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Guia de Obras de Estudantes

Adelina

Nome Turma Data

hariel revignet de oliveira, Adelina (2020), Pinacoteca do Estado de São Paulo. Reproduzido para fins de referência; todos os direitos reservados ao detentor dos direitos.

Informações principais

Artista
hariel revignet de oliveira wahooart.com/pt/artists/hariel-revignet-de-oliveira/
Datas do artista
1995 – ?
Pintura
2020
Realizado em
Pinacoteca do Estado de São Paulo wahooart.com/pt/museums/pinacoteca-do-estado-de-sao-paulo-sao-paulo_pt/

No contexto

Adelina — hariel revignet de oliveira

Ano de criação

  1. 1990
  2. 2000
  3. 2010
  4. 2020

Sombreado: a trajetória de hariel revignet de oliveira (1995–?) ▲ esta obra, 2020

Obras comparáveis

  • Félix, 2020 wahooart.com/pt/art/hariel-revignet-de-oliveira-felix-D43J9T-en/
  • Prata Preta, 2020 wahooart.com/pt/art/hariel-revignet-de-oliveira-prata-preta-D43J9P-en/
  • Iaiá de Ouro, 2020 wahooart.com/pt/art/hariel-revignet-de-oliveira-iaia-de-ouro-D43J9R-en/

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: wahooart.com/pt/art/similar/hariel-revignet-de-oliveira-adelina-D43GC3-en/

Paleta de cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Espresso #4a382f

    Paleta catalogada

    • #4A382F
    • #EEEFF2
    • #B85530
    • #BC9C7F
    Paleta
    Neutrals A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Espresso
    Intensidade
    Balanced O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Bold O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Strong Color Unity A forma como as cores interagem entre si, desde o contraste marcante até a total harmonia.
    Brilho
    Brilliant O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Muted Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Sobre esta obra

    Adelina — hariel revignet de oliveira

    Known as “Boca da Noite” (Mouth of Night), Adelina was an enslaved woman, as was her mother. It is said that her father was a slave master, had riches, and promised his daughter that he would set her free when she turned seventeen. The promise was not kept and Adelina remained as an enslaved housemaid. Raised in the house of her master, she studied on her own and learned to read and write. After his impoverishment, Adelina’s father started to manufacture cigars. Adelina sold the cigars she carried on a tray in downtown São Luís. In Largo do Carmo, where she had student clients, she had the opportunity to participate in abolitionist demonstrations. Among legends and memories about her, it is said that the fact that Adelina knew the city streets and the people of the region well was her greatest asset in the political struggle. She was able to anticipate police actions, coordinate the escape of enslaved people and contribute to the maintenance of quilombola villages.

    Artista e museu

    Artista

    hariel revignet de oliveira

    Nascido em Goiânia, Brazil

    The Architecture of Memory: The Art of Hariel Revignet de Oliveira

    Born in the vibrant Brazilian city of Goiânia in 1995, Hariel Revignet de Oliveira has emerged as a profound voice in contemporary art, crafting a visual language that exists at the delicate intersection of structural precision and ancestral storytelling. Her practice is not merely an aesthetic pursuit but a deep, investigative journey into how urban landscapes hold the echoes of those who inhabited them before us. Trained as an architect and urbanist, Oliveira possesses a unique ability to apply the meticulous eye of a designer to the fluid, often intangible realms of identity and memory. Where others might see only buildings and streets, she perceives layers of history, seeing the city as a living archive of resistance, resilience, and cultural heritage.

    The foundation of her work is deeply rooted in the textures of Brazilian folklore and the powerful narratives of indigenous and Afro-Brazilian traditions. She draws significant inspiration from the histories of quilombos—communities established by escaped enslaved people—most notably the legendary Quilombo dos Palmares. This fascination with the preservation of ancestral knowledge informs much of her thematic depth, as she seeks to bridge the gap between the rigid geometry of modern urbanism and the spiritual, often suppressed, legacies of the past. Her art serves as a vessel for voices that have been historically marginalized, transforming historical figures into icons of enduring strength.

    Technique and the Poetics of Layering

    To encounter an Oliveira piece is to enter a space of quiet contemplation. Her technical approach is characterized by a deliberate, slow-paced mastery that mirrors the careful observation required in architectural analysis. Eschewing the loud and the frenetic, she often employs gouache and china-ink on paper, utilizing muted palettes and layered textures to create depth. Each brushstroke is an intentional act of excavation, pulling subtle nuances of light and shadow from the surface to evoke a sense of time passing.

    This method allows her to create images that possess a haunting, atmospheric quality. The resulting works are not mere illustrations of history but are instead sensory experiences where the visual surface invites the viewer to look deeper into the emotional resonance beneath. Through the interplay of ink and pigment, she captures the weight of the past, making the ephemeral nature of memory feel tangible and permanent.

    Narratives of Resistance and Social Significance

    The true power of Oliveira’s oeuvre lies in her ability to personify history through evocative portraiture and narrative scenes. Her work often centers on figures who stood at the crossroads of struggle and triumph, turning historical accounts into poignant visual meditations. Some of her most striking thematic explorations include:

    Prata Preta: A tribute to Horácio José da Silva, a dockworker and capoeirista who became a symbol of bravery during the Vaccine Revolt in Rio de Janeiro, representing the spirit of urban uprising.

    Adelina: An exploration of the life of an enslaved woman known as "Boca da Noite," whose literacy and knowledge of the city streets made her a vital participant in abolitionist struggles.

    Iaiá de Ouro: A depiction of Feliciana Maria Olímpia, a free Black woman in Recife whose spiritual influence and healing practices connected diverse urban communities through religious tradition.

    Félix: A narrative focusing on Félix José Rodrigues, a quilombola fighter whose journey through the Paraguayan War led to the establishment of new Black villages in the Brazilian hinterland.

    Through these subjects, Oliveira confronts societal injustices and celebrates the profound impact of marginalized individuals on the fabric of Brazilian society. Her work does more than document; it rehabilitates history, ensuring that the legacies of resistance are woven into the contemporary consciousness. As a nominee for the prestigious PIPA Prize, her rising significance in the global art scene marks her as an artist who is not only redefining the boundaries between architecture and fine art but also acting as a vital custodian of cultural memory.

    Museu

    Pinacoteca do Estado de São Paulo

    Em exibição em São Paulo, Brasil

    Um Baluarte da Identidade Brasileira: A Alma de São Paulo

    No coração de uma metrópole que nunca dorme, a

    Pinacoteca do Estado de São Paulo

    ergue-se como um santuário sereno, porém poderoso, para a memória visual da nação. Fundada em 1905 pelo visionário filantropo Assis Chateaubriand, esta instituição é muito mais do que um mero repositório de objetos; é uma crônica viva da evolução cultural do Brasil. Como o museu de arte mais antigo de São Paulo, a Pinacoteca dedicou mais de um século a nutrir uma voz nacional distinta, unindo a grandeza colonial do passado ao fervor experimental da era moderna. Percorrer os seus corredores é testemunhar a própria metamorfose da identidade brasileira, à medida que a coleção traça uma jornada das tradições acadêmicas do século XIX às rupturas radicais da vanguarda do século XX.

    O acervo do museu é uma tapeçaria deslumbrante de luz, forma e emoção. Os visitantes são convidados a vagar por uma narrativa que começa na era Romântica, onde mestres como

    Almeida Júnior

    e

    Pedro Alexandrino

    capturaram as vastas paisagens e as pungentes texturas sociais de um Brasil moldado pela influência portuguesa. À medida que o olhar se volta para o século XX, a atmosfera transforma-se em uma de audaciosa inovação. O museu celebra a ascensão do Modernismo brasileiro, exibindo obras fundamentais de artistas como

    Leopoldo Raimo de Oliveira

    e as evocativas esculturas em terracota de

    Victor Brecheret

    . Para colecionadores e conhecedores, a presença da

    Coleção Nemirovsky

    oferece um encontro profundo com o brilho geométrico da era da Bienal de São Paulo, enquanto obras-primas internacionais de lendas como

    Picasso

    e

    Rembrandt

    nos lembram que o Brasil sempre foi um participante ativo no diálogo artístico global.

    Um Diálogo Arquitetônico Através do Tempo

    A experiência na Pinacoteca está intrinsecamente ligada ao seu magnífico cenário arquitetônico, uma tríade de edifícios interconectados que espelham as próprias camadas industriais e culturais da cidade. A

    Pinacoteca Luz

    , projetada por Ramos de Azevedo e Domiciano Rossi, serve como a âncora neoclássica do museu. Seus salões imponentes e repletos de luz evocam um senso de reverência histórica, proporcionando um pano de fundo majestoso para o acervo permanente. Em um contraste nítido e brilhante, destaca-se a

    Estação

    , uma obra-prima de intervenção moderna da lendária

    Lina Bo Bardi

    . Ao abraçar o concreto bruto e o vidro expansivo, o design de Bo Bardi reflete o pulso dinâmico e industrial de São Paulo, criando um espaço onde a própria arquitetura se torna uma exposição da transformação urbana.

    A narrativa do museu atinge sua expressão mais contemporânea no recém-inaugurado edifício

    Contemporânea

    . Aberto em 2023, este espaço encarna o espírito progressista da instituição, oferecendo praças públicas e áreas de exposição experimental que convidam à performance e ao diálogo. Esta trindade arquitetônica — a neoclássica, a brutalista e a contemporânea — cria uma jornada sensorial única para o visitante. Para o designer de interiores ou o entusiasta da arte, o museu oferece um estudo incomparável de como o contexto histórico e a experimentação moderna podem coexistir para criar um profundo senso de lugar.

    Um Legado Vivo de Pesquisa e Inspiração

    Além de suas paredes, a Pinacoteca funciona como um motor intelectual vibrante, impulsionando o avanço da cultura visual brasileira por meio de pesquisas rigorosas e programas educacionais imersivos. É um lugar onde estudiosos mergulham nas nuances da

    Arte Concreta

    e nos legados de pioneiros como

    Décio Vieira de Morais

    , e onde as tradições paisagísticas de pintores como

    Clodomiro Amazonas Monteiro

    são redescobertas por novas gerações. O compromisso do museu com projetos públicos multidisciplinares garante que a arte permaneça uma força cívica, fomentando uma conexão profunda entre a comunidade e o seu patrimônio.

    Para aqueles que buscam inspiração, a Pinacoteca oferece um poço inesgotável de descoberta estética. Quer se sinta atraído pela geometria rítmica da abstração moderna ou pelo realismo profundo das paisagens da era colonial, o museu proporciona um encontro profundo com a essência do Brasil. Permanece como um pilar da cultura latino-americana, um destino onde a história não é apenas lembrada, mas ativamente reimaginada para o futuro.

    Saiba mais

    Disponível online

    QR code que direciona para a página de download de Adelina

    wahooart.com/pt/art/download/hariel-revignet-de-oliveira-adelina-D43GC3-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    oliveira, hariel revignet de. Adelina. 2020, Pinacoteca do Estado de São Paulo. https://wahooart.com/pt/art/hariel-revignet-de-oliveira-adelina-D43GC3-en/
    APA
    oliveira, hariel revignet de (2020). Adelina [Painting]. Pinacoteca do Estado de São Paulo. https://wahooart.com/pt/art/hariel-revignet-de-oliveira-adelina-D43GC3-en/
    Chicago
    hariel revignet de oliveira. Adelina. 2020. Pinacoteca do Estado de São Paulo. https://wahooart.com/pt/art/hariel-revignet-de-oliveira-adelina-D43GC3-en/
    Harvard
    oliveira, hariel revignet de (2020) Adelina. Pinacoteca do Estado de São Paulo. Available at: https://wahooart.com/pt/art/hariel-revignet-de-oliveira-adelina-D43GC3-en/

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    Adelina — hariel revignet de oliveira

    Olhar de perto

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    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. Relembre Félix (2020), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    4. hariel revignet de oliveira tinha cerca de 25 anos quando esta obra foi feita. O que nela parece ser o trabalho de um artista nessa fase?
    5. O que o artista pode ter querido que você sentisse?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.