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Guia de Obras de Estudantes

Lord Cledwyn II (second version)

Nome Turma Data

David Griffiths, Lord Cledwyn II (second version) (2001), Bangor University. Reproduzido para fins de referência; todos os direitos reservados ao detentor dos direitos. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
David Griffiths wahooart.com/pt/artists/david-griffiths/
Datas do artista
1939 –
Pintura a óleo
2001
Realizado em
Bangor University wahooart.com/pt/museums/bangor-university-bangor_pt/

No contexto

Lord Cledwyn II (second version) — David Griffiths

Quando foi pintado?

  1. 1930
  2. 1940
  3. 1950
  4. 1960
  5. 1970
  6. 1980
  7. 1990
  8. 2000
  9. 2010

Linha superior: os anos. Linha inferior: a idade do artista no início e no fim de cada período, contando 0 a partir do nascimento.

Pintado quando o artista tinha 62. 14 das 27 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

▲ esta obra, 2001 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1995 Principais anos de atividade: 1995–2005 Obras tardias: a partir de 2005

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

Comparar com

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: wahooart.com/pt/art/similar/david-griffiths-lord-cledwyn-ii-second-version-AQSCWT-en/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Espresso #414f43

    Paleta catalogada

    • #414F43
    • #0E1417
    • #CCC2B6
    • #B16745

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Earthy A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Espresso
    Intensidade
    Balanced O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Statement O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Discordant Palette A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Shadow O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Subtle Color Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de David Griffiths nos últimos doze meses — 3 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 70,0%
    2. 2 Estados Unidos da América 20,0%
    3. 3 Reino Unido 10,0%

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 8 obras mais visualizadas de David Griffiths

    1. 1 Alfred Cosier Morris (b.1941), Vice Chancellor of the University of Wales Lampeter (2003–2008), 2009 30,0%
    2. 2 Kyffin Williams (1918–2006), 2005 20,0%
    3. 3 Siân Phillips (b.1933), 1995 10,0%
    4. 4 Paul Brewer (b.1946), Photographer, 1995 10,0%
    5. 5 Professor J. Gwynn Williams (b.1924), MA, 1996 10,0%
    6. 6 John Kyffin Williams (1918–2006), 1993 10,0%
    7. 7 Professor Michael Harmer 10,0%
    8. — Lord Cledwyn II (second version), 2001 esta obra 0,0%

    Juntas, estas obras representam 100,0% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 36 obras deste artista, das quais 7 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ainda não foi visualizada neste período — ela encerra a lista sem uma classificação. Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Artista e museu

    Artista

    David Griffiths

    A Legacy of Light and Line: The Artistry of David Griffiths

    In the grand tapestry of British portraiture, few names evoke the same sense of dignified precision and soulful observation as David Griffiths. Born in Liverpool in 1939 and deeply shaped by the rugged beauty of North Wales, Griffiths emerged as a painter capable of bridging the gap between formal academic tradition and a modern, expressive sensitivity. His journey into the heart of the human countenance began with a profound artistic inheritance; he was the grandson of a portrait painter whose work once graced the Walker Art Gallery, a lineage that instilled in him a reverence for the craft from his earliest years. This ancestral connection to the portraitist's easel provided more than just inspiration—it offered a foundational understanding of how a single brushstroke can immortalize a moment in history.

    The refinement of his technique was forged within the prestigious halls of the Slade School of Fine Art, where he studied under some of the most formidable minds of the twentieth century, including Sir William Coldstream, Sir Ernst Gombrich, and Sir Anthony Blunt. Under their rigorous guidance, Griffiths mastered the complexities of anatomical accuracy and the subtle interplay of light and shadow. Yet, while his training was rooted in the disciplined methods of academic realism, his spirit remained tethered to the romanticism of the natural world. His early explorations into landscape painting, influenced by the atmospheric traditions of artists like David Cox the Elder, infused his later portraiture with a unique luminosity, allowing him to treat skin, fabric, and setting with an almost elemental vitality.

    The Royal Gaze and the Art of Character

    Griffiths’ career reached a transformative zenith in 1970, a year marked by his celebrated portrait of Prince Charles. This commission did more than merely elevate his professional standing; it propelled him into the upper echelons of British society, establishing him as a preferred chronicler of the nation's most significant figures. His ability to navigate the delicate balance between formal reverence and psychological depth allowed him to capture subjects not merely as icons of power, but as living, breathing individuals. His oeuvre serves as a visual record of an era, featuring a distinguished roster of subjects including:

    The Prince of Wales, whose 1970 portrait remains a cornerstone of his early success.

    Rt. Hon. Lord Callaghan, capturing the gravity of the Prime Minister's office.

    William Farish, the former U.S. Ambassador to the UK, rendered with diplomatic grace.

    Lord Tonypandy, reflecting the political landscape of the House of Commons.

    Prominent Welsh leaders and academics, bridging the gap between global royalty and local heritage.

    Beyond the grand scale of royal commissions, Griffiths possessed a versatile wit that occasionally surfaced in his more ephemeral works. In the late 1960s, he contributed a series of humorous cartoons for BBC Wales television productions, such as Heddiw and Disc a Dawn. These rare pieces, now preserved by the National Library of Wales, reveal an artist who could find levity in the mundane, using illustration to provide context to weather reports and music programs alike. This duality—the ability to move from the solemnity of a monarch's portrait to the playful charm of a broadcast cartoon—demonstrates a remarkable breadth of creative intellect.

    A Lasting Impression on Welsh Fine Art

    The significance of David Griffiths extends far beyond the frames of his finished canvases. As a painter, teacher, and the founder of the Albany Gallery in Cardiff, he has been a vital architect of the Welsh art scene. His commitment to fostering talent and providing a platform for both established and emerging Welsh artists has left an indelible mark on the cultural landscape of his homeland. Through his gallery, he helped cultivate a space where the traditions of the past could meet the innovations of the present, ensuring that the lineage of Welsh painting remained vibrant and continuous.

    Today, the work of Griffiths stands as a testament to the enduring power of the portrait. His paintings are more than mere likenesses; they are studies in character, light, and the fleeting essence of human identity. Whether through his masterful oil compositions or his rediscovered satirical sketches, he remains a visionary who captured the dignity of his subjects with an unmatched, quiet conviction. His legacy is woven into the very fabric of British art history, reminding us that true portraiture is not just about seeing a face, but about understanding the soul behind it.

    Museu

    Bangor University

    Em exibição em Bangor, Reino Unido

    Universidade de Bangor: Um Legado de Aprendizado e Identidade Galesa

    Aninhada entre as paisagens dramáticas do norte do País de Gales, a Universidade de Bangor não é meramente uma instituição acadêmica; é um repositório da história, cultura e busca intelectual galesa. Fundada em 1884 como o University College of North Wales, fruto de um desejo fervoroso por ensino superior acessível na região, sua trajetória está entrelaçada com a própria essência da identidade galesa. A evolução da universidade reflete não apenas o crescimento acadêmico, mas também as marés mutáveis da consciência nacional, culminando em plena independência e poderes de outorga de diplomas em 2007. Embora não funcione como um museu de arte tradicional com galerias curadas, a Universidade de Bangor

    é

    uma coleção viva – um arquivo vibrante manifestado em sua produção de pesquisa, contribuições acadêmicas e patrimônio arquitetônico.

    O Edifício Principal de Artes, erguido em 1911, ergue-se como um testemunho de um legado duradouro. Sua fachada imponente remete a uma época em que o orgulho cívico e a ambição educacional estavam poderosamente alinhados. Projetado por William Henry Dixon, o edifício incorpora os princípios Beaux-Arts — escala grandiosa, design simétrico e ornamentação detalhada — refletindo as aspirações de seus fundadores em estabelecer Bangor como um centro de saber e erudição. Em seu interior, vitrais que retratam a flora e a fauna galesas iluminam o salão central, criando uma atmosfera de serena contemplação. Estas janelas não são meramente decorativas; elas representam um esforço deliberado para conectar a identidade da universidade com a beleza natural de Gwynedd.

    Explorando a Alma Artística de Bangor: Pesquisa e Inspiração

    Além de sua grandeza arquitetônica, as verdadeiras “coleções” da Universidade de Bangor residem em suas pesquisas inovadoras através de diversas disciplinas. A universidade abriga vários institutos dedicados a áreas críticas, como ciências ambientais, biologia marinha e estudos da língua gálisca – campos onde a localização geográfica única proporciona oportunidades incomparáveis de investigação. Este compromisso com a descoberta é palpável em seus corredores, fomentando um ambiente colaborativo que incentiva a inovação.

    Figuras notáveis como Ivor Williams, um celebrado artista galês cujas obras frequentemente capturavam o espírito da nação, encontraram ressonância neste meio intelectual. Suas pinturas — caracterizadas por cores audaciosas e pinceladas expressivas — exploravam temas de paisagem, mitologia e identidade galesa, espelhando a própria busca da universidade pelo entendimento e representação. Além disso, a Universidade de Bangor promove ativamente o engajamento artístico por meio de exposições que exibem o trabalho de estudantes e colaborações com galerias locais.

    Um Farol Bilíngue em uma Paisagem Costeira

    O que verdadeiramente distingue a Universidade de Bangor é sua confluência única de rigor acadêmico, beleza natural deslumbrante e forte engajamento comunitário. Como uma universidade galesa, ela abraça com orgulho as línguas inglesa e galesa, promovendo uma experiência de aprendizado culturalmente rica que celebra a herança linguística da nação. Este ambiente bilíngue não é meramente simbólico; ele permeia todos os aspectos da vida universitária, enriquecendo o discurso e promovendo a inclusividade.

    O próprio campus estende-se para além dos limites da cidade, alcançando Menai Bridge, integrando ainda mais a universidade às suas deslumbrantes redondezas naturais. O Garth Pier, um calçadão vitoriano com vista para a Baía de Bangor, oferece vistas panorâmicas do Parque Nacional de Snowdonia — uma fonte constante de inspiração para pesquisadores e estudantes. A dedicação da Universidade de Bangor à sustentabilidade é evidente em suas iniciativas que promovem práticas ecológicas e apoiam esforços de conservação.

    Exposições Recentes e Horizontes Futuros

    Exposições recentes têm exibido o patrimônio artístico da universidade ao lado de projetos de pesquisa de ponta, demonstrando um compromisso em fomentar o diálogo entre a arte e a ciência. Particularmente digna de nota foi a mostra “Wales: Landscape and Memory”, que explorou como artistas galeses interpretam a história e o meio ambiente da região através de diversos meios — pintura, escultura, fotografia e mídia digital.

    Olhando para o futuro, a Universidade de Bangor continua a investir na erudição artística e no enriquecimento cultural. Suas colaborações contínuas com parceiros internacionais prometem ampliar seus horizontes e inspirar novas gerações de pensadores e criadores. O espírito de aprendizado – combinado com a beleza duradoura de Gwynedd – garante que o legado da Universidade de Bangor continuará a florescer por muitas décadas.

    Onde ler mais

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de Lord Cledwyn II (second version)

    wahooart.com/pt/art/download/david-griffiths-lord-cledwyn-ii-second-version-AQSCWT-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Griffiths, David. Lord Cledwyn II (second version). 2001, Bangor University. https://wahooart.com/pt/art/david-griffiths-lord-cledwyn-ii-second-version-AQSCWT-en/
    APA
    Griffiths, David (2001). Lord Cledwyn II (second version) [Painting]. Bangor University. https://wahooart.com/pt/art/david-griffiths-lord-cledwyn-ii-second-version-AQSCWT-en/
    Chicago
    David Griffiths. Lord Cledwyn II (second version). 2001. Bangor University. https://wahooart.com/pt/art/david-griffiths-lord-cledwyn-ii-second-version-AQSCWT-en/
    Harvard
    Griffiths, David (2001) Lord Cledwyn II (second version). Bangor University. Available at: https://wahooart.com/pt/art/david-griffiths-lord-cledwyn-ii-second-version-AQSCWT-en/

    Observe de perto

    Lord Cledwyn II (second version) — David Griffiths

    Observe de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. Relembre John Meurig Thomas (b.1932) (1996), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    4. David Griffiths tinha cerca de 62 anos quando esta obra foi feita. O que nela parece ser o trabalho de um artista nessa fase?
    5. O que o artista pode ter querido que você sentisse?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    Qual é a orientação de "Lord Cledwyn II (second version)", de David Griffiths?

    "Lord Cledwyn II (second version)", de David Griffiths é uma composição em Portrait. Vale a pena conferir as proporções antes de escolher o tamanho da impressão.

    Como faço para baixar a imagem de "Lord Cledwyn II (second version)", de David Griffiths?

    A imagem de "Lord Cledwyn II (second version)", de David Griffiths pode ser baixada na página de download da obra: Download download de imagem digital em alta resolução.

    As cores de "Lord Cledwyn II (second version)", de David Griffiths são vibrantes ou suaves?

    As cores de "Lord Cledwyn II (second version)", de David Griffiths apresentam uma saturação Subtle Color com uma intensidade Balanced.