Papel

Guia de Obras de Estudantes

Jane Edwards

Nome Turma Data

Ap Caledfryn, Jane Edwards (1860), Llyfrgell Genedlaethol Cymru / The National Library of Wales. Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
Ap Caledfryn wahooart.com/pt/artists/ap-caledfryn/
Datas do artista
1837 – 1915
Pintura a óleo
1860
Dimensões originais
76 x 63 cm
Realizado em
Llyfrgell Genedlaethol Cymru / The National Library of Wales wahooart.com/pt/museums/llyfrgell-genedlaethol-cymru-the-national-library-of-wales-aberystwyth_pt/

No contexto

Jane Edwards — Ap Caledfryn

Qual é o tamanho?

As dimensões originais são 76 × 63 cm (altura × largura), representadas aqui ao lado de um adulto de altura média.

Quando foi pintado?

  1. 1830
  2. 1840
  3. 1850
  4. 1860
  5. 1870
  6. 1880
  7. 1890
  8. 1900
  9. 1910

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 78 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 23. O artista viveu até aos 78. 0 das 27 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Ap Caledfryn (1837–1915) ▲ esta obra, 1860 cada pintura datada, década por década

Primeiras obras: até 1874 Principais anos de atividade: 1874–1900 Obras tardias: a partir de 1900

Essas três faixas dividem as obras datadas neste catálogo em um primeiro quarto, uma metade central e um último quarto. Elas não representam a produção completa do artista: um período de escassez pode ser uma lacuna no registro, em vez de um intervalo de baixa atividade. Os mesmos anos com a trajetória do artista neles traçada

Comparar com

Escolha uma obra acima: mencione duas semelhanças entre ela e esta, e uma diferença.

Mais obras para acompanhar esta: wahooart.com/pt/art/similar/ap-caledfryn-jane-edwards-AQV63H-en/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Putty #cfbcab

    Paleta catalogada

    • #CFBCAB
    • #39342E
    • #554C44
    • #897768

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Earthy A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Putty
    Intensidade
    Monochromatic O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Gentle O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Strong Color Unity A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Deep_shadow O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Muted Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Ap Caledfryn nos últimos doze meses — 3 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 75,0%
    2. 2 Estados Unidos da América 16,7%
    3. 3 Reino Unido 8,3%

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 9 obras mais visualizadas de Ap Caledfryn

    1. 1 Reverend E. Herbert Evans of Carnarvon (1836–1896), 1903 16,7%
    2. 2 Portrait of an Unidentified Minister, 1900 16,7%
    3. 3 Jane Edwards, 1860 esta obra 16,7%
    4. 4 Reverend John Jones of Talysarn (1796–1857), 1870 8,3%
    5. 5 Mr John Thomas Edwards (c.1869–1943), 1904 8,3%
    6. 6 Reverend J. G. Morris of Newport, Pembrokeshire (1833–1919), 1907 8,3%
    7. 7 Reverend J. Davies, 1891 8,3%
    8. 8 Margaret Hughes of Plas Bach, Bodorgan, 1884 8,3%
    9. 9 Reverend J. R. Kilsby Jones (1813–1889), 1890 8,3%

    Juntas, estas obras representam 99,9% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 29 obras deste artista, das quais 9 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ocupa a 3 posição entre elas, com 16,7% dessa atenção. Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Artista e museu

    Artista

    Ap Caledfryn

    William Williams (Ap Caledfryn): A Welsh Visionary of the Victorian Era

    The name William Williams, more commonly known as Ap Caledfryn – a title bestowed upon him by his father, a celebrated bardic figure – represents a pivotal and often overlooked voice in 19th-century Welsh art. Born in Twthill, Caernarfon, on March 24th, 1837, into a family steeped in artistic tradition, Williams’s life was inextricably linked to the burgeoning cultural landscape of Wales during the Victorian era. His story is one of quiet dedication, meticulous observation, and an extraordinary ability to capture the essence of his homeland – its landscapes, its people, and its deeply rooted spiritual beliefs – through the subtle yet powerful strokes of his brush.

    Williams’s artistic journey began under the tutelage of Hugh Hughes, a respected local artist, at the tender age of six. This early introduction to the craft laid the foundation for a career that would ultimately earn him international recognition. He further honed his skills in London, studying with J. Sebastian Bond and absorbing the prevailing trends of the time while simultaneously retaining a distinctly Welsh sensibility. This period of formal training was crucial; it provided him with technical proficiency alongside exposure to diverse artistic styles, allowing him to synthesize these influences into a uniquely personal vision.

    A Life Dedicated to Landscape and Portraiture

    Williams’s oeuvre is remarkably consistent in its subject matter: the dramatic beauty of the Welsh countryside and the dignified faces of its inhabitants. He was particularly renowned for his watercolour paintings, capturing the ethereal light and atmospheric conditions of North Wales with breathtaking accuracy. His landscapes are not merely depictions of scenery; they are imbued with a sense of mood and emotion, reflecting the spiritual connection that many Welsh people felt to their land. He frequently depicted scenes from the Bible and Welsh mythology, subtly weaving religious themes into his compositions – a testament to the strong influence of his Congregationalist upbringing.

    Alongside his landscapes, Williams produced an impressive body of portraiture. These are not flamboyant or overly dramatic representations; rather, they offer intimate glimpses into the lives of clergymen, local dignitaries, and ordinary Welshmen. His portraits possess a remarkable sensitivity, capturing not just physical likeness but also the character and inner life of his subjects. The careful use of light and shadow, combined with an astute understanding of human expression, elevates these works beyond simple likenesses to become powerful studies in personality.

    Influences and Artistic Development

    Williams’s artistic development was profoundly shaped by several key influences. The bardic traditions of his family – particularly the legacy of his father, Gwilym Caledfryn – instilled in him a deep appreciation for Welsh language, literature, and folklore. The Romantic movement, with its emphasis on emotion, nature, and the sublime, also played a significant role in shaping his artistic sensibilities. Furthermore, he was deeply influenced by the work of contemporary artists like John Ruskin, whose writings on art and beauty resonated strongly with Williams’s own aesthetic principles.

    His adoption of the bardic name ‘Ap Caledfryn’ – meaning “son of Caledfryn” – was a deliberate act of homage to his father's esteemed position within Welsh cultural life. This connection to tradition provided him with a strong sense of identity and purpose, informing both his artistic practice and his personal life.

    Legacy and Recognition

    Despite facing significant health challenges in his later years, Williams remained dedicated to his art until his death in February 1915. His work was largely appreciated within Wales during his lifetime, but it wasn’t until the mid-20th century that he began to receive wider recognition. Today, William Williams (Ap Caledfryn) is regarded as one of the most important Welsh artists of the Victorian era – a master of watercolour who captured the spirit and beauty of his homeland with unparalleled skill and sensitivity. His paintings are held in prestigious collections across Wales and beyond, ensuring that his legacy continues to inspire and delight audiences for generations to come.

    His works can be found at The National Museum of Wales at St Fagans, The National Library of Wales, and Pontypridd Museum, offering a tangible connection to the life and artistry of this remarkable Welsh visionary.

    Museu

    Llyfrgell Genedlaethol Cymru / The National Library of Wales

    Em exibição em Aberystwyth, Reino Unido

    Um Baluarte da Identidade Galesa

    Aninhada na encantadora cidade universitária de Aberystwyth, com vista para a deslumbrante extensão da Baía de Cardigan, ergue-se um monumento não apenas à literatura e à arte, mas à própria alma do País Gales. A

    Llyfrgell Genedlaethol Cymru / Biblioteca Nacional de Gales

    é muito mais do que um simples repositório de livros; é um arquivo vibrante e vivo, dedicado a preservar e celebrar a rica tapeçaria da cultura, história e língua galesas. Estabelecida por Carta Real, esta instituição nasceu de um desejo apaixonado de salvaguardar a identidade nacional, impulsionada tanto pelo apoio governamental quanto pelas contribuições notáveis das classes trabalhadoras do País de Gales. Ela serve como um farol para o saber e a investigação, atuando como a guardiã da memória da nação através do seu estatuto de depósito legal, garantindo que cada publicação produzida em solo galês encontre um lar dentro de suas paredes sagradas.

    Entrar na Biblioteca é como embarcar em uma jornada através do tempo, onde a própria arquitetura narra uma história de harmonia e transição. O edifício, uma obra-prima concluída em 1937, reflete uma mistura cuidadosa de elementos clássicos e modernos projetados por Sidney Greenslade, com adições posteriores de Charles Holden. Sua fachada impressionante, apresentando o contraste da pedra de Portland nos andares superiores e o granito de Cornualha na base, cria uma presença visualmente impactante que impõe respeito. Para o designer de interiores, a interação entre pedra, luz e espaço nesta estrutura oferece uma aula magistral de estética monumental e digna. A Sala de Leitura Norte, banhada por uma luz natural suave, permanece como um espaço sagrado para a contemplação, projetada especificamente para fomentar a criatividade e inspirar pensamentos profundos entre os pesquisadores.

    Tesouros do Espírito Galês

    Para o entusiasta e colecionador de arte, as coleções da Biblioteca oferecem uma janela inigualável para o espírito galês. Embora o coração da instituição resida em seus milhões de livros e periódicos, seus tesouros visuais são igualmente profundos. A coleção apresenta pinturas significativas, gravuras topográficas e retratos que capturam a essência da nação. Os amantes da arte encontrarão uma ressonância particular nas obras de

    Kyffin Williams

    e

    Donald McIntyre

    , cujas representações magistrais das paisagens do Parque Nacional de Snowdonia e da Baía de Cardigan servem tanto como triunfos estéticos quanto como registros visuais vitais do ambiente em constante evolução do País de Gales. Estas obras, caracterizadas pela sensibilidade à luz e à textura, proporcionam uma conexão profunda com a beleza rústica do terreno galês.

    O caráter único da Biblioteca é ainda mais enriquecido por seu acervo diversificado, que inclui:

    A Coleção Peniarth:

    Um conjunto de renome mundial de manuscritos medievais que serve como pedra angular da história celta.

    Arquivo Nacional de Imagem e Som:

    Uma coleção imersiva que traz o patrimônio galês à vida através de filmagens e gravações sonoras.

    Arquivos Visuais:

    Uma coleção abrangente de mapas, imagens fotográficas e retratos que documentam a evolução da paisagem e do povo galês.

    Além de seu acervo permanente, a Biblioteca prospera como um centro cultural dinâmico, evoluindo constantemente através de exposições envolventes que constroem pontes entre o antigo e o contemporâneo. Desde a exploração dos mistérios da mitologia celta até a celebração das nuances da história da arte galesa moderna, estas exibições curadas atraem visitantes de toda a Europa e além. Continua sendo um lugar onde os ecos do passado encontram as inovações do século XXI em um diálogo fluido e belo.

    Onde ler mais

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de Jane Edwards

    wahooart.com/pt/art/download/ap-caledfryn-jane-edwards-AQV63H-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Caledfryn, Ap. Jane Edwards. 1860, Llyfrgell Genedlaethol Cymru / The National Library of Wales. https://wahooart.com/pt/art/ap-caledfryn-jane-edwards-AQV63H-en/
    APA
    Caledfryn, Ap (1860). Jane Edwards [Painting]. Llyfrgell Genedlaethol Cymru / The National Library of Wales. https://wahooart.com/pt/art/ap-caledfryn-jane-edwards-AQV63H-en/
    Chicago
    Ap Caledfryn. Jane Edwards. 1860. Llyfrgell Genedlaethol Cymru / The National Library of Wales. https://wahooart.com/pt/art/ap-caledfryn-jane-edwards-AQV63H-en/
    Harvard
    Caledfryn, Ap (1860) Jane Edwards. Llyfrgell Genedlaethol Cymru / The National Library of Wales. Available at: https://wahooart.com/pt/art/ap-caledfryn-jane-edwards-AQV63H-en/

    Observe de perto

    Jane Edwards — Ap Caledfryn

    Observe de perto

    Responda com suas próprias palavras. Não existem respostas erradas aqui — apenas respostas que você possa explicar.

    1. O que chama a sua atenção primeiro e por quê?
    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. Relembre Portrait of a Minister (1874), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    4. Ap Caledfryn tinha cerca de 23 anos quando esta obra foi feita. O que nela parece ser o trabalho de um artista nessa fase?
    5. O que o artista pode ter querido que você sentisse?

    Sua resposta

    Escreva um pequeno parágrafo sobre esta obra de arte. Utilize as informações das etapas anteriores deste guia e as suas respostas acima.

    Perguntas e Respostas

    Qual é a proporção de "Jane Edwards", de Ap Caledfryn e quais são as suas dimensões?

    "Jane Edwards", de Ap Caledfryn é uma composição em Portrait com dimensões de 76 x 63 cm no original.

    Como posso visualizar uma reprodução de "Jane Edwards", de Ap Caledfryn?

    Para visualizar uma reprodução de "Jane Edwards", de Ap Caledfryn, acesse a página de Pré-visualização da obra.

    Posso usar realidade aumentada para ver "Jane Edwards", de Ap Caledfryn no meu ambiente?

    "Jane Edwards" possui uma prévia em realidade aumentada: a página de Prévia em RA da obra permite visualizá-la no seu próprio espaço através de um dispositivo compatível.