Papel

Guia de Obras de Estudantes

Will Roberts (1907–2000)

Nome Turma Data

David Griffiths, Will Roberts (1907–2000) (1994), Llyfrgell Genedlaethol Cymru / The National Library of Wales. Reproduzido para fins de referência; todos os direitos reservados ao detentor dos direitos. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
David Griffiths wahooart.com/pt/artists/david-griffiths/
Datas do artista
1939 –
Pintura a óleo
1994
Dimensões originais
100 x 75 cm
Realizado em
Llyfrgell Genedlaethol Cymru / The National Library of Wales wahooart.com/pt/museums/llyfrgell-genedlaethol-cymru-the-national-library-of-wales-aberystwyth_pt/

No contexto

Will Roberts (1907–2000) — David Griffiths

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 100 × 75 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Quando foi pintado?

  1. 1930
  2. 1940
  3. 1950
  4. 1960
  5. 1970
  6. 1980
  7. 1990
  8. 2000
  9. 2010

Linha superior: os anos. Linha inferior: a idade do artista no início e no fim de cada período, contando 0 a partir do nascimento.

Pintado quando o artista tinha 55. 3 das 27 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

▲ esta obra, 1994 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1995 Principais anos de atividade: 1995–2005 Obras tardias: a partir de 2005

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

Comparar com

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: wahooart.com/pt/art/similar/david-griffiths-will-roberts-1907-2000-AQSCVX-en/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Gray #808288

    Paleta catalogada

    • #808288
    • #CEC8C2
    • #221F23
    • #54565C

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Nome da cor principal
    Gray
    Intensidade
    Monochromatic O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Bold O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Discordant Palette A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Balanced O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Muted Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de David Griffiths nos últimos doze meses — 3 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 70,0%
    2. 2 Estados Unidos da América 20,0%
    3. 3 Reino Unido 10,0%

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 8 obras mais visualizadas de David Griffiths

    1. 1 Alfred Cosier Morris (b.1941), Vice Chancellor of the University of Wales Lampeter (2003–2008), 2009 30,0%
    2. 2 Kyffin Williams (1918–2006), 2005 20,0%
    3. 3 Siân Phillips (b.1933), 1995 10,0%
    4. 4 Paul Brewer (b.1946), Photographer, 1995 10,0%
    5. 5 Professor J. Gwynn Williams (b.1924), MA, 1996 10,0%
    6. 6 John Kyffin Williams (1918–2006), 1993 10,0%
    7. 7 Professor Michael Harmer 10,0%
    8. — Will Roberts (1907–2000), 1994 esta obra 0,0%

    Juntas, estas obras representam 100,0% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 36 obras deste artista, das quais 7 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ainda não foi visualizada neste período — ela encerra a lista sem uma classificação. Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Artista e museu

    Artista

    David Griffiths

    A Legacy of Light and Line: The Artistry of David Griffiths

    In the grand tapestry of British portraiture, few names evoke the same sense of dignified precision and soulful observation as David Griffiths. Born in Liverpool in 1939 and deeply shaped by the rugged beauty of North Wales, Griffiths emerged as a painter capable of bridging the gap between formal academic tradition and a modern, expressive sensitivity. His journey into the heart of the human countenance began with a profound artistic inheritance; he was the grandson of a portrait painter whose work once graced the Walker Art Gallery, a lineage that instilled in him a reverence for the craft from his earliest years. This ancestral connection to the portraitist's easel provided more than just inspiration—it offered a foundational understanding of how a single brushstroke can immortalize a moment in history.

    The refinement of his technique was forged within the prestigious halls of the Slade School of Fine Art, where he studied under some of the most formidable minds of the twentieth century, including Sir William Coldstream, Sir Ernst Gombrich, and Sir Anthony Blunt. Under their rigorous guidance, Griffiths mastered the complexities of anatomical accuracy and the subtle interplay of light and shadow. Yet, while his training was rooted in the disciplined methods of academic realism, his spirit remained tethered to the romanticism of the natural world. His early explorations into landscape painting, influenced by the atmospheric traditions of artists like David Cox the Elder, infused his later portraiture with a unique luminosity, allowing him to treat skin, fabric, and setting with an almost elemental vitality.

    The Royal Gaze and the Art of Character

    Griffiths’ career reached a transformative zenith in 1970, a year marked by his celebrated portrait of Prince Charles. This commission did more than merely elevate his professional standing; it propelled him into the upper echelons of British society, establishing him as a preferred chronicler of the nation's most significant figures. His ability to navigate the delicate balance between formal reverence and psychological depth allowed him to capture subjects not merely as icons of power, but as living, breathing individuals. His oeuvre serves as a visual record of an era, featuring a distinguished roster of subjects including:

    The Prince of Wales, whose 1970 portrait remains a cornerstone of his early success.

    Rt. Hon. Lord Callaghan, capturing the gravity of the Prime Minister's office.

    William Farish, the former U.S. Ambassador to the UK, rendered with diplomatic grace.

    Lord Tonypandy, reflecting the political landscape of the House of Commons.

    Prominent Welsh leaders and academics, bridging the gap between global royalty and local heritage.

    Beyond the grand scale of royal commissions, Griffiths possessed a versatile wit that occasionally surfaced in his more ephemeral works. In the late 1960s, he contributed a series of humorous cartoons for BBC Wales television productions, such as Heddiw and Disc a Dawn. These rare pieces, now preserved by the National Library of Wales, reveal an artist who could find levity in the mundane, using illustration to provide context to weather reports and music programs alike. This duality—the ability to move from the solemnity of a monarch's portrait to the playful charm of a broadcast cartoon—demonstrates a remarkable breadth of creative intellect.

    A Lasting Impression on Welsh Fine Art

    The significance of David Griffiths extends far beyond the frames of his finished canvases. As a painter, teacher, and the founder of the Albany Gallery in Cardiff, he has been a vital architect of the Welsh art scene. His commitment to fostering talent and providing a platform for both established and emerging Welsh artists has left an indelible mark on the cultural landscape of his homeland. Through his gallery, he helped cultivate a space where the traditions of the past could meet the innovations of the present, ensuring that the lineage of Welsh painting remained vibrant and continuous.

    Today, the work of Griffiths stands as a testament to the enduring power of the portrait. His paintings are more than mere likenesses; they are studies in character, light, and the fleeting essence of human identity. Whether through his masterful oil compositions or his rediscovered satirical sketches, he remains a visionary who captured the dignity of his subjects with an unmatched, quiet conviction. His legacy is woven into the very fabric of British art history, reminding us that true portraiture is not just about seeing a face, but about understanding the soul behind it.

    Museu

    Llyfrgell Genedlaethol Cymru / The National Library of Wales

    Em exibição em Aberystwyth, Reino Unido

    Um Baluarte da Identidade Galesa

    Aninhada na encantadora cidade universitária de Aberystwyth, com vista para a deslumbrante extensão da Baía de Cardigan, ergue-se um monumento não apenas à literatura e à arte, mas à própria alma do País Gales. A

    Llyfrgell Genedlaethol Cymru / Biblioteca Nacional de Gales

    é muito mais do que um simples repositório de livros; é um arquivo vibrante e vivo, dedicado a preservar e celebrar a rica tapeçaria da cultura, história e língua galesas. Estabelecida por Carta Real, esta instituição nasceu de um desejo apaixonado de salvaguardar a identidade nacional, impulsionada tanto pelo apoio governamental quanto pelas contribuições notáveis das classes trabalhadoras do País de Gales. Ela serve como um farol para o saber e a investigação, atuando como a guardiã da memória da nação através do seu estatuto de depósito legal, garantindo que cada publicação produzida em solo galês encontre um lar dentro de suas paredes sagradas.

    Entrar na Biblioteca é como embarcar em uma jornada através do tempo, onde a própria arquitetura narra uma história de harmonia e transição. O edifício, uma obra-prima concluída em 1937, reflete uma mistura cuidadosa de elementos clássicos e modernos projetados por Sidney Greenslade, com adições posteriores de Charles Holden. Sua fachada impressionante, apresentando o contraste da pedra de Portland nos andares superiores e o granito de Cornualha na base, cria uma presença visualmente impactante que impõe respeito. Para o designer de interiores, a interação entre pedra, luz e espaço nesta estrutura oferece uma aula magistral de estética monumental e digna. A Sala de Leitura Norte, banhada por uma luz natural suave, permanece como um espaço sagrado para a contemplação, projetada especificamente para fomentar a criatividade e inspirar pensamentos profundos entre os pesquisadores.

    Tesouros do Espírito Galês

    Para o entusiasta e colecionador de arte, as coleções da Biblioteca oferecem uma janela inigualável para o espírito galês. Embora o coração da instituição resida em seus milhões de livros e periódicos, seus tesouros visuais são igualmente profundos. A coleção apresenta pinturas significativas, gravuras topográficas e retratos que capturam a essência da nação. Os amantes da arte encontrarão uma ressonância particular nas obras de

    Kyffin Williams

    e

    Donald McIntyre

    , cujas representações magistrais das paisagens do Parque Nacional de Snowdonia e da Baía de Cardigan servem tanto como triunfos estéticos quanto como registros visuais vitais do ambiente em constante evolução do País de Gales. Estas obras, caracterizadas pela sensibilidade à luz e à textura, proporcionam uma conexão profunda com a beleza rústica do terreno galês.

    O caráter único da Biblioteca é ainda mais enriquecido por seu acervo diversificado, que inclui:

    A Coleção Peniarth:

    Um conjunto de renome mundial de manuscritos medievais que serve como pedra angular da história celta.

    Arquivo Nacional de Imagem e Som:

    Uma coleção imersiva que traz o patrimônio galês à vida através de filmagens e gravações sonoras.

    Arquivos Visuais:

    Uma coleção abrangente de mapas, imagens fotográficas e retratos que documentam a evolução da paisagem e do povo galês.

    Além de seu acervo permanente, a Biblioteca prospera como um centro cultural dinâmico, evoluindo constantemente através de exposições envolventes que constroem pontes entre o antigo e o contemporâneo. Desde a exploração dos mistérios da mitologia celta até a celebração das nuances da história da arte galesa moderna, estas exibições curadas atraem visitantes de toda a Europa e além. Continua sendo um lugar onde os ecos do passado encontram as inovações do século XXI em um diálogo fluido e belo.

    Onde ler mais

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de Will Roberts (1907–2000)

    wahooart.com/pt/art/download/david-griffiths-will-roberts-1907-2000-AQSCVX-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Griffiths, David. Will Roberts (1907–2000). 1994, Llyfrgell Genedlaethol Cymru / The National Library of Wales. https://wahooart.com/pt/art/david-griffiths-will-roberts-1907-2000-AQSCVX-en/
    APA
    Griffiths, David (1994). Will Roberts (1907–2000) [Painting]. Llyfrgell Genedlaethol Cymru / The National Library of Wales. https://wahooart.com/pt/art/david-griffiths-will-roberts-1907-2000-AQSCVX-en/
    Chicago
    David Griffiths. Will Roberts (1907–2000). 1994. Llyfrgell Genedlaethol Cymru / The National Library of Wales. https://wahooart.com/pt/art/david-griffiths-will-roberts-1907-2000-AQSCVX-en/
    Harvard
    Griffiths, David (1994) Will Roberts (1907–2000). Llyfrgell Genedlaethol Cymru / The National Library of Wales. Available at: https://wahooart.com/pt/art/david-griffiths-will-roberts-1907-2000-AQSCVX-en/

    Observe de perto

    Will Roberts (1907–2000) — David Griffiths

    Observe de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. Relembre John Meurig Thomas (b.1932) (1996), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    4. David Griffiths tinha cerca de 55 anos quando esta obra foi feita. O que nela parece ser o trabalho de um artista nessa fase?
    5. O que o artista pode ter querido que você sentisse?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    Com que idade David Griffiths criou "Will Roberts (1907–2000)"?

    David Griffiths criou "Will Roberts (1907–2000)" aos 55 anos. O artista nasceu em 1939 e a obra data de 1994.

    Em qual museu se encontra a obra original de "Will Roberts (1907–2000)"?

    A obra original "Will Roberts (1907–2000)" pode ser vista no Llyfrgell Genedlaethol Cymru / The National Library of Wales, Aberystwyth, Reino Unido.

    Por quais outros nomes ou pseudônimos David Griffiths é conhecido?

    David Griffiths também é conhecido como David Griffiths Mbe.