onde as artes visuais, a música, o teatro e o cinema podem convergir e enriquecer-se mutuamente. A cuidadosa atenção dada à luz, à acústica e ao fluxo espacial contribui significativamente para a atmosfera geral da Culturgest, garantindo que cada encontro com a arte seja memorável e significativo.

    Um Programa Multifacetado: Para Além da Exposição Estática

    O que verdadeiramente distingue a Culturgest dos museus convencionais é o seu programa notavelmente diverso – um compromisso que se estende muito para além das exposições estáticas tradicionais. O calendário da instituição está constantemente repleto de uma vibrante gama de eventos, exibindo a amplitude da expressão artística em todas as suas formas. Produções teatrais regulares, performances de dança cativantes e concertos de música ao vivo proporcionam ao público experiências inesquecíveis, desafiando os limites da inovação artística. Além disso, a Culturgest acolhe festivais de cinema, sessões de filmes independentes e retrospectivas que celebram obras-primas cinematográficas – atendendo a uma vasta gama de gostos e interesses.

    Artistas notáveis frequentemente exibidos na Culturgest incluem Luísa Correia Pereira, cujas pinturas evocativas exploram frequentemente temas de identidade e memória; Júlia Ventura, conhecida pela sua fotografia pungente que mergulha nas complexidades da sensualidade e da representação; e Fernando Alvim, um poderoso artista africano contemporâneo que funde motivos tradicionais com técnicas modernas para abordar questões de justiça social. Estes são apenas alguns exemplos das diversas vozes celebradas nas paredes da Culturgest – um testemunho da sua dedicação em apresentar tanto mestres estabelecidos como talentos emergentes.

    Um Legado de Criatividade Lusófona

    O compromisso da Culturgest vai além da simples exibição de arte; a instituição defende ativamente o estudo, a promoção e a curadoria do seu acervo. O foco da coleção na arte portuguesa, juntamente com obras significativas do Brasil, Moçambique, Angola e Cabo Verde, sublinha um esforço deliberado para preservar e celebrar a criatividade lusófona – um legado que continua a evoluir através de exposições contínuas, iniciativas de investigação e envolvimento comunitário. A dedicação da instituição em promover o diálogo entre artistas e públicos garante que a Culturgest permaneça uma força vital no panorama cultural de Lisboa e de além-fronteiras.

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    Disponível online

    QR code que direciona para a página de download de Ouve-me

    wahooart.com/pt/art/download/helena-almeida-ouve-me-D7EEEQ-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Almeida, Helena. Ouve-me. 1979, Culturgest - Fundação Caixa Geral de Depósitos. https://wahooart.com/pt/art/helena-almeida-ouve-me-D7EEEQ-en/
    APA
    Almeida, Helena (1979). Ouve-me [Painting]. Culturgest - Fundação Caixa Geral de Depósitos. https://wahooart.com/pt/art/helena-almeida-ouve-me-D7EEEQ-en/
    Chicago
    Helena Almeida. Ouve-me. 1979. Culturgest - Fundação Caixa Geral de Depósitos. https://wahooart.com/pt/art/helena-almeida-ouve-me-D7EEEQ-en/
    Harvard
    Almeida, Helena (1979) Ouve-me. Culturgest - Fundação Caixa Geral de Depósitos. Available at: https://wahooart.com/pt/art/helena-almeida-ouve-me-D7EEEQ-en/

    Observe de perto

    Ouve-me — Helena Almeida

    Observe de perto

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    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. O nosso catálogo classifica esta obra sob: identity, silence, mouths. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    4. Relembre Black exit (1982), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    5. Conceptual Art: Work where the idea matters more than the object — sometimes there is barely an object at all. Onde você pode observar isso nesta obra?

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    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize os factos das partes anteriores deste guia e as suas respostas acima.