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Guia de Obras de Estudantes

Sphinx III

Nome Turma Data

Francis Bacon, Sphinx III (1954). Reproduzido para fins de referência; todos os direitos reservados ao detentor dos direitos. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
Francis Bacon wahooart.com/pt/artists/francis-bacon_pt/
Datas do artista
1909 – 1992
Pintura a óleo
1954
Técnica
Óleo sobre tela
Dimensões originais
199 x 137 cm
Movimento
Expressionism Colour and shape deliberately distorted so the picture shows an emotion rather than a likeness.
Período
Modernismo

No contexto

Sphinx III — Francis Bacon

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 199 × 137 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média. É demasiado grande para ser representada à escala nesta página.

Quando foi pintado?

  1. 1900
  2. 1910
  3. 1920
  4. 1930
  5. 1940
  6. 1950
  7. 1960
  8. 1970
  9. 1980
  10. 1990

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 83 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 45. O artista viveu até aos 83. 33 das 111 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Francis Bacon (1909–1992) ▲ esta obra, 1954 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1953 Principais anos de atividade: 1953–1980 Obras tardias: a partir de 1980

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

Comparar com

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: wahooart.com/pt/art/similar/francis-bacon-sphinx-iii-ARAC2G-en/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Café expresso #34414d

    Paleta catalogada

    • #34414D
    • #0E183F
    • #68747F
    • #B7BFC4

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Nome da cor principal
    Café expresso
    Intensidade
    Monocromático O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Suave O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Paleta Unificada A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Sombras profundas O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Suave e equilibrada Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Francis Bacon nos últimos doze meses — 54 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 30,7%22.800 visitas
    2. 2 Itália 9,6%7.100 visitas
    3. 3 Alemanha 6,5%4.800 visitas
    4. 4 Coréia do Sul 6,1%4.500 visitas
    5. 5 Estados Unidos da América 5,7%4.200 visitas
    6. 6 França 5,4%4.000 visitas
    7. 7 Brasil 3,0%2.200 visitas
    8. 8 Austrália 2,8%2.100 visitas
    9. 9 Reino Unido 2,4%1.800 visitas
    10. 10 Espanha 2,3%1.700 visitas
    11. · 44 outros países 25,5%19.000 visitas

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 20 obras mais visualizadas de Francis Bacon

    1. 1 Três Estudos para Figuras à Base de uma Crucificação, 1944 8,4%10.000 visitas
    2. 2 Título: Pintura 1946, 1946 4,1%4.900 visitas
    3. 3 Estudo após Retrato de Papa Innocenzo X, 1953 3,8%4.500 visitas
    4. 4 Três Estudos de Lucian Freud, 1969 2,4%2.900 visitas
    5. 5 Francis Bacon 2,3%2.700 visitas
    6. 6 ESTUDOS DO CORPO HUMANO (tríptico, esquerda), 1970 2,1%2.500 visitas
    7. 7 head vi, 1949 2,0%2.400 visitas
    8. 8 Портрет Джорджа Диера в зеркале 1,9%2.200 visitas
    9. 9 Cão, 1952 1,6%1.900 visitas
    10. 10 self-portrait, 1969 1,5%1.800 visitas
    11. 11 "Henrietta Moraes" translates to "Henriquetta Moraes" in Portuguese. 1,4%1.600 visitas
    12. 12 Triptych, maio – junho, 1973 a 1,2%1.400 visitas
    13. 13 Três Estudos de Lucian Freud, à direita, 1969 1,1%1.300 visitas
    14. 14 Figures getting out of a car 1,1%1.300 visitas
    15. 15 Três Estudos de Lucian Freud, à esquerda, 1969 1,0%1.200 visitas
    16. 16 Estudo para um Retrato, Março de 1991, 1991 1,0%1.200 visitas
    17. 17 Cabeça VI dos Conselhos de Artes da Grã-Bretanha, Londres, 1949 1,0%1.200 visitas
    18. 18 Estudo para a Cabeça de um Papa Gritando, 1952 0,9%1.100 visitas
    19. 19 Study for self-portrait 0,9%1.100 visitas
    20. 81 Sphinx III, 1954 esta obra 0,3%300 visitas

    Juntas, estas obras representam 40,0% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 430 obras deste artista, das quais 284 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ocupa a 81 posição entre elas, com 0,3% dessa atenção (300 visitas). Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Sobre esta obra

    Sphinx III — Francis Bacon

    A Descent into Shadow: Francis Bacon’s *Sphinx III*

    Francis Bacon, a name synonymous with unsettling beauty and profound psychological depth, possessed an extraordinary ability to distill the anxieties of modern existence onto canvas. His work isn't merely representation; it’s an excavation of the human psyche, rendered in visceral strokes and haunting color palettes. *Sphinx III*, created in 1954 and currently residing within the National Portrait Gallery in the United States, exemplifies this approach with remarkable intensity. The painting immediately confronts the viewer with a blue-toned tableau – not a serene landscape, but a claustrophobic room dominated by a seated figure, its features obscured behind a mask resembling an animal’s head. This isn't a portrait of identity; it’s a suggestion of something fractured, something struggling to articulate itself. The setting, a starkly simple space with a wall and strategically placed objects – two bottles and three books – feels deliberately sparse, amplifying the sense of isolation and unease. Bacon masterfully employs light and shadow, not to illuminate but to deepen the mystery, creating an atmosphere thick with unspoken dread. It’s a scene that invites contemplation, demanding that we confront our own anxieties about selfhood and the blurring lines between reality and nightmare.

    Composition and Symbolism: A Labyrinth of Meaning

    At first glance, *Sphinx III* appears deceptively simple – a man on a bench in a room. However, closer inspection reveals a meticulously constructed composition brimming with symbolic weight. The animal mask is the key to unlocking this complexity; it’s not merely decorative but a potent representation of primal instincts and suppressed desires. Bacon frequently used such masks in his work, suggesting a detachment from rational thought and an embrace of instinctual impulses. The seated figure itself embodies vulnerability and power simultaneously – slumped forward, almost defeated, yet retaining a defiant stillness. The placement of the bottles and books adds layers to this interpretation. They could represent the futile attempts at intellectual or emotional fulfillment, objects that fail to satisfy the underlying hunger for connection and meaning. The room, with its stark geometry, feels like a psychological space – a contained environment reflecting the internal struggles of the subject. It’s a deliberate echo of the labyrinthine nature of the human mind, where paths twist and turn, leading to unexpected and often unsettling discoveries.

    Bacon's Technique: Light, Texture, and the Language of Pain

    Francis Bacon’s artistic technique is instantly recognizable – characterized by loose, gestural brushstrokes that convey a sense of urgency and raw emotion. In *Sphinx III*, this is particularly evident in the handling of the paint. The blue tones dominate, creating a somber mood, but within this darkness, Bacon introduces subtle shifts in color and texture. He employs a technique reminiscent of his earlier works, notably Figure with Meat (1954), where he masterfully manipulates light and shadow to create a disturbing sense of volume and physicality. The figures aren’t rendered realistically; they are distorted and fragmented, reflecting the fractured nature of the subject's psyche. Bacon’s use of impasto – applying paint thickly – adds a tactile quality to the canvas, inviting the viewer to almost feel the weight and tension of the scene. The overall effect is one of intense physicality, as if the painting itself is writhing with suppressed emotion.

    Cultural Echoes: The Sphinx and the Universal Quest for Identity

    Bacon’s choice of the sphinx as a central motif isn't arbitrary; it taps into a rich vein of cultural symbolism. The sphinx, originating in ancient Egypt, represents both wisdom and danger – a guardian of sacred knowledge who demands an answer to a riddle. The animal mask immediately connects *Sphinx III* to this mythological figure, suggesting a struggle for understanding and the potential consequences of failing to grasp fundamental truths. Interestingly, Bacon’s use of tartan patterns—a motif strongly associated with Scotland—adds another layer of complexity. While traditionally linked to national identity, tartan has also appeared in various forms across different cultures, including Japanese kōshi fabrics and Russian textiles. This cross-cultural influence highlights the universal appeal of geometric designs and their ability to evoke a sense of mystery and intrigue. Ultimately, Sphinx III speaks to a fundamental human concern: the search for identity within a world filled with uncertainty and ambiguity—a quest that resonates across cultures and throughout history.

    For those seeking a deeper understanding of Francis Bacon’s work or exploring the evocative power of light in painting, we encourage you to examine Figure with Meat and Light in Painting.

    Artista e museu

    Artista

    Francis Bacon

    Nascido em Dublin, Irlanda

    Infância, Família e Formação

    Francis Bacon nasceu em 28 de outubro de 1909, em Dublin, Irlanda. Ele cresceu em uma casa no campo irlandês, sendo filho de um treinador de cavalos de corrida. Sua infância foi marcada por lutas físicas; ele sofria de asma severa, uma condição que frequentemente tornava o ato de respirar uma tarefa difícil. Ele também experimentou uma sensação de confinamento durante seus anos de juventude, recordando-se de ter sido trancado em armários escuros por uma empregada durante longos períodos. Esse sentimento de sufocamento e o pavor de familiares escondidos em quartos trancados durante o período da revolução irlandesa deixaram uma impressão duradoura em seus primeiros anos de vida.

    Sua educação foi amplamente privada, conduzida por tutores dentro de casa, em vez de uma sala de aula tradicional. Essa criação não convencional significou que ele nunca seguiu o caminho padrão de um aprendizado em uma escola de artes. Aos dezesseis anos, a inquietude de sua juventude o levou a deixar seu lar na Irlanda rural para buscar sua sorte em Londres. Ele chegou à cidade aos dezessete anos, sobrevivendo com uma mesada fornecida por sua mãe enquanto navegava pelas complexidades da vida urbana.

    Vida em Londres, Berlim e Paris

    No final da década de 1920, Francis Bacon era um homem em constante movimento. Ele vagava pelas ruas de Londres, Berlim e Paris, vivendo uma existência tão instável quanto as próprias cidades que habitava. Ao estabelecer-se em Londres em 1928, viu-se imerso no coração da cena boêmia da metrópole. Foi um período de errância e sobrevivência, marcado por uma energia inquieta enquanto transitava entre esses centros europeus, sustentando-se com uma mesada de sua mãe e assumindo diversos trabalhos informais para garantir o sustento.

    Durante esses anos, sua vida profissional estava intrinsecamente ligada ao universo do design de interiores e da decoração. Ele dedicou grande parte de seu tempo ao trabalho com texturas e formas, criando objetos estruturados para os lares de outrem. No entanto, um momento crucial surgiu durante uma viagem a Paris, no final dos anos 1920. Ao visitar uma exposição das obras de Picasso, o impacto visual alterou completamente o seu rumo. A maneira como Picasso manipulava a forma humana — tratando-a como algo orgânico e esquelético — ofereceu-lhe uma nova lente para enxergar o mundo. Foi então que decidiu deixar o design para trás em busca da pintura, uma escolha que viria a definir o restante de sua vida.

    Design de Interiores e o Início da Carreira

    Antes de o mundo conhecê-lo como pintor, Francis Bacon dedicou os seus primeiros anos profissionais ao design de interiores e à decoração. Este foi um período prático e estruturado de sua vida, que contrastava profundamente com os anos turbulentos em que vagou por Londres, Berlim e Paris. Ele não seguiu o caminho tradicional de um artista, ignorando completamente as escolas de arte e os aprendizados formais. Em vez disso, foi um homem autodidata, que aprendeu através da observação direta e do trabalho manual de moldar espaços físicos.

    Sua atuação no design estava longe de ser irrelevante. Ele contribuiu para a estética da época ao criar tapetes Royal Wilton que apresentavam motivos abstratos. Seu olhar apurado para a forma estendeu-se a diversos objetos domésticos e mobiliário, incluindo pufes de pele de bezerro, prateleiras de bar e biombos. Ele também projetou cadeiras, utilizando frequentemente aço tubular e vidro para criar silhuetas que transmitiam uma sensação de modernidade e geometria. Esses anos iniciais proporcionaram-lhe uma compreensão profunda da estrutura e da maneira como os objetos ocupam um ambiente.

    Esse histórico na decoração deixou uma marca indelével em sua abordagem posterior à tela. As formas geométricas e as molduras arquitetônicas que ele outrora construiu para espaços habitáveis acabaram por se transformar nas gaiolas transparentes e nas estruturas espaciais que definiriam suas pinturas. Ele transitou do design dos ambientes físicos que as pessoas habitavam para a criação dos espaços psicológicos que aprisionavam seus temas. Mesmo quando abandonou o design em favor do pincel, o senso de construção permaneceu vivo em sua obra.

    Técnica e Estilo Artístico

    A abordagem de Francis Bacon em relação à tela era física e direta. Ele trabalhava com óleos e pincéis largos, aplicando a tinta de uma maneira que parecia pesada e imediata. Suas cores eram frequentemente borradas e violentas, utilizadas para despojar qualquer sensação de conforto decorativo. Através deste método, ele criava imagens figurativas que expressavam um profundo senso de isolamento, brutalidade e terror. Ele não buscava o acabamento polido da retratística tradicional, preferindo, em vez disso, capturar a sensação crua de estar vivo e vulnerável.

    Para organizar essas emoções intensas, ele frequentemente utilizava um dispositivo estrutural específico. Ele empregava um sistema de enquadramento arquitetônico cúbico, conhecido como estrutura espacial. Essas construções geométricas agiam como gaiolas transparentes, aprisionando seus temas dentro de um espaço definido e, muitas vezes, claustrofóbico. Ao colocar figuras dentro dessas estruturas rígidas, ele era capaz de concentrar a imagem e forçar o espectador a confrontar o isolamento do sujeito. Esta técnica o ajudou a afastar-se da narrativa simples, focando, em vez disso, no impacto visceral da forma humana.

    Ele também encontrou uma maneira de utilizar a iconografia religiosa tradicional sem o peso da fé. Ele utilizava o conceito da crucificação como uma armadura, um suporte estrutural sobre o qual poderia suspender sensações específicas de sofrimento. Isso permitia-lhe explorar a condição humana através de uma lente de angústia física e psicológica. Sua obra frequentemente dependia desses esqueletos estruturais para sustentar o peso de suas figuras distorcidas e contorcidas.

    Three Studies for Figures at the Base of a Crucifixion (1944)

    Study for a Portrait (1952)

    Obras-Chave e Temas Centrais

    A obra de Francis Bacon frequentemente parecia ser uma forma de processar a atmosfera densa e inquietante de meados do século XX. Em 1945, ele exibiu Three Studies for Figures at the Base of a Crucifixion, uma obra que ajudou a consolidar sua reputação. Ele não utilizava a crucificação por devoção religiosa, mas sim como uma armadura estrutural para suspender sensações de sofrimento. Bacon interessava-se por como a forma humana poderia ser distorcida para expressar a realidade crua da existência, recorrendo frequentemente aos estudos de movimento de Eadweard Muybridge para compreender como o corpo se move e se desintegra.

    Sua fascinação pelo grito tornou-se uma parte recorrente de sua linguagem visual. Ele encontrou um tipo específico de terror no rosto gritante visto no filme Battleship Potemkin, de Sergei Eisenstein, e traduziu essa reação visceral para a tela. Esse tema atingiu seu ápice em sua série de obras conhecida como The Screaming Popes, criada entre 1949 e meados da década de 1950. Nessas pinturas, ele tomou a autoridade dignificada do Portrait of Pope Innocent X de Velázquez e a despojou de sua aura, transformando a figura papal em um espectro de terror histérico e pesadelo.

    Three Studies for Figures at the Base of a Crucifixion (1944)

    The Screaming Popes (1949–meados de 1950)

    Onde ler mais

    Encontre online

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    wahooart.com/pt/art/download/francis-bacon-sphinx-iii-ARAC2G-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Bacon, Francis. Sphinx III. 1954, https://wahooart.com/pt/art/francis-bacon-sphinx-iii-ARAC2G-en/
    APA
    Bacon, Francis (1954). Sphinx III [Painting]. https://wahooart.com/pt/art/francis-bacon-sphinx-iii-ARAC2G-en/
    Chicago
    Francis Bacon. Sphinx III. 1954. https://wahooart.com/pt/art/francis-bacon-sphinx-iii-ARAC2G-en/
    Harvard
    Bacon, Francis (1954) Sphinx III. Available at: https://wahooart.com/pt/art/francis-bacon-sphinx-iii-ARAC2G-en/

    Observe de perto

    Sphinx III — Francis Bacon

    Observe de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. Relembre Três Estudos para Figuras à Base de uma Crucificação (1944), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    4. Expressionism: Colour and shape deliberately distorted so the picture shows an emotion rather than a likeness. Onde você pode observar isso nesta obra?
    5. Francis Bacon tinha cerca de 45 anos quando esta obra foi feita. O que nela parece ser o trabalho de um artista nessa fase?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    Quem criou "Sphinx III" e em que ano?

    Francis Bacon criou "Sphinx III" em 1954.

    Qual é a luminosidade percebida de "Sphinx III", de Francis Bacon?

    A luminosidade percebida de "Sphinx III", de Francis Bacon é sombras profundas. Ela pode ser harmonizada com a iluminação do espaço pretendido.

    Que atmosfera uma reprodução de "Sphinx III", de Francis Bacon traria para um ambiente?

    A atmosfera Dramático de "Sphinx III", de Francis Bacon combina perfeitamente com o ambiente recomendado: um(a) Sala de Estar.