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Guia de Obras de Estudantes

Jealousy I

Nome Turma Data

Edvard Munch, Jealousy I (1896). Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Informações principais

Artista
Edvard Munch wahooart.com/pt/artists/edvard-munch_pt/
Datas do artista
1863 – 1944
Pintura
1896
Técnica
Oil
Movimento
Expressionism Colour and shape deliberately distorted so the picture shows an emotion rather than a likeness.
Artistic style
Emotional intensity
Influences
Symbolism
Notable elements
Distorted forms, reds/yellows
Subject or theme
Jealousy, despair

No contexto

Jealousy I — Edvard Munch

Ano de criação

  1. 1860
  2. 1870
  3. 1880
  4. 1890
  5. 1900
  6. 1910
  7. 1920
  8. 1930
  9. 1940

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 81 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 33. O artista viveu até aos 81. 157 das 410 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Edvard Munch (1863–1944) ▲ esta obra, 1896 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1893 Principais anos de atividade: 1893–1908 Obras tardias: a partir de 1908

Essas três faixas dividem as obras que este catálogo data em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a vida do artista traçada neles

Obras comparáveis

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: wahooart.com/pt/art/similar/edvard-munch-jealousy-i-6WHKB5-en/

Paleta de cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Rosy Brown #a9a5aa

    Paleta catalogada

    • #A9A5AA
    • #292222
    • #E9E6EB
    • #635D60

    Estas cores dentro de toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Nome da cor principal
    Rosy Brown
    Intensidade
    Monochromatic O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Statement O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Softly Mixed Palette A forma como as cores interagem entre si, desde o contraste marcante até a total harmonia.
    Brilho
    Balanced O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Muted Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • com menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Edvard Munch nos últimos doze meses — 87 países ao todo. De onde vêm estes números

    Os dez principais países

    1. 1 China 24,4%
    2. 2 Espanha 14,4%
    3. 3 França 8,7%
    4. 4 Estados Unidos da América 5,9%
    5. 5 Singapura 4,2%
    6. 6 Hong Kong 4,1%
    7. 7 Itália 3,6%
    8. 8 Brasil 3,2%
    9. 9 Japão 2,4%
    10. 10 Alemanha 1,8%
    11. · 77 outros países 27,3%

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 20 obras mais visualizadas de Edvard Munch

    1. 1 O Grito, 1893 28,0%
    2. 2 Edvard Munch, 1894 7,9%
    3. 3 Melancolia, 1894 6,7%
    4. 4 Perto da cama da morte (febre), 1915 2,0%
    5. 5 The Child and Death, 1899 1,8%
    6. 6 Kiss, 1897 1,3%
    7. 7 Cinzas, 1894 1,1%
    8. 8 O Dia Depois, 1895 0,9%
    9. 9 Meninas na Pier, 1904 0,9%
    10. 10 Julaften i bordell, 1905 0,9%
    11. 11 Ciúme, 1895 0,9%
    12. 12 As Garotas na Ponte, 1901 0,7%
    13. 13 A Dança da Vida, 1899 0,7%
    14. 14 Madonna, 1894 0,7%
    15. 15 Autorretrato, 1895 0,6%
    16. 16 Man! I Feel Like a Woman!, 1905 0,5%
    17. 17 Jealousy, 1907 0,5%
    18. 18 To the Forest, 1897 0,5%
    19. 19 O Scream, 1893 0,5%
    20. 263 Jealousy I, 1896 esta pintura 0,1%

    Juntas, estas obras representam 57,2% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 629 obras deste artista, das quais 473 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ocupa a 263 posição entre elas, com 0,1% dessa atenção. Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Sobre esta obra

    Jealousy I — Edvard Munch

    Introduction to Edvard Munch and Expressionism

    Edvard Munch, a Norwegian painter, is renowned for his significant contributions to the Expressionist movement. His works often delve into the depths of human emotion, revealing raw feelings through distorted forms and vivid colors. One such masterpiece is 'Jealousy I' (1895), which exemplifies Munch's unique style and emotional intensity.

    Understanding 'Jealousy I': Context and Analysis

    'Jealousy I' is a powerful exploration of the green-eyed monster that consumes the human heart. Painted in 1895, this piece captures the anguish and despair of jealousy through its use of color, form, and composition. The painting features two figures: a man and a woman, locked in a tumultuous embrace, with a third figure—a spectral apparition—looming behind them. The vibrant reds and yellows that saturate the canvas evoke feelings of passion, anger, and fear. These intense colors draw the viewer into the emotional vortex of jealousy, creating a sense of unease and discomfort. The distorted forms further emphasize the turmoil of emotion, as the figures become entangled in a twisted dance of desire and betrayal.

    The Emotional Impact of 'Jealousy I'

    Munch's 'Jealousy I' is a profound exploration of human emotion, tapping into the deepest fears and desires that lie within us all. The painting's raw emotional power resonates with viewers, evoking feelings of anxiety, melancholy, or even empathy for the figures depicted.

    Munch's Legacy: Expressionism and Beyond

    Edvard Munch's 'Jealousy I' is a seminal work in the Expressionist movement, paving the way for future artists to explore the depths of human emotion through their art. At AllPaintingsStore.com, we offer high-quality handmade oil painting reproductions that capture the essence of Munch's masterpiece, allowing you to experience the emotional impact of this extraordinary work in your own home or office.

    Conclusion: The Enduring Power of Emotion in Art

    Edvard Munch's 'Jealousy I' stands as a testament to the enduring power of emotion in art. Through its vivid colors, distorted forms, and raw emotional intensity, this painting continues to captivate audiences more than a century after its creation. By exploring the complexities of human emotion, Munch has left an indelible mark on the world of art, inspiring generations of artists and collectors alike. Discover the beauty and emotional depth of 'Jealousy I' and other masterpieces at AllPaintingsStore.com.

    Artista e museu

    Artista

    Edvard Munch

    Nascido em Ådalsbruk, Suécia

    Uma Vida Imersa em Sombras: O Mundo de Edvard Munch

    Edvard Munch, nascido em 1863 no cenário austero da Noruega, foi um artista cuja obra se tornou sinônimo das ansiedades e turbulências emocionais da era moderna. Sua vida, profundamente marcada pela perda e por uma melancolia persistente, serviu como a fonte primordial de sua arte expressiva. Desde uma infância assombrada pelas mortes prematuras de sua mãe e irmã – ambas vítimas da tuberculose – Munch desenvolveu uma obsessão inquietante pela mortalidade, doença e fragilidade da existência humana. Essas experiências não eram meros detalhes biográficos; tornaram-se o núcleo de sua visão artística, alimentando uma exploração implacável do interior, dos medos, da dor e da saudade. A crença religiosa estrita de seu pai e suas próprias lutas contra a doença mental contribuíram para um sentimento de pavor que permeou o mundo de Munch, moldando não apenas sua vida pessoal, mas também a linguagem simbólica de suas pinturas. Ele não se limitava a retratar cenas; externalizava um estado interno, traduzindo angústia psicológica em forma visual.

    A Gênese da Expressão: Influências e Desenvolvimento Artístico

    A jornada artística de Munch começou com treinamento formal na Escola Real de Arte e Design em Kristiania (Oslo), mas foi seu encontro com os círculos boêmios e a filosofia niilista de Hans Jæger que realmente incendiou sua criatividade. Jæger incentivou Munch a abandonar os estilos acadêmicos convencionais e, em vez disso, mergulhar nas profundezas de sua própria experiência subjetiva, um conceito que ele chamou de “pintura da alma”. Essa mudança crucial marcou o início do estilo distinto de Munch – caracterizado por emoção crua, formas distorcidas e rejeição da representação naturalista. Suas viagens a Paris na década de 1890 o expuseram ao movimento pós-impressionista em ascensão, onde absorveu influências de artistas como Paul Gauguin, Vincent van Gogh e Henri de Toulouse-Lautrec. O uso ousado da cor, as pinceladas expressivas e a intensidade psicológica desses mestres ressoaram profundamente com as inclinações artísticas de Munch. Ele não estava simplesmente imitando suas técnicas; estava sintetizando-as em algo exclusivamente seu – uma linguagem visual capaz de transmitir as emoções humanas mais profundas e perturbadoras. Seu tempo em Berlim também se mostrou crucial, aproximando-o do dramaturgo August Strindberg, cuja exploração de temas psicológicos alimentou ainda mais suas investigações artísticas.

    Visões Icônicas: Principais Obras e seu Peso Simbólico

    A obra de Munch é povoada por imagens que se tornaram profundamente arraigadas na consciência coletiva. O Grito, talvez sua obra mais icônica, transcende seu status de pintura para se tornar um símbolo universal da angústia existencial. A paisagem turbulenta e a face contorcida da figura incorporam um grito primal contra a indiferença do universo. Madonna, uma peça controversa e profundamente pessoal, explora temas de sexualidade, maternidade e mortalidade com uma franqueza inquietante. Motivos recorrentes como A Criança Doente – inspirada na perda de sua irmã Sophie – servem como lembretes pungentes do trauma da infância de Munch e do espectro sempre presente da morte. Melancolia I & II, representações poderosas de profunda tristeza e isolamento, revelam uma vulnerabilidade que é ao mesmo tempo profundamente pessoal e universalmente identificável. Essas obras não são meramente representações da realidade externa; são janelas para a alma do artista, oferecendo aos espectadores um vislumbre implacável dos cantos mais escuros da psique humana. Munch não tinha como objetivo criar imagens bonitas; ele buscou transmitir a verdade – mesmo que essa verdade fosse dolorosa e perturbadora.

    Um Legado Duradouro: Significado Histórico e Influência Contínua

    A contribuição de Edvard Munch para a arte moderna é imensurável. Ele se destaca como uma figura fundamental no desenvolvimento do Expressionismo, abrindo caminho para artistas que priorizaram a emoção subjetiva sobre a representação objetiva. Sua exploração implacável de experiências humanas universais – amor, perda, ansiedade e morte – continua a ressoar com o público hoje, solidificando seu lugar como uma das figuras mais influentes e duradouras da história da arte. Seu trabalho impactou profundamente as gerações subsequentes de artistas, influenciando movimentos como o Expressionismo Alemão e além. Ele ousou confrontar os aspectos mais sombrios da condição humana, desafiando noções convencionais de beleza e representação artística. Mesmo após alcançar fama e reconhecimento – culminando na criação do Museu Munch em Oslo – sua vida pessoal permaneceu turbulenta, marcada por períodos de instabilidade mental e isolamento. No entanto, apesar de tudo, ele continuou a criar, deixando para trás um corpo de trabalho que continua a provocar, desafiar e inspirar. O legado de Munch não se resume apenas às pinturas em si; trata-se da coragem de confrontar as complexidades da existência humana e traduzir essas experiências em arte que fala às partes mais profundas do nosso ser.

    Saiba mais

    Disponível online

    QR code que direciona para a página de download de Jealousy I

    wahooart.com/pt/art/download/edvard-munch-jealousy-i-6WHKB5-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Munch, Edvard. Jealousy I. 1896, https://wahooart.com/pt/art/edvard-munch-jealousy-i-6WHKB5-en/
    APA
    Munch, Edvard (1896). Jealousy I [Painting]. https://wahooart.com/pt/art/edvard-munch-jealousy-i-6WHKB5-en/
    Chicago
    Edvard Munch. Jealousy I. 1896. https://wahooart.com/pt/art/edvard-munch-jealousy-i-6WHKB5-en/
    Harvard
    Munch, Edvard (1896) Jealousy I. Available at: https://wahooart.com/pt/art/edvard-munch-jealousy-i-6WHKB5-en/

    Observe de perto

    Jealousy I — Edvard Munch

    Olhar de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. O nosso catálogo classifica esta obra sob: jealousy, emotion, red. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    4. Relembre O Grito (1893), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    5. Expressionism: Colour and shape deliberately distorted so the picture shows an emotion rather than a likeness. Onde você pode observar isso nesta obra?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Quiz de arte

    Jealousy I — Edvard Munch

    O quanto você conhece esta obra de arte?

    Selecione uma resposta para cada uma das 5 perguntas abaixo. Cada uma possui exatamente uma resposta correta.

    1. 1. What is the primary emotion conveyed by Edvard Munch’s ‘Jealousy I’?

      • A Joy and contentment
      • B Anguish, despair, and fear
      • C Peaceful reflection
    2. 2. The painting ‘Jealousy I’ is a key example of which art movement?

      • A Renaissance Realism
      • B Impressionism
      • C Expressionism
    3. 3. What color palette dominates the canvas of ‘Jealousy I’?

      • A Pale blues and greens
      • B Vibrant reds, yellows, and oranges
      • C Monochromatic grays
    4. 4. The spectral apparition in ‘Jealousy I’ likely represents:

      • A A benevolent guardian angel
      • B The embodiment of jealousy itself
      • C A figment of the woman's imagination
    5. 5. In what year was ‘Jealousy I’ painted?

      • A 1889
      • B 1895
      • C 1901

    Minha pontuação: ____ de 5

    Gabarito — para o professor

    Isto inicia uma nova página impressa, de modo que ela pode simplesmente ser omitida das cópias.

    1B · 2C · 3B · 4B · 5B

    Confira qualquer resposta comparando com o registro do catálogo desta pintura

    Perguntas e Respostas

    O que "Jealousy I" de Edvard Munch retrata?

    Os temas de "Jealousy I" são jealousy, emotion, red, distortion, figures, anxiety, turmoil, color.

    Como posso adquirir uma impressão de "Jealousy I" de Edvard Munch?

    Para obter uma impressão de "Jealousy I" de Edvard Munch, basta encomendá-la na sua página de Impressão Fine Art: uma impressão fine art em tela de algodão ou papel canvas de arquivo.

    Onde "Jealousy I" se posiciona dentro da obra de Edvard Munch?

    "Jealousy I" compartilha com as outras obras de Edvard Munch o seu estilo Expressionism e os temas recorrentes: symbolism, fin-de-siècle, post-impressionism, psychological realism, key expressionist piece, exploration of emotion, recurring motif, series on jealousy.