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Guia de Obras de Estudantes

Self-portrait with cigarette

Nome Turma Data

Edvard Munch, Self-portrait with cigarette (1908). Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
Edvard Munch wahooart.com/pt/artists/edvard-munch_pt/
Datas do artista
1863 – 1944
Pintura a óleo
1908
Movimento
Expressionism Colour and shape deliberately distorted so the picture shows an emotion rather than a likeness.
Artistic style
Symbolist
Influences
Rembrandt
Notable elements or techniques
Gestural lines; Dramatic lighting
Subject or theme
Introspection; Anxiety

No contexto

Self-portrait with cigarette — Edvard Munch

Quando foi pintado?

  1. 1860
  2. 1870
  3. 1880
  4. 1890
  5. 1900
  6. 1910
  7. 1920
  8. 1930
  9. 1940

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 81 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 45. O artista viveu até aos 81. 306 das 410 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Edvard Munch (1863–1944) ▲ esta obra, 1908 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1893 Principais anos de atividade: 1893–1908 Obras tardias: a partir de 1908

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

Comparar com

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: wahooart.com/pt/art/similar/edvard-munch-self-portrait-with-cigarette-6WHKD4-en/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Gray #979197

    Paleta catalogada

    • #979197
    • #605B60
    • #CCC5CE
    • #2E292C

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Neutrals A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Gray
    Intensidade
    Monochromatic O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Statement O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Unified Palette A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Brilliant O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Muted Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Edvard Munch nos últimos doze meses — 87 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 24,4%
    2. 2 Espanha 14,4%
    3. 3 França 8,7%
    4. 4 Estados Unidos da América 5,9%
    5. 5 Singapura 4,2%
    6. 6 Hong Kong 4,1%
    7. 7 Itália 3,6%
    8. 8 Brasil 3,2%
    9. 9 Japão 2,4%
    10. 10 Alemanha 1,8%
    11. · 77 outros países 27,3%

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 20 obras mais visualizadas de Edvard Munch

    1. 1 O Grito, 1893 27,7%
    2. 2 Edvard Munch, 1894 8,2%
    3. 3 Melancolia, 1894 6,7%
    4. 4 Perto da cama da morte (febre), 1915 1,9%
    5. 5 The Child and Death, 1899 1,8%
    6. 6 Kiss, 1897 1,3%
    7. 7 Cinzas, 1894 1,1%
    8. 8 Meninas na Pier, 1904 1,0%
    9. 9 Ciúme, 1895 0,9%
    10. 10 O Dia Depois, 1895 0,9%
    11. 11 Julaften i bordell, 1905 0,9%
    12. 12 A Dança da Vida, 1899 0,8%
    13. 13 Madonna, 1894 0,7%
    14. 14 As Garotas na Ponte, 1901 0,7%
    15. 15 Man! I Feel Like a Woman!, 1905 0,6%
    16. 16 Autorretrato, 1895 0,5%
    17. 17 O Scream, 1893 0,5%
    18. 18 Jealousy, 1907 0,4%
    19. 19 To the Forest, 1897 0,4%
    20. 285 Self-portrait with cigarette, 1908 esta obra 0,1%

    Juntas, estas obras representam 57,1% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 629 obras deste artista, das quais 478 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ocupa a 285 posição entre elas, com 0,1% dessa atenção. Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Sobre esta obra

    Self-portrait with cigarette — Edvard Munch

    A Window into Munch’s Soul: Decoding ‘Self-Portrait with Cigarette’

    Edvard Munch, a titan of modern art, bequeathed to us not merely images but visceral explorations of the human condition. Born in 1863 amidst the melancholic landscapes of Norway, Munch's artistic legacy rests firmly upon canvases imbued with an unsettling honesty—a willingness to confront anxieties and grapple with mortality head-on. His magnum opus, ‘The Scream,’ solidified his reputation as a prophet of psychological unease, yet ‘Self-Portrait with Cigarette’ (1895), painted during a period of profound personal turmoil, offers an equally compelling glimpse into the artist's inner world—a self-examination rendered in charcoal and graphite that continues to resonate powerfully today.

    Expressionist Roots: Beyond Realistic Representation

    ‘Self-Portrait with Cigarette’ exemplifies Expressionism, a movement born from the crucible of late 19th-century Europe. Rejecting Impressionistic pursuit of fleeting beauty, Expressionists sought to convey subjective experience—the raw emotion underlying every moment. Munch achieved this feat not through meticulous detail but through deliberate distortion and bold color choices (though absent here due to its monochrome execution). Thick, gestural lines dominate the composition, mirroring the artist’s agitated state of mind and rejecting the conventions of academic art. This stylistic decision wasn't merely aesthetic; it was a conscious rebellion against societal norms and an assertion of artistic freedom—a desire to communicate feeling above all else.

    Symbolism Woven into Charcoal Strokes

    The artwork’s visual language is laden with symbolism, reflecting Munch’s preoccupation with existential themes. The cigarette itself serves as a potent emblem: representing both physical decay – mirroring the pervasive fear of illness and death – and a deliberate rejection of bourgeois morality. Munch's gaze directly confronts the viewer, fostering an unsettling intimacy that underscores the vulnerability inherent in confronting one’s own demons. The muted blue background amplifies this mood of detachment, creating an atmosphere reminiscent of Rembrandt’s masterful use of chiaroscuro—a technique designed to heighten dramatic effect and illuminate psychological states.

    A Dialogue with Artistic Giants: Rembrandt's Influence

    Munch’s compositional choices echo the stylistic innovations championed by Rembrandt van Rijn, a Dutch Baroque painter who prioritized emotional impact over photographic accuracy. Like Rembrandt, Munch utilizes dramatic lighting – specifically, illumination from below – to sculpt his face and hand against the dark backdrop, drawing attention to these focal points and emphasizing their expressive qualities. This deliberate manipulation of light serves as a testament to Munch’s erudition and his engagement with the artistic heritage of his time—a recognition that true art transcends mere imitation and strives for profound emotional resonance.

    Legacy: An Image That Still Screams

    ‘Self-Portrait with Cigarette’ stands as more than just a beautifully executed drawing; it's an enduring symbol of psychological vulnerability and artistic courage. Its influence extends far beyond the Expressionist movement, inspiring artists across generations to explore the complexities of human emotion through unconventional techniques and daring stylistic choices. Today, reproductions of this artwork continue to captivate audiences worldwide—a testament to Munch’s ability to distill profound existential anxieties into a single, unforgettable image—a visual echo of ‘The Scream,’ reminding us that art can illuminate the darkest recesses of our inner selves.

    Artista e museu

    Artista

    Edvard Munch

    Nascido em Ådalsbruk, Suécia

    Uma Vida Imersa em Sombras: O Mundo de Edvard Munch

    Edvard Munch, nascido em 1863 no cenário austero da Noruega, foi um artista cuja obra se tornou sinônimo das ansiedades e turbulências emocionais da era moderna. Sua vida, profundamente marcada pela perda e por uma melancolia persistente, serviu como a fonte primordial de sua arte expressiva. Desde uma infância assombrada pelas mortes prematuras de sua mãe e irmã – ambas vítimas da tuberculose – Munch desenvolveu uma obsessão inquietante pela mortalidade, doença e fragilidade da existência humana. Essas experiências não eram meros detalhes biográficos; tornaram-se o núcleo de sua visão artística, alimentando uma exploração implacável do interior, dos medos, da dor e da saudade. A crença religiosa estrita de seu pai e suas próprias lutas contra a doença mental contribuíram para um sentimento de pavor que permeou o mundo de Munch, moldando não apenas sua vida pessoal, mas também a linguagem simbólica de suas pinturas. Ele não se limitava a retratar cenas; externalizava um estado interno, traduzindo angústia psicológica em forma visual.

    A Gênese da Expressão: Influências e Desenvolvimento Artístico

    A jornada artística de Munch começou com treinamento formal na Escola Real de Arte e Design em Kristiania (Oslo), mas foi seu encontro com os círculos boêmios e a filosofia niilista de Hans Jæger que realmente incendiou sua criatividade. Jæger incentivou Munch a abandonar os estilos acadêmicos convencionais e, em vez disso, mergulhar nas profundezas de sua própria experiência subjetiva, um conceito que ele chamou de “pintura da alma”. Essa mudança crucial marcou o início do estilo distinto de Munch – caracterizado por emoção crua, formas distorcidas e rejeição da representação naturalista. Suas viagens a Paris na década de 1890 o expuseram ao movimento pós-impressionista em ascensão, onde absorveu influências de artistas como Paul Gauguin, Vincent van Gogh e Henri de Toulouse-Lautrec. O uso ousado da cor, as pinceladas expressivas e a intensidade psicológica desses mestres ressoaram profundamente com as inclinações artísticas de Munch. Ele não estava simplesmente imitando suas técnicas; estava sintetizando-as em algo exclusivamente seu – uma linguagem visual capaz de transmitir as emoções humanas mais profundas e perturbadoras. Seu tempo em Berlim também se mostrou crucial, aproximando-o do dramaturgo August Strindberg, cuja exploração de temas psicológicos alimentou ainda mais suas investigações artísticas.

    Visões Icônicas: Principais Obras e seu Peso Simbólico

    A obra de Munch é povoada por imagens que se tornaram profundamente arraigadas na consciência coletiva. O Grito, talvez sua obra mais icônica, transcende seu status de pintura para se tornar um símbolo universal da angústia existencial. A paisagem turbulenta e a face contorcida da figura incorporam um grito primal contra a indiferença do universo. Madonna, uma peça controversa e profundamente pessoal, explora temas de sexualidade, maternidade e mortalidade com uma franqueza inquietante. Motivos recorrentes como A Criança Doente – inspirada na perda de sua irmã Sophie – servem como lembretes pungentes do trauma da infância de Munch e do espectro sempre presente da morte. Melancolia I & II, representações poderosas de profunda tristeza e isolamento, revelam uma vulnerabilidade que é ao mesmo tempo profundamente pessoal e universalmente identificável. Essas obras não são meramente representações da realidade externa; são janelas para a alma do artista, oferecendo aos espectadores um vislumbre implacável dos cantos mais escuros da psique humana. Munch não tinha como objetivo criar imagens bonitas; ele buscou transmitir a verdade – mesmo que essa verdade fosse dolorosa e perturbadora.

    Um Legado Duradouro: Significado Histórico e Influência Contínua

    A contribuição de Edvard Munch para a arte moderna é imensurável. Ele se destaca como uma figura fundamental no desenvolvimento do Expressionismo, abrindo caminho para artistas que priorizaram a emoção subjetiva sobre a representação objetiva. Sua exploração implacável de experiências humanas universais – amor, perda, ansiedade e morte – continua a ressoar com o público hoje, solidificando seu lugar como uma das figuras mais influentes e duradouras da história da arte. Seu trabalho impactou profundamente as gerações subsequentes de artistas, influenciando movimentos como o Expressionismo Alemão e além. Ele ousou confrontar os aspectos mais sombrios da condição humana, desafiando noções convencionais de beleza e representação artística. Mesmo após alcançar fama e reconhecimento – culminando na criação do Museu Munch em Oslo – sua vida pessoal permaneceu turbulenta, marcada por períodos de instabilidade mental e isolamento. No entanto, apesar de tudo, ele continuou a criar, deixando para trás um corpo de trabalho que continua a provocar, desafiar e inspirar. O legado de Munch não se resume apenas às pinturas em si; trata-se da coragem de confrontar as complexidades da existência humana e traduzir essas experiências em arte que fala às partes mais profundas do nosso ser.

    Onde ler mais

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de Self-portrait with cigarette

    wahooart.com/pt/art/download/edvard-munch-self-portrait-with-cigarette-6WHKD4-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Munch, Edvard. Self-portrait with cigarette. 1908, https://wahooart.com/pt/art/edvard-munch-self-portrait-with-cigarette-6WHKD4-en/
    APA
    Munch, Edvard (1908). Self-portrait with cigarette [Painting]. https://wahooart.com/pt/art/edvard-munch-self-portrait-with-cigarette-6WHKD4-en/
    Chicago
    Edvard Munch. Self-portrait with cigarette. 1908. https://wahooart.com/pt/art/edvard-munch-self-portrait-with-cigarette-6WHKD4-en/
    Harvard
    Munch, Edvard (1908) Self-portrait with cigarette. Available at: https://wahooart.com/pt/art/edvard-munch-self-portrait-with-cigarette-6WHKD4-en/

    Observe de perto

    Self-portrait with cigarette — Edvard Munch

    Observe de perto

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    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. Quantos rostos você consegue encontrar? ____ (o nosso catálogo conta 1 — você concorda?)
    4. O nosso catálogo classifica esta obra sob: melancholy, anxiety, cigarette. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    5. Relembre O Grito (1893), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    Qual era a idade de Edvard Munch quando "Self-portrait with cigarette" foi criada?

    Quando "Self-portrait with cigarette" foi criada em 1908, Edvard Munch — nascido(a) em 1863 — tinha 45 anos.

    Onde posso encontrar estatísticas sobre "Self-portrait with cigarette", de Edvard Munch?

    As estatísticas sobre "Self-portrait with cigarette", de Edvard Munch encontram-se na página de Estatísticas da obra: visitas mensais da obra, visitas às obras do artista e o detalhamento por país e idioma dos visitantes recentes.

    Qual é a tonalidade predominante de "Self-portrait with cigarette", de Edvard Munch?

    A tonalidade dominante de "Self-portrait with cigarette", de Edvard Munch é Green to Violet Spectrum. A tonalidade é o tom subjacente da paleta.