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Guia de Obras de Estudantes

Aqui Vem o Coco

Nome Turma Data

Francisco de Goya, Aqui Vem o Coco (1799), Museu de Arte do Condado de Los Angeles. Domínio público.

Informações principais

Artista
Francisco de Goya wahooart.com/pt/artists/francisco-de-goya_pt/
Datas do artista
1746 – 1828
Pintura
1799
Técnica
Acrílico sobre tela
Dimensões originais
21 x 15 cm
Movimento
Romantic Era
Realizado em
Museu de Arte do Condado de Los Angeles wahooart.com/pt/museums/museu-de-arte-do-condado-de-los-angeles-los-angeles_pt/
Artistic Style
Dark satire
Influences
Old Masters
Notable Elements Or Techniques
Mask; Dramatic lighting
Subject Or Theme
Fear; Anxiety

No contexto

Aqui Vem o Coco — Francisco de Goya

Dimensões

As dimensões originais são 21 × 15 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Ano de criação

  1. 1740
  2. 1750
  3. 1760
  4. 1770
  5. 1780
  6. 1790
  7. 1800
  8. 1810
  9. 1820

Sombreado: a trajetória de Francisco de Goya (1746–1828) ▲ esta obra, 1799

Obras comparáveis

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Paleta de cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Verde de Verdigris #645d4f

    Paleta catalogada

    • #645D4F
    • #A19D8F
    • #3C372D
    • #DBDCD6
    Nome da cor principal
    Verde de Verdigris
    Intensidade
    Monocromático O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Declaração O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Paleta Unificada A forma como as cores interagem entre si, desde o contraste marcante até a total harmonia.
    Brilho
    Equilibrado O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Sóbrio Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Sobre esta obra

    Aqui Vem o Coco — Francisco de Goya

    Uma Visão Sobre o Terror e a Beleza na Obra de Goya

    “Here Comes The Bogey Man” é uma obra emblemática do pintor espanhol Francisco José de Goya y Lucientes, criada em 1799 durante um período crítico da história artística europeia. Esta gravura em água-forte e pontilhismo buril captura uma cena perturbadora que transcende o mero retrato visual, oferecendo uma profunda reflexão sobre temas como medo, inocência infantil e a fragilidade humana diante do desconhecido. O trabalho demonstra uma maestria técnica excepcional e uma sensibilidade artística que prenuncia muitas das características da pintura romântica posterior.

    Artista: Francisco José de Goya y Lucientes (1746-1828)

    Título Original: Que viene el Coco

    Data Criação: 1799

    Técnica: Água-forte e Pontilhismo Buril

    Material: Papel Inglês

    A imagem apresenta uma composição cuidadosamente elaborada que concentra o olhar do espectador em uma cena doméstica aparentemente banal. Uma mulher e duas crianças estão presentes em um quarto, iluminado por uma luz suave que enfatiza a atmosfera de apreensão. Sobre eles está uma figura masculina envolta em uma máscara ou traje teatral – uma referência direta à figura folclórica do “Coco”, o homem arrepio, símbolo universal do medo infantil e da ameaça invisível. Além dos personagens principais, há outros indivíduos na cena, incluindo uma pessoa localizada no canto superior esquerdo e outra ao lado da cama. Um objeto simples como uma cadeira ou estrutura de cama adiciona profundidade à composição espacial.

    A escolha da técnica de pontilhismo buril é particularmente significativa. Esta abordagem artística permite que Goya obtenha efeitos de luz e sombra impressionantes, criando uma sensação de movimento e tensão que reforça o impacto emocional da obra. Os pontos meticulosamente aplicados em toda a imagem não apenas reproduzem os detalhes visuais com precisão, mas também evocam uma textura rica e uma atmosfera misteriosa que convidam à contemplação. O estilo artístico é caracterizado pela influência do neoclassicismo inicial de Goya, que posteriormente evoluiu para uma expressão mais visceral e emocionalmente carregada, refletindo as preocupações filosóficas e psicológicas da época.

    O contexto histórico em que “Here Comes The Bogey Man” foi criado é fundamental para compreender sua mensagem simbólica. O período napoleônico em Espanha testemunhou instabilidade política e social, marcando uma ruptura com os valores tradicionais e abrindo caminho para novas ideias e movimentos culturais. Goya, como artista comprometido com suas convicções políticas e sociais, utilizou sua arte como instrumento de crítica e resistência à ordem estabelecida, denunciando a violência e a injustiça presentes na sociedade espanhola da época. A obra é considerada uma das mais importantes do Romantismo espanhol, representando um marco na história da pintura e da literatura universal.

    A imagem transmite uma sensação poderosa de medo e vulnerabilidade, capturando o olhar atento da mãe em direção à figura mascarada que se aproxima. O simbolismo da máscara representa a ocultação da verdade e o confronto com o desconhecido, enquanto também pode ser interpretado como uma crítica à autoridade paterna e à proteção inadequada das crianças. “Here Comes The Bogey Man” permanece relevante hoje por sua capacidade de provocar reflexões sobre temas universais como o medo infantil, a fragilidade humana e a importância da liberdade intelectual e artística. É uma obra que nos lembra da força da imaginação e da beleza da expressão emocional, celebrando ao mesmo tempo a capacidade da arte de iluminar os aspectos mais sombrios da experiência humana.

    Artista e museu

    Artista

    Francisco de Goya

    Nascido em Fuendetodos, Espanha

    The Spanish Soul: A Life Forged in Shadow and Light

    Francisco José de Goya y Lucientes, a name that echoes through the corridors of art history, embodies a profound paradox – a man simultaneously rooted in the traditions of the Old Masters and a visionary who presaged the anxieties and expressive freedom of modern art. Born in 1746 in the unassuming village of Fuendetodos, Spain, Goya’s journey from a provincial artist to court painter, and ultimately, to a chronicler of human suffering and societal decay, is a testament to his extraordinary talent and the turbulent era he navigated. His early training began at fourteen under José Luzán y Martinez, laying a foundational understanding of classical techniques before he sought refinement in Madrid with Anton Raphael Mengs, then the dominant artistic force within the Spanish court. This initial period instilled in him a mastery of form and composition, vividly demonstrated in his early commissions – intricate designs for tapestries depicting lively scenes of everyday life, subtly infused with a distinctly Spanish realism that hinted at both Rococo elegance and a burgeoning critical eye. His marriage to Josefa Bayeu, sister to another painter within the royal circle, further solidified his position within the artistic establishment, providing access to influential patrons and opportunities for advancement. However, these early works, while technically proficient and aesthetically pleasing, offered little indication of the profound emotional depth and unsettling darkness that would characterize much of his later oeuvre.

    Ascension and Transformation: From Courtly Grace to Inner Turmoil

    Goya’s ascent through the ranks of the Spanish court was a steady climb. He secured a position as a painter to the Royal Chamber in 1786, amassing a substantial commission portfolio from the aristocracy and royalty. These portraits are remarkable not merely for their technical brilliance – Goya possessed an uncanny ability to capture likeness with startling honesty – but also for their astute psychological insight. He didn’t simply paint what his sitters looked like; he revealed something of their character, their vulnerabilities, and often, their hidden anxieties. The Countess of Chinchón, for example, is not merely a beautiful woman adorned in elegant attire, but a figure radiating intelligence, perhaps tinged with melancholy – a subtle suggestion of the complexities beneath her outward composure. Yet, beneath this veneer of courtly success, a significant transformation was taking place within Goya’s soul. In 1793, a debilitating illness, likely a combination of syphilis and mercury poisoning, left him profoundly deaf, an event that irrevocably altered his perception of the world and consequently, his artistic vision. This affliction plunged him into a period of intense introspection and isolation, severing his connection to the social life he once enjoyed and forcing him inward, towards a darker, more subjective reality. The shift in his artistic style was dramatic – a deliberate departure from the bright colors and cheerful scenes that had defined his earlier work. He began to explore themes of madness, violence, and the irrational, foreshadowing the anxieties that would grip Europe during the tumultuous years ahead.

    The Dark Visions: Caprichos, Disasters, and Black Paintings

    This period of artistic ferment culminated in some of Goya’s most iconic and unsettling works. Los Caprichos, a series of eighty etchings published in 1799, serve as a scathing satire of Spanish society – its follies, superstitions, and moral corruption laid bare with biting wit and unflinching irony. The images are often grotesque yet undeniably captivating, populated by witches, monstrous figures, and caricatures of the aristocracy, all rendered with a masterful command of etching techniques. However, it was The Disasters of War, created between 1810 and 1820, that truly cemented Goya’s reputation as a fearless chronicler of human suffering. These harrowing etchings depict the brutal realities of the Peninsular War – the atrocities committed by both sides, the starvation, the despair, and the utter devastation inflicted upon the Spanish people. They are not romanticized accounts of battle; they are unflinching portrayals of its horrors, devoid of any glorification or sentimentality. Perhaps most profoundly disturbing are The Black Paintings, a series of fourteen murals Goya painted directly onto the walls of his house, “Quinta del Sordo” (the Deaf Man’s Villa), between 1819 and 1823. These works – including the terrifying Saturn Devouring His Son and the haunting Asmodea – represent a descent into the darkest recesses of the human psyche, expressing themes of despair, madness, and existential dread with unparalleled intensity. They are a radical departure from traditional artistic conventions, anticipating the expressive power of abstract art and reflecting Goya’s own inner turmoil.

    Themes and Techniques

    Throughout his career, several recurring themes emerge in Goya’s work. The exploration of human folly and societal corruption is prominent in Los Caprichos, while the horrors of war are brutally depicted in The Disasters of War. A fascination with darkness, superstition, and the irrational pervades much of his later output, culminating in the unsettling imagery of The Black Paintings. Technically, Goya was a master of various mediums. He excelled in portraiture, capturing not only physical likeness but also psychological depth. His use of color evolved over time, from the lighter palettes of his early works to the somber tones of his later paintings and etchings. He was particularly innovative in his printmaking techniques, utilizing aquatint to create tonal variations and dramatic effects.

    Etching:

    Goya’s mastery of etching allowed him to create intricate details and expressive lines.

    Aquatint:

    This technique enabled him to achieve a range of tones and textures, enhancing the emotional impact of his prints.

    Brushwork:

    His loose and expressive brushwork, particularly in his later paintings, contributed to their sense of immediacy and emotional intensity. Goya’s willingness to experiment with both subject matter and technique cemented his place as a revolutionary figure in art history.

    A Legacy of Innovation and Influence

    In 1824, disillusioned by political unrest in Spain, Goya sought exile in Bordeaux, France, where he continued to work until his death in 1828. His final years were marked by a renewed focus on printmaking, culminating in the La Tauromaquia series, which explored the spectacle and brutality of bullfighting. Francisco Goya’s legacy is immense and far-reaching. He stands as a pivotal figure in art history, bridging the gap between the Old Masters and the modern movement. His influence can be seen in the works of countless artists who followed – from Édouard Manet and Pablo Picasso to Francis Bacon – all drawn to his expressive brushwork, psychological depth, and willingness to confront uncomfortable truths. He challenged artistic conventions, embraced innovation, and dared to explore the darker aspects of human experience, leaving behind a body of work that continues to resonate with audiences today. Goya wasn’t merely painting pictures; he was holding up a mirror to society, forcing us to confront our own flaws and vulnerabilities, and reminding us of the enduring power – and fragility – of the human spirit.

    Museu

    Museu de Arte do Condado de Los Angeles

    Em exibição em Los Angeles, Estados Unidos da América

    A Jornada Através da Expressão Artística: O Museu de Arte do Condado de Los Angeles

    Aninhado no verdejante abraço de Hancock Park, a apenas um passo do vasto oceano Pacífico e do vibrante pulso central de Los Angeles, encontra-se o Museu de Arte do Condado de Los Angeles (LACMA). Mais do que um mero repositório de tesouros artísticos, o LACMA é um testemunho da alma duradoura da cidade – um cruzamento dinâmico onde história e imaginação convergem, e onde os ecos de inúmeras culturas ressoam em seus amplos salões. Fundado em 1961 com uma visão audaciosa, nascida da ambição compartilhada de Edward W. Carter e Howard F. Ahmanson Sr., o LACMA evoluiu para se tornar uma das instituições artísticas mais significativas da América, um lugar onde os visitantes embarcam em uma jornada inesquecível através de milênios de expressão criativa.

    A gênese do museu está inextricavelmente ligada à arquitetura visionária de William Pereira – uma obra-prima modernista caracterizada por imponentes fachadas de vidro e formas geométricas que imediatamente estabeleceram o LACMA como um marco. Essa declaração arquitetônica não era apenas sobre estética; era uma afirmação de aspiração, refletindo a crescente paisagem cultural da cidade. No entanto, o design original do edifício apresentou desafios – as piscinas reflexivas ao redor da estrutura logo foram inundadas com óleo das proximidades das Alcaravens de Tar Pits, levando a modificações engenhosas que, em última análise, aprimoraram o impacto visual do museu. As subsequentes adições por Hardy Holzman Pfeiffer Associates e Bruce Goff – o Edifício Robert O. Anderson para arte do século XX e o Pavilhão para Arte Japonesa, respectivamente – solidificaram ainda mais a reputação do LACMA como um defensor da inovação e de vozes artísticas diversas. Cada edifício, em seu distinto estilo, contribui para a narrativa geral do museu – uma história de crescimento contínuo e engajamento com o mundo da arte.

    Um Kaleidoscópio de Coleções

    A força do LACMA não reside apenas em seu impressionante espaço físico, mas, crucialmente, na amplitude e profundidade de sua coleção. Abrangendo uma gama surpreendente de épocas e tradições artísticas, o museu possui holdings que contam uma história convincente da criatividade humana. Desde as misteriosas pinturas rupestres das cavernas pré-históricas até as instalações de ponta de hoje, o inventário do museu é um verdadeiro cronograma do desenvolvimento artístico. Um destaque particular reside em sua coleção de pintura europeia – um deslumbrante conjunto de retratos renascentistas por mestres como Tician e Rafael, oferecendo vislumbres íntimos das vidas e aspirações de épocas passadas. Igualmente cativantes são as coleções californianas, celebrando a identidade única da região através de obras de artistas como Norman Charles Zammitt e Marianne Sadowski. O compromisso do museu com a representação global é demonstrado poderosamente em sua coleção de Arte Asiática – uma assembléia impressionante de esculturas intrincadas do Japão e da China, cada peça um testemunho do legado artístico centenário.

    E, claro, as coleções modernas e contemporâneas do LACMA estão constantemente ultrapassando os limites, exibindo obras por figuras influentes como Bruce Goff e Chris Burden. A coleção de arte americana é uma tapeçaria rica que abrange desde as criações pré-colombianas até as expressões vibrantes da era moderna, com obras notáveis ​​de artistas como Georgia O'Keeffe e Jackson Pollock. Além disso, o museu abriga um impressionante acervo de arte islâmica, apresentando uma coleção abrangente de caligrafias, cerâmicas e trabalhos em metal que refletem a rica herança artística do mundo árabe e muçulmano. A coleção de fotografia do LACMA é um tesouro, com imagens icônicas de Robert Mapplethorpe e outros grandes fotógrafos.

    Arquitetura Deslumbrante e Exposições Envolventes

    Além de suas coleções, o próprio LACMA é uma obra de arte imersiva. O campus é um ambiente cuidadosamente orquestrado, apresentando edifícios projetados por arquitetos renomados – cada um contribuindo para a harmonia estética geral do museu. Notavelmente, Urban Light de Chris Burden, uma assembléia hipnotizante de lâmpadas de rua vintage, tornou-se um símbolo icônico do LACMA – um farol radiante que atrai visitantes e fotógrafos de todo o mundo. Ao longo de sua história, o LACMA tem consistentemente defendido a experimentação artística e fomentado conversas críticas sobre questões sociais. Exposições passadas honraram artistas como Robert Irwin, cujas explorações perceptivas redefiniram os limites da arte, e Barbara Kruger, cujos trabalhos textuais provocadores desafiaram as normas sociais. Apresentações mais recentes têm explorado temas de vida familiar através da fotografia e celebrado a influência do design escandinavo – demonstrando o compromisso contínuo do museu em envolver públicos contemporâneos.

    Conexões e Comunidade

    A dedicação do LACMA se estende além de suas paredes, promovendo uma conexão vibrante com outras instituições dentro do Parque Exposition. O Museu de Tar Pits George C. Page e o California Science Center são parceiros integrais, oferecendo aos visitantes uma compreensão holística da descoberta científica ao lado da contemplação artística. A localização do museu fornece acesso incomparável ao coração cultural de Los Angeles, solidificando ainda mais seu papel como um recurso vital para a comunidade. O compromisso de inclusão do LACMA é evidente em seus programas educacionais, instalações acessíveis e esforços contínuos para envolver públicos de todos os tipos – inspirando criatividade, promovendo compreensão e reafirmando o poder transformador da arte para as gerações futuras. O museu continua a evoluir, abraçando novas tecnologias e perspectivas, ao mesmo tempo em que permanece firme em sua missão de celebrar o legado duradouro da expressão artística humana.

    Links Úteis

    Museu de Arte do Condado de Los Angeles

    Los Angeles County Museum of Art - Google Arts & Culture

    Saiba mais

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    Como citar esta obra

    MLA
    Goya, Francisco de. Aqui Vem o Coco. 1799, Museu de Arte do Condado de Los Angeles. https://wahooart.com/pt/art/francisco-de-goya-aqui-vem-o-coco-D3X3RY-pt/
    APA
    Goya, Francisco de (1799). Aqui Vem o Coco [Painting]. Museu de Arte do Condado de Los Angeles. https://wahooart.com/pt/art/francisco-de-goya-aqui-vem-o-coco-D3X3RY-pt/
    Chicago
    Francisco de Goya. Aqui Vem o Coco. 1799. Museu de Arte do Condado de Los Angeles. https://wahooart.com/pt/art/francisco-de-goya-aqui-vem-o-coco-D3X3RY-pt/
    Harvard
    Goya, Francisco de (1799) Aqui Vem o Coco. Museu de Arte do Condado de Los Angeles. Available at: https://wahooart.com/pt/art/francisco-de-goya-aqui-vem-o-coco-D3X3RY-pt/

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    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. O nosso catálogo classifica esta obra sob: fear, nightmare, family. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    4. Relembre O Três de Maio de 1808: A Execução dos Defensores de Madrid, visto anteriormente neste guia. Nomeie duas características que esta obra compartilha com a anterior e uma que seja diferente.
    5. Francisco de Goya tinha cerca de 53 anos quando esta obra foi feita. O que nela parece ser o trabalho de um artista nessa fase?

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    Aqui Vem o Coco — Francisco de Goya

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    1. 1. ¿Quem fue Francisco José de Goya y Lucientes?

      • A Un pintor barroco italiano
      • B Un escultor flamenco famoso
      • C Un pintor español considerado uno de los más importantes del siglo XVIII
    2. 2. ¿En qué año fue creado "Aquí viene el Coco"?

      • A 1760
      • B 1786
      • C 1799
    3. 3. ¿Qué técnica artística se utilizó para crear esta obra maestra?

      • A El óleo sobre lienzo
      • B La pintura al fresco
      • C Grabado aguafuerte y plancha
    4. 4. ¿Cuál es el tema principal representado en la pintura?

      • A Una escena religiosa
      • B Un retrato de una familia aristocrática
      • C El miedo y la amenaza representada por una figura oscura
    5. 5. ¿Por qué Goya es considerado un artista revolucionario?

      • A Porque utilizó colores brillantes y técnicas innovadoras
      • B Porque abordó temas sociales críticos y desafió las convenciones artísticas de su época
      • C Porque solo pintó obras religiosas

    Minha pontuação: ____ de 5

    Gabarito — para o professor

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