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Guia de Obras de Estudantes

Edward Rushton (1795–1851)

Nome Turma Data

Edward Smith, Edward Rushton (1795–1851) (1840), Walker Art Gallery. Reproduzido para fins de referência; todos os direitos reservados ao detentor dos direitos. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
Edward Smith wahooart.com/pt/artists/edward-smith/
Pintura a óleo
1840
Dimensões originais
92 x 71 cm
Realizado em
Walker Art Gallery wahooart.com/pt/museums/walker-art-gallery-liverpool_pt/

No contexto

Edward Rushton (1795–1851) — Edward Smith

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 92 × 71 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Quando foi pintado?

  1. 1770
  2. 1780
  3. 1790
  4. 1800
  5. 1810
  6. 1820
  7. 1830
  8. 1840
  9. 1850
  10. 1860
  11. 1870
  12. 1880

▲ esta obra, 1840 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1840 Principais anos de atividade: 1840–1879 Obras tardias: a partir de 1879

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

Comparar com

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: wahooart.com/pt/art/similar/edward-smith-edward-rushton-1795-1851-AS7SPH-en/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Espresso #45382d

    Paleta catalogada

    • #45382D
    • #23221D
    • #E0CAA6
    • #967250

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Earthy A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Espresso
    Intensidade
    Monochromatic O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Serene O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Balanced Harmony A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Deep_shadow O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Muted Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Edward Smith nos últimos doze meses — 1 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 100,0%600 visitas

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 5 obras mais visualizadas de Edward Smith

    1. 1 At Elmore, Gloucester, 1879 33,3%200 visitas
    2. 2 An Angling Party (The Willyams Family at Carnanton ), 1773 33,3%200 visitas
    3. 3 Captain James Pendergrass (1767–1851), RN 16,7%100 visitas
    4. 4 Spa Grounds, Gloucester, 1875 16,7%100 visitas
    5. — Edward Rushton (1795–1851), 1840 esta obra 0,0%0 visitas

    Juntas, estas obras representam 100,0% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 13 obras deste artista, das quais 4 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ainda não foi visualizada neste período — ela encerra a lista sem uma classificação. Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Artista e museu

    Artista

    Edward Smith

    The Visionary Landscapes of Edward Smith

    Edward Smith (1850 – 1912) stands as a singular figure in Victorian British art, recognized primarily for his monumental canvases depicting mythological scenes—particularly the biblical Flood—and expansive landscapes imbued with an almost unsettling grandeur. While overshadowed by contemporaries like Turner and Constable during his lifetime, Smith’s distinctive style has garnered renewed appreciation in recent decades, cementing his place as a pivotal artist of the era and influencing subsequent generations of painters. His work transcends mere representation; it strives to convey profound emotional resonance and philosophical contemplation, reflecting the anxieties and aspirations of a society grappling with scientific advancements alongside spiritual yearning.

    Born in Hanley, Staffordshire, Smith’s upbringing amidst a family of potters instilled an appreciation for craftsmanship and detail—traits that would become hallmarks of his artistic practice. His father's involvement in the American Civil War shaped his worldview, fostering a fascination with history and storytelling. Despite facing personal hardships including familial discord and debilitating illness, Smith persevered in pursuing his artistic ambitions. He honed his skills at the British School in Etruria before embarking on a self-directed artistic journey, absorbing inspiration from Romantic painters like Turner and Friedrich, particularly their masterful manipulation of light and atmosphere.

    A Mastery of Atmosphere and Narrative

    Smith’s artistic evolution was marked by an engagement with Symbolist aesthetics, evident in his use of muted palettes and evocative imagery that demonstrated an intellectual curiosity extending far beyond mere visual technique. His ability to blend naturalist observation with symbolic commentary allowed him to create works that felt both grounded in reality and elevated by myth. This is perhaps most strikingly realized in his depictions of the English countryside, where he captured the serene essence of rural life through scenes such as At Elmore, Gloucester. In these works, a sense of peace pervades the atmosphere, often punctuated by the delicate presence of birds flying overhead, adding to the harmony of the composition.

    Beyond the tranquil, however, lies the dramatic power of his larger-scale compositions. His magnum opus, “The Flood,” exemplifies his grand artistic vision. Measuring over 10 feet by 20 feet, this monumental piece showcases his capacity for depicting apocalyptic landscapes with a sense of awe and terror. Whether he was painting the bustling town square of Market House, Dursley or the quiet river scenes of the Leadon, Smith possessed a unique ability to imbue every subject with a sense of historical weight and atmospheric depth.

    Legacy and Historical Significance

    The legacy of Edward Smith resides not only in the physical canvases he left behind but in the way his work continues to provoke thought regarding our relationship with the natural world. His paintings often serve as a striking blend of naturalist observation and symbolic commentary, reflecting deep-seated anxieties about environmental degradation and the passage of time. Today, his contributions to British art history are preserved in significant collections, including:

    The Museum of Gloucester: Housing cherished works like At Elmore, Gloucester, which offer a window into late 19th-century rural life.

    Louisiana State University Art Collection: Where his evocative depictions of birds and landscapes continue to inspire scholars and art enthusiasts alike.

    Public Exhibitions: Showcasing his distinctive vision and the enduring power of his mythological and landscape narratives.

    Through his meticulous attention to detail and his ability to capture the ephemeral qualities of light and shadow, Edward Smith remains a vital voice in the history of Victorian painting, reminding us of the profound connection between the landscapes we inhabit and the myths we carry within us.

    Museu

    Walker Art Gallery

    Em exibição em Liverpool, Reino Unido

    Um Santuário Vitoriano: O Fascínio Atemporal da Walker Art Gallery

    Aninhada no coração vibrante de Liverpool, a

    Walker Art Gallery

    ergue-se como um majestoso testemunho do poder duradouro da visão artística. Esta grandiosa instituição vitoriana é muito mais do que um mero repositório de telas e pedras; é uma jornada imersiva pelos corredores do tempo. O esplendor arquitetônico do projeto de Evan James Hall prepara o visitante para um encontro profundo com a beleza, onde o próprio ar parece vibrar com os ecos dos mestres do Renascimento, os sussurras românticos dos sonhos pré-rafaelitas e as pinceladas ousadas e transformadoras do modernismo britânico.

    Entrar neste espaço é ingressar em mundos meticulosamente criados por artistas que buscaram a verdade nas formas mais profundas. O renome internacional da galeria está ancorado em sua coleção excepcional de

    pinturas pré-rafaelitas

    , indiscutivelmente um dos mais belos acervos existentes. Aqui, as obras de

    Dante Gabriel Rossetti

    e

    John Everett Millais

    transportam o espectador para reinos de beleza assombrosa e simbolismo intrincado. Pode-se encontrar perdido em paisagens exuberantes e detalhadas ou na profundidade psicológica de figuras imbuídas de uma certa melancolia etérea, enquanto estes artistas buscavam inspiração na pureza do início do Renascimento para alcançar uma intensidade emocional que permanece vital nos dias de hoje.

    Um Diálogo Entre Eras e Inovação

    Além do romantismo dos pré-rafaelitas, a coleção oferece um vislumbre deslumbrante das inovações cruciais do Renascimento. Obras-primas que redefinem a perspectiva e a graça humana permitem que os visitantes testemunhem o amanhecer da representação moderna. Das delicadas alegorias mitológicas de

    Botticelli

    à atmosfera divina e enevoada da

    Anunciação de Leonardo da Vinci

    , estas obras servem como monumentos ao intelecto humano e à curiosidade espiritual. Este diálogo entre eras é ainda mais enriquecido por um profundo compromisso com a identidade artística britânica, registrando a evolução de uma nação através de retratos imponentes e paisagens vastas que evocam a beleza rústica do campo britânico.

    A força da galeria reside em sua capacidade de construir uma ponte entre a grandeza histórica e a relevância contemporânea. A coleção reflete a identidade cosmopolita de Liverpool como uma cidade portuária global, incorporando titãs do século XX, como

    Lucian Freud

    e

    David Hockney

    . Esta diversidade torna o espaço um santuário para diversos entusiastas:

    Historiadores de Arte e Acadêmicos:

    Que podem traçar a linhagem do movimento, desde as raízes cubistas nas paisagens de David Bomberg até a evolução da retratística britânica.

    Designers de Interiores:

    Em busca da elegância silenciosa e do charme atmosférico encontrados em obras como

    Polishing Pans

    , de Marianne Stokes.

    Colecionadores e Sonhadores:

    Atraídos pela monumental habilidade anatômica presente em

    The Lincolnshire Ox

    , de George Stubbs, ou pelas cenas serenas e nostálgicas de uma era passada.

    O que verdadeiramente distingue a Walker Art Gallery é o seu papel como um centro cultural vivo e pulsante que permanece profundamente acessível a todos. Com entrada gratuita, ela garante que a arte de classe mundial nunca seja um luxo reservado a poucos, mas um patrimônio compartilhado, disponível para cada alma em busca de inspiração.

    Onde ler mais

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de Edward Rushton (1795–1851)

    wahooart.com/pt/art/download/edward-smith-edward-rushton-1795-1851-AS7SPH-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Smith, Edward. Edward Rushton (1795–1851). 1840, Walker Art Gallery. https://wahooart.com/pt/art/edward-smith-edward-rushton-1795-1851-AS7SPH-en/
    APA
    Smith, Edward (1840). Edward Rushton (1795–1851) [Painting]. Walker Art Gallery. https://wahooart.com/pt/art/edward-smith-edward-rushton-1795-1851-AS7SPH-en/
    Chicago
    Edward Smith. Edward Rushton (1795–1851). 1840. Walker Art Gallery. https://wahooart.com/pt/art/edward-smith-edward-rushton-1795-1851-AS7SPH-en/
    Harvard
    Smith, Edward (1840) Edward Rushton (1795–1851). Walker Art Gallery. Available at: https://wahooart.com/pt/art/edward-smith-edward-rushton-1795-1851-AS7SPH-en/

    Observe de perto

    Edward Rushton (1795–1851) — Edward Smith

    Observe de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. Relembre At Elmore, Gloucester (1879), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    4. O que o artista pode ter querido que você sentisse?
    5. Se você pudesse fazer uma pergunta ao artista sobre esta obra, qual seria?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    "Edward Rushton (1795–1851)", de Edward Smith é uma composição em formato retrato, paisagem ou quadrada?

    "Edward Rushton (1795–1851)", de Edward Smith é uma composição em Portrait. Vale a pena conferir as proporções antes de escolher o tamanho da impressão.

    "Edward Rushton (1795–1851)", de Edward Smith é uma obra de arte clara ou escura?

    Em termos de luminosidade percebida, "Edward Rushton (1795–1851)", de Edward Smith é deep_shadow.

    Quantas pessoas visualizam "Edward Rushton (1795–1851)"?

    Existe uma página de Estatísticas para "Edward Rushton (1795–1851)". Ela apresenta o gráfico de visitas mensais da obra e de outras obras do artista, com detalhamento por país e idioma.