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Guia de Obras de Estudantes

Self-Portrait

Nome Turma Data

Antonio Mancini, Self-Portrait (1882), Palácio de Capodimonte. Domínio público. Veja esta tela sob uma luz em movimento: o desenho, a cor real sob o verniz, o pigmento puro

Dados principais

Artista
Antonio Mancini wahooart.com/pt/artists/antonio-mancini_pt/
Datas do artista
1852 – 1930
Pintura a óleo
1882
Técnica
Oil On Canvas
Movimento
Verismo
Período
19th Century
Realizado em
Palácio de Capodimonte wahooart.com/pt/museums/palacio-de-capodimonte-napoles_pt/

No contexto

Self-Portrait — Antonio Mancini

Quando foi pintado?

  1. 1850
  2. 1860
  3. 1870
  4. 1880
  5. 1890
  6. 1900
  7. 1910
  8. 1920
  9. 1930

Linha acima: os anos. Linha abaixo: a idade do artista no início e no fim de cada período — 0 ao nascer, 78 ao falecer.

Pintado quando o artista tinha 30. O artista viveu até aos 78. 1 das 3 obras datadas deste artista em nosso catálogo são anteriores.

Sombreado: a trajetória de Antonio Mancini (1852–1930) ▲ esta obra, 1882 cada pintura datada, década por década

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Mais obras para acompanhar esta: wahooart.com/pt/art/similar/antonio-mancini-self-portrait-D3YBWT-en/

Cores

Medido a partir da imagem

    Cor principal

    Driftwood #a6805d

    Paleta catalogada

    • #A6805D
    • #37210F
    • #8C6447
    • #6D462F

    Estas cores integradas em toda a paleta do artista Encontre outras pinturas por cor

    Paleta
    Earthy A família de cores predominante na imagem.
    Nome da cor principal
    Driftwood
    Intensidade
    Balanced O quão saturadas e variadas são as cores, desde um único tom suave até muitos tons vibrantes.
    Contraste
    Gentle O grau de variação da luminosidade e saturação das cores ao longo da imagem.
    Harmonia
    Unified Palette A harmonia entre as cores, desde o contraste marcante até a total unidade.
    Brilho
    Balanced O nível de luminosidade ou escuridão da imagem como um todo, desde as sombras profundas até os brilhos intensos.
    Saturação
    Balanced Soft Quão puras e intensas são as cores, do quase cinza ao totalmente vívido.

    Onde no mundo esta pintura é apreciada?

    • menos de 1%
    • 1–3%
    • 3–8%
    • 8–20%
    • 20% ou mais
    Esta pintura sozinha possui poucos visitantes registrados para mapear, portanto, a placa apresenta todas as obras de Antonio Mancini nos últimos doze meses — 8 países ao todo. Origem destes dados

    Os dez principais países

    1. 1 China 69,0%2.000 visitas
    2. 2 Singapura 6,9%200 visitas
    3. 3 Estados Unidos da América 6,9%200 visitas
    4. 4 Brasil 3,4%100 visitas
    5. 5 Canadá 3,4%100 visitas
    6. 6 Itália 3,4%100 visitas
    7. 7 Noruega 3,4%100 visitas
    8. 8 Peru 3,4%100 visitas

    Encontre os três países mais escuros no mapa. O museu que guarda esta pintura está em algum deles? Escreva um motivo pelo qual pessoas de longe poderiam visitá-la.

    As 20 obras mais visualizadas de Antonio Mancini

    1. 1 Luigiello Con Turbante 9,1%300 visitas
    2. 2 The little sculptor 6,1%200 visitas
    3. 3 The Young Golfer 6,1%200 visitas
    4. 4 Pensativa 6,1%200 visitas
    5. 5 Portrait Of A Young Boy 6,1%200 visitas
    6. 6 Saint John The Baptist 6,1%200 visitas
    7. 7 Self-Portrait, 1882 esta obra 3,0%100 visitas
    8. 8 Self-portrait - 3,0%100 visitas
    9. 9 Prevetariello 3,0%100 visitas
    10. 10 Portrait Of A Young Girl - 3,0%100 visitas
    11. 11 A Portrait Of The Artist's Father 3,0%100 visitas
    12. 12 NATURE MORTE 3,0%100 visitas
    13. 13 L'HOMME AU PERROQUET AU REVERS HOMME LEVANT SON CHAPEAU 3,0%100 visitas
    14. 14 Portrait Of A Young Girl 3,0%100 visitas
    15. 15 After The Duel 3,0%100 visitas
    16. 16 Mrs Ashley Ponsonby 3,0%100 visitas
    17. 17 The Marquis Del Grillo 3,0%100 visitas
    18. 18 The Little Schoolboy 3,0%100 visitas
    19. 19 Portrait of 3,0%100 visitas
    20. 20 Lo Scugnizzo 3,0%100 visitas

    Juntas, estas obras representam 81,6% de toda a atenção que as pinturas deste artista receberam nos últimos doze meses. O catálogo contém 73 obras deste artista, das quais 26 foram visualizadas pelo menos uma vez. Esta pintura ocupa a 7 posição entre elas, com 3,0% dessa atenção (100 visitas). Os mesmos números, mês a mês

    As barras medem a atenção, não a qualidade. Escolha a obra no topo e esta aqui: mencione um fator que poderia tornar uma pintura famosa para além da sua técnica de execução.

    Artista e museu

    Artista

    Antonio Mancini

    Nascido em Roma, Itália

    Antonio Mancini: Uma Vida Dedicidade ao Verismo e à Observação

    Antonio Mancini (1852-1930) foi um célebre pintor italiano, renomado por suas representações comoventes da vida cotidiana, focando particularmente nas comunidades marginalizadas de Nápoles. Nascido em Roma, Itália, Mancini exibiu um talento artístico notável desde cedo. Com apenas doze anos, ingressou no Instituto de Belas Artes de Nápoles, onde estudou sob a tutela de figuras influentes como Domenico Morelli e Filippo Palizzi. Essas experiências formativas moldaram profundamente sua trajetória artística, lançando as bases para seu estilo distinto enraizado no Verismo.

    Desenvolvimento Inicial e Influências: De Nápoles a Paris

    O início da carreira de Mancini foi marcado por um rápido desenvolvimento sob a tutela de Morelli, que enfatizava o chiaroscuro dramático e pinceladas vigorosas. Palizzi refinou ainda mais as habilidades de Mancini, incentivando o foco na observação realista. Em 1872, ele já havia exibido seu trabalho no Salão de Paris, demonstrando um talento emergente reconhecido além da Itália. Suas sensibilidades artísticas foram significativamente influenciadas por seus encontros com os pintores impressionistas Edgar Degas e Édouard Manet durante sua estadia em Paris. A amizade com John Singer Sargent, que famosamente declarou Mancini como "o maior pintor vivo", consolidou ainda mais sua reputação na cena artística europeia.

    O Estilo Verista e Temas Assinatura

    Mancini tornou-se uma figura de destaque no movimento Verista, uma resposta italiana à estética realista do século XIX. Esta filosofia artística priorizava a representação da vida como ela era, sem idealizações ou romantismo. Os temas de Mancini eram frequentemente extraídos das ruas de Nápoles: crianças pobres, jovens artistas de circo e músicos. Suas obras mais famosas, como Il Saltimbanco (1877-78), capturam um senso de fragilidade e vulnerabilidade em seus retratos de indivíduos marginalizados. Ele empregou uma técnica de impasto marcante na tela, criando superfícies texturizadas que adicionavam profundidade e realismo às suas pinturas. Seu uso de pastéis era igualmente magistral, demonstrando um comando audacioso da cor e da forma.

    Desafios e Anos Tardios: Resiliência e Serenidade Artística

    A vida de Mancini tomou um rumo desafiador em 1881, quando sofreu de uma doença mental debilitante. Ele mudou-se para Roma em 1883 e, mais tarde, para Frascati, onde viveu até 1918, enfrentando frequentemente períodos de penúria e dependendo do apoio de amigos e patronos de arte. Apesar dessas dificuldades, Mancini continuou a pintar. Após a Primeira Guerra Mundial, suas circunstâncias estabilizaram-se, levando a um período de renovada serenidade artística refletida em suas obras tardias. Ele faleceu em Roma, em 1930, e foi sepultado na Basílica Santi Bonifacio e Alessio, no Monte Aventino.

    Legado e Significância Histórica

    A contribuição de Antonio Mancini para a arte italiana reside em seu compromisso inabalável com o Verismo e sua habilidade de capturar a essência da vida cotidiana com notável sensibilidade e perícia. Suas pinturas, incluindo The Poor Schoolboy (exibida no Salão de 1876 e agora pertencente ao Musée d'Orsay), oferecem um vislumbre poderoso das realidades sociais da Itália do século XIX. Seu trabalho está representado em coleções prestigiadas, como a Galleria Nazionale d’Arte Moderna e Contemporanea, em Roma, e o Museo Civico-Galleria d’Arte Moderna, em Turim. A primeira exposição nos EUA dedicada exclusivamente ao seu trabalho no Philadelphia Museum of Art (2007-2008) consolidou ainda mais seu lugar na história da arte, apresentando sua visão pungente a um público mais amplo.

    Obras Principais: Il Saltimbanco, The Poor Schoolboy, Allegra Canzone, Standard Bearer of the Harvest Festival, Prevetariello in Preghiera

    Influências: Domenico Morelli, Filippo Palizzi, Edgar Degas, Édouard Manet

    Movimento: Verismo

    Técnicas: Impasto, Pastel

    Museu

    Palácio de Capodimonte

    Em exibição em Napoles, Itália

    A Regal Ascent: Unveiling the Palace of Capodimonte

    Perched dramatically atop Naples’ volcanic Capodimonte hill, the Royal Palace of Capodimonte isn't merely a museum; it’s a living chronicle of Italy’s artistic and royal evolution. Initially conceived as a modest hunting lodge by King Charles VII in 1738, this opulent residence blossomed into one of Europe’s most significant repositories of art and architectural grandeur – a testament to the enduring power of patronage and the vibrant spirit of Neapolitan creativity. Stepping through its grand doors is akin to traversing centuries, immersing oneself within the evolving tastes and ambitions of Neapolitan royalty, reflecting both the city's artistic heritage and its complex political narrative.

    The palace’s extraordinary collection stems from two interwoven legacies: the illustrious Farnese Collection and the distinctive artistic voice cultivated within Naples itself. The Farnese legacy, bequeathed by Elisabetta Farnese, Charles VII’s mother, brought with it a breathtaking array of classical sculptures – Roman relics that formed the foundation for the palace’s burgeoning art holdings. These ancient stones, imbued with the echoes of empires past, provided a grounding in classical ideals, shaping the palace's aesthetic direction. Simultaneously, Naples nurtured its own school of painting, producing artists who developed a uniquely dramatic and emotionally charged style. Figures like Caravaggio, whose revolutionary use of light and shadow profoundly influenced generations of painters, Titian, renowned for his opulent color palettes and masterful compositions, and Luca Giordano, the leading figure of the Neapolitan Baroque, all contributed to this distinctive artistic identity. The palace’s walls resonate with their genius, offering a tangible connection to Italy's most celebrated masters.

    A Symphony of Styles: Architecture and Decorative Arts

    Architecturally, Capodimonte is a captivating story in itself – a harmonious blend of Neoclassical elegance interwoven with Baroque grandeur. Designed by Giovanni Antonio Medrano and Antonio Canevari, the palace’s façade reflects this duality, projecting an image of power and sophistication while retaining echoes of the dramatic flair characteristic of the Baroque period. Beyond the magnificent salons lies a world of exquisite detail: royal apartments adorned with opulent stucco work depicting scenes from mythology and history, lavishly decorated with gilded mirrors, intricate tapestries, and richly colored marble floors. The sheer scale of these embellishments speaks to the immense wealth and ambition of the Bourbon court.

    Particular attention is given to the palace’s porcelain collections – a dazzling display of European craftsmanship spanning from delicate Meissen figurines, showcasing the influence of German artistry, to elaborate Sèvres dinner services, reflecting the refined taste and international connections of the Bourbon court. These collections offer a glimpse into the meticulous attention to detail and the pursuit of luxury that defined aristocratic life in 18th-century Italy. The palace’s gardens, too, are a masterpiece of landscape design, meticulously crafted to complement the architectural splendor within – a verdant expanse designed for both royal leisure and grand public spectacles.

    A Gallery of Giants: Collection Highlights

    Within Capodimonte's walls reside masterpieces that demand reverence. The collection highlights include Caravaggio’s intensely dramatic “Madonna and Child with St. Anthony and St. Roch,” a work brimming with emotional intensity and masterful use of chiaroscuro; Titian’s “Glad to Be Back,” a vibrant depiction of the Venetian Doge, showcasing his signature opulent color palettes and masterful compositions; and Luca Giordano’s breathtaking frescoes adorning the Royal Apartments – swirling narratives of mythological grandeur that exemplify the exuberance of the Neapolitan Baroque. Furthermore, Artemisia Gentileschi's powerful depictions—often challenging conventional narratives of female roles—stand as a courageous assertion of female strength and resilience within a historically restrictive art world, offering a vital perspective on the era.

    The palace also houses an impressive collection of paintings by Marco de Gregorio, a Neapolitan painter known for his historical and mythological works. His style blends Italian pride with avant-garde influences, creating captivating scenes that reflect the spirit of Naples. Don't miss the opportunity to admire Francesco Netti’s captivating oil paintings of gladiators & ancient scenes – a testament to the enduring fascination with Roman history within Neapolitan art.

    A Living Legacy: Exhibitions and Beyond

    The Palace of Capodimonte transcends its role as a museum; it embodies Naples's artistic soul. Its unique blend of royal residence, expansive parkland, and unparalleled art collection creates an immersive experience that captivates visitors long after they depart. Today, the palace hosts seasonal exhibitions showcasing both classical masterpieces and cutting-edge contemporary art within its impressive galleries – ensuring that this historic landmark remains a vibrant center for cultural engagement.

    The Real Bosco, originally established as a royal hunting preserve, continues to flourish as a public space, hosting open-air concerts featuring classical music, seasonal exhibitions showcasing contemporary art, and theatrical performances. Wandering through its ancient trees—oaks, chestnut trees, pines, and cypresses—one appreciates the enduring connection between art, architecture, and nature – a visual metaphor for Naples’s rich cultural heritage, reflecting the harmonious balance sought by the Bourbon rulers. A visit to Capodimonte is not merely an artistic pilgrimage; it's a journey through the heart of Italian history and creativity.

    Onde ler mais

    Encontre online

    QR code que direciona para a página de download de Self-Portrait

    wahooart.com/pt/art/download/antonio-mancini-self-portrait-D3YBWT-en/

    Como citar esta obra

    MLA
    Mancini, Antonio. Self-Portrait. 1882, Palácio de Capodimonte. https://wahooart.com/pt/art/antonio-mancini-self-portrait-D3YBWT-en/
    APA
    Mancini, Antonio (1882). Self-Portrait [Painting]. Palácio de Capodimonte. https://wahooart.com/pt/art/antonio-mancini-self-portrait-D3YBWT-en/
    Chicago
    Antonio Mancini. Self-Portrait. 1882. Palácio de Capodimonte. https://wahooart.com/pt/art/antonio-mancini-self-portrait-D3YBWT-en/
    Harvard
    Mancini, Antonio (1882) Self-Portrait. Palácio de Capodimonte. Available at: https://wahooart.com/pt/art/antonio-mancini-self-portrait-D3YBWT-en/

    Observe de perto

    Self-Portrait — Antonio Mancini

    Observe de perto

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    2. Quais cores ou formas criam a atmosfera — e que atmosfera é essa?
    3. O nosso catálogo classifica esta obra sob: self-portrait, male subject, emotional distress. Concorda? O que acrescentaria ou removeria?
    4. Relembre The Peacock Feather (1875), apresentado anteriormente neste guia. Identifique dois elementos que esta obra compartilha com a anterior e um que seja diferente.
    5. Antonio Mancini tinha cerca de 30 anos quando esta obra foi feita. O que nela parece ser o trabalho de um artista nessa fase?

    Sua resposta

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    Perguntas e Respostas

    De que técnica é feita a obra "Self-Portrait"?

    Antonio Mancini utilizou a técnica de Oil On Canvas para "Self-Portrait". A técnica define a natureza material da obra original.

    Qual era a idade de Antonio Mancini ao criar "Self-Portrait" em 1882?

    Quando "Self-Portrait" foi criada em 1882, Antonio Mancini — nascido(a) em 1852 — tinha 30 anos.

    A obra "Self-Portrait" está disponível para download em alta resolução?

    Para obter uma versão digital de "Self-Portrait", de Antonio Mancini, peça download de imagem digital em alta resolução em sua página Imagem Digital de Alta Resolução.